líderes mundiais - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png líderes mundiais - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Em rede social, Papa Francisco pede que líderes mundiais evitem a guerra https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/em-rede-social-papa-francisco-pede-que-lideres-mundiais-evitem-a-guerra/ Thu, 14 Sep 2017 07:59:16 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48469 Em uma mensagem enviada via Twitter, o Papa Francisco pediu orações para que os líderes mundiais evitem a guerra. “A guerra é a negação de todo direito. Rezemos por aqueles que têm a responsabilidade de evitar a guerra entre os povos”, disse o Santo Papa.

Esta não é a primeira vez que o Sucessor de Pedro se pronuncia a respeito dos atuais conflitos entre nações. Em abril, em entrevista ao periódico italiano “La Repubblica”, o pontífice já se manifestara a respeito dos combates armados. “Acredito que o pecado hoje em dia manifesta-se com toda a sua força de destruição nas guerras, nas várias formas de violência e abusos, no abandono dos mais frágeis. E aqueles que pagam são sempre esses últimos, os desarmados”, disse ele.

Em outubro de 2016, durante a tradicional missa celebrada na Casa Santa Marta, o Papa também se manifestou contra os horrores da guerra. “Deus chora hoje”, ressaltou Francisco, pela humanidade que não entende “a paz que Ele nos oferece, a paz do amor”.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Papa envia carta ao G20 e pede que líderes parem "massacres inúteis" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-envia-carta-ao-g20-e-pede-que-lideres-parem-massacres-inuteis/ Mon, 10 Jul 2017 08:44:51 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47308 “Uma nova era inovadora de desenvolvimento”. Este é o pedido do Papa Francisco aos líderes mundiais reunidos em Hamburgo, na Alemanha, para o G20.

Em uma mensagem endereçada à anfitriã do evento, a chanceler alemã Angela Merkel, o Papa Francisco manifesta o seu apreço pelos esforços realizados para garantir a governabilidade e a estabilidade da economia mundial. Esses esforços, segundo Francisco, são inseparáveis da atenção dirigida aos conflitos em andamento e ao problema mundial das migrações.

O Papa propõe aos líderes mundiais quatro princípios de ação para a construção de sociedades mais justas, contidas na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium: “o tempo é superior ao espaço; a unidade prevalece sobre o conflito; a realidade é mais importante do que a ideia; e o todo é superior às partes”.

O tempo é superior ao espaço

Analisando cada um dos princípios, Francisco afirma que a gravidade e a complexidade das problemáticas mundiais impedem soluções imediatas, e o drama das migrações – inseparável da pobreza e exacerbado pelas guerras – é uma prova disto. Todavia, diz o Papa, é possível colocar em ação processos que sejam capazes de oferecer soluções progressivas e não traumáticas e conduzir, em tempos relativamente breves, a uma livre circulação e a uma estabilidade das pessoas que sejam vantajosas para todos.

Contudo, para Francisco, esta tensão entre espaço e tempo requer um movimento contrário na consciência dos governantes e poderosos. “Em seus corações e mentes, é necessário dar prioridade absoluta aos pobres, aos refugiados, aos deslocados e aos excluídos, sem distinção de nação, raça, religião ou cultura, e rejeitar os conflitos armados.”

O Papa faz então um apelo aos chefes de Estado e de governo do G20 e a toda a comunidade mundial pela situação do Sudão do Sul, nos Grandes Lagos, Chade, Corno de África e Iêmen, “onde 30 milhões de pessoas não têm alimento e água para sobreviver”.

A unidade prevalece sobre o conflito

A história da humanidade, inclusive hoje, nos apresenta um vasto panorama de conflitos atuais ou potenciais. “Todavia, a guerra jamais é a solução”, acrescenta o Pontífice, afirmando se sentir na obrigação de pedir “ao mundo que ponha fim a inúteis massacres”.

