Igreja no Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:04:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Igreja no Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Segunda fase da ação solidária emergencial “É Tempo de Cuidar’ será lançada no Domingo da Misericórdia, 11/04, às 15h, com o badalar dos sinos no Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/segunda-fase-da-acao-solidaria-emergencial-e-tempo-de-cuidar-sera-lancada-no-domingo-da-misericordia-11-04-as-15h-com-o-badalar-dos-sinos-no-brasil/ Fri, 09 Apr 2021 15:53:39 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60387 Ao completar um ano, no próximo dia 12 de abril, a Ação Solidária Emergencial “É Tempo de Cuidar” entrará numa segunda fase e ganhará um novo impulso segundo informou o secretário-executivo de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Patriky Samuel Batista. “Esta segunda fase se torna mais evidente frente ao cenário pandêmico que se agravou”, disse o padre.

Como exemplo, ele citou que o que foi anunciado em 2020 sobre o retorno do Brasil ao Mapa da Fome se confirmou. Segundo estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IBGE), o Brasil deixou o chamado Mapa da Fome em 2014. No entanto, de acordo com o balanço referente a 2020, o país volta a figurar na geopolítica da miséria.

A pandemia deixou 19 milhões com fome em 2020, atingindo 9% da população brasileira, a maior taxa desde 2004, há 17 anos, quando essa parcela tinha alcançado 9,5%. E quase o dobro do que havia em 2018, quando o IBGE identificou 10,3 milhões de brasileiros nessa situação.

Além do recrudescimento da pandemia e do impacto com as quase 4 mil mortes diárias pela Covid-19, há uma tempestade perfeita nesse caos que coloca em risco também sua segurança alimentar: inflação alta, desemprego e ausência do auxílio emergencial – ao menos num nível que permita a compra de uma cesta básica.

2ª fase “É Tempo de Cuidar”

O início desta segunda fase da Ação Solidária Emergencial, explica o padre Patriky, começa no próximo domingo, 11 de abril, Domingo da Misericórdia, quando todas as comunidades e paróquias católicas do Brasil são convidadas a repicar os sinos, às 15h. A iniciativa foi aprovada pelo Conselho Permanente da CNBB que ratificou a importância da manifestação de sinais de esperança, fé e solidariedade diante das mortes pela covid-19.

Frente aos números alarmantes de mortos em consequência da pandemia, o padre Patriky Samuel Batista disse que o repicar dos sinos vai reforçar a mensagem de que “Toda vida nos toca”.

O bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da CNBB, dom Joel Portella Amado, divulgou uma carta convite direcionada a todos os bispos do Brasil para esta ação que se caracterizará como um ato de comunhão com todas as famílias impedidas de vivenciar o luto, do esforço dispendido pelos profissionais da saúde e do desejo dos brasileiros quanto à superação da pandemia.

O secretário-executivo de Campanhas da CNBB informa que está marcada, para o dia 19 de abril, uma reunião com os parceiros (Cáritas Brasileira e Conferência dos Religiosos do Brasil) e todos os organismos vinculados à CNBB para traçar as estratégias de mobilização desta segunda fase da ação emergencial. Uma carta com as novas orientações será divulgada após a reunião com os parceiros.

Balanço da primeira fase
Durante a programação da 58ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil (AG CNBB), na celebração de abertura, dia 12 de abril, será lançada esta segunda fase. Na apresentação do relatório do presidente, a ser apresentado aos bispos no primeiro dia da Assembleia, será feito um balanço com os resultados da primeira fase.

A Cáritas Brasileira, organização que sistematiza e monitora os dados da campanha, no último balanço de 23 de março, aponta 823 ações registradas em 140 arquidioceses e dioceses brasileiras, com a marca de 5,868.961 mil toneladas de alimentos. Em recursos financeiros, a campanha atingiu R$ 4,523.832,00.

Em sua primeira fase, a campanha produziu e distribuiu para as populações mais vulneráveis cerca de 717 mil alimentos (quentinhas), arrecadou e distribuiu 727.832 mil unidades de roupas e calçados, 411.580 mil kits de higiene e 414.114 mil equipamentos de proteção individual. Mais de 1,1 milhão de pessoas foram beneficiadas. O mapa com os dados pode ser acessado aqui.

