Liturgia da Palavra - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Liturgia da Palavra - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Catequese na Praça São Pedro e mensagem pela CF 2018 https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/catequese-na-praca-sao-pedro-e-mensagem-pela-cf-2018/ Wed, 14 Feb 2018 13:38:15 +0000 http://teste.toqueto.com/catequese-na-praca-sao-pedro-e-mensagem-pela-cf-2018.html A Liturgia da Palavra e de modo especial, o Credo e a Oração dos fiéis, foram temas da catequese feita pelo Papa Francisco aos 10 mil participantes da audiência geral nesta quarta-feira (14/02), na Praça São Pedro.  

A décima reflexão de Francisco sobre o andamento da missa

Na missa, depois de ouvirmos as leituras e a homilia do celebrante, a Liturgia da Palavra prossegue. É um direito do fiel receber a Palavra. O Senhor fala a todos, pastores e fiéis; Ele chama, consola, faz germinar vida nova e reconciliada em cada um dos participantes segundo a sua idade, condição e situação de vida.  A Palavra muda os corações.

“Depois da homilia é necessário um tempo de silêncio para que ‘a semente recebida sedimente em nossas almas, para que nasçam propósitos de adesão àquilo que o Espírito sugere a cada um.”

Credo é profissão de fé

Em seguida, temos a resposta comum da assembleia à Palavra ouvida; uma resposta que toma a forma da profissão de fé da Igreja, expressa no ‘Credo’, recitado por todos juntos.

Francisco prosseguiu explicando que “existe uma relação vital entre escuta e fé – estão unidas – porque a fé não nasce de fantasias da mente humana, mas sim da pregação, e a pregação surge pela palavra de Cristo. Ou seja, a fé alimenta-se com a escuta da Palavra e conduz ao Sacramento – no caso da missa, a comunhão”.

Preces convencionais não chegam ao Céu

“Os Sacramentos são ‘sinais’ da fé, a supõem e a suscitam. A resposta à Palavra é a súplica comum chamada Oração universal, também conhecida como Oração dos fiéis. Isto porque nos primeiros séculos, depois da homilia, os catecúmenos saiam da igreja, enquanto os fiéis já batizados uniam suas vozes suplicando juntos ao Senhor”.

As preces, sob a guia do sacerdote e com a participação do povo, devem abraçar as necessidade da Igreja e do mundo: orações pela santa Igreja, por aqueles que nos governam, por quem passa necessidades, por todos os homens e pela salvação do mundo. Depois das intenções, a assembleia une sua voz, invocando: “Senhor, escutai a nossa prece”.

É o momento de pedirmos ao Senhor coisas fortes

“Preces míopes, auto-referenciais ou ditadas por lógicas mundanas não chegam ao Céu.”

Finalizando, Francisco lembrou que as preces devem dar voz às necessidades concretas da comunidade eclesial e do mundo, evitando recorrer a fórmulas convencionais. “A Oração dos Fiéis nos exorta a assumir o olhar de Deus que cuida de todos os seus filhos”.

Quaresma, retorno ao amor do Pai

Após a catequese, o Papa cumprimentou os grupos de vários países presentes na Praça e lembrou que nesta Quarta-feira de Cinzas tem início o caminho quaresmal, sugerindo especialmente aos jovens que vivam este tempo de graça como um ‘retorno’ ao amor do Pai, que todos aguarda de braços abertos. 

Mensagem aos brasileiros pela CF

O Papa também enviou uma mensagem aos brasileiros pela abertura da Campanha da Fraternidade 2018. Leia na íntegra aqui.

Por Vatican News/Redação

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Papa adverte a não substituir as leituras da Missa por textos não bíblicos https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/papa-adverte-a-nao-substituir-as-leituras-da-missa-por-textos-nao-biblicos/ Wed, 31 Jan 2018 11:50:57 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-adverte-a-nao-substituir-as-leituras-da-missa-por-textos-nao-biblicos.html O Papa Francisco rejeitou a possibilidade de que na Missa se substitua as leituras do dia por textos não bíblicos e advertiu que se trata de uma prática proibida, porque “empobrece e compromete o diálogo entre Deus e seu povo em oração”.

