Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Mulheres ganham menos que homens mesmo com ensino superior https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mulheres-ganham-menos-que-homens-mesmo-com-ensino-superior/ Thu, 08 Mar 2018 10:21:12 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51173 De acordo com uma pesquisa divulgada ontem, quarta-feira, 7, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), intitulada “Estatísticas de Gênero: Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil, as mulheres”, as mulheres ainda ganham menos que os homens, mesmo estando em maior número entre as pessoas com ensino superior.

Em 2016, enquanto o rendimento médio mensal dos homens era de R$2.306, o das mulheres era de R$ 1.764. Considerando-se o rendimento médio por hora trabalhada, ainda assim, as mulheres recebem menos do que os homens (86,7%). Isto que pode estar relacionado à segregação ocupacional a que as mulheres podem estar submetidas no mercado de trabalho. O diferencial de rendimentos é maior na categoria ensino superior completo ou mais, em que o rendimento das mulheres equivalia a 63,4% do que os homens recebiam, em 2016.

Ainda sobre a diferença de escolaridade, as mulheres atingem em média um nível de instrução superior ao dos homens. A maior diferença percentual por sexo encontra-se no nível “Superior completo”, especialmente entre as pessoas da faixa etária mais jovem de 25 a 44 anos de idade, em que o percentual de homens que completou a graduação foi de 15,6%, enquanto o de mulheres atingiu 21,5%, indicador 37,9% superior ao dos homens.

Foi constado, porém, desigualdade entre as mulheres por cor ou raça. O percentual de mulheres brancas com ensino superior completo (23,5%) é 2,3 vezes maior do que o de mulheres pretas ou pardas (10,4%) e é mais do que o triplo daquele encontrado para os homens pretos ou pardos (7,0%).

Representatividade política

A pesquisa revelou ainda que em dezembro de 2017, o percentual de mulheres parlamentares no Congresso Nacional era de 11,3%, 16% no Senado e 10,5% na Câmara dos Deputados. E três estados brasileiros não tinham nenhuma deputada federal: Paraíba, Sergipe e Mato Grosso.

De acordo com o IBGE, em 2017 o Brasil ocupava a posição de número 152 entre os 190 países que informaram à Inter-Parliamentary Union o percentual de assentos em suas câmara de deputados ocupados por mulheres parlamentares em exercício. Na América do Sul, o Brasil mostrou o pior resultado. No mundo, as mulheres ocupavam, em média, 23,6% dos assentos nas câmaras de deputados.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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Taxa de desemprego fecha 2017 em 11,8%, revela IBGE https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/taxa-de-desemprego-fecha-2017-em-118-revela-ibge/ Thu, 01 Feb 2018 09:05:46 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50631 Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNAD Contínua), divulgados nesta quarta-feira, 31/1, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego entre outubro-dezembro de 2017 fechou em 11,8%. Houve uma queda de 0,6% em relação ao trimestre de julho-setembro, que ficara em 12,4%.

Já a taxa média anual passou de 11,5% em 2016 para 12,7% em 2017, a maior da série histórica da pesquisa. A população desocupada (12,3 milhões) caiu 5% (menos 650 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior ― que era de 13 milhões de pessoas. Em relação a este mesmo trimestre de 2016, quando havia 12,3 milhões de pessoas desocupadas, houve estabilidade.

Já a população ocupada (92,1 milhões) cresceu 0,9% em relação ao trimestre anterior (mais 811 mil pessoas) e o número de empregados com carteira de trabalho assinada (33,3 milhões) ficou estável. 

O número de empregados sem carteira de trabalho assinada (11,1 milhões de pessoas) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior e subiu 5,7% (mais 598 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

Por fim, o rendimento médio real habitual (R$ 2.154,00) no trimestre outubro-novembro-dezembro ficou estável em ambas as comparações.

