filhos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png filhos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Quais os limites do afeto para os filhos? https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/quais-os-limites-do-afeto-para-os-filhos/ Thu, 22 Feb 2018 09:18:58 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50925 Preparamos uma reportagem pra ouvir a opinião dos pais sobre os limites do afeto com os filhos. Para eles uma relação saudável começa por esse equilíbrio.

Assista à matéria completa aqui.

Por Canção Nova

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Quais são os erros mais comuns na educação dos filhos? https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/quais-sao-os-erros-mais-comuns-na-educacao-dos-filhos/ Thu, 03 Aug 2017 08:39:11 +0000 http://teste.toqueto.com/quais-sao-os-erros-mais-comuns-na-educacao-dos-filhos.html Quem nunca disse ou ouviu essas coisas em casa, na criação dos filhos? Crenças e costumes vão tornando a prática educacional, muitas vezes, sem medida, e não se percebe os erros cometidos. A falta dessa percepção persiste e quando os pais se dão conta já é tarde. Os frutos já nasceram e, muitas vezes, só lhes resta colhê-los. Por causa dessa necessidade em perceber o que e como se está fazendo para ver os filhos educados e bem criados é que todos os pais devem render-se a fazer uma constante avaliação da sua prática educacional. Precisaria de uma receita pronta para criar filhos? Mas quem iria prescrevê-la? Pediatras? Padres? Professores? Psicólogos? Avós? Juízes? Conselhos Tutelares? Impossível!

eria muita pretensão encontrar uma cartilha pronta, escrita por alguém. Talvez, aí esteja um erro possível de não cometer. Ter consciência de que os pais não estão prontos e que não são perfeitos. Essa certeza os tira da condição de culpados por tudo que não deu certo na vida dos seus rebentos. E, esses filhos, por sua vez, vão exigir menos dos seus pais por entenderem que eles também erram ou que tentam evitar ao máximo os piores erros. Erros que afetam o casamento, a vida dos filhos e a si próprios. Então, mesmo sabendo que nenhuma família é perfeita, existem erros possíveis de serem evitados na educação dos filhos.

 

Errar ou não errar

Errar ou não errar está muito associado à concepção de homem que cada família traz consigo. A forma com que ela enxerga a vida e como ela interage no ambiente será o caminho com que conduzirá a educação dos seus filhos. Os erros que os filhos não deveriam ter persistem nas criações por causa da cultura que as famílias desenvolvem. Portanto, para muitas, não se trata de erros, mas de continuidade de experiências familiares ou da prática de valores que passaram a adquirir pelas possíveis circunstâncias da vida. É muito comum, no ambiente escolar, ouvir de um pai: “Eu bato no meu filho. Meu pai me bateu a vida toda e eu não me transformei numa pessoa ruim”.

Para identificar os erros que não deveriam fazer parte da educação dos filhos, faz-se necessário identificar as crenças que também conduzem essa relação; portanto, fiquem atentos:

Os filhos crescem e desenvolvem um comportamento por imitação ou por modelagem. A modelagem é um instrumento de modificar comportamentos por meio de intervenções e orientações da família, da escola e/ou da própria Igreja. A imitação acontece de forma natural quando o organismo seleciona comportamentos a partir do que vê, ouve, sente, toca, cheira, enfim, a partir do que percebe ou do que lhe atinge, mesmo que não tenha ainda construído um valor.

Ainda com os filhos pequenos, os pais apresentam um procedimento inadequado em relação à alimentação. Oportunizando-os a escolher o que querem comer, onde e como comer, fazem desse momento motivos de conflitos em casa, pois permitem que, quando pequenos, comam em frente à TV, deitados no sofá. Mas quando veem seus filhos crescidos, os obrigam a voltar para a mesa, porque lá é o lugar em que a família se reúne. E não era antes? O mimo excessivo gera superproteção; consequentemente, os filhos desenvolvem procedimentos que demonstram fragilidades referentes à autonomia emocional e intelectual. Eles têm quem pensem e quem sintam por eles. Esse erro se torna grave com o passar do tempo. Há pouco tempo, no Instituto de Psicologia, ouvi um pai se redimindo com sua filha: “Filha, desculpe-me por todas as vezes que fiz por você o que você deveria ter feito”.

