Fundo Nacional de Solidariedade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Fundo Nacional de Solidariedade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Fundo Nacional de Solidariedade contribui com prevenção à depressão e ao suicídio https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/fundo-nacional-de-solidariedade-contribui-com-prevencao-a-depressao-e-ao-suicidio/ Thu, 23 Jan 2020 12:53:38 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=57609 Os recursos do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), arrecadados durante a Campanha da Fraternidade 2019, contribuíram na realização do Projeto de Prevenção à depressão e à ideação de suicídio, iniciativa do Instituto Nacional de Saúde Psíquica (Inasp). A entidade está configurada como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e promove acolhimento de pessoas que sofrem com transtornos mentais leves, moderados e graves.

De acordo com o Inasp, o objetivo do projeto é a prevenção ao suicídio. “A OSCIP tem como foco principal pessoas que não podem pagar por esse tipo de tratamento e se encontram em instabilidade emocional e vulnerabilidade social”, informa o instituto.

Em seu trabalho, o Inasp trata das questões emocionais com encontros mensais do grupo “A arte de amar”. Nestes momentos, o indivíduo é levado a refletir sobre suas questões emocionais internas e sobre os relacionamentos com as outras pessoas e familiares. A entidade também oferece cursos gratuitos como cuidador de idoso e economia doméstica, por exemplo.

“O acolhimento de pessoas que sofrem de doenças psíquicas pela rede de saúde pública do Distrito Federal é bem precário e nunca acontece da forma como deveria por causa de uma série de fatores. Devido ao alto número de suicídio na nossa cidade e visualizando a precariedade da saúde mental desde a atenção primária é que surgiu esse projeto como forma de acolher pessoas que sofrem de depressão e pessoas com ideação de suicídio e oferecer melhor qualidade de vida e a diminuição dos autoextermínios tão frequentes”, explicou o Inasp na apresentação do projeto ao Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade.

A realidade tocada pelo projeto está inserida em um contexto no qual o Brasil é considerado o país mais ansioso e estressado da América Latina, com 9,3% da população afetada. Em relação à depressão, são 5,8% dos brasileiros, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde. Em 2016, foram contabilizadas 11.433 mortes por suicídio no Brasil.

Investimentos em cuidado da vida

“Os recursos têm nos ajudado muito porque nós somos uma instituição bastante carente, atendemos pessoas muito carentes, principalmente no tratamento de depressão, pessoas que tentaram suicídio. E essa verba nos ajudou muito nas oficinas terapêuticas, nas dinâmicas de grupo, musicoterapia e dança sênior”, conta a psicóloga Dalzi Neres Moreira, responsável pelo projeto.

Segundo Dalzi, com os recursos foi possível a compra de materiais para os trabalhos manuais terapêuticos, como a fabricação de bijuterias, diademas, colares e chaveiros de fuxico; material de maquiagem e para corte de cabelo “para trabalharem a autoestima”; duas macas, uma massagem terapêutica e outra para a terapia Reike. O Inasp também comprou máquina de costura para a produção de aventais e tapetes; materiais para dinâmica de grupo, como balões, cartolina e pincéis; instrumentos musicais para aula de musicoterapia, entre outros recursos que contribuem para auxiliar no tratamento dos pacientes.

“Essa ajuda da CNBB é uma ajuda maravilhosa, é uma coisa que eu falo que vem de Deus, porque a gente que não tem verba nenhuma precisa muito dessa ajuda abençoada”, agradece Dalzi.

A responsável pelo projeto ainda partilha que tiveram vários êxitos em pacientes, “inclusive alguns são voluntários hoje por gratidão por todo o tratamento, o trabalho”.

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Com Fundo Nacional de Solidariedade, Igreja oferece apoio a projetos sociais em todo Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/com-fundo-nacional-de-solidariedade-igreja-oferece-apoio-a-projetos-sociais-em-todo-brasil/ Wed, 03 Apr 2019 14:23:42 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=54402 Uma importante ferramenta de emancipação cidadã foi instituída pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em 1998, durante a 36ª Assembleia Geral da entidade, com o propósito de promover a sustentação da Ação Social da Igreja Católica no Brasil. Trata-se do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) e o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS), que financiam empreendimentos locais e ambientalmente sustentáveis, fomentando o desenvolvimento comunitário com base nas necessidades, práticas e culturas locais.

