Francisco e Jacinta Marto - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Francisco e Jacinta Marto - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Em Portugal, Papa proclama santidade de Francisco e Jacinta Marto https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/em-portugal-papa-proclama-santidade-de-francisco-e-jacinta-marto/ Mon, 15 May 2017 07:56:54 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46233 No dia em que a Igreja celebra Nossa Senhora de Fátima, 13 de maio, o Papa Francisco canonizou os pequenos pastores Jacinta e Francisco Marto, que cem anos atrás, tiveram as visões e receberam a mensagem de Nossa Senhora. São as primeiras crianças não mártires santificadas pela Igreja.

Foi também a primeira vez que uma canonização foi celebrada em Portugal e cerca de meio milhão de fiéis de todas as partes do mundo tomaram conta da esplanada diante do Santuário. Muitos já estavam lá desde a noite de sexta-feira para garantir seu lugar na Missa.

Ao chegar à Basílica de Nossa Senhora do Rosário, o Papa cumprimentou o sacerdote mais idoso de Portugal, de 104 anos, que viveu toda a história do Santuário, e rezou diante do túmulo dos pequenos irmãos, que morreram aos 9 e 10 anos.

No exterior, Francisco incensou a imagem de Nossa Senhora, em cuja coroa está encravada a bala que atingiu o Papa João Paulo II no atentado sofrido na Praça São Pedro, em 13 de maio de 1981.

A Missa, da qual participou também o menino brasileiro Lucas Batista, 9 anos, curado graças à intercessão dos pastorzinhos, teve início com o rito da canonização. O bispo de Leiria-Fátima, Dom Antonio Marto, pediu ao Papa que procedesse à canonização dos meninos e leu as suas biografias. 

Em sua homilia, proferida em português, o Papa começou relatando a primeira visão dos dois irmãos e da prima, Lúcia, naquela manhã de cem anos atrás e “a Luz de Deus que irradiava de Nossa Senhora e envolvia-os no manto de Luz que Deus Lhe dera”.

“Fátima é sobretudo este manto de Luz que nos cobre, aqui como em qualquer outro lugar da Terra quando nos refugiamos sob a proteção da Virgem Mãe para Lhe pedir, como ensina a Salve Rainha, «mostrai-nos Jesus». Queridos peregrinos, temos Mãe”.

Hoje, prosseguiu Francisco, “nos reunimos aqui para agradecer as bênçãos sem conta que o Céu concedeu nestes cem anos, passados sob o manto de Luz que Nossa Senhora, a partir deste esperançoso Portugal, estendeu sobre os quatro cantos da Terra”.

“Dos braços da Virgem”, disse o Papa, “virá a esperança e a paz que necessitam e que suplico para todos os meus irmãos no Batismo e em humanidade, de modo especial para os doentes e pessoas com deficiência, os presos e desempregados, os pobres e abandonados. Queridos irmãos, rezamos a Deus com a esperança de que nos escutem os homens; e dirigimo-nos aos homens com a certeza de que nos vale Deus”.

Concluindo, Francisco exortou os fiéis: “Sob a proteção de Maria, sejamos, no mundo, sentinelas da madrugada que sabem contemplar o verdadeiro rosto de Jesus Salvador, aquele que brilha na Páscoa, e descobrir novamente o rosto jovem e belo da Igreja, que brilha quando é missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor”.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Francisco e Jacinta Marto: candeias que Deus acendeu https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/francisco-e-jacinta-marto-candeias-que-deus-acendeu/ Fri, 12 May 2017 10:05:58 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46223 “Francisco e Jacinta Marto candeias que Deus acendeu” é o título do artigo escrito pela  Postuladora da Causa de Canonização de Francisco e Jacinta, Ângela de Fátima Coelho,  publicado esta quinta-feira no L’Osservatore Romano.