Por Canção Nova, com IBGE

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Pesquisa do IBGE aponta recuo de 0,6% no desemprego https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pesquisa-do-ibge-aponta-recuo-de-06-no-desemprego/ Wed, 01 Nov 2017 09:40:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49312 Segundo pesquisa divulgada ontem, 31/10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de pessoas desocupadas no país no terceiro trimestre (que compreende os meses de julho, agosto e setembro) ficou em 12,4% — recuo de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

Esta queda no número de desempregados, porém, está associada ao aumento da informalidade: dos 91,3 milhões de pessoas ocupadas no fechamento do trimestre encerrado em setembro, 22,9 milhões trabalhavam por conta própria, um crescimento de 1,8% na comparação com o trimestre anterior; e 10,9 milhões eram empregados do setor privado sem carteira de trabalho assinada.

Com este resultado, o País encerra o terceiro trimestre com 12,9 milhões de pessoas desocupadas.

O número de trabalhadores com carteira assinada, 33,3 milhões, continuou estável se comparado ao trimestre anterior (entre os meses de abril, maio e junho). A categoria de trabalhadores por conta própria cresceu 1,8%. Atualmente, são 22,9 milhões de pessoas — mais 402 mil pessoas em comparação com o trimestre que terminou em junho. Em relação ao mesmo período de 2016, a alta foi de 4,8% (mais 1,1 milhão de pessoas).

Este aumento de 1,1 milhão de pessoas trabalhando por conta própria e de 641 mil pessoas sem carteira assinada no período de um ano demonstram o avanço da informalidade no país.

O rendimento médio real do trabalhador brasileiro ficou em R$ 2.115,00. Trata-se de um resultado estável se comparado ao trimestre anterior, que ficou em R$ 2.108,00, e aos R$ 2.065,00 verificados em setembro de 2016.

Por Canção Nova, com IBGE

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Dia 20 de outubro: dedicado à conscientização para evitar prática do “bullying” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dia-20-de-outubro-dedicado-a-conscientizacao-para-evitar-pratica-do-bullying/ Fri, 20 Oct 2017 12:13:33 +0000 http://teste.toqueto.com/dia-20-de-outubro-dedicado-a-conscientizacao-para-evitar-pratica-do-bullying.html O dia 20 de outubro é dedicado, em todo mundo, ao tema do “bullyng”, expressão em inglês para caracterizar práticas de agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas, especialmente no ambiente escolar.

A data é um alerta internacional para o problema do bullying com que muitos jovens vivem. Segundo a UNICEF, braço das Organizações das Nações Unidas para a Infância e Adolescência (ONU), uma em cada três crianças do mundo, entre os 13 e os 15 anos, é vítima de bullying na escola regularmente.

O termo bullying tem origem na palavra inglesa “bully”, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maus tratos.

A educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz da Editora Verus, Cléo Fante, alerta que a prática “é uma das formas de violência que mais cresce no mundo”. Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),  em 2010, apontou Brasília como a capital do bulliyng. Segundo o estudo, 35,6% dos estudantes entrevistados disseram ser vítimas constantes da agressão. Belo Horizonte, em segundo lugar com 35,3%, e Curitiba, em terceiro lugar com 35,2 %, foram, junto com Brasília, as capitais com maior frequência de estudantes que declararam ter sofrido bulliyng alguma vez.

Aproximadamente um em cada dez estudantes brasileiros é vítima frequente de bullying nas escolas. São adolescentes que sofrem agressões físicas ou psicológicas, que são alvo de piadas e boatos maldosos, excluídos propositalmente pelos colegas, que não são chamados para festas ou reuniões. O dado faz parte do terceiro volume do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, dedicado ao bem-estar dos estudantes.

