humildade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png humildade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Dom Adair: Trilhar o caminho da Fé e da Humildade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-diocesana/trilhar-o-caminho-da-fe-e-da-humildade-confira-homilia-de-dom-adair-na-romaria-de-muquem-2017/ Fri, 11 Aug 2017 18:10:00 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47822 Dom Adair

Dom Adair José Guimarães, Bispo da Diocese de Rubiataba – Mozarlândia (GO), celebrou a Santa Missa das 19h, neste sexto dia de Romaria de Nossa Senhora da Abadia. Concelebraram também Pe. Edilson, Pe. Carlos Magno, Pe. Joacir e Pe. Francinaldo.

Durante a homilia, Dom Adair exortou os fiéis romeiros a trilharem um caminho de santidade através da humildade, combatendo o apego e a murmuração, que são condições de um coração orgulhoso. Convidou, ainda, cada romeiro de Nossa Senhora a se desapegar das coisas mundanas e deixar seu coração apegado apenas a Jesus e Maria, Nossa Mãe.

Dom Adair trouxe, em sua reflexão, o Caminho da humildade como libertação do egoísmo, convidando cada romeiro a olhar para o Coração de Jesus, a voltar o olhar para o alto, para Cristo, e assim trilhar um caminho de santidade.

Também exortou os fiéis a lutarem contra os vícios e combaterem a pornografia, vício tão cruel e que devasta as famílias. Para isso, o romeiro deve buscar o auxílio de Nossa Senhora o sacramento da reconciliação e a virtude da pureza, caminhando com a Igreja, que é para cada um de nós caminho de salvação.

 O bispo concluiu sua reflexão convidando cada um de nós a suplicar, por intercessão de Nossa Senhora, o dom da fé, que nos ajuda a assumir com radicalidade nossa própria fé, e a trilhar aprendendo de Maria o caminho da humildade ela que é mãe da humildade, pois gerou a Cristo.

Pascom Diocesana

 

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Cardeal Parolin: Fátima, mensagem contracorrente do amor e da humildade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-parolin-fatima-mensagem-contracorrente-do-amor-e-da-humildade/ Fri, 12 May 2017 07:55:13 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46217 A mensagem de Fátima é a mensagem central do cristianismo, é o anúncio que Jesus ressuscitou e é o Senhor da história: é o que afirma o secretário de Estado vaticano, Cardeal Pietro Parolin, na vigília da peregrinação do Papa Francisco ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima por ocasião do centenário das Aparições da Virgem Maria aos três pastorinhos na Cova da Iria. Entrevistado pela Rádio Vaticano, eis o que disse o purpurado:

Cardeal Pietro Parolin:- “Creio que o Santo Padre com esta viagem queira expressar e evidenciar, além naturalmente de seu amor e sua devoção a Nossa Senhora da qual temos tantas provas e tantos sinais – o fato, por exemplo, de sempre ir à Basílica de Santa Maria Maior rezar diante da Salus Populi Romani antes e após cada viagem que faz –, sobretudo o respeito e a atenção que ele dá à experiência mariana do povo de Deus. Uma experiência mariana que soube reconhecer nos eventos de Fátima (1917) um traço específico da Virgem do Magnificat. Ressaltaria isso. A Virgem do Magnificat, a Senhora do Terço, que não apareceu aos ricos, não apareceu aos poderosos, não apareceu às pessoas influentes, mas apareceu a crianças, poderíamos num certo sentido considerá-las os últimos da sociedade, para usar a terminologia do Papa, quase os “descartados” da sociedade: quis privilegiar propriamente estas pessoas, essa categoria de pessoas. Porque a Virgem do Magnificat deu aos pastorinhos de Fátima uma mensagem contracorrente. Encontrávamos em tempo de guerra, por conseguinte, o discurso era de ódio, de vingança, de hostilidade, de confronto, ‘o massacre inútil’ – assim chamado pelo Papa Bento XV. Nossa Senhora, ao invés, fala de amor, fala de perdão, fala de capacidade de sacrificar a si mesmos e de fazer de si um dom aos outros. Portanto, uma inversão total dos valores ou dos desvalores que naquele momento estavam prevalecendo na sociedade. Parece-me que estas são duas indicações de grande atualidade também para Portugal e de certo modo para o mundo inteiro: esta capacidade de partir dos últimos, de valorizar os últimos e essa capacidade de viver valores autênticos que podem ser subjacentes a uma convivência pacífica e solidária dentro dos países e entre as nações.”

RV: Passaram-se cem anos das aparições da Virgem aos pastorinhos. O que Fátima tem ainda a dizer ao mundo e à Igreja? A mensagem profética de Fátima continua viva e atual?

