Liturgia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:02:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Liturgia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Celebrar em família: roteiro para o 15º Domingo Comum https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/celebrar-em-familia-roteiro-para-o-15o-domingo-comum/ Thu, 09 Jul 2020 19:11:19 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58755 Vivendo a dignidade de povo sacerdotal conferida pelo batismo, as famílias brasileiras são chamadas a celebrar em seus lares o Dia do Senhor. Neste domingo, 12 de julho, a Igreja celebra o 14º Domingo do Tempo Comum e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, oferece mais uma vez o roteiro “Celebrar em família”.

No centro da celebração da Palavra está a parábola do Semeador, extraída do Evangelho de Mateus 13, 1-23:

[…] “A semente que caiu em boa terra é aquele que ouve a palavra e a compreende. Esse produz fruto. Um dá cem, outro sessenta e outro trinta”, ensina Jesus no Evangelho do próximo domingo.

Neste contexto de pandemia, o roteiro pode ser uma valiosa opção para continuar em comunhão com a Igreja, principalmente às pessoas impossibilitadas por motivo de saúde ou idade, ou porque pertencem ao denominado ‘grupo de risco’, que devem ainda abster-se de participar das celebrações comunitárias dominicais, nos locais em que as missas já retornaram.

O roteiro desta semana também tem uma prece especial pelo fim da pandemia. A Comissão para a Liturgia da CNBB oferece no material uma litania, também conhecida como ladainha, que ajudará as famílias em suas súplicas.

BAIXE O ROTEIRO DA CELEBRAÇÃO EM FAMÍLIA DO 14º DOMINGO DO TEMPO COMUM

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CNBB envia aos bispos do Brasil orientações litúrgico-pastorais para retorno às atividades https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/cnbb-envia-aos-bispos-do-brasil-orientacoes-liturgico-pastorais-para-retorno-as-atividades/ Tue, 02 Jun 2020 16:22:58 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58486 Aos poucos, as autoridades políticas estaduais, observando as medidas sanitárias, vão permitindo a abertura de atividades após um período mais intenso de isolamento social como medida para contenção do avanço do novo coronavírus. Entre as ações permitidas encontra-se a possibilidade do retorno da realização de celebrações religiosas e missas.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou a todo episcopado brasileiro, dia 31 de maio, um documento de oito páginas com as “Orientações Litúrgico-Pastorais para o retorno às atividades presenciais”. A orientações foram elaboradas pela Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB a partir de experiências de dioceses do Brasil e do exterior. Cabe, contudo, ao bispo de casa Igreja Particular, à luz de cada realidade local, orientar os fieis neste retorno às atividades presenciais.

O documento sistematiza uma série de orientações gerais para a organização e realização das missas e os cuidados que devem ser tomados antes, durante e após cada celebração. Também apresenta orientações específicas, como o ritual para os batizados. Um cuidado necessário é a orientação aos fieis que apresentarem sintomas e que integram os grupos de risco a ficarem em suas casas, onde as comunidades devem se organizar para ministrar a comunhão.

Outra indicação também é que as comunidades fixem em cartazes as observações relativas à higiene para evitar a disseminação do novo coronavírus. A utilização de máscaras, que poderão ser tiradas apenas no momento da comunhão, será obrigatória.

Conheça a íntegra do documento aqui.

“Orientações Litúgico-Pastorais para o retorno às atividades presenciais”

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Disponível o roteiro de celebração em família para o 6º Domingo da Páscoa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/disponivel-o-roteiro-de-celebracao-em-familia-para-o-6o-domingo-da-pascoa/ Sun, 17 May 2020 12:47:41 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58433 A Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) disponibilizou o roteiro da celebração em família do 6º Domingo da Páscoa. A iniciativa neste tempo de pandemia tem possibilitado a vivência da fé como Igrejas Domésticas, uma vez que os fiéis em todas as regiões do país não contam com os templos abertos para participação das missas.

“Acolhendo a orientação das autoridades civis e sanitárias, nossos bispos no Brasil continuam a insistir e a orientar os fiéis a permanecerem em suas casas, evitando aglomeração de pessoas e, consequentemente, não participando das celebrações eucarísticas. Desta forma, somos convidados a CELEBRAR o Dia do Senhor como Igreja doméstica, com nossos familiares, em nossas casas“, afirma a Comissão.