Isso só será possível se todas as partes se empenharem em reduzir substancialmente os níveis de conflitualidade, deter a atual corrida armamentista e renunciar a se envolver direta ou indiretamente em conflitos. “É uma trágica contradição e incoerência a aparente unidade em fóruns econômicos e sociais e a persistência de conflitos bélicos”, constata o Papa.

Para Francisco, as trágicas ideologias da primeira metade do século XX foram substituídas por novas ideologias da autonomia absoluta dos mercados e da especulação financeira. Essas ideologias deixam um rastro de exclusão e de descarte, e inclusive de morte. “Peço a Deus que a cúpula de Hamburgo seja iluminada pelo exemplo de líderes europeus e mundiais que privilegiaram o diálogo e a busca de soluções comuns.”

O todo é superior às partes

Estas soluções, prossegue o Pontífice, para serem duradouras devem ter uma visão ampla e considerar as repercussões em todos os países, não só nos que compõem o G20. Porque é justamente sobre as nações sem voz e seus habitantes que recaem os efeitos das crises econômicas. Para Francisco, é importante sempre fazer referência às Nações Unidas, às agências associadas e respeitar os tratados internacionais.

O Papa conclui invocando a bênção de Deus sobre o encontro de Hamburgo e sobre todos os esforços da comunidade internacional para ativar uma nova era de desenvolvimento inovadora, interligada, sustentável, respeitosa do meio ambiente e inclusiva de todos os povos e de todas as pessoas.

Manifestações

Na véspera do encontro, em Hamburgo, houve protestos contra a reunião e muita violência entre a polícia alemã e black blocs. Quase 30 manifestantes foram presos e 111 policiais ficaram feridos.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Papa aos líderes do G20: é preciso uma nova era de desenvolvimento https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-aos-lideres-do-g20-e-preciso-uma-nova-era-de-desenvolvimento/ Fri, 07 Jul 2017 14:08:37 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-aos-lideres-do-g20-e-preciso-uma-nova-era-de-desenvolvimento.html Uma nova era inovadora de desenvolvimento: este é o pedido do Papa Francisco aos líderes mundiais reunidos em Hamburgo, na Alemanha, para o G20.

A mensagem do Pontífice é endereçada à anfitriã do evento, a chanceler alemã Angela Merkel. O grupo das 20 maiores economias do mundo debate hoje e amanhã temas políticos, financeiros, sociais e ambientais.

Primeiramente, o Papa manifesta o seu apreço pelos esforços realizados para garantir a governabilidade e a estabilidade da economia mundial, com atenção especial a um crescimento mundial que seja inclusivo e sustentável. Esses esforços, recorda Francisco, são inseparáveis da atenção dirigida aos conflitos em andamento e ao problema mundial das migrações.

O Papa propõe aos líderes mundiais quatro princípios de ação para a construção de sociedades mais justas, contidas na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium: o tempo é superior ao espaço; a unidade prevalece sobre o conflito; a realidade é mais importante do que a ideia; e o todo é superior às partes.

O tempo é superior ao espaço

Analisando cada um dos princípios, Francisco afirma que a gravidade e a complexidade das problemáticas mundiais impedem soluções imediatas, e o drama das migrações – inseparável da pobreza e exacerbado pelas guerras – é uma prova disto. Todavia, é possível colocar em ação processos que sejam capazes de oferecer soluções progressivas e não traumáticas e conduzir, em tempos relativamente breves, a uma livre circulação e a uma estabilidade das pessoas que sejam vantajosas para todos.

Contudo, para Francisco, esta tensão entre espaço e tempo requer um movimento exatamente contrário na consciência dos governantes e poderosos. “Em seus corações e mentes, é necessário dar prioridade absoluta aos pobres, aos refugiados, aos deslocados e aos excluídos, sem distinção de nação, raça, religião ou cultura, e rejeitar os conflitos armados.”

O Papa faz então um premente apelo aos chefes de Estado e de governo do G20 e a toda a comunidade mundial pela trágica situação do Sudão do Sul, nos Grandes Lagos, Chade, Chifre da África e Iêmen, “onde 30 milhões de pessoas não têm alimento e água para sobreviver”.  

