imposição das cinzas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png imposição das cinzas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Quarta-feira de Cinzas: Papa propõe 3 ações para “aquecer o coração crente” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/quarta-feira-de-cinzas-papa-propoe-3-acoes-para-aquecer-o-coracao-crente/ Thu, 15 Feb 2018 07:46:57 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50777 Na Basílica de Santa Sabina, o Papa Francisco presidiu a Missa de Quarta-feira de Cinzas e o rito da bênção e imposição das cinzas; e encorajou os fiéis a seguir três ações para “aquecer o coração crente” ante as tentações que “cauterizam e paralisam a alma”.

Francisco iniciou a celebração com uma procissão que começou na igreja romana de Santo Anselmo e seguiu até a Basílica de Santa Sabina, onde presidiu a Missa ante sacerdotes, religiosos e fiéis.

O Santo Padre explicou que “o tempo da Quaresma é um tempo propício para corrigir os acordes dissonantes da nossa vida cristã e acolher a notícia sempre nova, feliz e esperançosa da Páscoa do Senhor”.

Assim, “nem sua sabedoria materna, a Igreja propõe-nos prestar especial atenção a tudo o que possa arrefecer e oxidar o nosso coração crente”, disse aos fieis.

Em sua homilia, o Pontífice denunciou que “múltiplas são as tentações a que nos vemos expostos”. “É triste constatar, nas vicissitudes diárias, como se levantam vozes que, aproveitando-se da amargura e da incerteza, nada mais sabem semear senão desconfiança”.

“Se o fruto da fé é a caridade – como gostava de repetir Santa Teresa de Calcutá –, o fruto da desconfiança é a apatia e a resignação”.

“Desconfiança, apatia e resignação: os demônios que cauterizam e paralisam a alma do povo crente”, acrescentou.

Neste sentido, argumentou que “a Quaresma é tempo precioso para desmascarar estas e outras tentações e deixar que o nosso coração volte a bater segundo as palpitações do coração de Jesus”.

Assim, para voltar a “aquecer o coração crente”, o Pontífice propôs três palavras: para, olha e regressa.

Para: Francisco convidou a deixar “de correr sem sentido”, porque “enche a alma de amargura sentindo que nunca se chega a parte alguma”. “Para, deixa esta obrigação de viver de forma acelerada, que dispersa, divide e acaba por destruir o tempo da família, o tempo da amizade, o tempo dos filhos, o tempo dos avós, o tempo da gratuidade… o tempo de Deus”.

“Para um pouco com essa necessidade de aparecer e ser visto por todos, mostrar-se constantemente ‘em vitrine’, que faz esquecer o valor da intimidade e do recolhimento”.

Mas também pediu para parar “com essa ânsia de querer controlar tudo, saber tudo, devassar tudo, que nasce de se ter esquecido a gratidão pelo dom da vida e tanto bem recebido”.

Olha: “Os sinais que impedem de se apagar a caridade, que mantêm viva a chama da fé e da esperança. Rostos vivos com a ternura e a bondade de Deus, que age no meio de nós”, assim como “o rosto das nossas famílias que continuam a apostar dia após dia, fazendo um grande esforço para avançar na vida e, entre muitas carências e privações, não descuram tentativa alguma para fazer da sua casa uma escola de amor”.

Francisco também convidou a olhar “os rostos dos nossos idosos, enrugados pelo passar do tempo: rostos portadores da memória viva do nosso pov. Rostos da sabedoria operante de Deus”.

“Olha os rostos dos nossos doentes e de quantos se ocupam deles; rostos que, na sua vulnerabilidade e no seu serviço, nos lembram que o valor de cada pessoa não pode jamais reduzir-se a uma questão de cálculo ou de utilidade”.

Regressa: Com este verbo, o Pontífice exortou a regressar “sem medo aos braços ansiosos e estendidos de teu Pai, rico em misericórdia, que te espera, já que “este é o tempo para se deixar tocar o coração”.

“Permanecer no caminho do mal é fonte apenas de ilusão e tristeza. A verdadeira vida é outra coisa muito diferente, e bem o sabe o nosso coração. Deus não Se cansa nem Se cansará de estender a mão”, assegurou.

Ao término da homilia, o Santo Padre, acompanhado dos sacerdotes, impôs a cinza aos fiéis.

Por ACI Digital

]]>
50777
11 coisas que todo católico deve saber sobre a Quarta-feira de Cinzas https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/11-coisas-que-todo-catolico-deve-saber-sobre-a-quarta-feira-de-cinzas/ Wed, 01 Mar 2017 10:16:31 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44612 Hoje, dia 1º de março, a Igreja celebra a Quarta-feira de Cinzas, dando início à Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa. Recordamos algumas coisas essenciais que todo católico precisa saber para poder viver intensamente este tempo.

1. O que é a Quarta-feira de Cinzas?

É o primeiro dia da Quaresma, ou seja, dos 40 dias nos quais a Igreja chama os fiéis a se converterem e a se prepararem verdadeiramente para viver os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo durante a Semana Santa.

A Quarta-feira de Cinzas é uma celebração que está no Missal Romano, o qual explica que no final da Missa, abençoa-se e impõe-se as cinzas obtidas da queima dos ramos usados no Domingo de Ramos do ano anterior.

