fraquezas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png fraquezas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa: não desencorajar diante das fraquezas, Deus está conosco! https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-nao-desencorajar-diante-das-fraquezas-deus-esta-conosco/ Mon, 12 Mar 2018 08:01:21 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51216 Devemos reconhecer os nossos limites, fraquezas e pecados, mas não para desesperar-nos, mas para oferecê-los ao Senhor, que nos cura. Devemos segurá-lo pela mão e seguir em frente.

No Angelus deste IV Domingo da Quaresma, chamado de domingo da alegria, o Papa deixou uma mensagem de encorajamento em sua reflexão, inspirada no Evangelho de São João, proposto pela liturgia do dia.

A alegria e a salvação – frisou – são o centro do anúncio cristão, pois “quando a situação parece desesperadora” Deus as oferece ao homem, pois não está separado dele, “mas entra na história da humanidade, envolve-se na nossa vida, entra, para animá-la com a sua graça e salvá-la”.

Neste sentido, devemos estar atentos para “escutar este anúncio, rejeitando a tentação de considerar-nos seguros de nós mesmos, de querer deixar de lado Deus, reivindicando uma absoluta liberdade d’Ele e da sua Palavra”.

O Papa nos recorda que é preciso ter coragem para “reconhecer-nos por aquilo que somos”, frágeis, limitados. E quando nos deparamos com nossos pecados e fraquezas, “pode acontecer de sermos tomados pela angústia, pela inquietação pelo amanhã, pelo medo da doença e da morte”:

“Isto explica porque muitas pessoas, buscando uma saída, enveredam às vezes por perigosos atalhos, como por exemplo o túnel da droga ou o das superstições ou de desastrosos rituais de magia”.

Nós devemos sim reconhecer os próprios limites e fragilidades – disse o Papa – mas  “não para nos desesperar, mas para oferecer ao Senhor e Ele nos ajuda no caminho da cura, nos leva pela mão, mas nunca nos deixa sozinhos, nunca. Deus está conosco e por isto me alegro, nos alegramos hoje: «Alegra-te Jerusalém – diz – porque Deus está conosco»”.

“Quando somos verdadeiros cristãos”, mesmo diante das tristezas “existe aquela esperança que é uma pequena alegria que cresce e te dá segurança”:

“Nós não devemos nos desencorajar quando vemos os nossos limites, os nossos pecados, as nossas fraquezas: Deus está ali, Jesus está na cruz para nos curar. Este é o amor de Deus. Olhar para o Crucifixo e dizer dentro: «Deus me ama»”.

Deus “é maior do que as fraquezas, infidelidades e pecados. E tomemos o Senhor pela mão, olhemos para o Crucifixo e sigamos em frente”.

Ao concluir, o Santo Padre invocou a proteção de Maria, Mãe da Misericórdia, para que coloque em nosso coração “a certeza de que somos amados por Deus. Que esteja próxima de nós nos momentos em que nos sentimos sozinhos, quando somos tentados a nos render às dificuldades da vida. Nos comunique os sentimentos de seu Filho Jesus, para que o nosso caminho quaresmal torne-se experiência de perdão, de acolhida e de caridade”.

Ao final, ao saudar os grupos e peregrinos presentes na Praça São Pedro, o Papa Francisco dirigiu-se à comunidade brasileira que vive em Roma e que marcou presença no tradicional encontro dominical com bandeiras do Brasil.

Por Vatican News

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Papa: a fé em Cristo nos dá segurança, apesar de nossas misérias e fraquezas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-a-fe-em-cristo-nos-da-seguranca-apesar-de-nossas-miserias-e-fraquezas/ Mon, 14 Aug 2017 08:02:31 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47876 “A fé não é uma fuga dos problemas da vida, mas sustenta no caminho e lhe dá um sentido”: foi o que disse o Papa Francisco no Angelus deste domingo, XIX do Tempo Comum, no habitual encontro dominical no qual rezou, ao meio-dia, a oração mariana com fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro.