Em recente live no perfil da Edições CNBB, o bispo de Paranaguá (PR) e presidente da Comissão para a Liturgia da CNBB, dom Edmar Peron, falou desta iniciativa de oferecer roteiros às famílias, iniciada no 4º domingo da Quaresma, ainda em março. Dom Edmar reforçou que é necessário, a exemplo de Jesus, redescobrir o estar junto em casa e ser Igreja também nas casas. “Jesus está no meio de nós, quando dois estiverem reunidos no nome dele, pelo Batismo e pelo Crisma, fazem parte do Sacerdócio comum do povo de Deus”, afirmou.

Para o bispo, a Celebração da Palavra e a Liturgia das Horas são os grandes eixos neste momento de ausência das celebrações eucarísticas que reúnem as pessoas. “A Palavra e a liturgia entram em nossas casas. A Palavra nos anima como animou e ardeu o coração dos discípulos de Emaús”, disse. Dom Edmar também informou que a inciativa da Comissão para a Liturgia da CNBB de oferecer os Roteiros de Celebração da Palavra deve continuar mesmo após a pandemia.

BAIXE AQUI O ROTEIRO DA CELEBRAÇÃO DO 6º DOMINGO DA PÁSCOA

Confira algumas dicas para bem celebrar em família o 6º DOMINGO DA PÁSCOA

Dicas
1 – Escolha em sua casa um local adequado para celebrar e rezar juntos.
2 – Prepare sua Bíblia com o texto a ser proclamado;
3 – Coloque um vaso com flores, um crucifixo, uma imagem ou ícone de Nossa Senhora, uma vela a ser acesa no momento da celebração, preferencialmente o círio da família utilizado na celebração da Vigília Pascal, nas casas.
4 – Escolha quem irá fazer o “Dirigente” (D) da celebração: pode ser o pai ou
mãe. E quem fará as leituras (L). Na letra (T) todos rezam ou cantam
juntos.

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Liturgias do Tríduo e Via-Sacra, a Páscoa essencial do Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/liturgias-do-triduo-e-via-sacra-a-pascoa-essencial-do-papa/ Thu, 09 Apr 2020 14:53:16 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58176 Tudo será mais sóbrio e essencial. O Departamento de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice teve que organizar rapidamente as celebrações papais que Francisco está prestes a presidir sem a presença dos fiéis, numa Basílica de São Pedro semivazia. No entanto, nesta Páscoa muitos olharão para o Papa graças aos meios de comunicação. De fato, o Papa quer estar próximo a muitas pessoas impossibilitadas de irem à missa e participar das liturgias desse Tríduo Pascal em tempos de pandemia e isolamento forçado. O crucifixo de São Marcelo e o ícone da Salus Populi Romani que acompanharam a oração de 27 de março, e a missa do Domingo de Ramos, estarão sempre presentes.

Na Quinta-feira Santa, o Papa não presidirá a missa do Crisma com os sacerdotes da Diocese de Roma: a celebração será realizada após o término da crise. A missa na Ceia do Senhor, que recorda a instituição da Eucaristia, será celebrada às 18h (hora italiana), 13h no horário de Brasília, no Altar da Cátedra, sem o rito tradicional do Lava-pés e não se concluirá com a reposição do Santíssimo no final da celebração.

Haverá dois momentos na Sexta-feira Santa. O primeiro é a Liturgia da Paixão e da Adoração da Cruz, às 18h locais (13h no horário de Brasília), na Basílica de São Pedro. O crucifixo de São Marcelo será coberto. Haverá uma meditação do pregador da Casa Pontifícia, frei Raniero Cantalamessa, e depois o crucifixo será descoberto. Haverá adoração, mas não o beijo na cruz.

Na noite da Sexta-feira Santa, às 21h (16h de Brasília), haverá a Via-Sacra na Praça São Pedro, com as estações ao longo da colunata, ao redor do obelisco e ao longo do percurso que leva ao adro. Dois grupos levarão a cruz. Haverá dois detentos do cárcere “Due Palazzi” de Pádua (as meditações foram escritas por alguns deles) e alguns médicos e enfermeiros do FAS (Fundo de Assistência Médica Vaticana). Médicos e enfermeiros estão na vanguarda do serviço aos doentes afetados pela pandemia.

