harmonia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:39 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png harmonia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 "A paz é um dom de Deus", afirma dom Sergio sobre o Dia de Jejum e Paz https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-paz-e-um-dom-de-deus-afirma-dom-sergio-sobre-o-dia-de-jejum-e-paz/ Mon, 26 Feb 2018 09:06:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50971 Em celebração ao Dia de Jejum e Oração pela Paz, o Arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sergio da Rocha, celebrou uma missa na sexta-feira, 23, acompanhado por centenas de fiéis na Catedral Metropolitana de Brasília. Na homilia, dom Sergio falou sobre o sentido da paz, que vem de Deus.

“Hoje somos convidados a rezar pela paz. Pedir a Deus o dom da paz significa reconhecer que a paz é, acima de tudo, um dom de Deus. Nós, por contra própria, com nossas forças não somos capazes de conseguir a paz. Conseguimos porque recebemos de Deus”, disse o arcebispo.

O evento teve início às 8h com a oração das Laudes e a exposição do Santíssimo Sacramento. Durante toda a manhã os fiéis puderam adorar Jesus Sacramentado e vivenciar momentos de interiorização espiritual, realizar meditações sobre a paz e a quaresma, além de momentos de oração.

Dom Sergio pedi que os fiéis cultivem a paz em seu cotidiano e partilhem esta qualidade com o próximo. “Devemos partilhar esse dom. Não deve ser menosprezado para que a paz aconteça em diversos ambientes em que vivemos. Nós recebemos de Deus um dom que não pode ser simplesmente guardado pra si, mas deve ser compartilhado e cultivado para que ele se multiplique e produza frutos”, afirmou.

O cardeal ainda reforçou o quão significante é o jejum durante a Quaresma que, a seu ver, “renuncia a agressividade, a violência, ao desamor, a vingança e ao ódio”. “Esse é o jejum que mais agrada a Deus. Somos chamados a viver da graça de Deus do amor de Deus e pra isso é preciso jejuar de qualquer manifestação violenta. Jamais reproduzir em nossa vida a violência que nós condenamos na sociedade”, finalizou.

Convocação papal

O dia de Oração e Jejum pela Paz foi convocado pelo papa Francisco na oração do Ângelus do dia 4 de fevereiro. A motivação para o convite é a “trágica continuação de situações de conflito em diversas partes do mundo”.

Na ocasião, o Pontífice exortou que “as vitórias obtidas com a violência são falsas vitórias” e lembrou dos conflitos no Sudão do Sul e na República Democrática do Congo.

Por Canção Nova, com Arquidiocese de Brasília

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Coragem e harmonia: as mulheres segundo Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/coragem-e-harmonia-as-mulheres-segundo-francisco/ Wed, 08 Mar 2017 12:36:32 +0000 http://teste.toqueto.com/coragem-e-harmonia-as-mulheres-segundo-francisco.html Esta é a opinião do Papa Francisco: as mulheres são mais corajosas que os homens. Nestes quatro anos de pontificado, o Pontífice não perdeu a oportunidade de falar o que pensa das mulheres, dentro e fora da Igreja.

Em catequeses ou homilias, Francisco faz uma verdadeira ode à figura feminina.

Como por exemplo na homilia de 9 de fevereiro passado, em que o Papa afirmou que para entender uma mulher antes é necessário “sonhá-la”. É a mulher, reconheceu, “que nos ensina a acariciar, a amar com ternura e que faz do mundo uma coisa bela”. Sem a mulher não há harmonia no mundo. E se “explorar as pessoas é um crime de lesa humanidade, explorar uma mulher é mais do que um delito e de um crime: significa destruir a harmonia que Deus quis proporcionar ao mundo”.

Desafios

Mas Francisco está consciente dos desafios que as mulheres devem enfrentar, inclusive dentro da própria Igreja. O Papa confessou que sofre com vê as mulheres desempenhando um papel de servidão em ambientes eclesiais (discurso aos participantes do Seminário sobre a Carta Apostólica de João Paulo II “Mulieris dignitatem” em 12 de outubro de 2013).

E reconheceu (no diálogo que manteve com as participantes na plenária da União Internacional das Superioras-Gerais – UISG, em maio de 2016): “É verdade que as mulheres são excluídas dos processos decisórios na Igreja: não excluídas, mas é muito frágil a inserção das mulheres ali, nos processos decisórios”. Qual é a presença da mulher na Igreja? De que modo pode ser valorizada? “O papel da mulher na Igreja não é feminismo, é um direito!”

Mudanças

Aos poucos, algo vem mudando no Vaticano…. Francisco instituiu uma Comissão de Estudo para o diaconato feminino, nomeou uma reitora para uma Universidade Pontifícia, o Pontifício Conselho para a Cultura criou uma Comissão, as funcionárias do Vaticano se organizaram numa Associação… são pequenos passos numa longa caminhada, considerando por exemplo que de cada 100 religiosos, 83 são mulheres. Como diz o próprio Papa, a “Igreja é mulher”. 