Jesus Cristo: modelo a seguir

Segundo o arcebispo coadjutor de Montes Claros (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom João Justino de Medeiros Silva, o agir de Jesus Cristo é modelar, em primeiro lugar, para as Igrejas cristãs. Não se justifica, defende o relgioso, qualquer prática de bullying, em qualquer espaço de relações, e muito menos nas Igrejas que devem comunicar por atitudes o Evangelho que anunciam. “Quanto mais os membros da Igreja beberem na fonte do Evangelho e se deixarem moldar pelos valores cristãos, menos bullying haverá”.

Querer ser mais popular, sentir-se poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. Isso tudo leva o autor do bullying a atingir o colega com repetidas humilhações ou depreciações. É uma pessoa que não aprendeu a transformar sua raiva em diálogo e para quem o sofrimento do outro não é motivo para ele deixar de agir. Pelo contrário, sente-se satisfeito com a opressão do agredido, supondo ou antecipando quão dolorosa será aquela crueldade vivida pela vítima.

A Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) sugere as seguintes atitudes para um ambiente saudável na escola:- Conversar com os alunos e escutar atentamente reclamações ou sugestões;- Estimular os estudantes a informar os casos;- Reconhecer e valorizar as atitudes da garotada no combate ao problema;- Criar com os estudantes regras de disciplina para a classe em coerência com o regimento escolar;- Estimular lideranças positivas entre os alunos, prevenindo futuros casos;- Interferir diretamente nos grupos, o quanto antes, para quebrar a dinâmica do bullying.Todo ambiente escolar pode apresentar esse problema.

Nas comunidades e paróquias a primeira atitude, segundo o dom João Justino, é a prevenção. “Quando se identificar uma prática de bullying na Igreja será preciso buscar os caminhos fraternos de correção e de acompanhamento da situação para que cesse a prática. É fundamental a sensibilidade dos responsáveis e a urgência no modo de atuação para evitar que alastre entre outros a danosa prática que desrespeita o outro em sua identidade e traços”, disse.

Consciencializar a população mundial para esta forma de violência, apoiar e incentivar as vítimas a denunciarem estas graves situações e encontrar formas de as prevenir, são os desafios colocados por esta data, visto que a luta contra o bullying não é uma tarefa de um dia, nem de um grupo de pessoas, mas sim de todos os dias do ano e de todas as pessoas. Nesta data são promovidas campanhas de prevenção e combate ao bullying, sobretudo nas escolas, e são revelados relatórios de estudo sobre este problema social.

Por CNBB

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Indústria cresce 1,5% nos primeiros oito meses do ano, segundo IBGE https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/industria-cresce-15-nos-primeiros-oito-meses-do-ano-segundo-ibge/ Wed, 04 Oct 2017 08:29:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48826 A produção industrial brasileira fechou os primeiros oito meses do ano (janeiro-agosto) com crescimento de 1,5%, segundo resultados da pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira, 3. Apesar de ter encerrado o mês de agosto com queda de 0,8%, frente a julho — na série com ajuste sazonal —, os quatro primeiros meses do ano registraram um crescimento de 3,3%. na produção.

Os dados da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Brasil revelaram ainda que na série sem ajuste sazonal, quando comparada ao mesmo mês do ano anterior, a indústria cresceu 4% em agosto deste ano, após também registrar taxas positivas em maio (4,5%). A pesquisa regional do IBGE mostrou avanço na produção industrial em 10 dos 14 locais pesquisados,  junho (0,9%) e julho (2,9%).

A taxa acumulada nos últimos 12 meses, no entanto, continua negativa e fechou agosto em -0,1%, prosseguindo com a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016, quando o setor fechou com queda de -9,7%.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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Brasil tem desafio de garantir envelhecimento populacional com qualidade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/brasil-tem-desafio-de-garantir-envelhecimento-populacional-com-qualidade/ Mon, 02 Oct 2017 10:05:35 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48788 Ontem, 1º de outubro, comemorou-se o Dia Internacional do Idoso. A data foi instituída em 1990 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para homenagear os mais velhos e também chamar a atenção para as questões que os envolvem. No Brasil, o desafio é duplo. O país, que era considerado jovem, vive o aumento da expectativa de vida, que está mudando esse quadro. Até 2060, a população com 80 anos ou mais deve somar 19 milhões de pessoas, diz o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Até lá, o país tem o desafio de promover a valorização das pessoas mais velhas e garantir políticas para que elas envelheçam com qualidade.

