Jerusalém - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Jerusalém - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Bendito o que vem https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/bendito-o-que-vem/ Tue, 20 Mar 2018 07:52:50 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51322 A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém mostra o rei pobre que vem apresentar uma nova ordem social. O Rei não vem para governar de cima para baixo, ou seja, não vem impor fardo pesado de impostos, de comando do poder para massacrar e tirar o sono dos sem nada. Ele quer fazer um reino diferente, em que a pessoa humana é o maior tesouro, que deve ser respeitado. O Rei vai julgar e condenar os sem misericórdia com o semelhante. Quem tem mais deve servir mais. Os possuidores de fortunas têm grande responsabilidade em contribuir com a maioria empobrecida. O maior diante de Deus não é o que possui mais e sim quem dá mais de si pelo bem do semelhante!

Os ramos jogados à passagem do Rei não podem ter efeito de homenagem ao Rei se não forem para cada um  comprometer-se com a nova mentalidade de ajudar a implantar um reinado da justiça, do entendimento, da superação da violência, da solidariedade e da paz. Só deve louvar aquele que vem com o novo reinado e quem estiver disposto a se despir do egoísmo, da atitude de se julgar superior aos outros, de deixar de ostentar vaidade e falta de compromisso com a promoção do bem comum.

O Rei pobre oferece sua vida para implantar nova ordem social, em que cada um dá de si pela promoção de quem é deserdado da vida digna. O profeta lembra sobre sua atitude: “Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba” (Isaías 50, 6). A petulância de quem se julga com o direito de escarnecer do Rei sofredor mostra a insanidade do ser humano que judia dos pequenos, pensando que ficará impune sua atitude diante do julgamento de Deus. Essa atitude continua a se efetivar com os poderosos que não deixam os pobres se erguerem de sua vida segregada e injustiçada. Jesus continua a sofrer vexames em inúmeras pessoas que não são atendidas adequadamente em suas necessidades mais elementares. Assim não sobra dinheiro para o atendimento da saúde, da educação, da segurança, do transporte e tantas outras carências de grandes parcelas da população. A fome ainda grassa um quarto da população terrestre, enquanto o desperdício de alimento  se verifica.

As guerras matam muito no planeta; talvez não mais que no Brasil, onde mais de sessenta mil pessoas são assassinadas  por ano e mais de cinquenta mil morrem no trânsito! O Filho de Deus quer entrar no coração de quem trabalha para superar as agressões à vida. Ele é o Deus da vida e não da morte. Veio para dar vida. Seu reinado é o da vida. Ele morreu na cruz para dizer-nos que também nós devemos dar a nossa para a promoção do reinado da vida no planeta. Nós o aclamamos bendito porque não veio tirar nada do que é nosso e sim dar-nos a base de sustentação da vida, que é o amor. Este nos faz doar-nos para a promoção de quem mais precisa de suporte para ter vida digna e de sentido!

A aclamar o Filho de Deus como nosso Rei comprometemo-nos em implantar os valores de sua pessoa e se seus ensinamentos  em nossa convivência. Assim teremos mais promoção do bem comum. Implantaremos mais solidariedade. Conforme o lema da Campanha da Fraternidade, reconhecemos que “somos todos irmãos”.

Por Dom José Alberto Moura – Arcebispo Metropolitano de Montes Claros (MG)

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Basílica do Santo Sepulcro reabre em Jerusalém https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/basilica-do-santo-sepulcro-reabre-em-jerusalem/ Thu, 01 Mar 2018 07:42:20 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51049 A Basílica do Santo Sepulcro reabriu as portas ontem, quarta-feira, 28, às 4h (hora local, 23h desta terça-feira, 27, em Brasília). A Basílica estava fechada desde domingo, 25, como forma de protesto pela proposta de lei apresentada pelo governo israelense que tributaria ― e até mesmo expropriaria ― terras da comunidade cristã em Jerusalém.

“Esta manhã, às 4h, o Santo Sepulcro foi reaberto. A vida na igreja voltou como sempre com a presença de peregrinos”, escreveu a Custódia da Terra Santa em sua conta no twitter (@custodia_it).

“Nós, os líderes da Igreja responsáveis pela Basílica do Santo Sepulcro e do Status Quo que rege os vários lugares sagrados de Jerusalém, o Patriarcado Ortodoxo Grego, a Custódia da Terra Santa e o Patriarcado Armênio, agradecemos a Deus pelo comunicado enviado anteriormente pelo Primeiro Ministro Netanyahu e oferecemos nossa gratidão a todos aqueles que trabalharam incansavelmente para defender a presença cristã em Jerusalém”, disseram os responsáveis pela Basílica, em comunicado oficial divulgado anteontem, 27. 

