inclusão - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png inclusão - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa ao Fórum de Davos: o homem no centro para uma economia inclusiva https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/papa-ao-forum-de-davos-o-homem-no-centro-para-uma-economia-inclusiva-3/ Tue, 23 Jan 2018 13:12:18 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-ao-forum-de-davos-o-homem-no-centro-para-uma-economia-inclusiva-3.html As inovações tecnológicas devem ser utilizadas “para a proteção da nossa casa comum”. Em especial, a inteligência artificial e a robótica devem estar a serviço da humanidade, e não ser uma ameaça “como algumas avaliações infelizmente preveem”. Este é o apelo lançado pelo Papa Francisco na carta enviada ao Fórum Econômico Mundial, que se realiza em Davos de 23 a 26 de janeiro.

O texto foi lido pelo prefeito do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral, card. Peter Kodwo Appiah Turkson. A mensagem é endereçada ao presidente-executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, que este ano acolhe um número recorde de líderes políticos, inclusive o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Sociedade inclusiva

Na mensagem, o Pontífice exorta: o homem deve estar no centro da economia. Para isso, é preciso criar “uma sociedade inclusiva, justa e que seja de apoio”.

Francisco cita as recorrentes crises financeiras, que causaram novos desafios e problemáticas para os governos, “como o crescimento do desemprego, de novas formas de pobreza e o aumento do abismo socioeconômico e novas formas de escravidão”, muitas vezes relacionadas a conflitos e migrações.

Neste contexto, “é fundamental salvaguardar a dignidade da pessoa humana”, sobretudo “oferecendo a todos reais oportunidades para um desenvolvimento humano integral, através de políticas econômicas que favoreçam a família”.  

Nova direção ao destino do mundo

O Papa exorta: os modelos econômicos são chamados a “observar uma ética de desenvolvimento sustentável e integral, baseada em valores que colocam no centro a pessoa humana e os seus direitos”. 

Somente deste modo “podemos dar uma nova direção ao destino do mundo”. 

E assim também “a inteligência artificial, a robótica e outras inovações tecnológicas devem ser utilizadas para contribuir a serviço da humanidade e para a proteção da nossa casa comum e não o contrário, como infelizmente preveem algumas avaliações”. 

Francisco destaca ainda que “não podemos permanecer silenciosos diante do sofrimento de milhões de pessoas cuja dignidade está ferida”. É uma “responsabilidade que diz respeito a todos, criar as justas condições para viver com dignidade”.  

Fim da “cultura descartável”

O Pontífice reforça a exortação para rejeitar uma “cultura descartável”. Além disso, convida os empresários a criarem emprego, “aumentando a qualidade da produtividade, respeitando as leis do trabalho e lutando contra a corrupção e promovendo a justiça social”. Trata-se de uma “importante responsabilidade a ser exercitada com discernimento, porque será decisiva para dar forma ao mundo de amanhã e ao das gerações futuras”. 

O Papa faz votos de que sejam superadas as divisões entre Estados e instituições e que colaborem entre si para ter uma política mais inclusiva num mundo sempre mais globalizado.  

“Se quisermos um futuro mais seguro, que encoraje a prosperidade de todos, então é necessário manter o compasso sempre orientado para os valores autênticos”, conclui o Santo Padre.

Por Vatican News

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Papa ao Fórum de Davos: o homem no centro para uma economia inclusiva https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/papa-ao-forum-de-davos-o-homem-no-centro-para-uma-economia-inclusiva/ Tue, 23 Jan 2018 13:02:18 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-ao-forum-de-davos-o-homem-no-centro-para-uma-economia-inclusiva.html As inovações tecnológicas devem ser utilizadas “para a proteção da nossa casa comum”. Em especial, a inteligência artificial e a robótica devem estar a serviço da humanidade, e não ser uma ameaça “como algumas avaliações infelizmente preveem”. Este é o apelo lançado pelo Papa Francisco na carta enviada ao Fórum Econômico Mundial, que se realiza em Davos de 23 a 26 de janeiro.

O texto foi lido pelo prefeito do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral, card. Peter Kodwo Appiah Turkson. A mensagem é endereçada ao presidente-executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, que este ano acolhe um número recorde de líderes políticos, inclusive o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Sociedade inclusiva

Na mensagem, o Pontífice exorta: o homem deve estar no centro da economia. Para isso, é preciso criar “uma sociedade inclusiva, justa e que seja de apoio”.