Na alocução que precedeu a oração do Angelus, o Santo Padre destacou a página do Evangelho do dia (Mt 14,22-33), que descreve o episódio de Jesus que, após ter rezado toda a noite à margem do lago da Galileia, se dirige rumo à barca de seus discípulos, caminhado sobre as águas.

A barca encontra-se no meio do lago – observa o Pontífice – parada, sem poder avançar, impedida por um forte vento contrário. Quando veem Jesus caminhando sobre as águas, os discípulos confundem-no com um fantasma e se amedrontam.

Mas ele os tranquiliza: “Coragem, sou eu, não tenhais medo”. Pedro, com seu típico ímpeto, lhe diz: “Senhor, se és tu mande que eu vá ao teu encontro sobre as águas”; e Jesus o chama “vem!”, prosseguiu Francisco descrevendo a cena narrada pelo evangelista.

Descendo da barca, Pedro caminha sobre as águas e vai ao encontro de Jesus, mas, sentindo o vento, fica com medo e começa a afundar. Então grita: “Senhor, salva-me!”, e Jesus lhe estende a mão e o assegura.

Esta narração do Evangelho contém um rico simbolismo, afirmou o Papa, “e nos faz refletir sobre a nossa fé, quer como indivíduos, quer como comunidade eclesial, também a nossa fé de todos nós que estamos aqui, hoje, na Praça”, frisou. A comunidade, esta comunidade eclesial, tem fé? Como é a fé de cada um de nós e a fé da nossa comunidade? – perguntou Francisco.

“A barca é a vida de cada um de nós, mas é também a vida da Igreja; o vento contrário representa as dificuldades e as provações. A invocação de Pedro: ‘Senhor, manda que eu vá ao teu encontro!’ e o seu grito: ‘Senhor, salva-me!’ se assemelham muito ao nosso desejo de sentir a proximidade do Senhor, mas também o medo e a angústia que acompanham os momentos mais duros da nossa vida e das nossas comunidades, marcadas pela fragilidades internas e pelas dificuldades externas.”

Não foi suficiente para Pedro, naquele momento, a palavra segura de Jesus, que era como a corda lançada à qual agarrar-se para enfrentar as águas hostis e agitadas.

“É aquilo que pode acontecer também conosco. Quando não se agarra à palavra do Senhor, para ter mais segurança se consultam horóscopos e cartomantes, se começa a ir para o fundo. Significa que a fé não é tão forte”, observou o Santo Padre.

O Evangelho deste domingo nos recorda que “a fé no Senhor e na sua palavra não nos abre um caminho onde tudo é fácil e tranquilo; não nos poupa das tempestades da vida”, destacou.

“A fé nos dá a segurança de uma Presença, a presença de Jesus que nos impele a superar os vendavais existenciais, a certeza de uma mão que nos agarra para ajudar-nos a enfrentar as dificuldades, indicando-nos o caminho inclusive quando é escuro. A fé, em suma, não é uma fuga dos problemas da vida, mas sustenta no caminho e lhe dá um sentido”, frisou o Papa.

Esse episódio é uma imagem estupenda da realidade da Igreja de todos os tempos: uma barca que, ao longo da travessia, deve enfrentar também ventos contrários e tempestades, que ameaçam devastá-la, acrescentou.

“O que salva não são a coragem e a qualidade de seus homens: a garantia contra o naufrágio é a fé em Cristo e na sua palavra. Essa é a garantia: a fé em Jesus e na sua palavra. Nessa barca estamos seguros, apesar das nossas misérias e fraquezas, sobretudo quando nos colocamos de joelhos e adoramos o Senhor, como os discípulos que, no final, ‘se prostraram diante d’Ele, dizendo: ‘Verdadeiramente tu és o Filho de Deus!’

Que belo dizer essa palavra a Jesus, disse o Papa Francisco convidando os presentes a repeti-la. “Que a Virgem Maria nos ajude a continuar firmes na fé para resistir aos vendavais da vida, a permanecer na barca da Igreja evitando a tentação de subir nos barcos fascinantes, mas inseguros das ideologias, das modas e dos slogans.”

Por Rádio Vaticano

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