As três comunidades encarregadas da Basílica do Santo Sepulcro são o Patriarcado Greco-Ortodoxo (na pessoa do Patriarca Teophilos III), a Custódia da Terra Santa (na pessoa de Frei Francesco Patton, ofm) e o Patriarcado Armênio (na pessoa do Patriarca Nourhan Manoughian).

Por Canção Nova, com Christian Media Center

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Basílica do Santo Sepulcro permanece fechada https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/basilica-do-santo-sepulcro-permanece-fechada/ Tue, 27 Feb 2018 09:04:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51004 A Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, permanece fechada. A Comissão formada por representantes das três comunidades responsáveis pela Basílica esteve reunida na tarde desta segunda-feira, 26, e decidiu manter a Basílica fechada por tempo indeterminado.

decisão de fechar a Basílica se concretizou neste domingo, 25, como forma de protesto. O motivo é a última proposta de lei apresentada pelo governo israelense sobre as propriedades da Igreja e medidas fiscais propostas pela prefeitura de Jerusalém. Se aprovada, a nova proposta de lei possibilitará a expropriação das terras das igrejas.

As três comunidades responsáveis pela Basílica do Santo Sepulcro são o Patriarcado Greco-Ortodoxo (na pessoa do Patriarca Teophilos III), a Custódia da Terra Santa (na pessoa de Frei Francesco Patton, ofm) e o Patriarcado Armênio (na pessoa do Patriarca Nourhan Manoughian). 

Por Canção Nova, com Christian Media Center

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Jerusalém: líderes religiosos, manter status quo da Cidade Santa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/jerusalem-lideres-religiosos-manter-status-quo-da-cidade-santa/ Wed, 20 Dec 2017 08:49:20 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50239 “Reafirmamos a nossa posição clara ao pedir a manutenção do status quo da Cidade Santa até chegar a um justo acordo de paz entre israelenses e palestinos, baseado nas negociações e na lei internacional.” 

Este é o pedido feito pelos patriarcas e responsáveis das Igrejas em Jerusalém, em sua mensagem de Natal.

Unidade entre os povos 

No texto, os treze líderes cristãos, dentre os quais o Administrador Apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém, Dom Pierbattista Pizzaballa, e o Custódio da Terra Santa, Frei Francesco Patton, reiteram que a presença e o testemunho dos cristãos da Terra Santa “estão estritamente ligados aos lugares santos e ao acesso a eles como espaços de assembleia e encontro pela unidade entre os povos de credos diferentes. Foram os lugares santos que deram significado à região.”

Jerusalém, terra sagrada

Segundo os líderes cristãos, “toda abordagem exclusivamente política, em Jerusalém, irá privar a cidade de sua verdadeira essência e de suas características, além de esmagar o mecanismo que manteve a paz durante séculos. Jerusalém é um dom sagrado, um tabernáculo, uma terra sagrada para o mundo inteiro. Tentar possuir a Cidade Santa Jerusalém ou limitá-la com critérios de exclusividade, levará a uma realidade sombria”.

Apelo pela paz

“Continuamos a rezar por todo o Oriente Médio e pedimos ao Príncipe da Paz para inspirar os corações e as mentes dos que têm autoridade a fim de seguirem a estrada da paz, da justiça e da reconciliação entre as nações”, conclui a mensagem. 

Por Vatican News

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Dom Tomasi sobre Jerusalém: serve uma linha política de convergência pela paz https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-tomasi-sobre-jerusalem-serve-uma-linha-politica-de-convergencia-pela-paz/ Thu, 07 Dec 2017 10:27:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49889 “Serve uma linha política de convergência de esforços pela paz.” Estas palavras foram proferidas pelo Observador Permanente emérito da Santa Sé na ONU, em Genebra, Dom Silvano Maria Tomasi, membro do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, depois do anúncio do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de querer transferir a Embaixada dos Estados Unidos, em Israel, de Telaviv a Jerusalém. 