Durante a Vigília do Sábado Santo, às 21h (16h de Brasília), não serão celebrados batismos. A cerimônia inicial com a Bênção do Fogo será realizada atrás do altar da Confissao. Não haverá luzes para os presentes e o canto das três invocações “Lumen Christi” ocorrerá somente quando as luzes forem acesas na Basílica durante a procissão ao altar da Cátedra. Os sinos da Basílica de São Pedro tocarão no momento do Glória, anunciando a ressurreição.

A mesma sobriedade também caracterizará a Missa do Domingo de Páscoa, que o Papa celebrará às 11h locais (6h de Brasília) no Altar da Cátedra. O Evangelho será proclamado em grego e latim. No final da missa, Francisco irá à sacristia para tirar as vestimentas, depois retornará à Basílica diante do altar da Confissão para proferir a mensagem Urbi et Orbi e dar a bênção pascal.

 

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Dimensão litúrgica disponibiliza subsídio para Semana Santa e Tríduo Pascal https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/dimensao-liturgica-disponibiliza-subsidio-para-semana-santa-e-triduo-pascal/ Sun, 05 Apr 2020 00:01:56 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58139 Neste ano, iremos viver a Semana Santa em casa, devido à pandemia do coronavírus. Para nos ajudar a viver intensamente a Semana das semanas e as Celebrações das celebrações, a Dimensão Litúrgica da Diocese de Uruaçu disponibiliza este Subsídio para a Semana Santa e Tríduo Pascal.

Baixe o arquivo clicando aqui

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Dimensão Litúrgica realiza IV Encontro de Liturgia da Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/dimensao-liturgica-realiza-iv-encontro-de-liturgia-da-diocese-de-uruacu/ Thu, 12 Sep 2019 18:37:00 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56724 Nos dias 6 a 8 de setembro aconteceu o IV Encontro de Liturgia da Diocese de Uruaçu (GO), no CTL, Seminário São José, em Uruaçu. O tema da formação foi “Como promover a Iniciação à Vida Cristã (RICA)?” e o lema “Anunciar o Evangelho e doar a própria vida (1Ts 2, 8). O encontro contou com um número relevante de participantes. Durante toda a formação, esteve presente o coordenador da Dimensão litúrgica diocesana, Pe. Wolney de Oliveira.

Além do padre Wolney, que ministrou conferência sobre o tema “Catequese e Liturgia: Duas faces do mesmo mistério”, o encontro teve ainda conferências sobre “O processo de evolução do Catecumenato”, com Pe. Carlos Vicente; “Catequese Litúrgica”, com Pe. Raynner Leonardo; “O Querigma”, com Pe. João Batista; “O Ritual de Iniciação Cristã de Adultos (RICA) e duas etapas”, com Pe. Cleber Matos; “Liturgia da Palavra e método da Leitura Orante”, Angelina; e “Mistagogia”, com o nosso administrador diocesano, Pe. Francisco Agamenilton.

O encontro foi um importante momento formativo na Diocese de Uruaçu, que possibilitou aos participantes conhecerem um pouco mais sobre a rica liturgia da nossa Igreja.

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Fotografia e liturgia: o Sagrado rompe as barreiras da visão https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/fotografia-e-liturgia-o-sagrado-rompe-as-barreiras-da-visao/ Wed, 24 Jul 2019 23:03:18 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56193 O fotógrafo que se dispõe a registrar uma ação litúrgica, precisa conhecê-la e, conhecendo-a, verdadeiramente a amará. Artigo sobre fotografia nos espaços litúrgicos.
Fernando Nunes – Londrina

“ A liturgia é uma ação sagrada, através da qual, com ritos, na Igreja e pela Igreja, se exerce e prolonga a obra sacerdotal de Cristo, que tem por objetivos a santificação dos homens e a glorificação de Deus (SC 7). ”

Quando fotografamos uma celebração litúrgica (casamento, batizado, missa), buscamos “capturar” dos sinais e símbolos litúrgicos aquilo que os olhos não podem ver. As lentes da câmera ajudam romper as barreiras impostas pelas limitações humanas e fazer uma experiência do céu.