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A Igreja no Brasil abre suas portas para os novos migrantes https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-igreja-no-brasil-abre-suas-portas-para-os-novos-migrantes/ Fri, 09 Mar 2018 10:26:40 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51202 Restaurar a dignidade, inspirar a mudança: tema da Plenária da Comissão Internacional Católica para as Migrações (Icmc), cujos membros foram recebidos ontem em audiência pelo Papa Francisco.

O Brasil é membro dessa Comissão e está representado entre outros pela Ir. Rosita Milesi, que na tarde de ontem abordou o tema “A Igreja Católica no Brasil abre suas portas para os novos migrantes e refugiados”.

Em entrevista ao Vatican News, Ir. Rosita falou dos trabalhos da Comissão e do teor de seu pronunciamento:

“Estamos aqui na assembleia geral da Comissão Católica Internacional para as Migrações. Esta assembleia tem uma finalidade também eletiva do novo conselho diretor e evidentemente que o objetivo principal é refletir sobre as migrações. O Brasil além de estar aqui participando por ser membro da Comissão, terá também uma oportunidade de fazer um brevíssimo documentário sobre a ação da Igreja no Brasil na acolhida aos novos imigrantes. Fala-se sobre os novos fluxos, mas eu diria o seguinte, que precisamos acentuar os novos fluxos pensado nos últimos dez anos. Por exemplo, os imigrantes haitianos, que foram os grandes fluxos dos últimos tempos e também aos fluxos procedentes de outros países, como é o caso da Síria.”

Por Vatican News

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Dom Guilherme reforça o direito da mulher reivindicar sua dignidade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-guilherme-reforca-o-direito-da-mulher-reivindicar-sua-dignidade/ Thu, 08 Mar 2018 12:54:55 +0000 http://teste.toqueto.com/dom-guilherme-reforca-o-direito-da-mulher-reivindicar-sua-dignidade.html As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 08 de março dão conta de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil em Nova York, onde mais de 130 operárias morreram carbonizadas. O incidente marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas foi somente nos anos 60 que o movimento feminista ganhou corpo e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

O bispo nomeado de Lages (SC) e presidente da Comissão para a Ação Social Transformadora, dom Guilherme Werlang afirma que é preciso lembrar sempre a origem do Dia Internacional da Mulher. Para ele, desde o princípio, a mulher reivindicou dignidade e respeito no seu trabalho, que era praticamente um “trabalho escravo”, “opressor”. “Diante da reação das mulheres no passado é que se pode hoje homenagear a todas em um dia exclusivo”, disse.

No Brasil, as movimentações em prol dos diretos da mulher surgiram no início do século 20 e como nos demais países, as mulheres buscavam por melhores condições de trabalho e de vida. A luta em si ganhou força com o movimento das sufragistas, nos anos de 1920 a 1930. Foram elas que lutaram e conseguiram o direito ao voto, que se estende até os dias atuais. “Gostaria de prestar minha homenagem às mulheres por sua coragem de indignação, por sua organização e por sua luta para superar, para vencer toda forma de violência, de injustiça, de discriminação”, salienta dom Guilherme.

Violência contra a mulher

Após a conquista do direito ao voto no Brasil, a partir dos anos 80 as mulheres embarcaram numa nova luta: a luta contra a violência às mulheres. Neste contexto, dom Guilherme afirma que apesar de todos os avanços que foram dados no passado, as mulheres ainda passam por muitas situações “vexatórias” e “machistas” atualmente. “Ainda temos muito predomínio de uma ideia machista e, isso, parte as vezes de lideranças políticas, econômicas, religiosas e acho que tudo isso deveria ser superado. Devemos nos unir e juntos devemos vencer isso”, completa o bispo.

Outra questão que ainda precisa ser vencida, de acordo com o bispo é a discriminação entre o gênero humano (masculino e feminino). Para ele ainda hoje são dados direitos e liberdades para o sexo masculino que o feminino não contempla. “Se quisermos mesmo mudar a nossa sociedade deveríamos começar pela educação, especialmente a infantil, ainda se reproduz o mesmo sistema de desigualdade entre homens e mulheres, quer dizer, crianças meninos e meninas. Temos que mudar completamente a educação na primeira infância, seja nas famílias, nas creches para podermos de fato mudar a sociedade onde o homem e a mulher tenham de fato direitos e dignidades iguais”, defende.

