lava-pés - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png lava-pés - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Missa da Ceia do Senhor 2023 https://photos.app.goo.gl/uVNNMYBJNn4VNQXV9#new_tab Thu, 06 Apr 2023 18:05:48 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=65867 65867 Bispos e padres consagram os óleos e realizam o Lava pés https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bispos-e-padres-consagram-os-oleos-e-realizam-o-lava-pes/ Wed, 28 Mar 2018 14:49:26 +0000 http://teste.toqueto.com/bispos-e-padres-consagram-os-oleos-e-realizam-o-lava-pes.html O arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, dom Jaime Spengler, um dos responsáveis pela elaboração do texto do tema central da 56ª Assembleia Geral dos bispos do Brasil que se realiza em Aparecida (SP), de 11 a 20 de abril falou ao portal da CNBB sobre o sentido das celebrações da quinta-feira Santa: a Missa Crismal e a missa do Lava-pés. Nesta celebração, que marca o início do Tríduo Pascal, se consagram os Santos Óleos do Crisma, dos Catecúmenos e dos Enfermos. “Pode-se dizer que na Quinta-feira Santa sela-se o Testamento da Nova Aliança, em torno dos sacramentos, especialmente da Eucaristia, e do novo mandamento, significado pelo lava-pés”. 

A ocasião, reforça o pastor, também é oportuna para rezar pelas vocações tendo em vista que muitas comunidades não contam com a presença de um sacerdote nem mesmo no período da Semana Santa. “Todas as comunidades são convocadas a rezar pelas vocações. Contudo é também importante que, neste caso, os próprios ministros ordenados tenham coragem suficiente para dizer aos adolescentes e jovens de nosso tempo que o ministério ordenado vale a pena; que vale a pena ser presbítero. Que gostamos do que somos e amamos o que fazemos”.

O arcebispo lembra que povo brasileiro vive momentos difíceis em função do descrédito em relação às instituições, à corrupção, ao desemprego e às drogas o que, segundo ele, abre brechas para o risco de se cair em radicalismos tanto de direita como de esquerda. Para ele, o Evangelho de Jesus Cristo apresenta um caminho para superação de todas as expressões de morte. “A Páscoa é a celebração dos prodígios de Deus ao longo da história da salvação: a libertação do povo da escravidão do Egito e a vitória de Cristo sobre a morte”, disse. Confira abaixo, a íntegra da entrevista.

A celebração da quinta-feira santa tem a ver com a missão dos ministros ordenados na Igreja? Qual?

Aqui tratamos da Missa Crismal que o Bispo concelebra com o seu presbitério (presbíteros diocesanos e presbíteros religiosos que atuam no território da Diocese) e durante a qual se consagram os Santos Óleos do Crisma, dos Catecúmenos e dos Enfermos. Esta concelebração é manifestação da comunhão dos presbíteros com o seu Bispo.

Nesta solene concelebração, os presbíteros, na confecção do óleo do Crisma são testemunhas e cooperadores do seu Bispo, de cujo múnus sagrado são participantes, edificando, santificando e conduzindo o povo de Deus. É conveniente que todos os presbíteros atuantes no território da Diocese estejam presentes na concelebração da Missa Crismal, exprimindo-se assim a unidade do presbitério.  Em muitas comunidades do Brasil, católicos ficam impossibilitados de ter a presença de um sacerdote na semana santa.

O senhor considera ser hora importante para a oração pelas vocações?

É fato que em muitas comunidades do imenso território brasileiro é impossível a presença do presbítero não só nestes dias da Semana Santa. Tal situação representa um forte apelo à reflexão e ao estudo, no sentido de encontrar meios para superar essa deficiência. Em tempos idos, os bispos da América Latina, reunidos em Puebla, afirmaram que “a Eucaristia orienta-nos de modo imediato para a hierarquia sem a qual ela é impossível; porque foi aos apóstolos que o Senhor deu o mandato de celebrá-la ‘em minha memória’ (Lc 22,19).

Os pastores da Igreja, sucessores dos apóstolos, constituem por isso mesmo o centro visível onde se constrói, aqui na terra a unidade da Igreja” (n. 247). Quase 30 anos depois, reunidos em Aparecida dão continuidade à reflexão dizendo que “os fiéis devem desejar a participação plena na Eucaristia dominical, pela qual também os motivamos a orar pelas vocações” (n. 253). É certamente sempre tempo de rezar pelas vocações! A oração pelas vocações é resposta à exortação do próprio Jesus: “Pedi ao Senhor da messe que envie operários” (Mt 9,38).

Há na Igreja um serviço de animação vocacional. Faz parte da pastoral orgânica da Igreja o trabalho em prol das vocações. Para este trabalho é necessário planejamento, estratégias, organização. No entanto, não se pode jamais esquecer que fundamental é seguir aquilo que Jesus ensina. Vocações é sobretudo questão de oração. Pode-se aqui lançar uma provocação: será que acreditamos na força da oração? Cremos verdadeiramente que o Senhor mesmo inspira e chama para o trabalho na sua messe?