O sentido da visão humana unida ao sentido da fé é algo essencial para enxergar as realidades sobrenaturais que não vemos, mas que estão implícitas em toda a criação. Devemos, portanto, “treinar os olhos da alma”, deixar que a fé venha, por suplemento, os sentidos completar, como diz São Tomás de Aquino.

“ A liturgia da Igreja pressupõe, integra e santifica elementos da criação e da cultura humana, conferindo-lhes a dignidade de sinais da graça, da nova criação em Cristo Jesus (CIC, n. 1149). ”

Para criar imagens que reflitam verdadeiras experiências de fé, primeiro, é preciso vivenciar pessoalmente essas experiências, pois, corre-se o risco de obter uma imagem qualquer, vazia de significado.

Portanto, o fotógrafo que se dispõe a registrar uma ação litúrgica, precisa conhecê-la e, conhecendo-a, verdadeiramente a amará. Assim nos diz Santo Agostinho: “Só se ama aquilo que se conhece”. O tema “fotografia e liturgia” está entre as dúvidas mais frequentes dos fotógrafos. Obter orientações para sanar as dúvidas e realizar um bom trabalho como fotógrafo é de suma importância, sem esquecer, é claro, a maior de todas as regras: o amor.

Conhecer e amar

Para sanar as muitas dúvidas sobre a fotografia no âmbito litúrgico, é preciso saber que a liturgia precede a fotografia. Antes de nos preocupar com o “clique”, devemos estudar, conhecer profundamente a Liturgia. Esse é o primeiro passo, o remédio para muitas de nossas dúvidas.

Preocupar-se somente com o que fazer, com a regência do “posso ou não posso” demonstra o quanto podemos ser superficiais. Quando “mergulho” com profundidade naquilo que estou fotografando (rito, espaço, etc) acontece uma mudança, não somente da postura, como de toda a escrita da fotografia: a imagem torna-se religiosa, ou seja, uma imagem que nos religa ao sagrado.

Cristo é o centro da Liturgia e não podemos, com nosso descuido e indiscrição também chamado de “ruídos litúrgicos” –, antepor a Ele. Assim como na liturgia, também na fotografia, quando algo de indesejado aparece em sua composição visual, chamamos de “ruído fotográfico”. Será que em muitos casos, não estamos nós, durante nosso trabalho, sendo “ruídos litúrgicos”?

O fotógrafo deve “desaparecer” durante a ação litúrgica, fazendo com que durante o seu trabalho, brilhe Aquele que é o centro da nossa existência: “É preciso que Ele cresça e que eu diminua” (Jo 3,30).

Regras quanto a fotografia no espaço litúrgico

Acredito que este seja o tema mais esperado nesta matéria. Entretanto, devemos respeitar a hierarquia da Igreja, cada diocese e/ou paróquia tem suas regras sobre o assunto. A responsabilidade primeira são dos Bispos e párocos, conforme nos ensina o Código de Direito Canônico:

“ Exercem o múnus de santificar, primeiramente os Bispos, que são os grandes sacerdotes, principais dispensadores dos mistérios de Deus e dirigentes, promotores e guardiães de toda a vida litúrgica na Igreja que lhes foi confiada (cân. 835 §1); […] Sob a autoridade do Bispo diocesano, o pároco deve dirigir a liturgia em sua paróquia e é obrigado a cuidar que nela não se introduzam abusos (cân. 528 §2). ”

Para saber sobre as orientações para fotógrafos durante as celebrações litúrgicas numa Igreja/paróquia orientamos procurar, antecipadamente, o pároco ou o coordenador da Pascom.

Nesse sentido, apresentamos alguns conselhos importantes sobre a fotografia no espaço litúrgico:

1º. Sentido do Sagrado

Nisto se diferencia o bom fotógrafo: ter consciência que nas celebrações litúrgicas o Senhor está presente! Fotografar no ambiente sacro não é a mesma coisa que fotografar em qualquer outro local, onde o objeto do clique são as pessoas, valendo-se tudo por um clique. O objetivo da Fotografia Religiosa no espaço litúrgico é deixar Cristo resplandecer.