A unidade prevalece sobre o conflito

A história da humanidade, inclusive hoje, nos apresenta um vasto panorama de conflitos atuais ou potenciais. “Todavia, a guerra jamais é a solução”, acrescenta o Pontífice, afirmando se sentir na obrigação de pedir “ao mundo que ponha fim a inúteis massacres”.

Isso só será possível se todas as partes se empenharem em reduzir substancialmente os níveis de conflitualidade, deter a atual corrida armamentista e renunciar a se envolver direta ou indiretamente em conflitos. “É uma trágica contradição e incoerência a aparente unidade em fóruns econômicos e sociais e a persistência de conflitos bélicos”, constata o Papa.

A realidade é mais importante do que a ideia

Para Francisco, as trágicas ideologias da primeira metade do século XX foram substituídas por novas ideologias da autonomia absoluta dos mercados e da especulação financeira. Essas ideologias deixam um rastro de exclusão e de descarte, e inclusive de morte.  “Peço a Deus que a cúpula de Hamburgo seja iluminada pelo exemplo de líderes europeus e mundiais que privilegiaram o diálogo e a busca de soluções comuns.”

O todo é superior às partes

Essas soluções, prossegue o Pontífice, para serem duradouras devem ter uma visão ampla e considerar as repercussões em todos os países, não só nos que compõem o G20. Porque é justamente sobre as nações sem voz e seus habitantes que recaem os efeitos das crises econômicas. Para Francisco, é importante sempre fazer referência às Nações Unidas, às agências associadas e respeitar os tratados internacionais.

O Papa conclui invocando a bênção de Deus sobre o encontro de Hamburgo e sobre todos os esforços da comunidade internacional para ativar uma nova era de desenvolvimento inovadora, interconexa, sustentável, respeitosa do meio ambiente e inclusiva de todos os povos e de todas as pessoas.

A cúpula

Na véspera do encontro, em Hamburgo, houve protestos contra a reunião e muita violência entre a polícia alemã e black blocs. Quase 30 manifestantes foram presos e 111 policiais ficaram feridos. Mais manifestações estão previstas para esta sexta-feira.

O encontro mais esperado é o dos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e Rússia, Vladimir Putin. O presidente do Brasil, Michel Temer, chegou a Hamburgo na madrugada desta sexta. Entre os principais temas em discussão, estão a luta ao terrorismo, o fenômeno migratório e a preservação do meio ambiente.

Por Rádio Vaticano

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Papa Francisco surpreende líderes mundiais com palestra TED https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-surpreende-lideres-mundiais-com-palestra-ted/ Wed, 26 Apr 2017 14:13:27 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-francisco-surpreende-lideres-mundiais-com-palestra-ted.html O Papa Francisco surpreendeu um auditório de líderes mundiais reunidos em Vancouver, (Canadá), com uma palestra TED na qual refletiu acerca da importância de construir um futuro juntos.

O Santo Padre dirigiu a sua mensagem no formato TED (Tecnologia, Entretenimento, Design), uma organização sem fins lucrativos que convida diversos especialistas a refletir sobre vários temas, incluindo ciência, arte e design, política, educação, cultura, negócios, questões globais, tecnologia, desenvolvimento e entretenimento.

Entre os conferencistas que participaram do evento, estão: o ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, os ganhadores do Prêmio Nobel James D. Watson, Murray Gell-Mann e Al Gore; o cofundador da Microsoft, Bill Gates; os fundadores do Google, Sergey Brin e Larry Page.

Atualmente há mais de 1000 palestras TED disponíveis online para consulta e download gratuitos.

Em sua conferência, o Papa Francisco afirmou que “o futuro está formado por você, está formado de encontros, porque a vida acontece através de relações”. “Muitos anos de vida fizeram-me crescer cada vez mais na convicção de que a existência de cada um de nós está ligada à existência dos outros. A vida não é tempo que passa, mas tempo de encontro”.