O Santo Padre, depois de ter falado em catequeses anteriores dos ritos de início da Missa, refletiu na Audiência Geral desta quarta-feira, 31 de janeiro, sobre a Liturgia da Palavra, “uma parte constitutiva porque nos reunimos justamente para escutar o que Deus fez e pretende ainda fazer em nós”.

Em seu ensinamento, assinalou que “a proclamação litúrgica das mesmas leituras, com os cantos deduzidos da Sagrada Escritura, exprime e favorece a comunhão eclesial, acompanhando o caminho de todos e de cada um de nós”.

Por este motivo, determinadas decisões subjetivas que alteram a Liturgia da Palavra, “como a omissão de leituras e a sua substituição por textos não bíblicos são proibidas: isto de fato empobrece e compromete o diálogo entre Deus e o seu povo em oração”.

Pelo contrário, “a dignidade do ambão e o uso do lecionário, a disponibilidade de bons leitores e salmistas, um clima de silêncio, favorecem a experiência do diálogo entre Deus e a comunidade de crentes”.

Nesse sentido, destacou a importância de que aqueles que leiam as leituras na Missa, o façam bem: “Procurem bons leitores, aqueles que saibam ler, não aqueles que leem e não se entende nada. Devem se preparar e ensaiar antes da Missa para ler bem”.

Além disso, Francisco destacou “a importância do Salmo responsorial, cuja função é facilitar a meditação do que escutamos na leitura que o precede. É bom que o Salmo seja valorizado com o canto, ao menos do refrão”.

O Pontífice insistiu na importância que a Liturgia da Palavra tem na Missa: “Na Liturgia da Palavra, as páginas da Bíblia deixam de ser um escrito para tornarem-se palavra viva, pronunciada pelo próprio Deus que, aqui e agora, nos interpela a escutar com fé”.

“O Espírito – explicou – que falou por meio dos profetas e que inspirou os autores sagrados, faz com que a Palavra de Deus funcione realmente no coração, o que favorece que ressoe nos ouvidos. Para receber a Palavra de Deus, é preciso ter o coração aberto”.

Por isso, “é muito importante escutar. Algumas vezes não entendemos bem porque existem algumas leituras um pouco difíceis. Mas Deus nos fala o mesmo em outro modo: em silêncio e ouvir a Palavra de Deus. Não esqueçam isto. Na Missa, quando começam as leituras, ouçamos a Palavra de Deus”.

“Deus fala e nós escutamos para depois colocar em prática tudo o que escutamos”, afirmou.

“Temos necessidade de escutá-lo! É de fato uma questão de vida, como bem recorda a incisiva expressão ‘nem só de pão o homem viverá, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus’”.

Esse é o motivo pelo qual “falamos da Liturgia da Palavra como da ‘mesa’ que o Senhor prepara para alimentar a nossa vida espiritual”.

O Papa insistiu que, enquanto se lê a Palavra, é preciso permanecer atentos e não se distrair. “Quantas vezes, enquanto se lê a Palavra de Deus, comenta-se ‘olha aquele lá, olha aquela lá’… e assim começam a fazer comentário. Deve-se fazer comentários enquanto se lê a Palavra de Deus? Não, porque se você está conversando com as pessoas, não ouve a Palavra de Deus. Quando se lê a Palavra de Deus na Bíblia, a Primeira Leitura, a Segunda, o Salmo responsorial, o Evangelho, devemos ouvir e abrir o coração, porque é Deus mesmo que nos fala, e não pensar em outras coisas ou falar de outras coisas”.

O Santo Padre finalizou sua catequese afirmando que na Liturgia da Palavra, o Espírito Santo age e, para que essa ação se torne eficaz, “são necessários corações que se deixem trabalhar e cultivar”.

Por ACI Digital

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Audiência: Papa explica os ritos introdutórios da missa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/audiencia-papa-explica-os-ritos-introdutorios-da-missa/ Wed, 20 Dec 2017 13:39:52 +0000 http://teste.toqueto.com/audiencia-papa-explica-os-ritos-introdutorios-da-missa.html O Papa Francisco conduziu a Audiência Geral desta quarta-feira, realizada na Sala Paulo VI em clima natalino.