Entrevistado pelo colega Mário Galgano da Secretaria para a Comunicação – Rádio Vaticano, eis o que disse Dom Tomasi: 

“A posição da Santa Sé sempre foi aquela apoiada legalmente pelas Nações Unidas, ou seja, dois Estados independentes que respeitem mutuamente os seus direitos. Um Estado judeu e um palestino. Jerusalém deve permanecer acessível às três grandes religiões abraâmicas: aos cristãos, muçulmanos e judeus. Dizer que Jerusalém é a capital somente de Israel, com as consequências jurídicas que poderiam surgir, complicaria certamente essa posição que desde sempre foi apoiada pelas Nações Unidas e também pela Santa Sé. Eu diria que é preciso encontrar uma linha política não de divisão, mas de convergência de esforços para garantir a paz. Vemos que existe grande necessidade de trabalhar juntos, de compreender-se e essas afirmações, romper aquilo que é um pouco o consenso internacional, levam ao risco de novas violências. Devemos evitar isso de todas as maneiras.” 

Por Rádio Vaticano

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Catequese e apelo à paz na Terra Santa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/catequese-e-apelo-a-paz-na-terra-santa/ Wed, 06 Dec 2017 12:53:23 +0000 http://teste.toqueto.com/catequese-e-apelo-a-paz-na-terra-santa.html A catequese do Papa Francisco na Audiência Geral na manhã de hoje, foi dedicada à sua recente viagem apostólica a Mianmar e Bangladesh, entre os dias 25 de novembro e 2 de dezembro.

Como de costume, depois de cada viagem internacional, o Pontífice fez um balanço da visita apostólica a estes dois países da Ásia e revisou os momentos mais importantes.

Mianmar

“Nos rostos daqueles jovens vi o futuro da Ásia: um futuro que não será de quem constrói armas, mas de quem semeia fraternidade”, disse o Papa ao falar do primeiro país que visitou.

Francisco recordou que esta foi a primeira vez que um Papa visitava Mianmar, algo possível graças “às relações diplomáticas estabelecidas entre este país e a Santa Sé”.

“Quis expressar a proximidade de Cristo e da Igreja a um povo que sofreu por causa de conflitos e repressões, e que agora está lentamente caminhando rumo a uma nova condição de paz e liberdade”.

O Papa também recordou que é um país no qual “a religião budista está fortemente enraizada, com seus princípios espirituais e éticos, os cristãos estão presentes como pequeno rebanho e fermento do Reino de Deus”, os quais ele “confirmou na fé”.

Francisco mencionou as duas Missas que presidiu em Mianmar. A primeira em Yangun, e a segunda dedicada aos jovens: “um sinal de esperança e um presente especial da Virgem Maria, na catedral dedicada a ela”.

Além disso, contou que naquele dia abençoou as primeiras pedras das 16 igrejas, do seminário e da nunciatura.

Também destacou a importância das suas reuniões com as autoridades políticas do país para “os esforços de pacificação e auspiciando que todos os membros da nação, ninguém excluído, possam cooperar neste processo no respeito recíproco”.

Sobre o seu encontro com comunidades religiosas, manifestou “a confiança de que cristãos e budistas possam juntos ajudar as pessoas a amar Deus e o próximo, rejeitando toda violência e opondo-se ao mal com o bem”.

Bangladesh

Depois de Mianmar, ele viajou a Bangladesh, cujo país tem uma população maiormente muçulmana, de modo que a sua visita “marcou um passo ulterior em favor do respeito e do diálogo entre o cristianismo e o islamismo”.

Francisco expressou em particular “a solidariedade ao país em seu empenho em socorrer os refugiados rohingya, que confluíram em massa ao território bengalês, onde a densidade da população já é uma das mais altas do mundo”.

O Bispo de Roma também mencionou a missa em Daca, na qual ordenou 16 sacerdotes, “um dos eventos mais significativos e alegres durante a sua viagem”.

Por outro lado, “incentivaram os bispos do país no seu trabalho generoso pelas famílias, pelos pobres, pela educação, o diálogo e a paz social”.

“Em Daca, vivemos um grande momento de diálogo inter-religioso e ecumênico no qual sublinhei a importância da abertura do coração como base para a cultura do encontro, da harmonia e da paz”.

Além disso, mencionou a sua visita à Casa Madre Teresa das Missionárias da Caridade, “onde a santa permaneceu quando estava em Daca e que acolhe inúmeros órfãos e pessoas com deficiência. Onde as irmãs vivem todos os dias a oração de adoração e o serviço a Cristo pobre e que sofre”.