Todas as comunidades são convocadas a rezar pelas vocações. Contudo é também importante que, neste caso, os próprios ministros ordenados tenham coragem suficiente para dizer aos adolescentes e jovens de nosso tempo que o ministério ordenado vale a pena; que vale a pena ser presbítero. Em poucas palavras: dizer aos nossos adolescentes e jovens que gostamos do que somos e amamos o que fazemos.

Qual a mensagem de Páscoa o senhor envia ao povo brasileiro?

A solenidade da Páscoa é expressão maior do amor de Deus pela humanidade. Deus não poupou o seu próprio Filho (Rm 8,32); Ele “amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).

O nosso povo vive momentos difíceis! Há um certo descrédito em relação às instituições; a corrupção é uma realidade em distintos níveis da sociedade; a violência atinge números alarmantes, vitimando, sobretudo, os menos favorecidos; o desemprego se alastra como praga, roubando o sonho de muitos; a drogadição espalha a morte por toda parte. Faz falta um projeto de nação! Com isso se corre o risco de cair em radicalismos tanto de direita como de esquerda. É urgente a necessidade de espaços para uma autocritica, que envolva distintos setores da sociedade.

O Evangelho de Jesus Cristo apresenta um caminho para superação de todas as expressões de morte. Somente o amor é mais forte que a morte (Ct 8,6) . A Igreja, através de sua Doutrina Social, deseja cooperar ativamente para que se possa construir uma ‘terra sem males’.

A Páscoa é celebração dos prodígios de Deus ao longo da história da salvação: a libertação do povo da escravidão do Egito e a vitória de Cristo sobre a morte. Possa a celebração da Páscoa reacender em nosso povo a esperança. A esperança num Deus que nos ama e que deseja que todos tenham vida e vida em abundância.

Por CNBB

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O Papa Francisco na Quinta-feira Santa no cárcere "Regina Coeli" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/o-papa-francisco-na-quinta-feira-santa-no-carcere-regina-coeli/ Wed, 21 Mar 2018 10:18:44 +0000 http://teste.toqueto.com/o-papa-francisco-na-quinta-feira-santa-no-carcere-regina-coeli.html Quinta-feira Santa 29 de março, às 16 horas locais, o Papa Francisco vai visitar a Casa de Detenção “Regina Coeli” em Roma, para a celebração da Santa Missa “in Coena Domini”.

A visita prevê: o encontro com presos doentes na enfermaria; a celebração eucarística com o rito do lava-pés a 12 presos, na “Rotonda”, parte central da prisão; um encontro com alguns presos da VIII Seção.

No ano passado, na prisão de Paliano

“Uma vez – recordou no ano passado o Papa na homilia da Missa na prisão de Paliano – os discípulos discutiram entre si sobre quem era o maior, o mais importante, e Jesus disse: ‘aquele que quer ser o maior deve fazer-se pequeno e servo, é o que Deus faz conosco, nós que somos pobres, mas ele é grande, ele é bom, ele nos ama, pensamos – disse sobre o lava-pés que estava prestes a fazer a 12 presos, incluindo 3 mulheres e um islâmico – esta cerimônia, que não é uma cerimônia folclórica, é um gesto para recordar o que Jesus fez. Depois de lavar os pés dos discípulos ele tomou o pão e o vinho e nos deu o amor de Deus, pensemos no amor de Deus hoje”. A visita do Papa, como nas outras Missas “in Coena Domini” nas prisões, sempre teve um caráter estritamente privado.

Por Vatican News

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Lava-pés do Papa na prisão: sem transmissão ao vivo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/lava-pes-do-papa-na-prisao-sem-transmissao-ao-vivo/ Thu, 13 Apr 2017 14:01:54 +0000 http://teste.toqueto.com/lava-pes-do-papa-na-prisao-sem-transmissao-ao-vivo.html Na tarde desta Quinta-feira Santa, o Papa deixou o Vaticano para celebrar a Missa da Ceia do Senhor Casa de Reclusão de Paliano, localidade ao sul de Roma.

A cerimônia, com o tradicional rito do lava-pés, não foi transmitida ao vivo – a pedido do próprio Pontífice e pela falta de condições técnicas do presídio. A visita de Francisco teve um caráter “estritamente privado” e teve início às 16h – hora local.

O Papa lavou os pés de 12 detentos (10 italianos, 1 argentino e 1 albanês). Entre eles, 3 são mulheres e 1 é um muçulmano que recebeu o Sacramento do Batismo no mês de junho. Além disso, dois deles foram condenados à prisão perpétua, enquanto para os demais a conclusão da pena está prevista entre 2019 e 2073. 

A Casa de Reclusão de Paliano é dedicada aos colaboradores da Justiça – o único do gênero na Itália. Há duas sessões  – masculina e feminina – e outra sessão para os doentes de tuberculose. Tem uma capacidade para 140 reclusos.

Terceiro lava-pés numa prisão

Trata-se da terceira vez que Francisco celebra este rito numa prisão. Em 2015, a missa foi realizada no Presídio de Rebibbia, em Roma. Em 2013, o local foi o Cárcere para Menores “Casal del Marmo”, também em Roma.

No ano passado, o Papa lavou os pés dos refugiados no centro de acolhimento de Castelnuovo, município ao norte de Roma. Em 2014, a cerimônia foi no Centro Santa Maria da Providência, na periferia romana, que acolhe pessoas com deficiências.

Por Rádio Vaticano

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