“Olhamos a vida dos irmãos Francisco e Jacinta Marto como quem se deixa desafiar pela sua entrega humilde e comprometida — até ao extremo (Jo 13,1) — aos desígnios de misericórdia de Deus anunciados pela Senhora de Fátima. São duas crianças com uma maturidade de fé impressionante, que assumem a mensagem trazida pela Senhora do Rosário, vestida de luz, como seu programa de vida. As suas biografias apontam à Igreja um jeito de viver à luz do Evangelho, um estilo de viver que se faz de humildade, disponibilidade e compromisso, um jeito de viver cristiforme. São duas crianças que conheceram a beleza de Deus e aceitaram ser reflexos dela para o mundo.

Francisco e Jacinta Marto nasceram em Fátima — uma paróquia que pertence hoje à diocese de Leiria-Fátima, Portugal — no início do conturbado século xx. São os mais novos dos sete filhos do casal Manuel Pedro Marto e Olímpia de Jesus. Francisco nasceu em 11 de junho de 1908 e foi batizado no dia 20 desse mês. A sua irmã Jacinta Marto nasceu em 11 de março de 1910 e foi batizada no dia 19 desse mês. Os irmãos receberam uma educação cristã simples, mas marcada pelo exemplo de vida comprometida com a fé: a participação dominical na eucaristia, a oração em família, a verdade e o respeito por todos, a caridade para com os pobres e os necessitados. Francisco era um menino pacato e pacífico, apaixonado pela contemplação da criação. Com seus companheiros era sinal de concórdia, mesmo na ofensa e na desavença. Jacinta, por seu lado, tinha um caráter carinhoso e terno, embora bastante caprichoso. Tinha um particular carinho pela prima Lúcia e uma sensibilidade muito impressiva.

Ainda muito novos, começam a pastorear o rebanho de seus pais: tinha o Francisco 8 anos de idade e a Jacinta 6. Passavam grande parte dos seus dias na tarefa de acompanhar as ovelhas, na companhia da prima Lúcia, que também era pastora.

Na primavera de 1916, Francisco e Jacinta, na companhia da prima Lúcia foram arrebatados pela contemplação de uma «luz mais branca que a neve, com a forma de um jovem» e imersos numa atmosfera intensa em que a força da presença de Deus os «absorvia e aniquilava quase por completo». Era o Anjo da Paz, que os visitaria por três vezes, na primavera, verão e outono de 1916. Nas suas palavras e com os seus gestos, o Anjo fala-lhes do coração de Deus atento à voz dos humildes sobre quem tem «desígnios de misericórdia», convida-os à atitude da adoração. No último encontro, o Anjo oferece-lhes o Corpo e o Sangue de Cristo, o Dom primordial à luz do qual os videntes serão convidados a oferecer-se em sacrifício por todos os «homens ingratos». A vida de Francisco e Jacinta conhece ali a sua vocação: encher de Deus os olhos e o coração e tornar-se espelho dessa presença cuidadora, oferecendo as suas vidas como dom pelos demais.

Em 13 de maio de 1917, encontrando-se as três crianças na Cova da Iria, foram surpreendidos pela presença de uma “Senhora mais brilhante que o sol” que lhes disse ser do Céu. A Senhora pediu-lhes que voltassem à Cova da Iria seis meses seguidos, em cada dia 13, que, na aparição final, lhes revelaria quem era e o que queria. Entretanto, convocou os pastorinhos a oferecerem a sua vida inteiramente a Deus. “Quereis oferecer-vos a Deus?”, foi a pergunta fundamental das suas vidas. Os três videntes acolheram o convite da Senhora: “Sim, queremos”, e viram a sua disponibilidade ser confirmada por uma luz imensa que as mãos da Virgem ofereciam e que penetrou o seu íntimo, fazendo-os ver a si mesmos «nessa luz que era Deus».