Finalmente, o encontro com jovens “rico de testemunhos, cantos e danças”. “Uma celebração que manifestou a alegria do evangelho acolhido por essa cultura; uma alegria fecundada pelos sacrifícios de tantos missionários, de tantos catequistas e sacerdotes cristãos”.

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A situação que se vive na Terra Santa durante os últimos dias, fez com que o Papa Francisco fizesse um novo apelo à paz e ao respeito à Cidade Santa de Jerusalém.

“Não posso silenciar a minha profunda preocupação pela situação que se criou nos últimos dias e, ao mesmo tempo, dirigir um forte apelo para que seja compromisso de todos respeitarem o status quo da cidade, em conformidade com as pertinentes Resoluções das Nações Unidas”, disse o Pontífice no final da Audiência Geral.

O Pontífice também assinalou que “Jerusalém é uma cidade única, sagrada para os judeus, os cristãos e os muçulmanos, que nela veneram os Locais Santos das respectivas religiões, e tem uma vocação especial à paz”.

“Peço ao Senhor que esta identidade seja preservada e reforçada em benefício da Terra Santa, do Oriente Médio e do mundo inteiro e que prevaleçam sabedoria e prudência, para evitar acrescentar novos elementos de tensão num panorama mundial já turbulento e marcado por inúmeros e conflitos cruéis”.

Uma nova crise em Israel teve início nos últimos dias devido ao projeto do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que manifestou o desejo de transladar a embaixada do seu país de Tel Aviv a Jerusalém. Isso implica o reconhecimento americano da Cidade Santa como capital de Israel, o qual provoca grandes controvérsias.

O estatuto de Jerusalém é um tema fundamental no conflito entre Israel e Palestina, e ambos os lados reivindicam a cidade como sua capital.

Em outubro deste ano, o Papa Francisco defendeu o status quo de Jerusalém e afirmou que é uma “cidade santa onde todos devem poder viver em paz”.

Durante anos, os presidentes americanos deixaram a sede diplomática em Tel Aviv, como a maioria das nações do mundo, e não quiseram translada-la a Jerusalém.

A palestina e grande parte do mundo árabe e muçulmano não aceita que seja capital israelense porque, além do tema territorial que está sendo disputado, em Jerusalém também está o terceiro lugar mais sagrado do Islã, a Mesquita Al Aqsa.

Por Redação, com ACI Digital

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Dom Pizzaballa: salvação do cristianismo será o estar radicado em Cristo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-pizzaballa-salvacao-do-cristianismo-sera-o-estar-radicado-em-cristo/ Tue, 29 Aug 2017 10:22:46 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48179 “O Oriente Médio encontra-se totalmente fragmentado, as guerras dizimaram as populações, a presença cristã foi reduzida a números decimais. Na Síria, onde a guerra parece caminhar para o fim, o maior desafio é convencer as pessoas a voltar, a entrar novamente em suas casas. Mas as perspectivas são incertas, as vidas devem ser construídas, nada será como antes. Há iniciativas louváveis levadas adiante pelas Igrejas locais, pelos franciscanos, pelos jesuítas, pelos salesianos. Mas não basta. Muitos cristãos esperam emigrar definitivamente, como testemunham tantos jovens iraquianos deslocados com os quais tipo oportunidade de falar.”

Foi o que disse o administrador apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém, Dom Pierbattista Pizzaballa, durante pronunciamento no Encontro de Rimini – centro-norte da Itália – concluído no último sábado (26/08).

Para o religioso franciscano “não basta reconstruir, é preciso dar uma orientação. Ligar nossa esperança e nosso futuro a soluções políticas ou sociais criará somente frustração”, acrescentou o administrador apostólico citando as palavras de um jovem palestino que havia encontrado.

Testemunhar o belo, o bom e o verdadeiro que existe no Evangelho e na Tradição

“Aquilo que salvará o cristianismo será o estar radicado em Cristo. Os cristãos são chamados a evangelizar e a testemunhar o belo, o bom e o verdadeiro que existe no Evangelho e na Tradição, sem lamentar-se por aquilo que foi perdido.”

Cristo é o que de melhor se pode encontrar

“É preciso ser capazes de um anúncio compreensível e atraente. Não se pode falar de valores cristãos sem dizer que Cristo é o que se pode encontrar de melhor”, explicou o arcebispo.

“Nada de muros que separam porque não há nada que não possa ser valorizado pela experiência do Evangelho”. Que é uma experiência “grande” porque “é desejo de esperança”. “Nossos pais com esse desejo construíram catedrais e fizeram tudo aquilo que vemos.”

