La Repubblica - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png La Repubblica - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Em entrevista a jornal, Papa diz que pecado se manifesta na violência https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/em-entrevista-a-jornal-papa-diz-que-pecado-se-manifesta-na-violencia/ Thu, 13 Apr 2017 13:20:11 +0000 http://teste.toqueto.com/em-entrevista-a-jornal-papa-diz-que-pecado-se-manifesta-na-violencia.html “Penso que hoje o pecado se manifeste com toda a sua força destruidora nas guerras, nas várias formas de violência e maus tratos”. Este é um trecho da entrevista que o Papa Francisco concedeu ao jornal italiano “La Repubblica”, publicada nesta quinta-feira, 13.

Na entrevista concedida ao jornalista Paolo Rodari, o Papa afirma que está vivendo esta vigília pascal pedindo com força ainda maior a paz “para este mundo submetido aos traficantes de armas que lucram com o sangue dos homens e das mulheres”.

Sobre a Quinta-Feira Santa, Francisco explica que escolheu celebrar novamente o rito do lava-pés com os detentos porque este é o mandamento de Jesus, que vale para cada um, mas sobretudo para o bispo que é o pai de todos. 

“Eu respondo com a palavras de Jesus: quem não for culpado, que atire a primeira pedra. Devemos nos olhar por dentro e tentar ver as nossas culpas. Somente assim o coração se tornará mais humano.”

O Papa recorda que todos podem errar. “Todos, de um modo ou de outro, erramos. E a hipocrisia faz com que não pensemos na possibilidade de mudar de vida: há pouca confiança na reabilitação, na reinserção na sociedade.”

A violência destrói o mundo

Quanto à violência, Francisco afirma: “Penso que hoje o pecado se manifeste com toda a sua força destruidora nas guerras, nas várias formas de violência e maus-tratos, no abandono dos mais frágeis. Quem paga a conta são sempre os últimos, os inermes. Não é fácil saber se o mundo é mais ou menos violento do que no passado, nem se os meios de comunicação e a mobilidade que caracteriza a nossa época nos tornam mais conscientes da violência ou indiferentes a ela”.

“Já disse várias vezes e repito: a violência não é a cura para o nosso mundo fragmentado. Responder à violência com a violência conduz, na melhor das hipóteses, a migrações forçadas e imensos sofrimentos. No pior dos casos, pode levar à morte, física e espiritual, de muitos, senão de todos”.

Por Rádio Vaticano

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