Na aparição de julho, a Senhora revela às três crianças o que ficou conhecido como o Segredo de Fátima, que consta de uma visão em tríptico — o inferno; o Imaculado Coração de Maria; e a Igreja mártir a caminho da Cruz. Esta visão causará grande impacto em Francisco e Jacinta e levá-los-á a comprometerem-se, pela oração e pelo sacrifício, na conversão dos pecadores e na oração pela Igreja.

Depressa se espalhou a notícia da presença da Senhora do Rosário e o número de curiosos e peregrinos que afluíam à Cova da Iria aumentava a cada mês. Para os irmãos Marto, as constantes solicitações, os intermináveis e extenuantes interrogatórios, as acusações de fraude ou de avidez, ou mesmo as pressões e ameaças a que foram sujeitos foram fonte de grande sofrimento. Viveram este sacrifício na presença de Deus, tudo relativizando diante do amor de Deus e a Deus.

O último encontro, em 13 de outubro de 1917, é presenciado por uma grande multidão que se torna testemunha do sinal prometido pela Senhora do Rosário. Francisco e Jacinta levarão desse derradeiro encontro a bênção que recebem de Cristo e que há de marcar definitivamente os seus dias com os pedidos da Senhora do Rosário: a oração do rosário, o amor sacrificial pelos irmãos, o olhar misericordioso sobre os dramas do mundo.

A partir daqueles encontros inauditos, Francisco e Jacinta passam a viver focados em Deus. Nada mais lhes preenche o coração. Ao olhar as suas biografias de fé, a Igreja encontrará o rosto de Cristo e sentir-se-á interpelada à fidelidade do discipulado cristão. Se a espiritualidade de Francisco foi particularmente marcada pela contemplação e se a de Jacinta se caracterizou pela compaixão, a Igreja encontrará nos seus dois mais novos santos um modelo do que ela mesma é chamada a ser: contemplativa, com os olhos repletos de Deus, e compassiva, com as mãos empenhadas na transformação do mundo.

O Francisco foi um menino centrado no essencial. Tinha uma dimensão contemplativa de que ninguém suspeitaria que uma criança fosse capaz. Viveu uma vida unificada em Deus. Gostava de se esconder para «pensar em Deus» a sós, e a sua felicidade maior era estar com o seu amigo, «Jesus escondido». O Francisco percebeu muito bem que o Anjo e a Senhora do Rosário apontavam um caminho que conduzia a Deus. A certa altura, ele diz: «Gostei muito de ver o Anjo, mas gostei ainda mais de Nossa Senhora. Do que gostei mais foi de ver Nosso Senhor, naquela luz que Nossa Senhora nos meteu no peito».

A Jacinta foi uma menina apaixonada e comprometida. Ela viveu comprometida com o amor a Deus e a toda a humanidade. Impressionava-se com o sofrimento dos outros, sobretudo com o sofrimento da Igreja, na figura do Santo Padre, e com o sofrimento dos pecadores. E o seu compromisso leva-a a assumir esse sofrimento pela entrega de si. Ela vive com o desejo de incendiar em todos o amor de Deus. Diz ela, em certa ocasião: «Se eu pudesse meter no coração de toda a gente o lume que tenho cá dentro no peito a queimar-me e a fazer-me gostar tanto do Coração de Jesus e do Coração de Maria!».

O processo de canonização dos pastorinhos é o reconhecimento diante do Povo de Deus de que estas crianças, que encarnam o acontecimento de Fátima, chegaram, como diz a carta aos Efésios, «ao homem adulto, à medida completa da plenitude de Cristo» (Ef 4, 13). Canonizá-los é sobretudo reconhecer a sua fidelidade ao compromisso assumido no regaço de Maria de, em tudo, ser fiel a Jesus. Canonizá-los é também confirmar o que já reconhecemos: que Fátima é uma escola de santidade que aponta para a plenitude da vida em Deus. Como dizia São João Paulo ii, ao beatificar os dois pequenos pastores, «a Igreja quer colocar sobre o candelabro estas duas candeias que Deus acendeu para alumiar a humanidade nas suas horas sombrias e inquietas».