2º. Respeito e empatia

Ter respeito com os irmãos que estão ali celebrando, vivendo sua intimidade com Deus e não para serem fotografados. Um momento que muitas vezes pode parecer bonito aos nossos olhos, como por exemplo, uma pessoa chorando, pode ser, para aquele que está sendo fotografado um momento de dor. Naquele momento a fotografia torna-se algo inconveniente.

Uma dica respeitosa que damos é a de colocar um aviso no Datashow, discreto, mas que diga que a Pascom estará registrando durante aquela celebração dando a liberdade para aqueles que não querem ser fotografados que procurem os agentes da pastoral para informa-los. Também é importante informar onde serão disponibilizadas as imagens.
Os fotógrafos também devem vestir-se de maneira discreta, evitando bermudas, roupas decotadas, e cores chamativas. Pode-se usar o uniforme da Pascom ou roupas brancas.

3º. Escondimento

O fotógrafo deve ser o mais discreto possível, movimentos modestos, evitar cruzar o corredor de um lado para o outro sem reverência ou bruscamente. Estabeleça pontos para que possa fazer um bom registro sem chamar atenção; caso estejam trabalhando em equipe, dividam-se em pontos laterais. Movimente-se quando a assembleia estiver em pé.

4º. Lugares celebrativos

Toda a área do presbitério (lugar onde encontra-se o altar, o ambão, a sede e o sacrário), deve ser evitada. No presbitério, procure formas de fotografar que não sejam invasivas, para não nos transformarmos em “ruídos litúrgicos”.

5º. As partes mais sagradas do rito

Evitar excessos ao fotografar a proclamação das leituras e do Evangelho; durante a Oração Eucarística, especialmente na consagração e elevação das espécies eucarísticas e durante a distribuição da comunhão.

Nestes momentos devemos nos concentrar com máxima sacralidade e silêncio, devemos ser objetivos, com poucos cliques e com muito discernimento. Outro ponto importante: durante a homilia devemos sentar e ouvir. Fotografar neste momento pode desviar a atenção do sacerdote e das pessoas.

Com essas palavras de São Paulo VI convido os meus irmãos fotógrafos a meditar diante da grandeza em que estamos ao fotografar a Santa Missa:

“ Talvez vos possa parecer que a Liturgia está feita de coisas pequenas: atitudes do corpo, genuflexões, inclinações de cabeça, movimentos do incensório, do missal, das galhetas. É então que se devem recordar aquelas palavras do Cristo no Evangelho: quem é fiel no pouco sê-lo-á no muito (Lc 16, 16). Por outro lado, nada é pequeno na Santa Liturgia, quando se pensa na grandeza daquele a quem se dirige. ”

*Fernando Nunes é criador e professor da Técnica de Fotografia Religiosa.

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Papa: liturgia, fonte e ápice de vida eclesial e pessoal repleta de fraternidade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/papa-liturgia-fonte-e-apice-de-vida-eclesial-e-pessoal-repleta-de-fraternidade/ Fri, 31 May 2019 00:29:00 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=55514 “Das reflexões do Congresso amadureça sempre mais a compreensão da liturgia como fonte e ápice de uma vida eclesial e pessoal repleta de fraternidade, porque constantemente formada na escola do Evangelho.” Na mensagem de Francisco, a saudação aos participantes do Congresso que prosseguirá até sábado, 1º de junho, no Mosteiro de Bose

Com o tema “O altar, recentes aquisições, novas questões”, teve início esta quinta-feira (30/05) no Mosteiro de Bose, na localidade de Magnano – região italiana do Piemonte – o XVII Congresso Litúrgico Internacional, organizado pelo Mosteiro de Bose e pelo Setor Nacional dos Bens Culturais Eclesiásticos da Conferência Episcopal Italiana (CEI). Para a ocasião, o Santo Padre dirigiu uma saudação aos participantes.

Exortação do Pontífice
“Das reflexões do Congresso amadureça sempre mais a compreensão da liturgia como fonte e ápice de uma vida eclesial e pessoal repleta de fraternidade, porque constantemente formada na escola do Evangelho.”

