João Paulo II - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png João Paulo II - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa recorda JP II e promove mês missionário extraordinário em outubro/2019 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-recorda-jp-ii-e-promove-mes-missionario-extraordinario-em-outubro2019/ Mon, 23 Oct 2017 09:24:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49120 Após a oração mariana do Angelus, deste domingo (22/10), o Papa Francisco recordou que neste sábado (22/10), em Barcelona, Espanha, foram beatificados Matteo Casals, Teofilo Casajús, Fernando Saperas e 106 companheiros mártires, da Congregação religiosa dos Claretianos, mortos por ódio à fé durante a guerra civil espanhola.

“Que o seu exemplo heroico e sua intercessão ajudem os cristãos que, também em nossos dias, e muitos, em várias partes do mundo, sofrem discriminações e perseguições”, disse o Papa.

Francisco recordou que, neste domingo, celebrou-se o Dia Mundial das Missões sobre o tema “A missão no coração da fé cristã”, e a memória litúrgica de São João Paulo II. 

“Exorto-os a viver a alegria da missão, testemunhando o Evangelho nos ambientes em que cada um vive e trabalha. Ao mesmo tempo, somos chamados a apoiar com o afeto, ajuda concreta e oração os missionários que partiram para anunciar Cristo às pessoas que ainda não o conhecem. Recordo também que tenho a intenção de promover um Mês Missionário Extraordinário, em outubro de 2019, a fim de alimentar o ardor da atividade evangelizadora da Igreja ad gentes. No dia em que celebramos a memória litúrgica de São João Paulo II, Papa missionário, confiamos à sua intercessão a missão da Igreja no mundo.”

O Papa pediu aos fiéis para que se unam à sua oração pela paz no mundo.

“Nestes dias, acompanho com atenção particular o Quênia, que visitei em 2015, pelo qual rezo a fim de que todo o país saiba enfrentar as dificuldades atuais num clima de diálogo construtivo, tendo no coração a busca do bem comum.”

A seguir, o Papa saudou os peregrinos provenientes da Itália, Luxemburgo e Ibiza, o Movimento Família do Imaculado Coração de Maria do Brasil e as Irmãs de Nossa Senhora das Dores.

Saudou e abençoou, com afeto, a comunidade peruana de Roma que foi, em procissão, à Praça São Pedro, neste domingo, com a imagem do Senhor dos Milagres, uma devoção nascida no Peru que se espalhou pelo mundo através dos peruanos que vivem fora do país. Todos os anos no penúltimo domingo de outubro, a comunidade peruana de Roma vai em procissão até a Praça São Pedro, para ser abençoada pelo Papa.

Por Rádio Vaticano

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Dia contra testes nucleares: Francisco por um mundo sem armas atômicas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dia-contra-testes-nucleares-francisco-por-um-mundo-sem-armas-atomicas/ Tue, 29 Aug 2017 14:09:47 +0000 http://teste.toqueto.com/dia-contra-testes-nucleares-francisco-por-um-mundo-sem-armas-atomicas.html Celebra-se este 29 de agosto o Dia internacional contra os testes nucleares, aprovado em 2009 pela Assembleia da ONU, com o objetivo de promover o princípio de que “deveria ser feito todo esforço para dar fim aos testes nucleares e desse modo eliminar seus efeitos devastadores sobre a vida das pessoas”. Desde o início de seu Pontificado, Francisco tem se pronunciado com veemência em favor da eliminação das armas nucleares.

Em 7 de dezembro de 2014 o Santo Padre enviou uma mensagem para a Conferência de Viena, na Áustria, sobre o impacto humanitário das armas nucleares. Para o Papa “é preciso uma ética global se quisermos reduzir a ameaça nuclear e trabalhar por um desarmamento nuclear”.

Impacto sobre as gerações vindouras e sobre o planeta

Francisco afirma que as armas nucleares constituem um problema global tendo impacto sobre as gerações vindouras, bem como sobre o planeta – que é nossa casa comum.

Evidencia a necessidade de uma ética global se quisermos diminuir a ameaça nuclear e trabalhar para o desarmamento nuclear. Evocando a encíclica Sollicitudo rei socialis, n. 38, de João Paulo II, reitera que agora, mais do que nunca, a independência tecnológica, social e política exige urgentemente uma ética de solidariedade.