Ações Concretas da Igreja – Frente à violência sofrida por mulheres diariamente, a Pastoral da Mulher Marginalizada, ligada ao Setor de Pastoral Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tem desenvolvido um trabalho de acompanhamento e promoção das mulheres que se encontram em situação de prostituição, de fragilização social e são vítimas de tráfico humano. “Ao longo dos 50 anos de existência, a Pastoral tem desenvolvido ações de enfrentamento ao abuso e exploração sexual de mulheres e tem se posicionando frente às injustiças estruturais que causam sofrimento a vida das mulheres”, afirma a coordenadora nacional da Pastoral, irmã Elizangela Matos dos Santos.

Não só no Dia Internacional da Mulher, mas em todas as ações durante o ano a coordenadora explica que a Pastoral desenvolve trabalhos e traça agenda de atividades com temas atrelados a suas ações. “A Pastoral atende diariamente mulheres com demandas que muitas das vezes não estão em nosso poder de decisão. Ainda existe outros agravantes a serem enfrentados no nosso dia a dia que é a questão das drogas, gravidez na adolescência, aliciamentos e tantos outros tipos de violência que são vivenciados no contexto social”, explica a irmã.

No ano em que a Igreja coloca como tema da Campanha da Fraternidade: “Fraternidade e Superação da Violência”, a Pastoral continua sua missão de atender, acompanhar, orientar e encaminhar mulheres em situação de risco prezando pelo desenvolvimento de suas autonomias. “Nesse Dia Internacional da Mulher ofereço a nossa homenagem e reforço o direito da mulher reivindicar de fato a sua dignidade e que juntos sejamos construtores da cultura da Paz”, finaliza dom Guilherme.

Por CNBB

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“14º Intereclesial: patrimônio bíblico, eclesial e teológico da Igreja no Brasil” https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/14o-intereclesial-patrimonio-biblico-eclesial-e-teologico-da-igreja-no-brasil/ Mon, 29 Jan 2018 13:06:59 +0000 http://teste.toqueto.com/14o-intereclesial-patrimonio-biblico-eclesial-e-teologico-da-igreja-no-brasil.html Na reflexão da palavra dirigida aos participantes da cerimônia de encerramento do 14º Intereclesial das CEBs o arcebispo de Londrina (PR), palco do evento, dom Geremias Steinmetz, de 52 anos, disse às mais de 5,5 mil pessoas que lotaram o ginásio Moringão: “Conseguimos trabalhar com tranquilidade porque vocês fizeram” e acrescentou: “Depois de termos trabalhado bastante, colocamos tudo nas mãos da Trindade”. O bispo ainda reforçou que “o anúncio do Reino de Deus é uma boa nova. A carteira de identidade de Jesus é o que ele faz e diz”.

Durante o evento, os 60 bispos presentes, leram a “Carta dos Bispos presentes no 14º Intereclesial de Comunidades Eclesiais de Base” (veja a íntegra abaixo). No documento, os pastores reafirmam que o tema do Intereclesial, na forma que foi tratado, expressa sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e com a mensagem do Papa Francisco dirigida a esse encontro, desejando “que as Comunidades Eclesiais de Base possam ser, na sociedade e Nação brasileira, um instrumento de evangelização e de promoção da pessoa humana”.

Os religiosos disseram sentir, forte em seus corações, o apelo de Deus para continuarmos acompanhando, avaliando e apoiando o desenvolvimento das CEBs, com o compromisso de sermos, em comunhão com Cristo, uma Igreja misericordiosa, profética e missionária, dedicada à formação, especialmente de cristãos leigos e leigas, como sujeitos na vida eclesial e social (cf. doc. 105 da CNBB).

No documento, eles suplicaram a Deus que no Ano Nacional do Laicato, em processo em toda a Igreja no Brasil, que estamos realizando, suplicamos a Deus que o protagonismo laical vivenciado no processo desse encontro, possa se manifestar ainda mais intenso em todas as situações desafiadoras de nosso país, especialmente do mundo urbano, nas quais as CEBs se fazem presentes e atuam, anunciando a ‘alegria do Evangelho’”.