Somos convidados a continuar a levar aos cristãos a vida destas crianças, como testemunho da vida em Deus, e a continuar a interceder pelos cristãos junto das crianças, como intercessores junto de Deus. No centenário das Aparições de que foram testemunhas e com cuja mensagem se comprometeram até ao extremo, evocar a vida de Francisco e de Jacinta e celebrar a sua entrega generosa a Deus é procurar a mesma contemplação e compaixão que eles viveram, e confiar as nossas vidas nas mãos de Deus, pela intercessão da Senhora do Rosário e destes pequenos pastores segundo o coração de Deus (Jr 3, 15)”.

Por Ângela de Fátima Coelho, Postuladora das causas de canonização de Francisco e Jacinta Marto, via Rádio Vaticano

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Este foi o milagre que levará à canonização dos Pastorinhos de Fátima https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/este-foi-o-milagre-que-levara-a-canonizacao-dos-pastorinhos-de-fatima/ Fri, 12 May 2017 09:07:34 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46221 Lucas, um menino brasileiro, foi quem, aos 5 anos, recebeu a cura milagrosa por intercessão dos pastorinhos Francisco e Jacinta, após cair de uma janela e ficar em coma; uma história que foi contada pelos pais do menino curado.

João Batista e Lucila Yurie [foto] são pais de Lucas e, nesta quinta-feira, relataram toda a história do milagre que levará à canonização dos irmãos videntes de Fátima. Eles participaram de uma coletiva de imprensa no Santuário mariano de Portugal.

A identidade da criança, por ser menor, tem sido mantida “sob reserva”, de acordo com as normas do Vaticano.

O caso teve início quando, em 3 de março de 2013, por volta das 20h, Lucas estava brincando com sua irmã Eduarda e caiu de uma janela de 6,50 metros. Na época, ele tinha 5 anos.

O menino bateu com a cabeça no chão e sofreu um traumatismo craniano, com perda de tecido cerebral.

“Foi assistido na nossa cidade, em Juranda, e dada a gravidade do seu quadro clínico, foi transferido para o hospital de Campo Mourão, no Paraná”, recordou o pai, especificando o tal transferência “demorou quase uma hora”.

A criança chegou ao hospital “em coma muito grave”, sofreu duas paradas cardíacas e teve que passar por uma cirurgia de urgência. “Os médicos diziam que tinha poucas probabilidades de sobreviver”.

“Começamos a rezar a Jesus e a Nossa Senhora de Fátima, a quem temos muita devoção”, disse João Batista.

No dia seguinte, telefonaram para o Carmelo de Campo Mourão para pedir as orações das religiosas pelo menino. Porém, elas estavam na hora do silêncio e a carmelita que atendeu a ligação não passou o recado para a comunidade.  “Ela pensou: ‘O menino vai morrer. Vou rezar pela família’”.

Conforme os dias passavam, o quadro clínico da criança piorava até que, “no dia 6 de março os médicos pensaram na transferência para outro hospital, uma vez que nem havia os cuidados necessários para a sua idade”.

“Disseram-nos que as possibilidades de o menino sobreviver eram baixas e que se sobrevivesse teria uma recuperação muito demorada ficando certamente com graves deficiências cognitivas ou mesmo em estado vegetativo”, relembrou o pai.

Então, em 7 de março, telefonaram novamente para o Carmelo, quando a religiosa que os atendeu passou o recado para a comunidade. “Uma irmã correu para as relíquias dos Beatos Francisco e Jacinta, que estavam junto do Sacrário e sentiu esse impulso de oração: ‘Pastorinhos, salvem este menino, que é uma criança como vocês’”.

Este carmelita convenceu as demais a também pedirem a intercessão dos pastorinhos e também a família de Lucas passou a fazer o mesmo.

