gratidão - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png gratidão - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Às vezes, o dom de alguém é cuidar de outra pessoa https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/as-vezes-o-dom-de-alguem-e-cuidar-de-outra-pessoa/ Thu, 15 Feb 2018 11:05:35 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50781 Todo mundo conhece aquela pessoa que sempre está pronta para ajudar, para tomar decisões, para se doar. Com ela, sabemos que poderemos contar, e para ela poderemos ligar, a hora que for, que receberemos atenção. Essas pessoas nunca se cansam, não desistem dos outros e por isso são tão essenciais, tão amadas e especiais.

Quando estamos diante de algum problema, quando surgem imprevistos, quando não há mais a quem recorrer, sempre teremos alguém que nos ouvirá e tentará encontrar uma saída, aliviando-nos os passos, ajudando-nos, com disposição e sorriso sincero. Mesmo que estejam em meio a alguma turbulência de suas próprias vidas, existem pessoas que conseguirão estender as mãos em direção ao que está além do seu próprio mundinho.

Quem já teve ou tem alguém enfermo na família bem sabe o quanto é necessário que haja uma pessoa disposta, que toma a frente das decisões e se prontifica com empenho nos cuidados para com quem está precisando de ajuda, de médicos, de remédios, de atenção. Mesmo com as atribulações que a vida traz, existe quem possui o dom de encontrar tempo para se dedicar à vida de outra pessoa.

Em meio às tempestades que chegam repentinamente, muitos de nós ficamos desorientados e inertes, como que paralisados, sem saber o que fazer. No entanto, quem nasce com o dom de ajudar saberá exatamente quais atitudes deverão ser tomadas, quais palavras serão providenciais, acalmando-nos e deixando-nos mais seguros para encarar tudo aquilo que tanto nos assombra naquele momento inicial.

Sim, teremos que nos forçar à doação de nosso tempo, de nossa lucidez, de nossa vida a quem precisa de nós, porque ninguém há de viver somente fazendo o que quiser todo o tempo. Nem para todo mundo cuidar do outro é algo tranquilo e prazeroso, mas doar-se é necessário, porque poucos estarão prontos para abraçar a dor alheia quando ela se fizer presente. Por isso mesmo é que quem tem o dom de cuidar de alguém é tão especial, essencial e digno de admiração e gratidão. Sempre.

Por A Soma de Todos os Afetos via Aleteia

]]>
50781
Dia de Finados: amor e gratidão pelos falecidos e fé em Cristo Ressuscitado https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dia-de-finados-amor-e-gratidao-pelos-falecidos-e-fe-em-cristo-ressuscitado/ Wed, 01 Nov 2017 16:26:35 +0000 http://teste.toqueto.com/dia-de-finados-amor-e-gratidao-pelos-falecidos-e-fe-em-cristo-ressuscitado.html A Igreja celebra nesta quinta-feira, dia 2 de novembro, a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, chamada popularmente pelo nome dado civilmente ao feriado: Dia de Finados. Neste dia, nas Igrejas e nos cemitérios, “manifestamos o amor e a gratidão pelos falecidos e, de modo especial, expressamos a fé em Cristo Ressuscitado, a fé na ressurreição dos mortos e na vida eterna”, conta o arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, cardeal Sergio da Rocha.

A Comemoração dos Fiéis Defuntos é ocasião para dedicar orações pelos amigos e familiares falecidos, um gesto que, para dom Sergio não se reduz ao sinal de amor e gratidão: “É acima de tudo, um gesto de fé e esperança”.

Para o cardeal, o Dia de Finados também é ocasião para refletir “sobre o modo como estamos caminhando neste mundo rumo à morada eterna que o Senhor preparou para nós”. “É importante dar passos de conversão sincera rumo à vida eterna”, sublinha.

