guerra na Síria - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png guerra na Síria - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Israel ataca alvos do Irã na Síria e mata mais de 20 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/israel-ataca-alvos-do-ira-na-siria-e-mata-mais-de-20/ Fri, 11 May 2018 11:54:07 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=52280 Ataque desta quinta-feira, 10, foi em resposta ao lançamento, por parte do Irã, de cerca de 20 mísseis nas Colinas de Golã, na fronteira com a Síria
Da redação, com ANSA

O Exército de Israel lançou na madrugada desta quinta-feira, 10, cerca de 70 mísseis contra as infraestruturas iranianas na Síria em resposta a disparos do Irã nas Colinas de Golã. Segundo dados de Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), pelo menos 23 pessoas morreram.

“Vinte e oito aviões israelenses F-15 e F-16 participaram dos bombardeios e dispararam 60 mísseis do tipo ar-terra contra várias regiões sírias e outros 10 mísseis terra-terra disparados a partir de Israel”, disse o ministério da Defesa da Rússia.

De acordo com o governo russo, metade dos projéteis foram destruídos pelo sistema de defesa antiaéreo da Síria. Entre as vítimas, há militares sírios e estrangeiros, informou a OSDH. O Exército israelense chamou a resposta de o maior ataque aéreo nos últimos anos e afirmou que após os bombardeios espera que o Irã tenha entendido a mensagem.

“Atacamos quase todas as estruturas iranianas na Síria e eles não devem esquecer o ditado de que se uma chuva cair sobre nós, uma tempestade cairá sobre eles”, declarou Avigdor Lieberman, ministro da Defesa de Israel.

Na última terça-feira, 8, um ataque atribuído a Israel nas proximidades de Damasco, na Síria, matou 15 combatentes ao regime de Bashar al-Assad. Já nesta quarta-feira, 9, as Colinas de Golã, na fronteira com a Síria, foram alvos de cerca de 20 mísseis lançados pela Força Quds, unidade especial do Exército dos Guardiães da Revolução Islâmica do Irã.

Fonte: Canção Nova Notícias

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No Cristo Redentor, crianças refugiadas pedem paz na Síria https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/no-cristo-redentor-criancas-refugiadas-pedem-paz-na-siria/ Fri, 17 Mar 2017 07:52:12 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44951 Cerca de 50 crianças refugiadas uniram suas vozes a de cantores e mais de 20 artistas brasileiros para pedir o fim da guerra na Síria, que completou seis anos nesta quarta-feira 15. Em apresentação no Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, um coral de meninos e meninas de 12 países encantou o público do ponto turístico, ao lado dos cantores Tiago Iorc, Maria Gadu e Elba Ramalho. O ato pela paz foi organizado pelo movimento “Amor Sem Fronteiras”.

“Devemos nos lembrar daqueles que mais sofrem por causa desta calamidade: os 4,9 milhões de refugiados, os 6,3 milhões de deslocados internos e outras milhões de pessoas dentro da Síria que vivem um medo diário por causa desta guerra e da desumanidade que ela tem criado”, afirmou a representante da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Isabel Marquez, em pronunciamento durante a cerimônia.

Atualmente, o Brasil é o lar de 2,5 mil sírios já oficialmente reconhecidos como refugiados pelo governo. No país, vivem outros 25 mil indivíduos de diferentes nacionalidades que aguardam o processamento de seu pedido de asilo. Os dados são do Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE).

Entre as crianças que se apresentaram na capital fluminense, estavam não apenas jovens sírios, mas também refugiados do Iêmen, Irã, Sudão do Sul, República Democrática do Congo e outros países em crise.

Com interpretações de “O Sol”, de Milton Nascimento, e “Aquarela”, de Toquinho, os cantores mirins alegraram a manhã de turistas e cariocas, mas também transmitiram uma mensagem de alerta: o medo de estrangeiros que fogem da guerra não leva a nada.

Refúgio no Brasil

O Brasil acolhe 9 mil pessoas que já tiveram o refúgio formalmente concedido pelas autoridades e mais de 20 mil estrangeiros que aguardam deliberação sobre seu pedido de asilo. Os números podem parecer significativos, mas são bem inferiores aos de países que também não estão próximos geograficamente de nações em crise.

Os Estados Unidos, por exemplo, possuía um robusto programa de reassentamento que trazia, anualmente, milhares de refugiados de países africanos e do Oriente Médio para recomeçar a vida no território norte-americano. Em 2016, a nação recebeu 85 mil refugiados.

Os meninos e meninas refugiados que participaram do ato fazem parte do Coral Coração Jolie, uma iniciativa da organização não governamental “I Know My Rights” (IKMR), parceira da agência das Nações Unidas.

Refugiada síria no Brasil sonha com a paz

“Só o Brasil abre as portas para a gente”. É a impressão de Asmaa Al-Syouf, refugiada da Síria que teve de deixar o país em 2012 por causa da guerra. Há quase três anos em terras brasileiras, ela chegou aqui com o marido e os três filhos. As crianças estavam entre os jovens do Coração Jolie.

“Os brasileiros não perguntam ‘por que vocês vieram para o meu país, por que vocês estão aqui?’, eles dizem ‘bem-vindos!’”, comentou a refugiada sobre a recepção calorosa que recebeu quando veio para o Brasil.

Asmaa conseguiu reconstruir a vida por aqui e abriu um restaurante de comida árabe com o marido, em Mogi das Cruzes. Seu sonho, porém, é voltar ao país onde nasceu e onde ainda vive parte da família. “Eu só quero que a Síria volte a ser o que era antes.”

Isabel Marquez elogiou as políticas do Brasil para acolher refugiados sírios. “Um projeto não muito conhecido, mas muito significativo e único e que há poucos países que fazem, é o programa de vistos humanitários. Desde 2013, 2,5 mil refugiados sírios chegaram (ao Brasil), portanto, salvaram suas vidas”, afirmou.

Segundo a representante nacional do ACNUR, governo e ONU planejam reassentar outros 3 mil sírios, incluindo crianças. As Nações Unidas, o Estado brasileiro e parceiros da sociedade civil estão avaliando qual seria a melhor maneira de trazer esses refugiados para o Brasil.

Por Canção Nova, com ONU Brasil

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