Ao lembrar que as consequências humanitárias das armas nucleares são previsíveis e planetárias, com potencialidade de destruir nós e a civilização, adverte que em vez de nos concentrarmos muitas vezes sobre a potencialidade das armas nucleares para os massacres em massa, deveríamos prestar mais atenção aos “sofrimentos desnecessários” causados pelo seu uso.

Contrastar lógica do medo com ética da responsabilidade

Outro ponto importante de grande atualidade destacado por Francisco é o de que a dissuasão nuclear e a ameaça da destruição recíproca assegurada não podem ser a base de uma ética de fraternidade e de coexistência pacífica entre povos e Estados. “Agora é o tempo de contrastar a lógica do medo com a ética da responsabilidade, de forma a promover um clima de confiança e de diálogo sincero”, exorta o Pontífice.

Francisco chama a atenção para o fato que gastar em armas nucleares dilapida a riqueza das nações e que quando estes recursos são desperdiçados, os pobres e os mais frágeis que vivem às margens da sociedade pagam o preço.

A paz não “é ausência de guerra; nem se reduz ao estabelecimento do equilíbrio entre as forças adversas, nem resulta de uma dominação despótica”, lembra ainda o Pontífice citando uma passagem solene do documento conciliar Gaudium et spes, 78.

Mediante a confiança recíproca estabelecer paz verdadeira e duradoura

Devemos estar profundamente comprometidos em fortalecer a confiança recíproca, pois só mediante esta confiança é possível estabelecer uma paz verdadeira e duradoura entre as Nações: é a exortação do Pontífice fazendo eco às palavras do Papa João XXIII na histórica encíclica Pacem in terris, n. 113.

Em março deste ano Francisco encorajou com uma mensagem os participantes da Conferência da Onu para a aprovação de um tratado sobre a proibição das armas nucleares.

Empenhar-se por um mundo sem armas nucleares

O Pontífice reiterou a urgência de empenhar-se por um mundo sem armas nucleares. “Devemos também perguntar-nos como é possível um equilíbrio baseado no medo, quando este tende efetivamente a aumentar o medo e a minar as relações de confiança entre os povos – escreve na referida mensagem.

“O objetivo final da eliminação total das armas nucleares torna-se tanto um desafio quanto um imperativo moral e humanitário”, conclui o Papa.

Por Rádio Vaticano

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Encontro Mundial das Famílias de Dublin: “Família, alegria para o mundo” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/encontro-mundial-das-familias-de-dublin-familia-alegria-para-o-mundo/ Tue, 22 Aug 2017 14:44:36 +0000 http://teste.toqueto.com/encontro-mundial-das-familias-de-dublin-familia-alegria-para-o-mundo.html “O Evangelho da Família: alegria para o mundo”: este é o tema do 9º Encontro Mundial das Famílias. Nesta segunda-feira, (21), no Santuário de Knock, na Irlanda, foi apresentado o itinerário de preparação para o evento. A manifestação internacional, desejada por João Paulo II, e que se realiza a cada três anos, será organizada em Dublin de 21 a 26 de agosto do próximo ano. Ilustraram os encontros e conteúdos, o Arcebispo Diarmuid Martin, e o Padre Timothy Bartlett, Secretário Geral do encontro.

Em uma carta de 25 de março, o Papa Francisco convidou aqueles que irão organizar e participar do encontro a aprofundarem “o ensinamento de “Amoris laetitia”, com o qual a Igreja quer que as famílias estejam sempre em caminho, naquele peregrinar interior que é manifestação de vida autêntica”.

Padre Paolo Gentili, Diretor do escritório nacional da Pastoral da Família da Conferência Episcopal Italiana, fez parte de uma das equipes internacionais que ajudaram a preparar o encontro:

“Pela primeira vez, o comitê organizador decidiu convocar todas as equipes das várias conferências episcopais do mundo. Alguns meses atrás, precisamente neste encontro, em que se viveu a fraternidade, nos dividimos em grupos linguísticos e começamos a refletir sobre o tema, sobretudo a preparar o espírito de acolhida de tantas famílias que gostariam de participar”.