Tradição

A tradição da Igreja de honrar a memória dos defuntos remete aos primeiros tempos do cristianismo, quando eram oferecidos sufrágios em seu favor. Dom Sergio recorda que o Catecismo ensina este costume e ressalta que de modo especial era oferecido o sacrifício eucarístico, a fim de que, purificados, os falecidos possam chegar à visão beatífica de Deus, recordando o exemplo de Judas Macabeu, que “mandou oferecer sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, a fim de que fossem absolvidos do seu pecado”, pois “é um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam perdoados de seus pecados”.

Visitas aos cemitérios

Em todo o Brasil, os cemitérios se preparam para receber milhares de pessoas que farão visitas aos seus entes queridos. Celebrações eucarísticas durante todo o dia estão programadas. Esta prática é sublinhada por dom Sergio lembrando o parágrafo 2300 do Catecismo: “Os corpos dos defuntos devem ser tratados com respeito e caridade, na fé e esperança da ressurreição. O enterro dos mortos é uma obra de misericórdia corporal (Tb 1,16-18) que honra os filhos de Deus, templos do Espírito Santo”.

Liturgia

Também a tradição dos fiéis influenciou a definição do rito das exéquias, do qual podem ser usadas as leituras para a comemoração votiva dos fiéis defuntos. O bispo de Cornélio Procópio (PR) e membro da Comissão Episcopal para os Textos Litúrgicos da CNBB, dom Manoel João Francisco, escreveu em um subsídio que até o século VII as exéquias cristãs caracterizavam por um forte caráter pascal, mas que do século VIII até o XV predominou-se uma visão trágica da morte. “Perdeu-se a certeza da salvação e a Eucaristia, de celebração da passagem com Cristo e por Cristo da morte para a vida, passou a ser sacrifício propiciatório pelos defuntos”, explicou.

Tal realidade fez com que Paulo V, em 1614, e Paulo VI, em 1969, tentassem recuperar o caráter pascal da morte cristã, o que foi alcançado no período do Concílio Vaticano II. “O novo ritual apresenta Cristo como vencedor da morte e fonte da ressurreição ou associa a morte do cristão ao mistério pascal de Cristo. A índole pascal da morte cristã aparece também de forma muito explícita nas leituras bíblicas e salmos propostos pelo novo ritual bem como nos textos das missas dos funerais”, salienta dom Manoel.

Na escolha dos textos litúrgicos para a celebração, procura-se harmonizar a temática da esperança cristã, da ressurreição, a partir do que está no parágrafo 72 do Elenco das Leituras da Missa, orienta a Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB. O lecionário dominical e festivo propõe três esquemas de leituras escolhidas entre todas as elencadas para as missas dos defuntos.

“A Palavra de Deus vem iluminar e trazer esperança para todos diante da morte. O Evangelho nos assegura que a vontade do Pai, cumprida plenamente por Jesus, é que ninguém se perca, mas que alcance a ressurreição”, reflete dom Sergio da Rocha.

Ele continua sua exposição a partir de um dos esquemas litúrgicos encontrados no lecionário: “Assim declara Jesus: ‘esta é a vontade do meu Pai: que toda pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia’ (Jo 6,37-40). A esperança de vencer a morte e ver a Deus já animava Jó, no meio dos sofrimentos (Jó 19,23-27). E São Paulo nos assegura que ‘a esperança não decepciona, pois o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado’ (Rm 5,5)”.

Por CNBB

]]>
49323
Tudo é de Deus https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/tudo-e-de-deus/ Thu, 21 Sep 2017 11:17:54 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48590 O Profeta Isaías nos lembra o sentido da autoridade: quando alguém tem uma autoridade, um poder, e esse poder não é colocado à serviço do bem e do povo, esse poder é-lhe tirado e é dado a outro que seja capaz de servir ao Povo de Deus. Por isso Deus tira de Sobna o poder de ser o mediador entre o povo e o rei do Palácio Real e o concede, gratuitamente, a Eliacim, para que sirva ao Povo de Deus, e que seja um pai, que seja um que facilite a relação do povo com o rei. Ele vai ter o poder de abrir e de fechar a porta do Palácio, para que o povo venha ao encontro do seu rei. Isso nos lembra muito bem a mediação daquele que vem junto de Deus para abrir as portas para que consigamos chegar até Deus. O filho de Deus que se encarnou tem esse poder dado pelo Pai de nos redimir, de nos salvar, de nos colocar numa relação plena de confiança com o Pai.