Vice-presidente do Conselho Nacional da Pessoa Idosa (CNDPI), Bahij Amin Auh afirma que a mudança começa com educação. “O Brasil conquistou a vitória de aumentar a longevidade da sua população. Hoje, vive-se mais – a média de expectativa de vida da população brasileira é de mais de 75 anos. Agora, é preciso um amplo programa educacional, para que toda a população tenha noções básicas sobre o processo de envelhecimento, para que valorize e respeite a pessoa idosa”.

Hoje, já há previsão legal, inclusive no Estatuto do Idoso, de 2003, para que os sistemas escolares trabalhem conteúdos sobre esse tema, mas, segundo Auh, isso não tem sido feito. Representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ele diz ainda que a promoção dessa valorização passa pela garantia de mais informações para os idosos acerca dos seus próprios direitos.

Outro desafio do país é aumentar a oferta de políticas públicas que garantam que a população idosa envelheça de forma ativa. “Não adianta um corpo vivo. É preciso que a mente e as relações das pessoas idosas estejam em atividade”, afirma. Uma das questões mais relevantes para ele é a política de acolhimento. Diante de mudanças nas configurações sociais, muitos idosos passaram a ficar sem companhia em casa e sem receber os cuidados necessários, conversar ou contar com o apoio da família para desenvolver atividades.

Políticas de acolhimento

De acordo com dados do Sistema Único de Assistência Social (Suas), há, no Brasil, 1.669 instituições de acolhimento de idosos. Muitas pessoas conhecem apenas as instituições de longa permanência, conhecidas popularmente como asilos. Não obstante, existem outros modelos em funcionamento no país, como os centros de convivência, onde idosos que têm autonomia, praticam atividades recreativas e aprendem novos ofícios, e os chamados centros-dia, que em geral recebem pessoas que precisam receber algum tipo de atendimento terapêutico.

Tais opções ainda são restritas e estão concentradas em grandes centros urbanos, mas podem ser saídas para a situação vivenciada por muitos idosos que não têm companhia e também para os membros de famílias que precisam ou desejam trabalhar fora de casa, mas têm responsabilidades com os mais velhos.

Atualmente, cerca de 60 mil pessoas usam os diferentes serviços de acolhimento existentes.

Formação profissional

Outro desafio para que os idosos recebam atendimento de qualidade é a qualificação profissional de quem trabalha com essa população. “As profissões ligadas aos cuidados com os idosos são as profissões do futuro. O envelhecimento da população vai gerar o aumento das oportunidades de trabalho para pessoas que cuidem dos idosos”, alerta Bahij Amin Auh.

Tal percepção, contudo, ainda não foi absorvida a contento pelas instituições de ensino. Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo, Carlos André Uehara avalia que muitos profissionais em atuação não receberam formação com um olhar gerontológico. Exemplo disso é a abordagem que infantiliza o idoso, que ele considera inadequada.

Além disso, Uehara explica que o modelo de atenção à saúde atual é baseado na busca da cura de doenças agudas, enquanto cresce o número de idosos que convivem com doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e doenças respiratórias. Nestes casos, o que resolve “não é uma consulta de 2 minutos, que passa remédio e marca retorno – é preciso mais acompanhamento”.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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Segundo IBGE, Brasil já tem mais de 207 milhões de habitantes https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/segundo-ibge-brasil-ja-tem-mais-de-207-milhoes-de-habitantes/ Thu, 31 Aug 2017 08:35:04 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48210 Segundo pesquisa levada a cabo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira, 30, no Diário Oficial da União, o Brasil conta atualmente com 207 milhões, 660 mil e 929 de habitantes. Do ano passado para cá, houve um aumento de 0,77% — resultado levemente menor que o período 2015/2016, que registrou uma taxa de 0,80%.