Ao final da celebração, os londrinenses repassaram aos delegados de Rondonópolis, sede do próximo intereclesial, em 2022, a cruz de madeira, ícone do encontro – uma forma de dizer: “Deus os abençoe nesta jornada”. O arcebispo de Brasília, cardeal Sergio da Rocha, falou em entrevista à imprensa, por ocasião do encontro, disse que as “CEBs não é um movimento nem uma pastoral, mas é um modo desejado e gerado no Concílio Vaticano II”.

CARTA DOS BISPOS PRESENTES NO 14º INTERECLESIAL
DAS COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE

Nós, 60 bispos presentes no 14º Intereclesial das CEBs, em Londrina – PR, de 23 a 27 de janeiro de 2018, dirigimo-nos a nossos irmãos e irmãs de fé, para testemunhar a alegria que brota de nossos corações de pastores, por esse encontro que congregou 3.300 delegados e delegadas de Arquidioceses, Dioceses e Prelazias do Brasil, bem como convidados de outras igrejas,religiões e entidades, inclusive de outros países.

O tema desse Intereclesial, “CEBs e os desafios no Mundo Urbano”, e seu lema, “Eu vi ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-lo” (Ex 3,7), na forma que foram tratados, expressam sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e com a mensagem do Papa Francisco dirigida a esse encontro, desejando “que as Comunidades Eclesiais de Base possam ser, na sociedade e Nação brasileira, um instrumento de evangelização e de promoção da pessoa humana”.

Nesse encontro, conduzido com zelo pastoral pela Ampliada Nacional das CEBs e pela Arquidiocese de Londrina que, cordialmente, o acolheu, testemunhamos a espiritualidade e a vitalidade das CEBs, manifestadas nos momentos vibrantes de oração e celebração. Sentimos pulsar muito forte em nossos corações o apelo de Deus para continuarmos acompanhando, avaliando e apoiando o desenvolvimento das CEBs, com o compromisso de sermos, em comunhão com Cristo, uma Igreja misericordiosa, profética e missionária, dedicada à formação, especialmente de cristãos leigos e leigas, como sujeitos na vida eclesial e social (cf. doc. 105 da CNBB).

Louvamos e bendizemos a Deus pelos testemunhos de vida cristã partilhados no 14º Intereclesial, que sinalizam a força do seu Reino em meio à crise profunda da sociedade brasileira. No espírito do Ano Nacional do Laicato que estamos realizando, suplicamos a Deus que o protagonismo laical vivenciado no processo desse encontro, possa se manifestar ainda mais intenso em todas as situações desafiadoras de nosso país, especialmente do mundo urbano, nas quais as CEBs se fazem presentes e atuam, anunciando a “alegria do Evangelho”.

Encorajamos os participantes do Intereclesial, com o apoio, sobretudo de ministros ordenados e membros da vida religiosa, a difundirem amplamente as ações sinalizadas por esse encontro e a “grande esperança”, por ele revitalizada de tornar nossa sociedade mais solidária, justa e saudável, contando com a bênção de Deus e a proteção de nossa mãe, Maria.

Londrina, 27 de janeiro de 2018.

Em nome de todos os bispos presentes: 
Dom Severino Clasen, OFM
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato

Dom Guilherme Antônio Werlang, MSF
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora

Dom Geremias Steinmetz
Arcebispo da Arquidiocese de Londrina – PR

Por CNBB

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Ano do Laicato no Brasil é “modelo” à Igreja no mundo, diz Pe. Alexandre Awi https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/ano-do-laicato-no-brasil-e-modelo-a-igreja-no-mundo-diz-pe-alexandre-awi/ Wed, 24 Jan 2018 09:26:38 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50414 Valorizar o papel dos leigos e leigas, ajudar a criar uma maior consciência sobre o papel deles na Igreja e também fora dela, são pontos marcantes desse Ano do Laicato que a Igreja do Brasil vive neste ano.