Reconhecer a glória de Deus no cotidiano

Aquilo que fazemos deve ser caracterizado pelo estilo cristão com um anúncio e uma proposta que encontrará expressão na vida civil, social, política e econômica. É o modo cristão de dizer que Cristo se fez homem. Reconhecer a glória de Deus no cotidiano. O que conta é a transmissão do desejo de uma geração para a outra.

O homem dos nossos dias espera essa tal ‘boa nova’

Portanto, recordar “não por saudade, mas para despertar o desejo. É o modo com o qual nossos pais testemunharam que se pode viver com estímulo, com satisfação”. E precisa encontrar os modos para comunicar a beleza, “porque o homem contemporâneo, inconscientemente, está esperando essa tal ‘boa nova’, que o revela a si mesmo”, afirmou ainda o administrador do Patriarcado Latino de Jerusalém.

Por Rádio Vaticano

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Jerusalém: achado confirma passagem bíblica https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/jerusalem-achado-confirma-passagem-biblica/ Fri, 11 Aug 2017 09:29:27 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47810 Arqueólogos que escavavam por Jerusalém descobriram artefatos queimados que datam de 2.600 anos atrás – provando a veracidade de uma passagem bíblica.

Os pesquisadores descobriram madeira carbonizada, sementes de uva, espinhas de peixes, ossos e cerâmica, ao escavar a Cidade de Davi, em Jerusalém. Os achados fornecem evidências de que os babilônios “queimaram todas as casas de Jerusalém”, como descrito no livro de Jeremias.

Os pesquisadores do Israel Antiquities Authority descobriram os artefatos sob camadas de rocha na Cidade de Davi – juntamente com frascos com lacres que permitiram que os pesquisadores datassem os artefatos.

“Esses lacres são característicos do final do Período do Primeiro Templo”’, disse Dr. Joe Uziel, do Israel Antiquities Authority. “Eles eram usados pelo sistema administrativo que se desenvolveu no final da dinastia judaica”.

Os danos causados pelo fogo ocorreram há 2.600 anos, o que se assemelha com eventos descritos pela Bíblia. O livro de Jeremias diz: “Hoje, no sétimo dia do quinto mês, décimo nono ano do rei Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã o capitão da guarda, um servo do rei da Babilônia, veio até Jerusalém. Ele queimou a casa do Senhor, a casa do rei e todas as casas de Jerusalém. Todas as grandes casas foram queimadas pelo fogo”.

Por Rádio Vaticano

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Apelo do Papa pede o fim da violência em Jerusalém https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/apelo-do-papa-pede-o-fim-da-violencia-em-jerusalem/ Mon, 24 Jul 2017 17:46:33 +0000 http://teste.toqueto.com/apelo-do-papa-pede-o-fim-da-violencia-em-jerusalem.html Os conflitos tiveram início após a decisão de Israel de limitar o acesso à Esplanada das Mesquitas a pessoas maiores de 50 anos e instalar detectores de metais Após recitar o Angelus com os fiéis presentes na Praça São Pedro, neste domingo, 23, o Papa Francisco fez um apelo pelo fim da violência em Jerusalém, chamando as partes envolvidas à “moderação e ao diálogo”:

“Acompanho com preocupação as graves tensões e as violências destes dias em Jerusalém. Sinto a necessidade de expressar um premente apelo à moderação e ao diálogo. Convido vocês a vos unirem a mim na oração, para que o Senhor inspire em todos, propósitos de reconciliação e de paz”.

Os conflitos tiveram início na última sexta-feira, 21, após a decisão de Israel de limitar o acesso à Esplanada das Mesquitas a pessoas maiores de 50 anos e instalar detectores de metais, em resposta ao ataque de três palestinos que matou dois policiais israelenses perto da cidade Velha em 14 de julho.

Cinco palestinos já morreram durante os conflitos entre polícia e manifestantes. Por outro lado, três colonos israelenses morreram após terem sido esfaqueados em um assentamento próximo a Ramallah.

Na manhã deste domingo, 23, os serviços secretos israelenses prenderam ao menos 25 pessoas na Cisjordânia, entre os quais alguns funcionários do Hamas e o ex-ministro e parlamentar palestino, Omar Abdel Razek.

ONU

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reunirá na segunda-feira, 23, para discutir o mais sangrenta onda de violência entre palestinos e israelenses em anos, disseram diplomatas.