São Paulo permanece na liderança como o estado mais populoso com 45 milhões, 94 mil e 866 habitantes. No ano passado, a população paulista era formada por 44,75 milhões de habitantes. Mais cinco estados têm população acima de 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (21.119.536), Rio de Janeiro (16.718.956), Bahia (15.344.447), Rio Grande do Sul (11.322.895) e Paraná (11.320.892).

O Distrito Federal (DF) que, no ano passado, tinha 2,98 milhões de habitantes, agora tem mais de 3,039 milhões de pessoas. Acre (829,6 mil), Amapá (797,7mil) e Roraima (522,6 mil) são os estados que registram população inferior a 1 milhão de habitantes.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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Desemprego cai em todas as regiões, mostra IBGE https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/desemprego-cai-em-todas-as-regioes-mostra-ibge/ Fri, 18 Aug 2017 10:12:34 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48012 O desemprego no Brasil fechou o segundo trimestre do ano com retração em 11 das 27 unidades da federação. Segundo dados divulgados hoje (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a taxa, que ficou em 13%, representa 13,5 milhões de pessoas sem ocupação.

Houve quedas em todas as grandes regiões. A exceção foi o Nordeste onde, embora tenha havido retração de 16,3% para 15,8%, técnicos consideram que há estabilidade.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) relativa a abril, maio e junho, comparativamente ao trimestre imediatamente anterior. A pesquisa apresenta como destaques as regiões Norte, onde a taxa de desocupação caiu de 14,2% para 12,5% e Centro-Oeste, com recuo de 12% para 10,6%.

Os dados indicam que o desemprego no Sudeste passou de 14,2% para 13,6%, e no Sul, de 9,3% para 8,4%. 

Em Pernambuco, a taxa passou de 17,1% para 18,8% e em Alagoas subiu de 17,5% para 17,8%. Já as menores taxas ocorreram em Santa Catarina (7,5%), Rio Grande do Sul (8,4%) e Mato Grosso (8,6%). Para o total do país, o desemprego caiu de 13,7% para 13%.

Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, “nos estados onde houve aumento da desocupação não foram geradas vagas suficientes para dar conta do crescimento da procura pelo emprego”.

População ocupada

Os dados indicam que a população ocupada no segundo trimestre deste ano, de 90,2 milhões de pessoas, era integrada por 68% de empregados (incluindo empregados domésticos), 4,6% de empregadores, 24,9% de pessoas que trabalham por conta própria e 2,4% de trabalhadores familiares auxiliares.

Nas regiões Norte (31,8%) e Nordeste (29,8%), o percentual de trabalhadores por conta própria era superior ao verificado nas demais regiões.

No segundo trimestre de 2017, 75,8% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada. As regiões Nordeste (60,8%) e Norte (59%)  apresentaram as menores estimativas desse indicador. Entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 30,6% deles tinham carteira de trabalho assinada.

Já a taxa de rendimento médio real de todos os trabalhos fechou o segundo trimestre em R$ 2.104, enquanto a massa de rendimento médio real ficou estável em R$ 185,1 bilhões.

Por Agência Brasil

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Taxa de desemprego fica em 13,6% no trimestre encerrado em abril https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/taxa-de-desemprego-fica-em-136-no-trimestre-encerrado-em-abril/ Thu, 01 Jun 2017 10:02:25 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46560 A taxa de desocupação no país foi estimada em 13,6% no trimestre móvel encerrado em abril, ficando 1 ponto percentual acima da taxa do trimestre imediatamente anterior (novembro a janeiro), quando havia fechado em 12,6%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 31, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Pnad Contínua.