Padre Alexandre Awi nomeado secretário para o novo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida no ano passado, esteve no Santuário Nacional de Aparecida no último domingo (21) e falou ao A12 sobre o que representa a iniciativa para esse organismo da Santa Sé.

Segundo o secretário, o ministério dos leigos e leigas do Brasil é visto com “grande respeito” no Vaticano e serve de modelo para a Igreja no mundo.

“A iniciativa do Ano do Laicato é algo praticamente único e que tem um peso importante para a reflexão pastoral da Igreja no Brasil e, com isso, também pode servir de modelo para outras igrejas, para outras conferências episcopais como um fator de motivação pra que também em outras partes da nossa Igreja Universal se possa dar esse protagonismo, essa importância, esse lugar que o leigo realmente tem na Igreja”, destacou.

Sob a inspiração do Ano do Laicato, o Santuário Nacional de Aparecida promove em maio o 12º Congresso Mariológico. Com o tema ‘O rosto Mariano da Igreja’, a iniciativa deve apresentar Maria como modelo para os leigos.

Padre Alexandre Awi será o moderador do congresso e manifestou também a sua alegria em participar como representante do Vaticano.

“Estou muito contente de poder participar também do Congresso Mariológico que vai ser um momento em que eu vou estar presente como representante do nosso Dicastério, como representante do cardeal Kevin Farrell, que é o nosso prefeito. Ele quis que eu viesse participar desse congresso para levar essa experiência da Igreja do Brasil para Roma e também para o nosso Dicastério”, frisou.

O Congresso Mariológico acontece de 16 a 19 de maio de 2018, promovido pela Academia Marial em parceria com a Faculdade Dehoniana de Taubaté. 

Por A12

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Campanha para a Evangelização: testemunho solidário entre a Igreja no Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/campanha-para-a-evangelizacao-testemunho-solidario-entre-a-igreja-no-brasil/ Thu, 14 Dec 2017 10:25:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50032 Inspirada no exemplo da Igreja da Alemanha, que realiza duas campanhas anuais, a Igreja no Brasil criou a Campanha para a Evangelização no tempo do advento, após ser aprovada pela 35ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em 1997. Na assembleia seguinte, a 36ª, a ideia saiu do papel e foi realizada pela primeira vez no advento de 1998.

Um de seus criadores, dom Luiz Demétrio Valentini, bispo-emérito de Jales (SP), à época presidente da Cáritas Basileira, lembra que na assembleia dos bispos de 1999, após ser avaliada, a nova campanha se consolidou. Ele ressalta que a campanha só teve sucesso porque foi bem motivada. Desde então, vários temas foram aprofundados, buscando reforçar traços da solidariedade de Jesus Cristo, como o de 2008, “Acolhamos o príncipe da Paz” e “Ele veio curar nossos males”, em 2011.

Segundo o bispo que integra a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora, havia a necessidade evidente de manter as atividades pastorais das dioceses e da CNBB com seus regionais, valorizando melhor o tempo do advento. Avaliou-se, à época, observa o religioso, que os recursos arrecadados com a coleta da Campanha da Fraternidade deveriam ser usados apenas para destinação social, apoiando iniciativas ligadas aos temas das campanhas de cada ano. “Com a nova campanha se esperava conseguir mais recursos para manutenção das estruturas pastorais e se preservaria os recursos das Campanhas da Fraternidade para a sua destinação verdadeira”, disse dom Demétrio.

A criação da Campanha para a Evangelização partiu da necessidade de dar maior testemunho de solidariedade social na Igreja no Brasil e caminhar para uma progressiva sustentação econômica da CNBB e das dioceses, diminuindo progressivamente sua dependência de apoios externos, conta o bispo. “Havia também uma clara motivação de ordem missionária, com o desafio de assumir a evangelização da Amazônia e também das periferias das grandes cidades”, disse.

Outra motivação, conforme dom Demétrio, era de ordem solidária. “Buscávamos criar uma ajuda mútua entre as dioceses, partilhando melhor os recursos disponíveis”, disse. O bispo avalia que é necessário haver maior motivação para a realização desta campanha em toda a Igreja no Brasil.

Campanha para Evangelização 2017 – Em sintonia com o Ano do Laicato, a Campanha para a Evangelização deste ano que tem como tema “Cristãos leigos e leigas comprometidos com a Evangelização” e o lema “Sal da Terra e Luz do Mundo” (Mt 5, 13-14).