“Dois dias depois, no dia 9 de março – lembrou João Batista – o Lucas acordou, bem, e começou a falar, perguntado pela sua irmãzinha. No dia 11 saiu da UTI e dia 15 teve alta”.

Segundo o pai do menino, agora ele “está completamente bem, sem nenhum sintoma ou sequela”. “O que o Lucas era antes do acidente ele o é agora: sua inteligência, seu caráter, é tudo igual”.

“Os médicos, incluindo alguns não crentes, disseram não ter explicação para esta recuperação”, acrescentou.

 João Batista também agradeceu aos profissionais que acompanharam seu filho e à postulação de Francisco e Jacinta Marto, bem como ao Santuário de Fátima. “No entanto, não podemos deixar de agradecer a todos aqueles que rezaram pelo Lucas”, completou.

“Damos graças a Deus pela cura do Lucas e sabemos com toda a fé do nosso coração, que foi obtido este milagre pelos Pastorinhos Francisco e Jacinta”.

Os pais do menino curado expressaram “uma imensa alegria por ser este o milagre” que leva os pastorinhos à canonização. “Mas, sobretudo, sentimos a bênção da amizade destas duas crianças, que ajudaram o nosso menino e agora ajudam a nossa família”, concluiu.

A família de Lucas estará no dia 13 de maio da Missa em que o Papa Francisco canonizará Francisco e Jacinta Marto, no Santuário de Fátima. Eles participarão do cortejo do Ofertório.

Por ACI Digital

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Criança curada por intercessão dos pastorinhos acompanhará canonização https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/crianca-curada-por-intercessao-dos-pastorinhos-acompanhara-canonizacao/ Tue, 25 Apr 2017 10:09:44 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45693 A criança brasileira curada por intercessão dos Beatos Francisco e Jacinta Marto estará na canonização desses dois videntes da Virgem Maria, no dia 13 de maio, em Fátima, Portugal.

A informação foi confirmada pelo site oficial da visita do Papa Francisco a Fátima, segundo o qual, a criança que recebeu a cura milagrosa acompanhará a celebração junto com sua família.

“No dia 11 de maio, a família vai fazer uma declaração em Fátima sobre o milagre, estando disponível para falar com a Comunicação Social, assistindo, no dia 13, à canonização dos dois Pastorinhos”, informa o comunicado no site.

Entretanto, ressalta que “até lá, a família não vai dar entrevistas nem fazer declarações, por pretender que o seu testemunho seja feito no Santuário de Fátima”.

Explicam ainda que “a identidade da criança, por ser menor, e pormenores exatos da cura estão sob reserva, não podendo ser divulgados pela Postulação da Causa da Canonização dos Santos”.

O milagre reconhecido pelo Papa e que levará à canonização de Francisco e Jacinta, segundo a Rádio Vaticano, diz respeito a uma criança que ficou em coma após cair por acidente de uma janela de cerca de sete metros de altura e teve que ser operada.

Embora os médicos tenham previsto que a criança ficaria com graves sequelas por conta do traumatismo crânio-encefálico, três dias depois, recebeu alta e não ficou com qualquer dano.

O reconhecimento de um milagre realizado por sua intercessão depois da beatificação é um processo da competência da Congregação para a Causa dos Santos, regulado pela Constituição Apostólica Divinus Perfectionis Magister , promulgada pelo Papa São João Paulo II em 1983.

Uma comissão de teólogos analisou a decisão da comissão de peritos ou científica sobre o milagre e recomendou à Congregação a aceitação do mesmo.

Em seguida, o decreto da Congregação para a Causa dos Santos declarando como santos os dois beatos foi submetido à aprovação do Papa Francisco no dia 23 de março.

No último dia 20 de abril, durante o Consistório Ordinário Público para a Canonização dos Beatos, no Vaticano, o Pontífice confirmou que a canonização de Francisco e Jacinta será no dia 13 de maio, em Fátima.

Por ACI Digital

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