Os organizadores também criaram o programa “Amoris. Vamos falar sobre a família! Somos família!”: um itinerário que, a partir da “Amoris laetitia, oferecerá às paróquias de todo o mundo, conteúdos de vídeo, textos, animações e atividades para colocar-se a caminho do encontro de 2018. E destaca Padre Paolo:

“A Igreja da Irlanda há uma participação que, nos últimos anos, caiu drasticamente. É uma Igreja em busca, que também está ensinando métodos novos, o clima doméstico. Muitas vezes temos uma paróquia que é muito baseada em estruturas, sobre encontros que são feitos, sobre os caminhos que se propõem, mas isso não é suficiente. Precisamos de mais: entrar nas casas e viver a vida cotidiana da vida familiar de forma mais próxima, descobrindo a dinâmica do Evangelho como motor. Talvez hoje encontramos na família a resposta, não tanto o problema a ser resolvido mas, verdadeiramente a fissura que mostra uma luz para ser uma nova comunidade que perfuma de Evangelho familiar”.

Os momentos previstos no programa do 9º Encontro Internacional serão: no dia 21 a inauguração em todas as dioceses irlandesas, de 22 a 24, o Congresso, dia 25 o Festival das Famílias e no dia 26 a Missa de encerramento.

Por Rádio Vaticano

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Coragem e harmonia: as mulheres segundo Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/coragem-e-harmonia-as-mulheres-segundo-francisco/ Wed, 08 Mar 2017 12:36:32 +0000 http://teste.toqueto.com/coragem-e-harmonia-as-mulheres-segundo-francisco.html Esta é a opinião do Papa Francisco: as mulheres são mais corajosas que os homens. Nestes quatro anos de pontificado, o Pontífice não perdeu a oportunidade de falar o que pensa das mulheres, dentro e fora da Igreja.

Em catequeses ou homilias, Francisco faz uma verdadeira ode à figura feminina.

Como por exemplo na homilia de 9 de fevereiro passado, em que o Papa afirmou que para entender uma mulher antes é necessário “sonhá-la”. É a mulher, reconheceu, “que nos ensina a acariciar, a amar com ternura e que faz do mundo uma coisa bela”. Sem a mulher não há harmonia no mundo. E se “explorar as pessoas é um crime de lesa humanidade, explorar uma mulher é mais do que um delito e de um crime: significa destruir a harmonia que Deus quis proporcionar ao mundo”.

Desafios

Mas Francisco está consciente dos desafios que as mulheres devem enfrentar, inclusive dentro da própria Igreja. O Papa confessou que sofre com vê as mulheres desempenhando um papel de servidão em ambientes eclesiais (discurso aos participantes do Seminário sobre a Carta Apostólica de João Paulo II “Mulieris dignitatem” em 12 de outubro de 2013).

E reconheceu (no diálogo que manteve com as participantes na plenária da União Internacional das Superioras-Gerais – UISG, em maio de 2016): “É verdade que as mulheres são excluídas dos processos decisórios na Igreja: não excluídas, mas é muito frágil a inserção das mulheres ali, nos processos decisórios”. Qual é a presença da mulher na Igreja? De que modo pode ser valorizada? “O papel da mulher na Igreja não é feminismo, é um direito!”

Mudanças

Aos poucos, algo vem mudando no Vaticano…. Francisco instituiu uma Comissão de Estudo para o diaconato feminino, nomeou uma reitora para uma Universidade Pontifícia, o Pontifício Conselho para a Cultura criou uma Comissão, as funcionárias do Vaticano se organizaram numa Associação… são pequenos passos numa longa caminhada, considerando por exemplo que de cada 100 religiosos, 83 são mulheres. Como diz o próprio Papa, a “Igreja é mulher”. 

“Este é o grande dom de Deus: nos deu a mulher. No Evangelho, ouvimos do que é capaz uma mulher. Mas é algo mais: a mulher é a harmonia, é a poesia, é a beleza. Sem ela o mundo não seria belo, não seria harmônico. Gosto de pensar, mas isso é algo pessoal, que Deus criou a mulher para que todos nós tivéssemos uma mãe.”

Por Rádio Vaticano

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