O Objetivo da campanha é despertar os discípulos e as discípulas missionários para o compromisso evangelizador e para a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais no Brasil. A iniciativa considera a ajuda para dioceses de regiões mais desassistidas e necessitadas.

A abertura da CE é realizada na Festa de Cristo Rei, este ano 26 de novembro, mesmo dia que a Igreja no Brasil fará a abertura do ano que será dedicado aos cristãos leigos e leigas. A campanha tem duração de três semanas e a conclusão acontece no terceiro domingo do Advento, dia 17 de dezembro, quando deve ser realizada, em todas as comunidades católicas, a Coleta para a ação evangelizadora no Brasil.

Por CNBB

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Bispo fala da realidade dos trabalhadores no Brasil para campanha da Adveniat https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bispo-fala-da-realidade-dos-trabalhadores-no-brasil-para-campanha-da-adveniat/ Mon, 11 Dec 2017 09:26:21 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49958 O bispo da diocese de Jales (SP) e referencial da Pastoral Operária Nacional, dom Reginaldo Andrietta, foi à Alemanha participar da Campanha de Advento da Adveniat, agência de cooperação internacional do episcopado Alemão, que apoia vários projetos pastorais aqui no Brasil. A campanha que também tem como objetivo mobilizar doações para Adveniat para cooperar com projetos pastorais de outros países, dentre eles o Brasil, tem foco no mundo do trabalho. Para isso, dom Reginaldo, juntamente com dom Theising Adveniat viaja nessas duas semanas pelo campo de Oldenburg e Hamburgo, na Alemanha.

Dom Reginaldo falou da realidade dos/as trabalhadores/as do Brasil, após o golpe, e dos projetos de Teto dos Gastos, reformas trabalhistas e previdenciárias, o que vem caracterizando como “recaída na barbárie”. Ele já fez entender na Alemanha que “o governo brasileiro só atua a partir dos interesse das empresas e corporações estrangeiras que exploram o país.

Ao representar também a Igreja no Brasil no que se refere ao “mundo do trabalho” o bispo ressaltou que “a Igreja no Brasil está empenhada em combater os problemas sociais. Precisamos promover uma sociedade civil independente”. Reginaldo já exalta seu compromisso entre os alemães, expresso na nota da imprensa sobre uma palestra que fez para o conselho da Adveniat: ele mostrou que é muito comprometido em uma palestra para a comunidade de serviços do conselho oficial Episcopal Münster no St. Antoniushaus em Vechta.

Esse trabalho vem sendo preparado desde o Brasil desde março 2017, quando jornalistas representantes da Adveniat fizeram acompanhamento de algumas ações que dom Reginaldo acompanha no Brasil, na Pastoral Operária, JOC e MTC. Para isso, fizeram-se registros audiovisuais e entrevistas dessas três organizações na região de São Paulo.

As informações foram retiradas da nota da imprensa da Adveniat, que pode ser conferida no link:goo.gl/dCntUn

Por CNBB

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Presidente da CNBB saúda abertura do Ano do Laicato na Festa do Cristo Rei https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/presidente-da-cnbb-sauda-abertura-do-ano-do-laicato-na-festa-do-cristo-rei/ Fri, 24 Nov 2017 13:38:44 +0000 http://teste.toqueto.com/presidente-da-cnbb-sauda-abertura-do-ano-do-laicato-na-festa-do-cristo-rei.html No último domingo do ano litúrgico, dia 26/11, data em que se comemora a Festa de Cristo Rei, a Igreja no Brasil dá abertura em todo território nacional ao Ano Nacional do Laicato, que se estende até 25 de novembro do próximo ano.

O arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, saúda a realização deste ano como uma oportunidade de valorizar ainda mais a presença e a missão dos cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade. “Nós temos a alegria de começar no Brasil o Ano do Laicato, aprovado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, contando de modo especial com a Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato”, disse.