Dando prosseguimento ao ciclo sobre a eucaristia, em sua catequese o Pontífice recordou as duas partes que compõem a missa: a liturgia da Palavra e a Liturgia eucarística. Para explicar melhor cada uma delas, nesta ocasião explicou os ritos introdutórios: a entrada, a saudação, o ato penitencial, o Kyrie eleison, o Glória e a oração chamada Coleta, das intenções de todo o povo de Deus.

“A finalidade destes ritos introdutórios é fazer com que os fiéis congregados formem comunidade e se disponham a escutar com fé a Palavra de Deus e a celebrar dignamente a Eucaristia”, afirmou o Papa.

“ Não é um bom hábito ficar olhando o relógio, ‘ainda estou em tempo’, o cálculo. Com o sinal da cruz, com esses ritos, começamos a adorar a Deus, por isso é importante não chegar atrasado, mas sim com antecedência, para preparar o coração a este rito. ”

Na procissão de entrada, o celebrante chega ao presbitério, saúda o altar com uma inclinação e, em sinal de veneração, beija-o e incensa-o, porque o altar é sinal de Cristo, que, oferecendo o seu corpo na cruz, tornou-Se altar, vítima e sacerdote. “Quando olhamos o altar, vemos onde Cristo está. O altar é Cristo”, explicou.

Em seguida, o sacerdote e restantes membros da assembleia fazem o sinal da cruz: com este sinal, não só recordamos o nosso Batismo, mas afirmamos também que a oração litúrgica se realiza ‘em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo’, desenrola-se no espaço da Santíssima Trindade, que é espaço de comunhão infinita; toda a oração tem como origem e fim o amor de Deus Uno e Trino que se manifestou e nos foi doado na Cruz de Cristo. E mais uma vez Francisco pediu aos pais e aos avós que ensinem bem as crianças a fazer o sinal da cruz.

Depois o sacerdote dirige a saudação litúrgica à assembleia: “O Senhor esteja convosco!”. ‘Ele está no meio de nós’: responde-lhe o povo de Deus. Assim se expressa a fé comum e o mútuo desejo de estar com o Senhor e viver em união com toda a comunidade.

“Estamos no início da missa e devemos pensar no significado de todos esses gestos e palavras. Estamos  entrando numa ‘sinfonia’, na qual ressoam várias tonalidades de vozes, inclusive momentos de silêncio, com a finalidade de criar o ‘acordo’ entre todos os participantes, isto é, de se reconhecer animados por um único Espírito e para um mesmo fim.”

Esta sinfonia apresenta logo um momento tocante, que é o ato penitencial, isto é, o momento de reconhecer os próprios pecados. “Todos somos pecadores. Talvez alguns de vocês não”, brincou o Papa com fiéis, pedindo que o “não pecador” levantasse a mão para ser reconhecido pela multidão. “Vocês têm uma boa fé”, disse Francisco, já que ninguém se manifestou.

“Não se trata somente de pensar nos pecados cometidos, mas é muito mais: é o convite a confessar-se pecadores diante de Deus e dos irmãos, com humildade e sinceridade, como o publicano no templo”, concluiu o Papa, acrescentando que devido à sua importância, a próxima catequese será dedicada justamente ao ato penitencial.

Por Vatican News

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Papa recordará os novos mártires na Basílica de São Bartolomeu https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-recordara-os-novos-martires-na-basilica-de-sao-bartolomeu/ Wed, 12 Apr 2017 14:19:31 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-recordara-os-novos-martires-na-basilica-de-sao-bartolomeu.html O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Greg Burke, declarou nesta quarta-feira (12/04), que o Papa Francisco presidirá no próximo dia 22, às 17h locais, a Liturgia da Palavra na Basílica de São Bartolomeu [foto], situada na Ilha Tiberina, em Roma, em memória dos novos mártires dos séculos XX e XXI.

A cerimônia será celebrada com a Comunidade Romana de Santo Egídio que acolheu “com grande alegria” a notícia da visita do Pontífice. 

“A oração do Papa num lugar que desde o Jubileu do ano 2.000, por desejo de João Paulo II, custodia as memórias dos mártires contemporâneos assume um valor particular em tempos marcados pelo sofrimento de muitos cristãos no mundo e à luz da Páscoa”, lê-se na nota da Comunidade de Santo Egídio.

Por Rádio Vaticano

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