Cardeal Pietro Parolin:- “Creio que a mensagem de Fátima seja a mensagem central do cristianismo, aquilo que estamos vivendo sobretudo neste período pascal, ou seja, o anúncio que Jesus ressuscitou, que Jesus é vivo, que Jesus é o Senhor da história. Tanto se especulou e talvez se continue ainda a especular sobre os segredos de Fátima, mas são num certo sentido especulações inúteis, porque aquilo que Fátima queria dizer-nos o fez de forma pública e abertamente. E propriamente essa é a mensagem central da fé, da nossa fé cristã, da nossa fé católica. E portanto daí nasce também uma diferente visão da vida: a vida que se torna uma peregrinação rumo ao Senhor Jesus; torna-se uma peregrinação sustentados pela força do Evangelho e continuamente renovados pela força do Evangelho. Então, a missão profética de Fátima é a de evocar novamente à Igreja aquilo que ela é, aquilo que ela deve continuar sendo e a anunciar no mundo de hoje, isto é, uma comunidade que proclama novos céus nova terra e que os espera e quase os antecipa – como diria o Concílio – propriamente imergindo-se nas dobras da história, sobretudo nas chagas mais obscuras e mais dolorosas com a força do amor para mudar essa história. Essa é a mensagem profética de Fátima e a mensagem profética da Igreja que, num certo sentido, coincidem.”

RV: O anúncio de que o Papa canonizará Francisco e Jacinta no sábado, 13 de maio, foi motivo de grande alegria. Quanto essas figuram são ainda atuais?

Cardeal Pietro Parolin:- “Devemos distinguir de certo modo entre aquilo que são os meios e aquilo que são os fins. Evidentemente, Francisco e Jacinta pertencem a um certo tempo, a uma certa época da história, com o seu modo de expressar-se, com sua linguagem, com os instrumentos que então se utilizavam. Os fins são propriamente a capacidade destas duas crianças, em sua simplicidade, de ir ao coração do Evangelho. E essa é a mensagem que essas duas crianças nos trazem: a capacidade de ir ao coração do Evangelho mediante o Coração imaculado de Maria, porque Fátima ressalta também esta dimensão do Coração imaculado de Maria, um coração – como dizia anteriormente – que soube acolher – imaculado por graça, naturalmente –, que soube responder acolhendo plenamente o amor e a misericórdia de Deus, que soube viver inspirando-se na liberdade do Crucificado. Essas crianças fizeram propriamente essa mensagem, essa realidade; agora as propõem a nós com a autoridade de sua santidade que a Igreja reconhece diante do mundo.”

Por Rádio Vaticano

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Evangelho se anuncia com humildade, não com o poder https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/evangelho-se-anuncia-com-humildade-nao-com-o-poder/ Tue, 25 Apr 2017 15:26:37 +0000 http://teste.toqueto.com/evangelho-se-anuncia-com-humildade-nao-com-o-poder.html No dia que a Igreja recorda São Marcos evangelista, Francisco dedicou a Missa celebrada na manhã de terça-feira (25/04) na capela da Casa Santa Marta ao Patriarca dos coptas Tawadros II e aos fiéis coptas, os quais encontrará daqui poucos dias em sua viagem apostólica ao Egito.

“Hoje – disse o Papa no início da celebração – é São Marcos evangelista, fundador da Igreja de Alexandria. Ofereço esta missa pelo meu irmão Papa Tawadros II, Patriarca de Alexandria dos Coptas, pedindo a graça que o Senhor abençoe as nossas duas Igrejas com a abundância do Espírito Santo.”

Em sua homilia, o Pontífice comentou o Evangelho do dia, em que Jesus convida os discípulos a saírem para anunciar. Um pregador, disse, deve estar sempre a caminho.

No dia que a Igreja recorda São Marcos evangelista, Francisco em sua homilia comentou o Evangelho em que Jesus convida os discípulos a saírem para anunciar. Um pregador, disse, deve estar sempre a caminho.

Sair para anunciar

Para Francisco, é preciso “ir onde Jesus não é conhecido e onde Jesus é perseguido ou desfigurado, para proclamar o verdadeiro Evangelho”:

“Sair para anunciar. E nesta saída está a vida, se joga a vida do pregador. Ele não está protegido, não há seguro de vida para o pregador. E se um pregador busca um seguro de vida, não é um verdadeiro pregador do Evangelho: não sai, permanece protegido. Primeiro: ir, sair. O Evangelho, o anúncio de Jesus Cristo, se faz em saída, sempre; em caminho, sempre. Seja em caminho físico, seja em caminho espiritual do sofrimento: pensemos no anúncio do Evangelho que tantos doentes fazem – tantos doentes! – que oferecem a dor pela Igreja, pelos cristãos. Mas sempre saem de si mesmos”.