São os votos do Papa Francisco na mensagem assinada pelo secretário de Estado vaticano, cardeal Pietro Parolin, enviada ao fundador da comunidade monástica de Bose, Enzo Bianchi.

O centro da missa é o altar, e o altar é Cristo
“Quando nos aproximamos do altar para celebrar a missa nossa memória vai ao altar da Cruz, onde foi feito o primeiro sacrifício”, disse o Papa na audiência geral de 28 de fevereiro de 2018, ressaltando que a Cruz “foi o primeiro altar cristão”. “O centro da missa é o altar, e o altar é Cristo; é preciso olhar sempre para o altar que é o centro da missa”, acrescentou na ocasião.

Congresso Litúrgico Internacional
Em andamento até sábado, 1º de junho, este Congresso é um encontro anual no qual estudiosos e especialistas de vários países debatem e refletem sobre temas concernentes à relação entre liturgia, arquitetura e arte.

O Congresso Litúrgico Internacional de Bose oferece aos participantes – entre os quais teólogos, artistas e responsáveis pelos setores diocesanos de liturgia – um lugar comum de reflexão.

Conferencistas
Será dada atenção particular aos fundamentos neotestamentários do altar cristão. Entre outras questões no centro da reflexão, a união indissolúvel entre altar e ambão e a relação entre estudo artístico e funcionalidade.

O Congresso terá a participação de vários conferencistas, entre os quais, a diretora da coleção de arte contemporânea dos Museus Vaticanos, Micol Forti, e os liturgistas Dominik Jurczak do Pontifício Instituto Litúrgico Santo Anselmo de Roma, e Bert Daelemans da Pontifícia Universidade Comillas de Madri.

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Dom Armando Bucciol enumera cinco princípios para evitar abusos litúrgicos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-armando-bucciol-enumera-cinco-principios-para-evitar-abusos-liturgicos/ Sat, 05 May 2018 04:13:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=52190 As redes sociais transmitem com extraordinária velocidade imagens de sacerdotes que, em diferentes contextos litúrgicos, usam posturas e comportamentos que não correspondem às orientações da Igreja Católica. Sem julgar as motivações desse agir, o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA), diz que estas posturas são expressões de ‘criatividade selvagem’ e que acabam difundindo a imagem de uma liturgia ‘show’, de baixa ou equivoca coerência com a identidade da liturgia da Igreja. “Estes vídeos não refletem o que acontece na grande maioria das comunidades eclesiais”, defende o religioso.

O bispo aponta que é preciso melhorar, sempre e muito, mas defende que não é um ‘desastre’ a vida litúrgica nas igrejas, como pode aparecer pelas imagens veiculadas que tomam uma proporção ‘midiática’. Para dom Armando a grande maioria dos ministros ordenados celebra com fé, competência e espiritualidade. “Se deslizes superficiais, abusos litúrgicos, expressões banais, às vezes, recebem a honra (ou desonra) da rápida e ambígua difusão mediática, tenho certeza, e experiência, de que as milhares de celebrações que acontecem pelo País são bem preparadas, vividas e ali-mentam a fé, em Jesus, de tantos irmãos e irmãs”, disse.

Os abusos, na avaliação do presidente da Comissão para a Liturgia, não podem ser ignorados e justificados. Eles são fruto de insuficiente ou errada compreensão do que é liturgia e do ‘papel’ do ministro. Frente a este contexto, dom Armando acha necessário recordar alguns ‘princípios’ essenciais que deveriam nortear quem preside e quem colabora nas celebrações litúrgicas. Abaixo, o presidente da comissão enumera cinco princípios que devem nortear quem preside e colabora nas celebrações litúrgicas.

1) Antes e acima de tudo, o protagonista (‘primeiro ator’) é Jesus Cristo que, no Espírito Santo, une a sua Igreja na perene louvação ao Pai, em sua entrega por amor. É Ele que deve aparecer e resplandecer, não o ‘servo’”.

2) Os ‘ministros’ são só (indignos) ‘servos’, de Cristo e da Igreja. Ninguém é ‘dono’ nesta delicada e exigente missão, que pede muitas competências e uma verdadeira ‘vida no Espírito’, isto é, oração – diálogo íntimo e eclesial com o Senhor.

