IPCA - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png IPCA - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Mercado financeiro aumenta projeção para o PIB e reduz para inflação https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mercado-financeiro-aumenta-projecao-para-o-pib-e-reduz-para-inflacao/ Tue, 12 Sep 2017 10:08:32 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48384 Segundo o boletim da Focus, periódico divulgado toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), e de acordo com análises do mercado financeiro, espera-se que o aumento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), seja ajustada de 0,5% para 0,6% — o terceiro aumento seguido neste ano. Para 2018, a estimativa de crescimento passou de 2% para 2,1%.

Para a inflação, o mercado financeiro espera que haja uma queda de 3,38% para 3,14% neste ano. Esta também é terceira redução seguida neste ano. A inflação é aferida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para 2018, a projeção do IPCA foi reduzida de 4,18% para 4,15%, no segundo ajuste consecutivo.

Os cálculos feitos para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%. Para que este objetivo seja alcançado, o BC lança mão da taxa básica de juros, a citada Selic, que atualmente está 8,25% ao ano.

Juros básicos

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) decide diminuir os juros básicos, os créditos tendem a ficar mais baixos e, assim, incentiva-se a produção e o consumo. Desta maneira, o controle sobre a inflação é reduzido.

Já quando o Copom eleva a taxa Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e gerar reflexos nos preços, uma vez que os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic foi reduzida de 7,25% para 7% ao ano, no fim de 2017, e de 7,50% para 7,25% ao ano, ao final de 2018.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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Mercado financeiro eleva para 3,5% projeção para inflação este ano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mercado-financeiro-eleva-para-35-projecao-para-inflacao-este-ano/ Tue, 15 Aug 2017 09:37:31 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47909 O mercado financeiro aumentou pela quarta semana seguida a projeção para a inflação este ano, após o aumento da tributação sobre combustíveis. Desta vez, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,45% para 3,5%. A estimativa consta do boletim Focus, uma publicação divulgada no site do Banco Central (BC) todas as semanas, com projeções para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a projeção para o IPCA é mantida de 4,2%, há quatro semanas consecutivas. As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,5%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Selic

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 9,25% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Já quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic ao final de 2017 e de 2018 segue em 7,50% ao ano. A estimativa do mercado financeiro para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), foi mantida em 0,34%, este ano, e em 2%, em 2018.

Por Agência Brasil

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Inflação acumulada em 12 meses é de 4,08%, menor desde julho de 2012 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/inflacao-acumulada-em-12-meses-e-de-408-menor-desde-julho-de-2012/ Thu, 11 May 2017 09:01:47 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46191 A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou abril com variação de 0,14%, resultado 0,11 ponto percentual inferior ao de março (0,25%), passando a acumular nos quatro primeiros meses do ano alta de 1,1%. Nos primeiros quatro meses do ano passado a inflação acumulada pelo IPCA foi de 3,25%.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 10, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado de abril, a inflação dos últimos doze meses é de 4,08%, a menor taxa em doze meses desde os 3,74% de julho de 2007 e 0,83 ponto percentual inferior aos 4,57% acumulados nos doze meses encerrados em março.

Os dados do IPCA, a inflação oficial do país, indicam ainda que, em abril de 2016, a taxa havia subido 0,61%. O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, abrange famílias com rendimento de até 40 salários mínimos e envolve dez regiões metropolitanas do país, além de Goiânia, Campo Grande e Brasília.

Energia e combustíveis têm queda

A queda de 0,11 ponto percentual na taxa do IPCA de março para abril reflete o recuo dos preços da energia elétrica e dos combustíveis. Segundo o IBGE, no caso da energia elétrica os preços caíram 6,39%, enquanto os preços dos combustíveis tiveram redução de 1,95%.

“Com a queda nas contas, a energia, responsável pela significativa parcela de 3,5% da despesa das famílias, representou o maior impacto negativo no ranking do mês (menos 0,22 ponto percentual). Já os combustíveis, responsáveis por parcela ainda mais significativa, de 5% das despesas das famílias, vieram em seguida, com menos 0,1 ponto percentual, uma vez que a queda foi menor”, diz o IBGE.