Mas como é “o estilo deste anúncio?”, se questiona o Papa. “São Pedro, que foi propriamente o mestre de Marcos – responde – é muito claro na descrição deste estilo”: “O Evangelho deve ser anunciado em humildade, porque o Filho de Deus se humilhou, se aniquilou. O estilo de Deus é este” e “não existe outro”. “O anúncio do Evangelho não é um carnaval, uma festa”. Este “não é o anúncio do Evangelho”.

Vencer a tentação da mundanidade

“O Evangelho não pode ser anunciado com o poder humano, não pode ser anunciado com o espírito de escalada, de subir”, “este não é o Evangelho”. Portanto, todos somos chamados a revestir-se de “humildade uns pelos outros”, porque “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”:

“E por que esta humildade é necessária? Justamente porque nós levamos avante um anúncio de humilhação, de glória, mas através da humilhação. E o anúncio do Evangelho sofre a tentação: a tentação do poder, a tentação da soberba, a tentação da mundanidade, de tantas mundanidades que existem e nos levam a pregar ou a recitar; porque não é pregação um Evangelho aguado, sem força, um Evangelho sem Cristo crucificado e ressuscitado. E por isso Pedro diz: ‘Cuidado…o inimigo de vocês, o diabo, assim como um leão faminto circula buscando alguém para devorar. Resistam, firmes na fé, sabendo que os mesmos sofrimentos são impostos aos seus irmãos espalhados pelo mundo’. O verdadeiro o anúncio do Evangelho sofre a tentação”.

Francisco acrescentou que se um cristão afirma que anuncia o Evangelho, “mas nunca sofre tentação”, significa então que o “diabo não se preocupa” porque “estamos pregando algo que não serve”.

A graça de sair

“Por isso, na pregação verdadeira, há sempre algo de tentação e também de perseguição”. O Papa destacou que, quando estamos no sofrimento, será “o Senhor a nos resgatar, a dar força, porque é isto que Jesus prometeu quando enviou os Apóstolos”:

“Será o Senhor a nos confortar, a nos dar força para ir avante, porque Ele age conosco se formos fiéis ao anúncio do Evangelho, se sairmos de nós mesmos para pregar Cristo crucificado, escândalo e loucura, e se nós fizermos isso com um estilo de humildade, de verdadeira humildade. Que o Senhor nos dê esta graça, como batizados, todos, de empreender o caminho da evangelização com humildade, com confiança Nele, anunciando o verdadeiro Evangelho: ‘O Verbo se fez carne’. O Verbo de Deus se fez carne. E esta é uma loucura, é um escândalo; mas fazê-lo na consciência de que o Senhor está do nosso lado, age conosco e confirma o nosso trabalho”. 

A missa foi concelebrada pelos cardeais conselheiros que compõem o C9 – o grupo de trabalho instituído pelo Papa Francisco para a reforma da Cúria Romana.

Por Rádio Vaticano

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Santo Inácio de Loyola: os 3 tipos de humildade https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/santo-inacio-de-loyola-os-3-tipos-de-humildade/ Fri, 07 Apr 2017 10:27:58 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45360 O primeiro tipo de humildade é necessário à salvação eterna.

E consiste em me rebaixar e me humilhar tanto quanto me for possível, para obedecer em tudo à Lei de Deus, Nosso Senhor, de tal modo que, mesmo que me tornassem senhor de todas as coisas criadas neste mundo ou mesmo que estivesse em risco a minha própria vida temporal, nunca pensaria em transgredir um mandamento, fosse ele divino ou humano.

O segundo tipo de humildade é uma humildade mais perfeita que a primeira.

E consiste nisto: encontro-me num ponto em que não desejo nem sou propenso a possuir a riqueza mais do que a pobreza, a querer a honra mais do que a desonra, a desejar uma vida longa mais do que uma vida curta, quando as alternativas não afetam o serviço de Deus, Nosso Senhor, nem a salvação da minha alma.

O terceiro tipo de humildade é a humildade mais perfeita:

É quando, incluindo a primeira e a segunda, sendo iguais o louvor e a glória da Sua divina majestade, para imitar a Cristo, Nosso Senhor, e me assemelhar a Ele mais eficazmente, desejo e escolho a pobreza com Cristo pobre em vez da riqueza, o opróbrio com Cristo coberto de opróbrios em lugar de honrarias; e desejo mais ser tido por insensato e louco por Cristo, que, antes de todos, foi tido como tal, do que “sábio e prudente” neste mundo (Mt 11, 25).

Por Aleteia Brasil

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