À época, a Cáritas Brasileira, entidade de promoção e atuação social vinculada à CNBB, teve papel importante na gestão dessas ferramentas. A experiência na administração de fundos de apoio a pequenos projetos, ancorada numa perspectiva pedagógica não assistencial e sustentada por formas de relações de trocas comunitárias solidárias – próprias das culturas locais –, financiadas com recursos da Cooperação Internacional credenciou o organismo da CNBB para assumir os processos de animação, administração e gerência do FNS e do FDS até o ano de 2014.

Em 2015, os Fundos de Solidariedade passaram a ser geridos diretamente pela CNBB, através do Conselho Gestor e de seu Departamento Social, com a finalidade de apoiar os projetos sociais da CNBB, em nível nacional. “O Fundo Nacional de Solidariedade é um gesto de conversão, de solidariedade do tempo quaresmal. Na Quaresma nós sempre refletimos sobre a realidade que desejamos mudar ou que necessita de conversão. Fruto dessa conversão é a Coleta da Campanha da Fraternidade. O FNS é vital para a nossa igreja, porque é uma ação em favor dos nossos irmãos”, aponta o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner.

Constituição

A composição dos Fundos passa pelo histórico da Campanha da Fraternidade (CF), iniciativa da CNBB, realizada desde 1964. Formado por 60% de toda a arrecadação da Coleta Nacional da Solidariedade, gesto concreto da CF, realizado em todas as dioceses, paróquias e comunidades durante o Domingo de Ramos, o FDS é gerido pela própria diocese, em vista dos seus projetos sociais. Os outros 40% compõem o FNS, que é administrado pelo Departamento Social da CNBB, sob a Orientação do Conselho Gestor.

Conselho Gestor – O padre Luís Fernando que já foi assessor das Campanhas da CNBB, explica que o Conselho Gestor é um grupo, vinculado à presidência da CNBB, que tem como missão decidir sobre a destinação do FNS, supervisionando a sua administração e aplicação. “Essas pessoas fazem auditorias dos projetos seja no quesito social, no quesito financeiro, então cada projeto que nós recebemos são projetos que vão ganhando autenticidade na medida em que vão sendo auditados, ou seja, na medida em que fazem comprovação fiscal, em que realizam a prestação de contas, em que comprovam que o seu objetivo é a evangelização e a promoção dos mais pobres, na medida em que também vão comprovando que aquela destinação recebida de fato chegou àquilo que foi pedido”, salienta.

Ele garante ainda que cada projeto apresentado ao Conselho Gestor passa por um olhar pastoral e técnico. “É a partir desse olhar que a Igreja no Brasil pode ajudar tantos projetos sociais e ajudar os nossos irmãos mais pobres, mais vulneráveis que precisam da ajuda da Igreja”, finaliza o padre.

Atualmente, além do assessor das Campanhas, outras nove pessoas fazem parte do Conselho Gestor, entre elas, dom Leonardo Steiner – Secretário-Geral da CNBB; dom Guilherme Werlang – Presidente da Comissão para a Ação Social Transformadora da CNBB; monsenhor Nereudo Freire – Ecônomo da CNBB; frei Olávio Dotto – Representante das Pastorais Sociais da CNBB; Padre Agenor Guedes – representante dos Secretários Executivos Regionais da CNBB; Franklin Ribeiro Quieroz – Coordenador de Projetos Sociais do Fundo; Antônia Mendes – Assistente social da CNBB e o Luiz Claudio Mandela – Diretor executivo da Cáritas Brasileira.
Critérios

Todo ano, o Departamento Social da CNBB publica um edital específico, com critérios, para seleção dos projetos sociais. São priorizados aqueles que estejam em sintonia com os objetivos gerais e específicos da Campanha da Fraternidade vigente no ano. “Desde 2015 temos aprimorado o conteúdo do edital e também as suas formas de garantir a idoneidade das entidades que nos procuram, então passamos a exigir cada vez mais da entidade documentações que vão nos dizer se ela tem condições ou não de ser avaliada em uma determinada reunião do Conselho Gestor que está prevista”, explica o coordenador de projetos e encarregado do Departamento Social, Franklin Ribeiro.

Ainda de acordo com ele, somente entidades sociais sem fins lucrativos que estejam com a situação fiscal regular podem enviar projetos. Além disso, o Fundo Nacional de Solidariedade apoia iniciativas que observem um dos três eixos: Formação e Capacitação, que é destinado a pessoas e/ou grupos (formais e informais) para o diálogo e cooperação, em processos que sirvam à vida e à proteção da vida; Mobilização para Conquistas e Efetivação de Direitos, que são criações de ações que proporcionem a superação das desigualdades sociais e o fortalecimento de estruturas solidárias e por último, Superação de Vulnerabilidade Econômica e Geração de Renda, que diz respeito a projetos que busquem por meio de sua execução capacitar pessoas estimulando a geração de renda de forma cooperada ou individualmente.