Com a alta do último trimestre, a população desocupada em abril chegou a 14 milhões, uma alta de 8,7% em relação ao trimestre encerrado em janeiro. Assim, houve um acréscimo de 1,1 milhão de pessoas no número de desempregados.

Dados comparativos

Na comparação com igual trimestre de 2016, o total de desocupados subiu 23,1%, o que significa um aumento de 2,6 milhões em um ano no número de desempregados.

Quando a comparação se dá com o mesmo trimestre do ano passado (novembro de 2015/janeiro de 2016, quando a taxa de desemprego estava em 11,2%), houve crescimento de 2,4 pontos percentuais no desemprego.

Já a população ocupada no trimestre encerrado em abril era de 89,2 milhões de pessoas, uma queda de 0,7%, quando comparada com o trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017 (89,9 milhões de pessoas).

Em comparação com igual trimestre de 2016, quando o total de ocupados era de 90,6 milhões de pessoas, em janeiro deste ano o número de desempregados aumentou 1,4 milhão de pessoas – uma queda na taxa de desemprego de 1,5%.

Carteira assinada

Entre as 14 milhões de pessoas que perderam o emprego entre os trimestres encerrados em janeiro e em abril, 572 mil fazem parte do contingente com emprego formal, ou seja, com carteira de trabalho assinada.

Os dados fazem parte da Pnad Contínua e indicam que havia em abril, quando do fechamento do trimestre, 33,3 milhões de pessoas com carteira assinada, uma queda de 1,7% na comparação com o trimestre de novembro a janeiro, quando havia 33,9 milhões de pessoas com carteira assinada.

Frente ao trimestre de fevereiro a abril de 2016, a queda é de 3,6%, o que significa que em um ano aproximadamente 1,2 milhão de pessoas com carteira assinada perderam emprego.

Rendimento médio real

Apesar da alta taxa de desemprego, a maior da história do país, o rendimento médio real pago ao trabalhador brasileiro vem se mantendo estável, tanto em relação ao trimestre encerrado em janeiro quanto ao mesmo trimestre do ano passado.

Os dados da Pnad Contínua indicam que o rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos no trimestre fechado em abril era de R$ 2,107 mil; no trimestre móvel finalizado em janeiro o valor era de R$ 2,095 mil; e de R$ 2,052 mil em igual trimestre do ano passado.

Também a massa de rendimento real habitualmente recebida em todos os trabalhos ficou estável no trimestre fechado em abril: R$ 183,3 bilhões; no semestre encerrado em janeiro era de R$ 183,5 bilhões; e frente ao mesmo trimestre do ano anterior, de R$ 181,2 bilhões.

Por Agência Brasil

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Atividade econômica cresce 1,12% no primeiro trimestre https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/atividade-economica-cresce-112-no-primeiro-trimestre/ Tue, 16 May 2017 09:25:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46274 A atividade econômica cresceu 1,12% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre de 2016. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado nesta segunda-feira, 15, em Brasília.

O indicador mostra que o país saiu da sua maior recessão econômica, com registro de retração nos dois últimos anos. Em 2015, o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), indicador oficial calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), teve queda de 3,8%. No ano passado, o PIB encolheu 3,6%.

Em relação ao primeiro trimestre de 2016, houve crescimento do IBC-Br de 0,29%, de acordo com os dados sem ajustes já que a comparação é entre períodos iguais.

Queda seguida de crescimento

Em março, o índice dessazonalizado apresentou queda de 0,44% em relação a fevereiro. Essa foi a primeira queda mensal neste ano. Em fevereiro, houve crescimento de 1,37% e em janeiro, expansão de 0,37%, em relação aos meses anteriores.

Na comparação entre março deste ano e o mesmo período de 2016, houve crescimento de 1,05%. Em 12 meses encerrados em março, o indicador ainda acumula retração de 2,78%.

O IBC-Br é um mecanismo que avalia a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o PIB.

Por Agência Brasil

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