No caso da energia elétrica, a queda de 6,39% foi influenciada por descontos aplicados sobre as contas, por decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de modo a compensar os consumidores pela cobrança indevida, em 2016, do chamado Encargo de Energia de Reserva (EER) destinado a remunerar a usina de Angra III.

Com a redução no preço da energia elétrica, as despesas com o grupo habitação caíram de março para abril para menos 1,09%, ocorrendo deflação – inflação negativa. Assim, o item habitação ficou tanto com a mais expressiva queda por grupo quanto com o mais significativo impacto.

Já a queda no preço dos combustíveis levou a que o grupo transporte fechasse também com deflação de 0,06%. O litro da gasolina ficou 1,75% mais barato e o etanol, 3,33%. Houve no grupo pressão das passagens aéreas, com alta de 15,48%, e dos ônibus urbanos: 0,69%.

Do lado dos itens que se mostraram em alta sobressai o grupo saúde e cuidados pessoais (1%), tendo os medicamentos na liderança dos principais impactos no índice do mês. É que os preços aumentaram 1,95%, gerando impacto de 0,07 ponto percentual.

Em alimentação e bebidas, a variação de 0,58% refletiu aumento nos preços de vários produtos, como tomate (29,02%) e batata-inglesa (20,81%). Em contraposição aos itens anteriores, alguns produtos, como óleo de soja (-4,17%) e arroz (-1,69%) ficaram mais baratos.

Em relação aos índices regionais, os resultados ficaram entre  -0,22% na região metropolitana de Salvador e  0,54% no Distrito Federal. Em São Paulo, a taxa variou 0,16% e, no Rio de Janeiro, 0,38%. Em ambos os casos, o resultado ficou acima do IPCA a nível nacional de 0,14%.

INPC varia 0,08% em abril

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para as famílias de menor renda (de até cinco salários) apresentou variação menor do que o IPCA em abril: 0,08%. O resultado é 0,24 ponto percentual menor que a taxa de março, cuja alta foi de 0,32%. No acumulado dos últimos doze meses, o INPC caiu dos 4,57% de março para 3,99% em abril. Em abril de 2016, o INPC anotou alta de 0,64%.

Os produtos alimentícios tiveram alta de 0,58% em abril, enquanto em março registraram alta de 0,32%. Quanto aos índices regionais, o mais elevado foi o da região metropolitana de Recife (0,6%). O menor índice foi registrado em Campo Grande (-0,38%).

Por Agência Brasil

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Projeção para inflação este ano cai e se aproxima do centro da meta https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/projecao-para-inflacao-este-ano-cai-e-se-aproxima-do-centro-da-meta/ Tue, 07 Feb 2017 10:14:34 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44266 A expectativa para a inflação este ano se aproximou ainda mais do centro da meta, de acordo com as projeções de economistas na pesquisa Focus do Banco Central, mas pioraram ligeiramente a perspectiva econômica para 2017.

A projeção para a alta do IPCA este ano no levantamento divulgado ontem, segunda-feira, 6, caiu 0,06% e chegou a 4,64%, marcando a quinta redução seguida.

Para o próximo ano, a mediana das projeções aponta inflação de 4,5%, sem alteração pela 28ª semana seguida. A meta de inflação de 2017 e 2018 é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5%.

Entretanto, as contas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 foram reduzidas a 0,49%, sobre 0,50% anteriormente, depois de cinco semanas sem mudanças. Por outro lado, a projeção para o ano que vem melhorou a uma expansão de 2,25%, 0,05 ponto a mais.

Isso apesar da perspectiva de que a taxa básica de juros irá abaixo de 10 por cento este ano e ficará ainda mais baixa no final de 2018.

Os especialistas consultados continuam vendo na reunião de fevereiro do BC corte de 0,75 ponto percentual na Selic, atualmente em 13 por cento. A expectativa é que a Selic encerre 2017 a 9,50% e 2018 a 9,0%, sem alterações sobre o levantamento anterior.

Já o Top-5, que reúne as instituições que mais acertam as projeções, calcula a Selic a 9,5% em ambos os anos.

Por Reuters

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