Em relação à abrangência, cada um dos três eixos possui valores máximos determinados no edital.

Transparência na gestão dos recursos
A novidade apresentada pelo FNS no ano de 2018, segundo o coordenador de projetos do Fundo, Franklin Ribeiro, é a possibilidade de saber como anda a evolução da prestação de contas dos projetos, por meio do Portal da Transparência que pode ser acessado pelo site: www.fns.cnbb.org.br. Nele, há uma relação completa dos projetos aprovados. A CNBB também presta contas ao Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Ministério Público (MP), Ministério da Justiça (MJ) e Conselho de Assistência Social (CAS).

A cada ano, no texto-base da Campanha da Fraternidade, a CNBB e o FNS divulgam uma prestação de contas anual com o detalhamento do quanto é doado pelas dioceses no Dia Nacional da Coleta da Solidariedade, sempre em cada domingo de Ramos. A prestação de contas inclui ainda o total arrecado ano a ano bem como o número de projetos beneficiados por cada macrorregião do Brasil.

Foto da capa: Crianças e jovens do projeto Reciclar: para defender a vida e o Meio Ambiente, da arquidiocese de Feira de Santana (BA)

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Coleta Nacional: “ocasião de tomar parte na Providência de Deus” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/coleta-nacional-ocasiao-de-tomar-parte-na-providencia-de-deus/ Fri, 23 Mar 2018 12:26:32 +0000 http://teste.toqueto.com/coleta-nacional-ocasiao-de-tomar-parte-na-providencia-de-deus.html A Coleta Nacional da Campanha da Fraternidade de 2018 sobre a superação da violência será realizada no Domingo de Ramos, 25 de março. Trata-se de um gesto concreto das comunidades diante da reflexão e oração realizadas durante a Quaresma. Um dos objetivos permanentes da Campanha da Fraternidade é, conforme o texto-base oferecido para as comunidades, “renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos devem sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja) ”.

O sentido da Coleta

“O gesto de colaborar com a Coleta é parte da espiritualidade quaresmal, expressão do caminho feito por todos nós que atravessamos esse tempo forte de vivência dos valores do Evangelho e não apenas uma expressão de oferecer recursos para financiamento de projetos sociais”, diz padre Luiz Fernando, coordenador da Campanha. “É claro que os recursos reunidos como fruto do gesto de cada católico são endereçados ao financiamento de projetos sociais que são devidamente informados, todos os anos, a toda a Igreja no Brasil”, esclarece padre Luís Fernando.

“O gesto fraterno da oferta tem um caráter de conversão quaresmal, condição para que advenha um novo tempo marcado pelo amor e pela valorização da vida”, assegura o texto-base da Campanha. As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil lembram também que o gesto de cada de pessoa participar da Coleta Nacional faz parte de um movimento de fraterna colaboração que “ao longo de uma história de solidariedade e compromisso com as incontáveis vítimas das inúmeras formas de destruição da vida, a Igreja se reconhece servidora do Deus da vida” (DGAE, n.66).

Papa Francisco, na Mensagem que enviou à Igreja no mundo inteiro para a Quaresma deste ano, recomendou: “A prática da esmola liberta-nos da ganância e ajuda-nos a descobrir que o outro é nosso irmão: aquilo que possuo, nunca é só meu. Como gostaria que a esmola se tornasse um verdadeiro estilo de vida para todos! Como gostaria que, como cristãos, seguíssemos o exemplo dos Apóstolos e víssemos, na possibilidade de partilhar com os outros os nossos bens, um testemunho concreto da comunhão que vivemos na Igreja. A este propósito, faço minhas as palavras exortativas de São Paulo aos Coríntios, quando os convidava a tomar parte na coleta para a comunidade de Jerusalém: ‘Isto é o que vos convém’ (2 Cor 8, 10). Isto vale de modo especial na Quaresma, durante a qual muitos organismos recolhem coletas a favor das Igrejas e populações em dificuldade. Mas como gostaria também que no nosso relacionamento diário, perante cada irmão que nos pede ajuda, pensássemos: aqui está um apelo da Providência divina. Cada esmola é uma ocasião de tomar parte na Providência de Deus para com os seus filhos; e, se hoje Ele Se serve de mim para ajudar um irmão, como deixará amanhã de prover também às minhas necessidades, Ele que nunca Se deixa vencer em generosidade? ”.