Francisco cita as recorrentes crises financeiras, que causaram novos desafios e problemáticas para os governos, “como o crescimento do desemprego, de novas formas de pobreza e o aumento do abismo socioeconômico e novas formas de escravidão”, muitas vezes relacionadas a conflitos e migrações.

Neste contexto, “é fundamental salvaguardar a dignidade da pessoa humana”, sobretudo “oferecendo a todos reais oportunidades para um desenvolvimento humano integral, através de políticas econômicas que favoreçam a família”.  

Nova direção ao destino do mundo

O Papa exorta: os modelos econômicos são chamados a “observar uma ética de desenvolvimento sustentável e integral, baseada em valores que colocam no centro a pessoa humana e os seus direitos”. 

Somente deste modo “podemos dar uma nova direção ao destino do mundo”. 

E assim também “a inteligência artificial, a robótica e outras inovações tecnológicas devem ser utilizadas para contribuir a serviço da humanidade e para a proteção da nossa casa comum e não o contrário, como infelizmente preveem algumas avaliações”. 

Francisco destaca ainda que “não podemos permanecer silenciosos diante do sofrimento de milhões de pessoas cuja dignidade está ferida”. É uma “responsabilidade que diz respeito a todos, criar as justas condições para viver com dignidade”.  

Fim da “cultura descartável”

O Pontífice reforça a exortação para rejeitar uma “cultura descartável”. Além disso, convida os empresários a criarem emprego, “aumentando a qualidade da produtividade, respeitando as leis do trabalho e lutando contra a corrupção e promovendo a justiça social”. Trata-se de uma “importante responsabilidade a ser exercitada com discernimento, porque será decisiva para dar forma ao mundo de amanhã e ao das gerações futuras”. 

O Papa faz votos de que sejam superadas as divisões entre Estados e instituições e que colaborem entre si para ter uma política mais inclusiva num mundo sempre mais globalizado.  

“Se quisermos um futuro mais seguro, que encoraje a prosperidade de todos, então é necessário manter o compasso sempre orientado para os valores autênticos”, conclui o Santo Padre.

Por Vatican News

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Centesimus Annus: dignidade e bem comum ao centro da economia https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/centesimus-annus-dignidade-e-bem-comum-ao-centro-da-economia/ Fri, 19 May 2017 11:04:13 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46343 Não observadores, mas protagonistas que deem respostas concretas para que a economia e o mercado na época atual, marcada por uma conturbação global, estejam sempre mais a serviço da dignidade humana.

Esta é a proposta dos cerca de 300 participantes do simpósio aberto esta quinta-feira (18/05) em Roma, com a presença de representantes de 18 países, em resposta aos pedidos do Papa Francisco feito pela Fundação Centesimus Annus em 2016. O Coordenador do Comitê Científico, Professor Giovanni Marguerra, conversou com a Rádio Vaticano:

“A nossa Fundação, fiel a sua identidade – que por um lado é dada pela Encíclica Centesimus Annus “ e por outro pelo “ensinamento do Papa Francisco – procura, com as suas convenções e nos  seus encontros territoriais – quer na Itália como no exterior –   prosseguir enfrentando as emergências globais que neste momento sacodem o mundo, olhando porém para elas como momentos em que se tenta fazer mais integração, se procura introduzir um modelo social em que a inclusão das pessoas seja a norma. Nós temos uma sociedade profundamente desintegrada, profundamente desigual, entre quem está dentro e quem está fora. E o que nos diz o Papa é para promover a participação e a responsabilidade. A integração não é algo que acontece por si só, mas acontece se alguém que está dentro assume a responsabilidade de fazer participar quem está fora”.

Partindo da orientação da Doutrina Social da Igreja, três sessões de trabalho debaterão temas prioritários, verdadeiras “emergências planetárias”.

Se começará pelos desafios apresentados pela digitalização ao mundo do trabalho, não somente ameaça de desemprego e exclusão, porque mais dados, mas serviços, mais produtos também podem – dizem os participantes – “servir oa bem comum” e ser “uma oportunidade para aprender e envolver”.