De acordo com o cardeal, toda Igreja no Brasil é convidada a vivenciar intensamente o Ano do Laicato por meio de orações, celebrações e reflexões mas sobretudo incentivando e apoiando uma participação sempre maior dos cristãos leigos e leigas na vida da Igreja e da sociedade para que sejam de fato sal da terra e luz do mundo numa Igreja em saída.

Mística e tema – O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema: “Sal da Terra e Luz do Mundo”, Mt 5,13-14.

Segundo o bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen, presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, a mística do apaixonamento e seguimento a Jesus Cristo é a tônica a ser trabalhada em todas as comunidades e dioceses do país o que leva o cristão leigo a tornar-se, de fato, um missionário na família e no trabalho e onde estiver vivendo.

A festa de Cristo Rei foi criada pelo papa Pio XI em 1925. O pontífice instituiu que fosse celebrada no último domingo de outubro. Na reforma litúrgica passou ao último domingo do ano litúrgico como ponto de chegada de todo o mistério celebrado, para dar a entender que Ele é o fim para o qual se dirigem todas as coisas.

“Que Deus abençoe a todos que já estão se empenhados na realização deste Ano do Laicato. Que ele possa produzir muitos frutos pela participação de tanta gente e, acima de tudo, pela graça de Deus”, rogou dom Sergio.

Por CNBB
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Dia das Crianças: a fé dos pequenos e pequenas, presente e futuro da Igreja https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dia-das-criancas-a-fe-dos-pequenos-e-pequenas-presente-e-futuro-da-igreja/ Wed, 11 Oct 2017 15:27:29 +0000 http://teste.toqueto.com/dia-das-criancas-a-fe-dos-pequenos-e-pequenas-presente-e-futuro-da-igreja.html A Igreja no Brasil celebra neste 12 de outubro a festa de Nossa Senhora Aparecida que este ano, em especial, comemora os 300 anos do encontro da imagem no Rio Paraíba do Sul (SP). Além disso, a data marca o Dia das Crianças. Pequenos e Pequenas que são o futuro, mas também são o presente da Igreja.

Elas animam, embelezam, dão vigor e são parte viva do Corpo de Cristo. É o cuidado, a acolhida e a formação que a Igreja proporciona que vai marcar o tipo de pessoa e cristãos que essas crianças serão amanhã. Por isso, é muito importante que a Igreja cuide dos pequenos sendo as Mãos de Deus na orientação e no crescimento delas em estatura, sabedoria e graça Divina.

A iniciação das crianças na Igreja se dá pelo Batismo. Mas, é na catequese que elas são inseridas na vivência da fé e dão início a uma jornada cristã. O Papa João Paulo II dizia que as crianças são os pequenos-grandes missionários. A missão que Jesus confiou aos cristãos é a de “ir e fazer discípulos entre todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-lhes a observar tudo o que vos tenho ordenado. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28, 19-20).

A Igreja proporciona diversas atividades, espaços iniciativas que visam a evangelização dos pequeninos como a formação da catequese e a organização de grupos como a Infância e Adolescência Missionária (IAM) que tem como finalidade suscitar o espírito missionário universal nas crianças, desenvolvendo lhes o protagonismo na solidariedade e na evangelização e, por meio delas, em todo o Povo de Deus: “Crianças ajudam e evangelizam crianças”. São crianças em favor de outras crianças.

De acordo com a secretaria nacional da Infância e Adolescência Missionária, irmã Patrícia Souza, na obra da IAM, a criança e o adolescente assumem seu protagonismo, com a sua linguagem, característica e experiência.

“Na missão, a criança e o adolescente são capazes de evangelizar outra criança e outro adolescente, dando testemunho, fazendo sacrifício daquilo que ela tem, para ajudar aos menos favorecidos. Com isso, tornam-se seus amigos por meio da oração, do sacrifício e da própria solidariedade. Estas crianças e adolescentes evangelizadoras, são sinais para outras, em meio à globalização mundial”, destaca.

A Infância e Adolescência Missionária forma grupos de crianças e pré-adolescentes com uma média de 12 participantes entre os que desejam pertencer à IAM. A estrutura principal da obra são os grupos, cujos membros tornam-se fermento missionário na família, na escola, na comunidade eclesial e no ambiente em que vivem.