“Encontrando ou escutando os pacientes que sofrem, os imigrantes que enfrentam enormes dificuldades em busca de um futuro melhor, os presos que carregam o inferno dentro do seu próprio coração, pessoas, especialmente jovens, que não têm trabalho, muitas vezes me acompanha uma pergunta: ‘Por que eles e não eu?’”.

Francisco recordou que “também nasceu em uma família de migrantes: meus pais, meus avós, como tantos outros italianos, foram para a Argentina e conheceram o destino daqueles que ficaram sem nada. Eu também poderia estar entre os ‘descartados’ de hoje. Por isso, no meu coração permanece sempre esta pergunta: ‘Por que eles e não eu?’”.

O Santo Padre expressou o desejo de que este encontro “nos ajude a recordar que precisamos uns dos outros, que ninguém é uma ilha, um eu autônomo e independente dos outros. Podemos construir o futuro somente juntos, sem excluir ninguém”.

“Precisamos cuidar novamente de nossas ligações: até mesmo aquele julgamento duro que carrego no coração contra o meu irmão ou irmã, aquela ferida não curada, aquele mal não perdoado, aquele rancor que me fará somente mal, é um pedaço de guerra que carrego dentro de mim, uma chama no coração que deve ser apagada a fim de que não se transforme num incêndio e não deixe cinzas”.

O Papa assegurou que é possível ser feliz se não nos fechamos em nós mesmos, porque “a felicidade se vive somente como um dom de harmonia de um aos outros”.

Educação

A respeito da tecnologia e dos avanços científicos, o Bispo de Roma manifestou “como seria bom se, enquanto descobrimos novos planetas distantes, redescobríssemos as necessidades do irmão e da irmã que estão orbitando ao meu redor!”.

Nesse sentido, pediu uma “educação à fraternidade” que, sobretudo está relacionada “às pessoas marginalizadas pelos sistemas tecnológico e econômico que muitas vezes colocam no centro não o ser humano, mas os produtos do ser humano”.

Para Francisco, o amor “requer uma resposta criativa, concreta, engenhosa”. “As boas intenções não suficientes e fórmulas rituais, que muitas vezes servem apenas para aliviar as consciências”.

“Juntos, vamos ajudar a recordar que os outros não são estatísticas ou números: o outro tem um rosto, o ‘você’ é sempre um rosto concreto, um irmão pelo qual somos responsáveis”.

O Papa também afirmou que na sociedade atual “existem feridas provocadas pelo fato de que no centro está o dinheiro, as coisas e nãos as pessoas”.

Entretanto, “nenhum sistema pode anular a abertura ao bem, a compaixão, a capacidade de reagir ao mal que nasce do coração humano”.

“Na noite dos conflitos que estamos vivendo, cada um de nós pode ser uma vela acesa que recorda que a luz prevalece sobre as trevas, não o contrário”.

Um futuro com esperança

O Santo Padre explicou que, para os cristãos, “o futuro tem um nome: esperança”. “Ter esperança significa ser otimistas, ingênuos que ignoraram o drama do mal da humanidade”.

“A esperança é a virtude de um coração que não se fecha na escuridão, não para no passado, não vive sem objetivo no presente, mas sabe ver o amanhã”.

Francisco também assinalou que a esperança “é uma semente de vida humilde e escondida que se transforma com o passar do tempo em uma grande árvore; é fermento invisível que faz crescer a massa, o que dá sabor à vida”.

Finalmente, falou sobre a “revolução de ternura”, que é “o amor que se faz próximo e concreto”. “É um movimento que parte do coração e que chega aos olhos, aos ouvidos e mãos. A ternura é usar os olhos para ver o outro, usar os ouvidos para ouvir o outro, para escutar o grito dos pequenos, dos pobres, de quem teme o futuro”.

Este “é o caminho da solidariedade, o caminho da humildade”. “Quanto mais você é forte, mais as suas ações têm um impacto sobre as pessoas e mais você é chamado a ser humilde”.

Assista ao vídeo aqui.

Por ACI Digital

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