Fundamental neste contexto é a educação, como explica o Prof Giovanni Marguerra:

“O desemprego é um problema que atinge a carne viva de nossa sociedade, não é somente uma questão de jovens ou de idosos. É também uma questão de quem tem as competências para conseguir resistir a uma mudança tecnológica impactante e quem, pelo contrário, não a tem e é expulso do meio do trabalho. Sob este aspecto, procurar dar uma maior valorização à educação – não somente à formação, durante toda a vida de trabalho – porque isto é já  aquilo que devemos fazer se quisermos sobreviver em um mundo que muda assim tão rapidamente – é sempre mais crucial o papel da família, como crucial sempre foi em termos educativos, evidentemente”.

Perguntaremos aos participantes nas sessões sucessivas do encontro – refere o Presidente da Fundação, Domingo Bickel – também propostas concretas sobre como enfrentar os efeitos de uma economia criminal – como o tráfico de seres humanos – e de como incentivar a solidariedade e as virtudes sociais.

Participarão, nestes casos, expoentes da Europol, do voluntariado e renomados economistas. “O tema é empenhativo e requer coragem e aliança – explica ainda, o Prof. Giovanni Marguerra – mas para dar seguimento ao ideal de fraternidade que tantas vezes o Papa nos recomenda, não temos outro caminho senão este:

“Assistimos a contextos em que o homem e a mulher são instrumentalizados, não sendo valorizada a sua dignidade. Cada um tem a sua dignidade e acredito que o ensinamento a ser seguido com mais atenção da doutrina social é justamente este da valorização e da promoção da dignidade humana em cada circunstância”.

Por Rádio Vaticano

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Síndrome de Down: data remete à luta pela inclusão social https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/sindrome-de-down-data-remete-a-luta-pela-inclusao-social/ Tue, 21 Mar 2017 13:19:26 +0000 http://teste.toqueto.com/sindrome-de-down-data-remete-a-luta-pela-inclusao-social.html Nesta terça-feira, 21, é celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down, data que remete à luta para a inclusão social das pessoas que apresentam essa condição especial.

O trabalho pela inclusão das pessoas com a síndrome é pesado, mas válido, afirma o Assessor ao Mercado de Trabalho da Fundação Síndrome de Down, Eduardo Tedeschi. Ele explica que a luta tem dado passos favoráveis para que essas pessoas consigam ter uma vida plena.

“Sempre olhamos a possibilidade que essa pessoa tem de viver bem, onde ela possa trabalhar, ter um relacionamento e muitas vezes uma vida social com amigos e outras pessoas”, diz.

O representante afirma que, apesar da evolução, ainda existem diversas barreiras impostas pela sociedade como, por exemplo, o preconceito e até mesmo o medo de entrar em contato com a deficiência.

“A maior barreira é o despreparo das pessoas em compreender que eles pensam diferente. Temos barreiras que a sociedade constrói e dificulta o trabalho daqueles que querem ajudar. Não só a sociedade, mas dependendo do caso, as barreiras partem de empresas e até mesmo da própria família” acrescenta.

As principais características físicas de quem tem Síndrome de Down são olhos oblíquos e amendoados, rosto redondo, dedos das mãos mais curtos, baixa estatura e pequenas orelhas. Apesar de ser considerada uma deficiência, a pessoa com Síndrome tem capacidade de desenvolver atividades como qualquer outra pessoa. De acordo com o geneticista Cássio Serao, se as capacidades psíquicas e motoras da pessoa forem bem estimuladas, elas são capazes de vencer os desafios cotidianos.

“O mais importante é dar oportunidades para eles conseguirem vencer os obstáculos que aparecem, e se a gente os priva dessas oportunidades, isso pode causar maior dificuldade de desenvoltura”, diz.

Diferenças

O especialista explica que assim como não existe ninguém igual, pessoas com essas condições especiais também são distintas, e por esse motivo, existem aquelas que conseguem desenvolver com mais facilidade determinada atividade, ao passo que outras possuem mais dificuldades.

“Esta síndrome não possui diversos graus, ou você a tem, ou você não a tem. Existem características individuais, assim como existem pessoas diferentes, as pessoas com a síndrome também são diferentes entre si. Têm aquelas que favorecem alguma aptidão maior e outras menores”, acrescenta.

Como a Síndrome de Down é adquirida?