2. Como nasceu a tradição de impor as cinzas?

A tradição de impor a cinza é da Igreja primitiva. Naquela época, as pessoas colocavam as cinzas na cabeça e se apresentavam ante a comunidade com um “hábito penitencial” para receber o Sacramento da Reconciliação na Quinta-feira Santa.

A Quaresma adquiriu um sentido penitencial para todos os cristãos por volta do ano 400 d.C. e, a partir do século XI, a Igreja de Roma passou a impor as cinzas no início deste tempo.

3. Por que se impõe as cinzas?

A cinza é um símbolo. Sua função está descrita em um importante documento da Igreja, mais precisamente no artigo 125 do Diretório sobre a piedade popular e a liturgia:

“O começo dos quarenta dias de penitência, no Rito romano, caracteriza-se pelo austero símbolo das Cinzas, que caracteriza a Liturgia da Quarta-feira de Cinzas. Próprio dos antigos ritos nos quais os pecadores convertidos se submetiam à penitência canônica, o gesto de cobrir-se com cinza tem o sentido de reconhecer a própria fragilidade e mortalidade, que precisa ser redimida pela misericórdia de Deus. Este não era um gesto puramente exterior, a Igreja o conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado é chamado a assumir no itinerário quaresmal. Deve-se ajudar os fiéis, que vão receber as Cinzas, para que aprendam o significado interior que este gesto tem, que abre a cada pessoa a conversão e ao esforço da renovação pascal”.

4. O que simbolizam e o que recordam as cinzas?

A palavra cinza, que provém do latim “cinis”, representa o produto da combustão de algo pelo fogo. Esta adotou desde muito cedo um sentido simbólico de morte, expiração, mas também de humildade e penitência.

A cinza, como sinal de humildade, recorda ao cristão a sua origem e o seu fim: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra” (Gn 2,7); “até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás” (Gn 3,19).

5. Onde podemos conseguir as cinzas?

Para a cerimônia devem ser queimados os restos dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Estes recebem água benta e logo são aromatizados com incenso.

6. Como se impõe as cinzas?

Este ato acontece durante a Missa, depois da homilia e está permitido que os leigos ajudem o sacerdote. As cinzas são impostas na fronte, em forma de cruz, enquanto o ministro pronuncia as palavras Bíblicas: “Lembra-te de que és pó e ao pó voltarás” ou “Convertei-vos e crede no Evangelho”.

7. O que devem fazer quando não há sacerdote?

Quando não há sacerdote, a imposição das cinzas pode ser realizada sem Missa, de forma extraordinária. Entretanto, é recomendável que antes do ato participem da liturgia da palavra.

É importante recordar que a bênção das cinzas, como todo sacramental, somente pode ser feita por um sacerdote ou um diácono.

8. Quem pode receber as cinzas?

Qualquer pessoa pode receber este sacramental, inclusive os não católicos. Como explica o Catecismo (1670 ss.), “sacramentais não conferem a graça do Espírito Santo à maneira dos sacramentos; mas, pela oração da Igreja, preparam para receber a graça e dispõem para cooperar com ela”.

9. A imposição das cinzas é obrigatória?

A Quarta-feira de Cinzas não é dia de preceito e, portanto, não é obrigatória. Não obstante, nesse dia muitas pessoas costumam participar da Santa Missa, algo que sempre é recomendável.

10. Quanto tempo é necessário permanecer com a cinza na fronte?

Quanto tempo a pessoa quiser. Não existe um tempo determinado.

11. O jejum e a abstinência são necessários?

O jejum e a abstinência são obrigatórios durante a Quarta-feira de Cinzas, como também na Sexta-feira Santa, para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é opcional. Nesse dia, os fiéis podem ter uma refeição “principal” uma vez durante o dia.

A abstinência de comer carne é obrigatória a partir dos 14 anos. Todas as sextas-feiras da Quaresma também são de abstinência obrigatória. As sextas-feiras do ano também são dias de abstinência. O gesto, dependendo da determinação da Conferência Episcopal de cada país, pode ser substituído por outro tipo de mortificação ou oferecimento como a oração do terço.

Por ACI Digital

]]>
44612
Papa presidirá celebração da Quarta-feira de Cinzas no Aventino https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-presidira-celebracao-da-quarta-feira-de-cinzas-no-aventino/ Tue, 21 Feb 2017 11:22:35 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44539 O Papa Francisco irá ao Aventino em 1º de março,  para a tradicional celebração da Quarta-feira de Cinzas, informou esta segunda-feira a Sala de Imprensa da Santa Sé.

A Liturgia própria para a ocasião terá início às 16h30min na Igreja de Santo Anselmo, seguida pela procissão até a Basílica de Santa Sabina na presença do Papa, cardeais, arcebispos, bispos, monges beneditinos de Santo Anselmo, os Padres dominicanos de Santa Sabina e alguns fiéis.

Ao final da procissão, na Basílica de Santa Sabina, terá lugar a celebração da Santa Missa com o rito da bênção e da imposição das cinzas. Também o Papa receberá as cinzas, como um simples fiel.

Em 2016, no âmbito do Jubileu da Misericórdia, Francisco presidiu a celebração de início da Quaresma na Basílica de São Pedro, durante a qual enviou os missionários da misericórdia com a missão de pregar e confessar.

Por Rádio Vaticano

]]>
44539