Jesus Cristo é o único mediador entre o Pai e todos nós. Ele tem esse poder. E o poder que Jesus Cristo recebeu de Deus Pai ele colocou a serviço da humanidade, inclusive dando a própria vida por nós. Ele tem todo o poder. Tudo pertence a Deus. Tudo é para Ele e por Ele. Nós recebemos tudo de Deus gratuitamente. Nós não damos nada a Deus que não seja dele. O que nós damos a Deus é porque dele recebemos. Ninguém tem alguma coisa que não tenha recebido de Deus. Quando nós devolvemos algo para Deus, quando nós consagramos alguma coisa a Deus, nós queremos dizer a Ele: muito obrigado por tudo: pelo dom da vida, da família, da comunidade, pelos dons que dele recebemos – a nossa inteligência, a nossa capacidade, as nossas aptidões… Queremos dizer a Deus: Pai, muito obrigado por tudo! Pelo que sou e por tudo o que tenho. Porque tudo vem de vós.

Não devemos ter outra pretensão na nossa relação com Deus a não ser de sermos gratos a Deus por tudo que dele recebemos. É Ele quem nos sustenta na nossa vida, que nos livra de todo o mal, que nos alimenta dia a dia com a sua Palavra de vida eterna, de conforto, de esperança. Por isso é muito importante a nossa relação filial com o Pai e sabermos que Ele é o senhor de todas as coisas, que ninguém tem poder comparado ao poder divino. Então, quando nós precisamos de algo, então podemos nos dirigir a Deus, sabendo que Ele é o todo poderoso. O senhor da nossa vida. É o Deus misericordioso, compassivo, que sente a nossa dor, a nossa aflição, as nossas necessidades, porque Deus é Pai e o Pai sabe o que o filho precisa.

Por Dom Manoel Delson – Arcebispo da Paraíba

]]>
48590
Presidente da CNBB indica melhor presente para Dia dos Pais https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/presidente-da-cnbb-indica-melhor-presente-para-dia-dos-pais/ Fri, 11 Aug 2017 11:40:40 +0000 http://teste.toqueto.com/presidente-da-cnbb-indica-melhor-presente-para-dia-dos-pais.html Neste segundo domingo do mês de agosto, 13, comemora-se o Dia dos Pais, ocasião especial para demonstrar a gratidão, o carinho e o apoio aos homens que deixam marcas de amor e de fé na história dos filhos.

O arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Sergio da Rocha, comentou a celebração da data.

Dom Sergio lembrou que ser pai nos dias de hoje é um grande desafio. “Ser pai é educar sem impor, é com amor influenciar os filhos de tal forma que esses gestos serão lembrados por toda a vida”.

O cardeal afirmou que os presentes mais importantes que se podem oferecer aos pais neste dia, não são aqueles que se compram em lojas, mas os que brotam do coração: a gratidão, o carinho, o respeito e a convivência fraterna.

“Os pais certamente querem ver suas famílias unidas em paz, com os filhos convivendo fraternalmente. Esse é o maior presente que nós podemos dar”, ressaltou.

Neste domingo, 13, a Igreja no Brasil também dá início à Semana Nacional da Família. Até o próximo sábado, 19, os católicos são convidados a refletir sobre o tema proposta para este período: “Família, uma luz para a vida em sociedade”.

O cardeal destaca que a semana da família é um momento especial de valorizar a missão de cada pai na família e ao mesmo tempo para valorizar a própria família. “É importante acompanhar nossos pais conviver com eles como filhos que trazem no coração uma gratidão muito sincera”.