 

O bom senso é a melhor medida

Os filhos precisam viver experiências mesmo que amargas ou frustrantes. Negar a dor da criança ou do filho adolescente quando acaba o namoro, por exemplo, também pode ser considerado um erro evitável. Este se encontra no campo dos mimos excessivos, mas que acabam por desqualificar o que verdadeiramente o filho está sentindo. Tudo por quê? Porque os pais não conseguem ver filhos sofrendo. Quando o filho cai, a mamãe diz: “Não foi nada, filho. Isso passa!”. Se o namorado da filha termina o namoro, a mesma mãe diz: “Que bobagem! Você está novinha, e homem é assim, vai um vem outro. Serviu de experiência!”. O que esperar dessa educação baseada na fuga e na esquiva? Também não é possível buscar a radicalidade para ajustar tais comportamentos. Nem oito nem oitenta. Portanto, a linguagem verbal ou não verbal que os familiares fazem uso, poderá ser um grande acerto ou um sério erro para se estabelecer o respeito, o amor, a confiança e a amizade entre os membros. A crítica e o elogio demais e desnecessários maculam não só a educação dos filhos, mas o ambiente doméstico. Pais que se agridem, que não se valorizam, não cuidam um do outro, apresentam aos filhos um comportamento facilmente imitado e reproduzido. O bom senso é a melhor medida. Só não insistam no erro já detectado.

Busquem dentro da família ou peçam ajuda para sair de situações que vocês pais não admitem mais no ambiente familiar. É triste ouvir o quanto os meninos e meninas, os adolescentes, jovens e até mesmo filhos adultos têm recebido rótulos, críticas pesadas por causa de alguns tipos de comportamentos que corrompem o que a sociedade espera, quando eles foram formados para agir de tal forma. Quem quer uma geração de filhos estudiosos, responsáveis, obedientes, amáveis, dóceis, cuidadores do ambiente, da natureza precisará parar de facilitar tudo na vida deles e não os levar à loucura da inabilidade social. A escola, a família, a Igreja, o Estado tendem a apressar o caminho dos homens. É importante não desistir de ensinar.

Ensinar a aguardar o pijama, a pendurar a toalha de banho no varal, tirar a feira do carro, ensinar o filho a fazer um chá quando a mamãe estiver doente, a fazer companhia aos avós. Como diz o ditado, “é de pequeno que se torce o pepino”. Em outras palavras, é de pequeno que os pais devem ser para os filhos o que estes esperam que eles sejam: autoridades do amor, da convivência, do limite, do reconhecimento, da evangelização doméstica e do trabalho.

 

Limites são necessários

Tapar o sol com a peneira, querendo ser amigo do filho e esquecer os limites é um caminho sem volta. Nós precisamos e buscamos limites, e quando não os encontramos em casa, nos diriam os antigos, vamos encontrar na rua e o que tem na rua. E ai está um grande erro: não apresentar aos filhos o que tem na rua. Quando muitos a descobrem, passam a chamá-la de internet, família do vizinho, lugares indevidos, filmes inapropriados para idade do seu filho, área livre do condomínio. Deixar o filho ser criado por tudo e por todos, menos por você, é o único erro que não deverá haver na educação dos seus filhos.

É tempo de sentir-se culpado? Não. É tempo de reagir, de buscar suas próprias melhoras, mudar a forma de pensar, sair da preguiça e transformar. Pais, vocês são autoridades, vocês têm o poder de formar filhos melhores, porque Deus quer assim. Perdoem-se e perdoem aos outros, sigam conduzindo os filhos de vocês sem desistir de ensinar, de escutar, amar, exigir e ser uma família cristã.

Por Judinara Braz
Administradora de Empresa com Habilitação em Marketing.
Psicóloga especializada em Análise do Comportamento.
Autora do Livro “Sala de Aula, a vida como ela é.”
Diretora Pedagógica da Escola João Paulo I – Feira de Santana (BA).

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Veja dicas para movimentar as férias da criançada com pouco dinheiro https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/veja-dicas-para-movimentar-as-ferias-da-criancada-com-pouco-dinheiro/ Fri, 07 Jul 2017 10:17:41 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47285 As férias tão esperadas e merecidas chegaram pra muitos brasileiros neste mês de julho. O período, principalmente para os estudantes, é um alívio, depois de meses encarando os livros e as salas de aula. Para as crianças, a festa também é grande já que chegou a hora de dormir até tarde, brincar com os amigos e curtir a família sem a “preocupação” das aulas.

A pedagoga Juciele Siqueira afirma que as férias são essenciais para o desenvolvimento pessoal da criança, já que neste período elas podem realizar atividades físicas e criativas com a aproximação entre pais e filhos. Também é importante para o crescimento cultural, no caso de crianças que viajarão e conhecerão outros lugares.