Fundos da Solidariedade

Há dois fundos da solidariedade que são constituídos pela oferta integral da Coleta Nacional do Domingo de Ramos. O primeiro é o Fundo Diocesano de Solidariedade, gerido pela própria diocese, que fica com a maior parte do montante (60%). O segundo é o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), que a CNBB é responsável pela sua gestão. A destinação do recurso é, preferencialmente, financiar projetos que tenham como propósito atender os objetivos propostos pela Campanha da Fraternidade em cada ano de sua realização.

Gestão dos Fundos

A supervisão dos fundos constituídos pela oferta da Coleta Nacional, a destinação dos recursos e a provação dos projetos que se candidatam a receber os benefícios estão a cargo de conselhos. O Conselho Gestor do FNS é composto da seguinte forma: secretário-geral da CNBB; bispo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora e seu assessor; presidente da Cáritas Brasileira; Ecônomo da CNBB; representante dos secretários executivos dos regionais da CNBB; assistente social da CNBB e o secretário-executivo da Campanha da Fraternidade. Há dois tipos de participação no Conselho: membros natos pela natureza do oficio e membros nomeados que necessariamente não precisam ser as pessoas que ocupam esses cargos.

O Conselho Gestor do FDS é composto por: uma pessoa da Cáritas (onde ela existe); um representante das pastorais sociais; coordenação pastoral diocesana; equipe de animação das campanhas; responsável pela administração da Diocese e uma pessoa ligada ao tema da Campanha da Fraternidade. O bispo diocesano constitui este Conselho Gestor e, normalmente, o preside.

Por CNBB

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Igreja no Brasil realiza Coleta Nacional de Solidariedade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil-realiza-coleta-nacional-de-solidariedade/ Mon, 10 Apr 2017 11:12:15 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45379 Ontem, dia 9, Domingo de Ramos, a Igreja Católica do Brasil organizou em todo país a Coleta Nacional da Solidariedade, uma ação prevista pela Campanha da Fraternidade (CF), que este ano propõe o aprofundamento e ações concretas em torno do tema do meio ambiente, com um destaque para os biomas brasileiros. Bispos, padres, religiosos(as), lideranças leigas, agentes de pastoral, colégios católicos e movimentos eclesiais são os principais motivadores e animadores desta coleta. 

Segundo o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, a conversão – movimento proposto para o período da Quaresma – exige passos concretos. A Coleta Nacional de Solidariedade, destaca o religioso, permite que os católicos ajudem os pobres e colaborem na continuidade do cuidado com a obra da criação.

A cada ano, com o recurso arrecado, a CNBB apoia pequenos projetos em todo país relacionados à temática proposta pela CF. Em 2017 serão apoiados pequenos projetos que tem como foco o tema do meio ambiente e a sustentabilidade. Em 2016, foi arrecado para o Fundo Nacional R$ 5.879.109,88. De 2012 a 2015, 1067 projetos de desenvolvimento local e solidariedade foram apoiados em todo o país pela CNBB. 

Fundo de Solidariedade

O resultado integral das coletas realizadas nas celebrações do Domingo de Ramos, coleta da solidariedade, com ou sem envelope, deve ser encaminhado à respectiva diocese. Do total arrecadado pela Coleta da Solidariedade, a diocese deve enviar 40% ao Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), gerido pela CNBB. A outra parte (60%) permanece nas dioceses para atender projetos locais, pelos respectivos Fundos Diocesanos de Solidariedade (FDS).

As doações para o Fundo Nacional de Solidariedade da CNBB, podem ser efetuados na conta indicada abaixo, ao longo de todo o ano. O depósito dos 40% da Coleta da Solidariedade para o Fundo Nacional de Solidariedade – CNBB deve ser feito na seguinte conta: Banco Bradesco, Agência 0484-7 – Conta Corrente 4188-2 – CNBB. O comprovante do depósito precisa ser enviado por: e-mail – financeiro@cnbb.org.br  ou por correspondência para o endereço: SE/Sul Quadra 801 Conjunto B, CEP: 70.200-014 – Brasília – DF. Contato pelo telefone – (61) 2103-8309 (falar no financeiro).

Por CNBB

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