“Este é o grande dom de Deus: nos deu a mulher. No Evangelho, ouvimos do que é capaz uma mulher. Mas é algo mais: a mulher é a harmonia, é a poesia, é a beleza. Sem ela o mundo não seria belo, não seria harmônico. Gosto de pensar, mas isso é algo pessoal, que Deus criou a mulher para que todos nós tivéssemos uma mãe.”

Por Rádio Vaticano

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Santa Sé sobre diálogo inter-religioso: não tolerância, mas irmandade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/santa-se-sobre-dialogo-inter-religioso-nao-tolerancia-mas-irmandade/ Mon, 13 Feb 2017 10:24:26 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44345 O papel do diálogo é estratégico em todos os níveis: no nível diplomático, entre credos religiosos e no plano intercultural. Em particular, o diálogo entre tradições religiosas pode contribuir notavelmente a plasmar a consciência humana.

Foi o que afirmou o observador permanente da Santa Sé no escritório da ONU e em outras organizações internacionais em Genebra, na Suíça, Dom Ivan Jurkovic, em pronunciamento esta sexta-feira (10/02) no encontro centralizado no tema “2º Diálogo sobre a Fé, construção da paz e desenvolvimento”, promovido pelas Nações Unidas e pela Organização da Cooperação Islâmica.

Amizade fraterna e harmonia sejam pontes entre religiões

No início de seu discurso, o arcebispo esloveno recordou o encontro inter-religioso realizado em 2 de outubro passado na mesquita “Heydar Aliyev” em Baku, no Azerbaijão, com o xeque dos muçulmanos do Cáucaso e com representantes das outras comunidades religiosas do país.

“É um grande sinal encontrar-nos em amizade fraterna neste lugar de oração, um sinal que manifesta aquela harmonia que as religiões juntas podem construir, a partir das relações pessoais e da boa vontade dos responsáveis”, afirmara o Papa Francisco naquela ocasião.

Não tolerância, mas irmandade

Efetivamente, nosso terreno comum não é a simples tolerância, porque esta tem um significado negativo, disse o representante vaticano.

As relações entre credos religiosos deveriam ser baseadas no conceito mais dinâmico da irmandade. Seremos responsáveis não somente pelas ações que empreenderemos, mas também por aquelas que não tomaremos. A harmonia não deve limitar-se a uma mera convivência pacífica. Seu verdadeiro sentido é o enriquecimento recíproco, explicou Dom Jurkovic.

A paz é uma conquista dinâmica

Também a paz deve ser vista com uma conotação positiva e dinâmica: a paz não significa simplesmente reconhecer o status quo, mas é uma contínua e construtiva melhora da nossa situação como família humana.

Ademais, uma paz baseada no medo e na dissuasão não pode ser considerada uma paz verdadeira. Referindo-se ao discurso que o secretário das Relações com os Estados, Dom Paul Richard Gallagher, fez em 30 de janeiro passado em Hiroshima às autoridades civis e religiosas, o prelado recordou a ameaça das armas nucleares. Não podemos aceitar que estas armas mantenham a estabilidade mundial mediante, porém, o equilíbrio do terror, ressaltou.

Na origem dos conflitos, uma visão limitada da pessoa humana

O diálogo inter-religioso e o empenho de comum acordo são cruciais para gerir eficazmente vários problemas globais, entre os quais os que estão relacionados aos direitos humanos, às migrações, às mudanças climáticas e à proteção do ambiente.

Além disso, não se deve ceder à tentação de ler as situações de tensão mediante a visão do confronto de civilização. Essa interpretação tem um impacto negativo nas religiões. Mas na origem de todas essas situações dramáticas encontra-se uma visão limitada da pessoa humana que abre o caminho para a difusão de injustiça e desigualdade, determinando desse modo situações de conflito, ponderou o representante da Santa Sé.

Paz e justiça nascem nos corações e nas mentes

A busca da paz e da justiça deve ter início em nossas mentes e em nossos corações: as religiões são chamadas a “edificar a cultura do encontro e da paz, feita de paciência, compreensão, passos humildes e concretos”, afirmara o Papa Francisco no referido encontro inter-religioso de 2 de outubro.

“A fraternidade e a partilha que desejamos fazer crescer não serão apreciadas por quem quer aumentar divisões, intensificar tensões e obter ganhos de contraposições e contrastes”, acrescentara o Papa. “Porém, são evocadas e esperadas por quem deseja o bem comum.”

A não-violência modela sociedades pacificadas e reconciliadas

Em muitas partes do mundo, a começar do Oriente Médio – disse em seguida Dom Jurkovic –, uma abordagem que preveja a construção da paz mediante o estilo da não-violência é hoje tão necessária não somente para acabar com o conflito sírio, mas também para promover sociedades plenamente reconciliadas e para renovar a pacífica convivência civil.

O diplomata vaticano acrescentou que o Papa Francisco fez do diálogo inter-religioso uma de suas prioridades. Durante a viagem à República Centro-Africana, encontrando muçulmanos, católicos e protestantes, o Santo Padre recordou, entre outras coisas, que a religião não divide as pessoas, sobretudo as une.