3) É preciso adquirir um estilo celebrativo amadurecido, na formação teológica (‘profissional’ do ministro) e na experiência de fé, a começar pela iniciação cristã, antes, e pela vivência litúrgica nas casas de formação. A liturgia exige a compreensão do que somos e do que devemos fazer.

4) Na liturgia, não é suficiente seguir à risca as rubricas (o que é importante, mas não basta). Pede-se muito mais. Trata-se de compreender e viver ‘de dentro, o mistério pascal de Cristo, com todas as consequências que comporta, em nível pessoal e pastoral.

5) Quem preside não é um ‘ator’ (ou comediante) que deve embelezar cerimônias para entreter o seu público que, satisfeito pelo espetáculo, bate palmas e…’gostou’! Nada disso tem a ver com o que celebramos quando ‘anunciamos a morte do Senhor’!

Fonte: CNBB Nacional

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3ª-feira na Oitava da Páscoa https://old.diocesedeuruacu.com.br/evangelho-do-dia/3a-feira-na-oitavada-pascoa/ Tue, 03 Apr 2018 04:26:41 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51737 1ª Leitura – At 2,36-41
Convertei-vos; e cada um de vós
seja batizado em nome de Jesus Cristo.
Leitura dos Atos dos Apóstolos 2,36-41
No dia de Pentecostes, Pedro disse aos judeus:
36Que todo o povo de Israel
reconheça com plena certeza:
Deus constituiu Senhor e Cristo
a este Jesus que vós crucificastes.’
37Quando ouviram isso,
eles ficaram com o coração aflito,
e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos:
‘Irmãos, o que devemos fazer?’
38Pedro respondeu:
‘Convertei-vos e cada um de vós seja batizado
em nome de Jesus Cristo,
para o perdão dos vossos pecados.
E vós recebereis o dom do Espírito Santo.
39Pois a promessa é para vós e vossos filhos,
e para todos aqueles que estão longe,
todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar para si.’
40Com muitas outras palavras,
Pedro lhes dava testemunho, e os exortava, dizendo:
‘Salvai-vos dessa gente corrompida!’
41Os que aceitaram as palavras de Pedro
receberam o batismo.
Naquele dia,
mais ou menos três mil pessoas, se uniram a eles.
Palavra do Senhor.
Salmo – Sl 32, 4-5. 18-19. 20.22 (R. 5b)
R. Transborda em toda a terra a bondade do Senhor.
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia
4Pois reta é a palavra do Senhor,*
e tudo o que ele faz merece fé.
5Deus ama o direito e a justiça,*
transborda em toda a terra a sua graça.R.
18Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem,*
e que confiam esperando em seu amor,
19para da morte libertar as suas vidas*
e alimentá-los quando é tempo de penúria.R.
20No Senhor nós esperamos confiantes,*
porque ele é nosso auxílio e proteção!
22Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça,*
da mesma forma que em vós nós esperamos!R.
Evangelho – Jo 20,11-18
‘Eu vi o Senhor!’; e eis o que ele me disse.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 20,11-18
Naquele tempo:
11Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando.
Enquanto chorava,
inclinou-se e olhou para dentro do túmulo.
12Viu, então, dois anjos vestidos de branco,
sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus,
um à cabeceira e outro aos pés.
13Os anjos perguntaram:
‘Mulher, por que choras?’
Ela respondeu:
‘Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram’.
14Tendo dito isto,
Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé.
Mas não sabia que era Jesus.
15Jesus perguntou-lhe:
‘Mulher, por que choras?
A quem procuras?’
Pensando que era o jardineiro, Maria disse:
‘Senhor, se foste tu que o levaste
dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar’.
16Então Jesus disse: ‘Maria!’
Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: ‘Rabuni’
(que quer dizer: Mestre).
17Jesus disse: ‘Não me segures.
Ainda não subi para junto do Pai.
Mas vai dizer aos meus irmãos:
subo para junto do meu Pai e vosso Pai,
meu Deus e vosso Deus’.
18Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos:
‘Eu vi o Senhor!’,
e contou o que Jesus lhe tinha dito.
Palavra da Salvação.

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