A Síndrome Down é adquirida logo no início da formação do embrião, onde é aplicado um material genético extra, por isso é considerada uma anomalia genética, que não tem cura. Para explicar melhor, o especialista cita como exemplo a receita de um bolo. “É como se fosse um livro de receita onde você coloca uma quantidade a mais de ingredientes”.

Dona Ivete Castro convive com a realidade da Síndrome de Down há 22 anos, pois sua filha, Bruna Otacílio Castro, possui esta condição especial, mas isso nunca a privou de ter uma vida normal.

“A Bruna trabalha há 4 anos em uma empresa, nas quintas-feiras tem aulas de teatro e aos sábados, no período da tarde, faz atividade física com a associação Down Entre Amigos. Além disso, há três anos namora com o José Junior, que também possui esta síndrome”, relata.

A rotina de Bruna é normal, mas existem alguns cuidados especiais que ela precisou ter durante o seu desenvolvimento. Dona Ivete conta que por 15 anos sua filha teve o acompanhamento de uma equipe que envolvia fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas e psicopedagogos. “Foi preciso para que hoje ela tivesse uma vida normal, feliz e de bem com a vida”.

Todo esse auxílio colaborou para que Bruna tivesse uma boa qualidade de vida, ainda que ela enfrente algumas dificuldades. “Já existiu muito preconceito, atualmente não, mas teve casos no passado que sim. Hoje ela só tem um pouco de dificuldade na comunicação, na escrita e na leitura”, conta dona Ivete.

Linguagem entre pessoas com Síndrome de Down

A dificuldade de linguagem é comum entre as pessoas com a Síndrome de Down. O geneticista explica que por vivermos em um mundo onde a comunicação é primordial, existe a necessidade de facilitar o acesso a linguagens para que pessoas com tais condições possam ter um futuro cada vez melhor.

“Quanto antes eles tiverem treinos e estímulos, vão ter uma oportunidade muito maior e claro que hoje em dia temos empresas que contratam as pessoas com a síndrome, mas é preciso que haja treinamentos profissionalizantes e mais possibilidade de integrar essas pessoas em colégios. Isso ajuda a criar uma rede social bem significativa. As pessoas com a Síndrome de Down têm como lutar e correr atrás, mas as oportunidades precisam surgir”, conclui.

Assista aqui a um especial sobre a síndrome de Down.

Por Canção Nova

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Papa: "Esporte, mensagem de um mundo sem fronteiras e exclusões" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-esporte-mensagem-de-um-mundo-sem-fronteiras-e-exclusoes/ Thu, 16 Feb 2017 13:01:46 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-esporte-mensagem-de-um-mundo-sem-fronteiras-e-exclusoes.html A agenda do Papa nesta quinta-feira (16/02) incluiu a audiência com uma delegação do Programa Olímpico Internacional Especial.

Special Olympics é um programa internacional de treinamento esportivo e competições atléticas para jovens e adultos com deficiências mentais. Hoje mais de 170 países são afiliados ao Programa.

A próxima competição internacional neste âmbito serão os Jogos Invernais de Stiria, na Áustria, em março. Assim, estava presente na audiência também o bispo de Graz-Seckau, Wilhelm Krautwaschl.

O breve discurso do Pontífice começou lembrando o lema dos atletas que aderem ao Programa: “Que eu possa vencer, mas se não conseguir, que possa tentar com todas as minhas forças”.

Inspirado por estas palavras, Francisco enalteceu o esforço de preparação destes atletas, que requer fadigas e sacrifícios, mas faz crescer na paciência e na perseverança, gerando força e coragem para adquirir capacidades.

“Na base de qualquer atividade esportiva, está a alegria: de se movimentar e de estar juntos; a alegria pela vida e os dons que o Criador nos oferece, todo dia. Podemos aprender de vocês a nos alegrar pelas pequenas e simples coisas”, disse o Papa.

A mensagem que o Programa passa é a de um ‘mundo sem exclusões’, encorajou Francisco, pois ‘o esporte difunde a cultura do encontro e da solidariedade, mostrando um mundo no qual todo obstáculo e barreira podem ser superados.

“Vocês são um sinal de esperança para aqueles que querem uma sociedade mais inclusiva. Toda vida é preciosa, toda pessoa é um dom e a inclusão enriquece as comunidades”, concluiu.

Por Rádio Vaticano

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