Por Canção Nova, com CNBB

]]>
47817
Gratidão aos avós e idosos https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/gratidao-aos-avos-e-idosos/ Wed, 19 Jul 2017 08:06:17 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47505 Dia 26 de julho comemora-se o Dia dos Avós, tendo sido esta data escolhida em razão da memória de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo. Nossa palavra é de gratidão e reconhecimento, pois todos nós somos ou fomos marcados pela presença de nossos avós. Com as palavras do Eclesiástico, afirmamos: “Eles permanecem com seus descendentes; seus próprios netos são a sua melhor herança” (Eclo 44,11).Uma imagem apropriada para designar os idosos é a estação do outono. Se a primavera simboliza a infância e adolescência, quando a vida floresce; o verão, a idade adulta, com seus dias de sol pleno; a velhice é simbolizada pelas cores outonais, na alegria das colheitas. No “outono” da vida é tempo de contemplar o belo, com a coloração que a vida lhe deu.Talvez reduza o ritmo da produção, mas aprende a vivenciar com mais profundidade a vida, os filhos, os netos. Quem aprende a viver o que é próprio de cada etapa, saberá enfrentar também o inverno, com suas provações.

A Sagrada Escritura diz: “Não me rejeites no tempo da velhice, não me abandones quando diminuem minhas forças” (Sl 71,9). Infelizmente, na cultura do descarte em que vivemos, os idosos são esquecidos e, até, desprezados. Muitas vezes, eles sobram. São vistos como um peso. Quantas vezes, sãodiminuídos por não conseguirem acompanhar a evolução de uma sociedade hiperconectada, que idealiza o ser sempre jovem. Faz-se necessário o sentido da gratidão e do apreço. Os idosos são felizes quando sua família vive unida e nela são respeitados. Quanta dor no coração dos pais e avós quando os filhos e netos vivem discórdias e brigam entre si por causa de herança.Os avós nos recordam sempre que a história não inicia com cada um que vem a este mundo, mas entramos no caminho que outros já trilharam. Sua memória deve permanecer sempre viva. Temos, hoje, dificuldade de ter esta memória histórica. “Uma família que não respeita nem cuida de seus avós, que são a sua memória viva, é uma família desintegrada; mas uma família que recorda é uma família com futuro” (Francisco, Amoris Laetitia, 193). Quando uma família ou sociedade não dá lugar aos idosos, insere nela “o vírus da morte, porque se separa das próprias raízes” (AmorisLaetitia, 193). Na história bíblica os idosos são o lugar da bênção e da Aliança de Deus para seu povo: Abraão, Sara, Moisés, Joaquim, Ana, Zacarias, Isabel… Além disso, eles são os encarregados de realizar a memória viva das ações divinas para seu povo: “Pergunta a teu pai e ele te ensinará, a teus avós e eles te dirão” (Dt 32,7).

O salmista canta: “Darão frutos mesmo no tempo da velhice” (Sl 92). Quanto bem fazem os avós! Em muitas famílias são eles que cuidam dos netos, enquanto os pais cumprem a jornada de trabalho. Continuam a ter uma grande missão na transmissão da fé. Se o tempo da vida adulta ativa era o da produção, o tempo do entardecer da vida é do desapego, da reconciliação e da unificação da existência. Suas palavras e conselhos já vêm temperados pelas provações e experiências da vida. Transmitem sabedoria.A velhice é o tempo de recapitular a existência e reuni-la sob o olhar da misericórdia. Por isso é o tempo do perdão. E quando a doença bate à porta, é momento de intensificar a vida espiritual, unindo-se ao sofrimento de Cristo na cruz, em benefício de toda a humanidade. Continuam, portanto, a exercer uma grande missão.

Bendizemos a Deus todas as iniciativas pastorais e comunitárias que valorizam os idosos no cuidado de sua saúde física, psíquica e espiritual. Parabéns a todos os avós. Deus os abençoe.

Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta

]]>
47505