Manipulação da religião pode acabar em violências e conflitos

As comunidades religiosas e étnicas jamais devem tornar-se um instrumento de lógicas geopolíticas regionais e internacionais, ressaltou o arcebispo.

Na carta de 2015 aos bispos da Nigéria, o Papa ressalta que quando inocentes são assassinados em nome de Deus, a religião não deve ser chamada em causa, mas a sua manipulação para outros fins.

Em sua recente viagem apostólica à Suécia o Papa recordou também a necessidade de curar as feridas do passado, de empreender um caminho comum. Esse diálogo é possível e o demonstra o exemplo do histórico encontro em Cuba entre o Santo Padre e o Patriarca Kirill de Moscou, afirmou Dom Jurkovic.

Paz, justiça e perdão são complementares

Por fim, o representante vaticano recordou os múltiplos esforços do Papa em favor da promoção da paz. Em particular, deteve-se sobre o encorajamento à Venezuela a um diálogo social autêntico e construtivo.

Igualmente, referindo-se à delicada situação na Colômbia, o Papa Francisco ressaltou a importância da unidade, da reconciliação e do perdão. Paz, justiça e perdão são reciprocamente complementares: não pode haver paz sem justiça, nem verdadeira justiça sem perdão, concluiu.

Por Rádio Vaticano

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A mulher é harmonia, poesia e beleza, diz Papa Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-mulher-e-harmonia-poesia-e-beleza-diz-papa-francisco/ Thu, 09 Feb 2017 16:09:18 +0000 http://teste.toqueto.com/a-mulher-e-harmonia-poesia-e-beleza-diz-papa-francisco.html Nesta quinta-feira, 9, o Papa Francisco iniciou suas atividades celebrando a Missa na capela da Casa Marta. “Sem a mulher não há harmonia no mundo”, disse durante a reflexão que foi centralizada na figura da mulher a partir da Criação narrada no Livro do Gênesis.

O homem estava só, então o Senhor lhe tirou uma costela e fez a mulher, que o homem reconheceu como carne de sua carne. “Mas antes de vê-la, a sonhou. Para entender uma mulher é necessário antes sonhá-la”, explicou Francisco.

“Muitas vezes, quando nós falamos das mulheres falamos de modo funcional: mas a mulher é para fazer isto, quando, ao invés, a mulher traz uma riqueza que o homem, toda a criação e todos os animais não têm: a mulher traz harmonia à Criação, somente com a mulher Adão podia ser uma única carne”.

O Santo Padre prosseguiu afirmando que quando não há mulher, falta a harmonia. “Nós dizemos que esta é uma sociedade com uma forte atitude masculina e que a mulher é para lavar a louça. Não. A mulher é para trazer harmonia. Sem a mulher não há harmonia. Não são iguais, não são um superior ao outro. Só que o homem não traz harmonia. É ela que traz a harmonia, que nos ensina a acariciar, a amar com ternura e que faz do mundo uma coisa bela”.

A homilia de Francisco se desenvolveu em três temas: a solidão do homem, o sonho, porque não se entende uma mulher sem sonhá-la antes, e o terceiro, o destino de ambos: ser uma só carne. O Pontífice citou um exemplo concreto, recordando que em uma audiência, enquanto saudava as pessoas, perguntou a um casal que celebrava 60 anos de matrimônio: “Qual de vocês teve mais paciência?”

“Eles que me olhavam, se olharam nos olhos, não me esqueço nunca daqueles olhos. Depois voltaram e me disseram os dois juntos: Somos apaixonados! Depois de 60 anos, isto significa uma só carne. Isso é o que traz a mulher: a capacidade de se apaixonar. A harmonia ao mundo. Muitas vezes, ouvimos: ‘É necessário que nesta sociedade, nesta instituição, tenha uma mulher para que faça isso ou aquilo’. Não! A funcionalidade não é o objetivo da mulher. É verdade que a mulher deve fazer coisas e faz coisas, como todos nós fazemos. O objetivo da mulher é criar harmonia e sem a mulher não há harmonia no mundo. Explorar as pessoas é um crime que lesa a humanidade”.

Mas explorar uma mulher é algo ainda pior, prossegue Francisco, é destruir a harmonia que Deus quis dar ao mundo.

“Explorar uma mulher não é somente um crime, mas é destruir a harmonia”, reiterou, e fez referência também ao Evangelho de hoje onde se fala da mulher sírio-fenícia.

O Santo Padre concluiu sua reflexão com uma observação pessoa. “Este é o grande dom de Deus: nos deu a mulher. No Evangelho, ouvimos do que é capaz uma mulher. Aquela é corajosa! Foi adiante com coragem. Mas é algo mais: a mulher é a harmonia, é a poesia, é a beleza. Sem ela o mundo não seria bonito, não seria harmônico. Isso é algo pessoal, mas gosto de pensar que Deus criou a mulher para que todos nós tivéssemos uma mãe.”

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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