Suécia, Egito e França solicitaram o encontro para “discutir urgentemente” como os pedidos para impedir a escalada do conflito em Jerusalém podem ser atendidos, informou no Twitter o vice-embaixador da Suécia na ONU, Carl Skau.

Israel enviou neste sábado, 22, tropas adicionais à região ocupada da Cisjordânia e fez buscas na casa do agressor palestino que na sexta-feira esfaqueou e matou três israelenses, de acordo com o exército.

Por Rádio Vaticano

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Após 10 meses de trabalhos Santo Sepulcro será reaberto à visitação https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/apos-10-meses-de-trabalhos-santo-sepulcro-sera-reaberto-a-visitacao/ Tue, 21 Mar 2017 09:26:57 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45039 Falta muito pouco para a cerimônia ecumênica que marcará o término dos trabalhos de conservação e restauração do sepulcro de Jesus. Os trabalhos de restauração na Basílica, no entanto, terão prosseguimento em uma fase sucessiva.

Dia e noite as equipes comandadas pela Professora Moropoulou se revezam para ultimar os trabalhos na Edícula e nos espaços a ela adjacentes. Tudo deverá estar pronto até as 10 horas da manhã de quarta-feira, quando as Igrejas, reunidas solenemente em oração, contemplarão os resultados de dez intensos meses de trabalhos.

Nas primeiras filas da cerimônia estarão os representantes das três Igrejas signatárias do acordo que permitiu o início dos trabalhos: o Patriarca ortodoxo Theophilos III; o Custódio da Terra Santa Frei Francesco Patton e o Patriarca armênio Nourhan Manougian. Ao lado deles, o Administrador Apostólico do Patriarcado de Jerusalém dos Latinos, o Arcebispo Pierbattista Pizzaballa, que assinou o acordo quando ainda era Custódio da Terra Santa.

Também estarão presentes todos os Auxiliares patriarcais das Igrejas do Santo Sepulcro: Coptas, Siríacos e Eríopes, além de representantes das outras Confissões cristãs da Terra Santa. A celebração também contará com a participação de convidados ilustres, entre eles o Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I. A Santa Sé também deverá enviar um alto representante para a celebração.

Um comunicado divulgado pela Custódia no último sábado anunciou a doação de 500 mil dólares pelo Papa Francisco para os trabalhos nas Basílicas do Santo Sepulcro e da Natividade, valor que será destinado às próximas fases do projeto de recuperação.

A Edícula, que conserva o que resta do sepulcro de Jesus, foi consolidada, reparada, estabilizada e limpa, mas as causas de sua fragilidade não puderam ser eliminadas por completo, como a questão da umidade, cujo trabalho de erosão prossegue lentamente.

A cidade de Jerusalém, como se sabe, foi inteiramente construída sobre a rocha. O que se ignora no entanto, é que em Jerusalém chove tanto quanto em Londres. A água da chuva, uma vez chegando ao nível da rocha, não percola, ficando estagnada. Ou então evapora, elevando a taxa de umidade nas moradias da cidade, incluindo a Basílica. A isto soma-se os bolsões de água criados no subsolo da construção,  quer pelos restos das construções anteriores, quer pela destruição de antigas canalizações.

Financimento dos trabalhos

Os trabalhos foram concluídos com um custo estimado de cerca de 3,5 milhões de dólares, tendo sido financiados pelas três principais Confissões cristãs do Santo Sepulcro: os Greco-ortodoxos, os Franciscanos e os Armênios. A estes, soma-se a contribuição do Governo grego e de benfeitores privados. O Fundo Mundial para os Monumentos (World Monuments Fund, WMF) teve um papel preponderante na coleta de fundos necessários.

Importante também foi a contribuição do Rei Abdullah II, da Jordânia, através de uma “makruma”, ou seja, uma doação real de beneficência. Também a Autoridade Nacional palestina contribuiu para a realização dos trabalhos.

Para a nova fase – com um gasto previsto de seis milhões de dólares – deverá ser removida toda a pavimentação ao redor da Edícula, sendo então substituída por outra de idêntico estilo. Também serão consolidas as fundações da Edícula, para garantir a estabilidade sísmica do conjunto.

Este trabalho poderá ser a ocasião para novas escavações arqueológicas, em continuidade àquelas realizadas pelo Padre Virgilio Corbo ofm nos anos sessenta.

Por Rádio Vaticano

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