Tomando como exemplo a vida de Jesus e de seus discípulos, a Infância e Adolescência Missionária têm em Maria, a mãe de Jesus, uma fiel testemunha da autêntica ação evangelizadora. Inspira-se também em São Francisco Xavier e Santa Teresinha do Menino Jesus, Padroeiros das Missões. Ambos viveram ardentemente o carisma missionário universal, doando suas vidas pelo anúncio do Evangelho.

A psicóloga e missionária da Canção Nova, Aline Rodrigues, escreveu no artigo “Saiba a importância das crianças estarem na Igreja”, publicano no site da comunidade, que “crianças inseridas em um ambiente cristão tendem a desenvolver comportamentos mais humanizados, como compaixão, companheirismo, solidariedade, disciplina, respeito, amor fraternal, reconhecimento dos limites, clareza do certo e errado e inúmeras outras características, pois acreditam no ser humano”.

Segundo a piscóloga, os pequenos não criticam o ser humano e são capazes de amar mesmo quando são decepcionadas, o que faz toda diferença para a vida adulta.

Por CNBB

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Conselhos Missionários Regionais fortalecem sentido missionário da Igreja https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/conselhos-missionarios-regionais-fortalecem-sentido-missionario-da-igreja/ Fri, 06 Oct 2017 13:33:34 +0000 http://teste.toqueto.com/conselhos-missionarios-regionais-fortalecem-sentido-missionario-da-igreja.html No Mês das Missões é importante destacar o trabalho dos Conselhos Missionários Regionais (Comires), valioso serviço prestado à Igreja no Brasil. Todo esse trabalho só é possível com a ajuda de voluntários que realizam o serviço missionário seja em regiões brasileiras ou atuando em outros países como na África e no Haiti.

Para articular e realizar as tarefas de animação, formação, informação, organização e cooperação missionária em todos os níveis da Igreja, cada regional da CNBB possui um Conselho Missionário Regional (Comire). É através deles que as diversas ações são realizadas.

Para os missionários que chegam do exterior é oferecido, em Brasília, duas vezes ao ano, um curso de iniciação à missão no Brasil oferecido pelo Centro de Formação Intercultural (Cenfi) com organização do Centro Cultural Missionário (CCM).

Os missionários, enviados por congregações ou dioceses, aprenderem ao longo dos três meses de curso quatro propostas integradas. São elas: ensino sistemático da língua portuguesa; estágio nas casas de família; introdução à sociedade e à Igreja no Brasil; e uma adaptação à vida no Brasil através de relações fraternas.

E essa formação se reflete no trabalho missionário dos regionais da CNBB. É nos Comires que os missionários vão atuar em diversas frentes. Com a participação de jovens, adolescentes, assessores da Infância e Adolescência Missionária e membros das Famílias Missionárias, de Goiás e Distrito Federal, o Comire do Regional Centro Oeste realizou, em Caldas Novas (GO), no mês de julho, o Encontro de Animação Missionária (EAM), que teve como tema: “Vem! Calça as sandálias e assume a missão”.

Em agosto, missionários paranaenses da Missão Católica Beato Paulo VI participaram do “Curso de Integração Missionária”, em Quebo, Guiné-Bissau.  Esse curso foi promovido pelas duas dioceses que existem na Guiné-Bissau: Bafatá e Bissau e oferece formação aos novos missionários, proporciona-lhe integração entre eles e ensinar a língua crioula, falada pela maioria do povo guineense.

E não para por aí. Além dos Comires, também existe o Conselho Missionário de Seminaristas (Comise), iniciativa animada pela Pontifícia União Missionária para colaborar na formação e animação missionária nos seminários e casas de formação religiosa.

No início de outubro, os seminaristas do Regional Norte 3 da CNBB (Tocantins) realizaram a primeira reunião de articulação e implantação do Comise no regional que será apresentado oficialmente aos seminaristas em celebração festiva no dia 23 de outubro.

“Animados e impulsionados por esse acontecimento, demos mais um passo importante em nossa formação. Queremos com a força de Deus, caminhar à configuração plena com seu Filho Jesus Cristo, sumo e eterno sacerdote. Que neste mês sejamos impulsionados pela missão”, afirma o seminarista Antunes Gomes.

Por CNBB

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