O problema é que o período acompanhado de crise econômica não combina. A ideia de férias vem carregada de planos de viagens, dos projetos de conhecer novos lugares, de se divertir até cansar e etc. Todavia, se a verba é curta, o jeito é usar a criatividade.

Em se tratando das crianças, Juciele Siqueira sugere que os momentos com a família podem ser uma boa saída para aproveitar as férias e se divertir gastando pouco. “O momento ‘pais e filhos’ é de grande importância; por causa da correria do dia a dia, trabalho e compromisso, as crianças sentem falta dessa presença”, diz a especialista.

Ela pontuou algumas dicas práticas direcionadas aos pais e/ou responsáveis para entreter a criançada:

“Para começar, algo bem prazeroso seria um piquenique com direito a toalha na grama, estreitando assim o momento de partilha e comunicação, com brincadeiras de roda e cantigas também. As crianças aprendem muitas cantigas na escola, peça para que lhe ensine. Seu filho sentirá a valorização do que aprende na escola e se sentirá importante para você”, observa.

“Confeccionar petecas, brinquedos com papelão (veja receitas no YouTube) e depois brincar com esses brinquedos será bem divertido, pois quando a criança produz o próprio brinquedo coloca nele sua identidade e sua criatividade. Ou até mesmo, sentar juntos para fazer e colorir um desenho. Tenho lembranças de momentos assim com meus pais, pois é de carinho e atenção que as crianças necessitam. São momentos simples, mas que ficarão com carinho na memória e no coração das crianças”, afirma.

Resgate o sonho e planeje-se

Contudo, não custa pensar que no ano que vem será melhor e que a crise pode, até lá, ter passado e, assim, o plano da tão sonhada viagem de férias possa retornar. Para isso, o planejamento deve ser o ponto de partida. Para o administrador Rodolfo Rosa, a falta de dinheiro não pode ser a desculpa para não curtir as férias. Para quem sonha em viajar, o segredo é se preparar com antecedência, mesmo que seja pensando nas férias do próximo ano.

“Você não precisa ser rico para viajar, mas o planejamento pode proporcionar um passeio bem mais completo com um orçamento bem menor e principalmente evitar endividamento”, disse.

Segundo ele, a pesquisa prévia ajuda a conseguir melhores oportunidades. Confira algumas dicas importantes para negociar bons descontos:

“Compre a passagem com antecedência; pesquise diferentes destinos e evite alta temporada – quando pensarmos em viajar, observar várias opções pode ser importante; utilize o poder de pagar à vista – lojistas pagam taxas de 4% a 10% para a utilização de cartões de débito ou crédito e isso pode ser revertido em um bom desconto; viaje em grupo sempre que possível – pode ser mais barato além de poder dividir um número grande de despesas; estabeleça um valor de gasto diário – através deste podemos controlar melhor os gastos extras; peça desconto – pedir desconto não é pecado, além de muitos lojistas já estarem preparados para isso”, pontuou o especialista.

“O planejamento é peça chave para um bom programa de férias, guardar dinheiro para esse fim evita endividamento desnecessário e pagamento de juros altos. Sendo que quanto maior o tempo de antecedência, melhores descontos e ofertas podemos aproveitar”, acrescentou.

Custo mínimo

Para as crianças, qualquer passeio é válido, diz Rodolfo, e aproveitar em família é o importante. Veja o que ele sugere para curtir as férias a um custo mínimo:

– Brincadeira da Tarde: junte as crianças e seus amiguinhos para uma tarde de brincadeiras;

– Piquenique: uma manhã ou uma tarde embaixo de uma árvore ou em um parque municipal, com bons quitutes podem render boas conversas e risadas;

– Festa do Pijama: junte os amigos e faça uma festa antes de dormir;

– Festas Culturais Gratuitas: muitas cidades oferecem atividades gratuitas, tanto para crianças como para adultos, em locais bem diversificados.

“Criatividade, paciência e proatividade fazem com que as férias sejam bem melhores sempre”, conclui Rodolfo.

Por Canção Nova

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Santa Sé na ONU: a gramática do diálogo para educar e construir pontes https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/santa-se-na-onu-a-gramatica-do-dialogo-para-educar-e-construir-pontes/ Fri, 30 Jun 2017 07:46:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47044 Nesta semana, em pronunciamento em Nova Iorque, num encontro sobre instrução e objetivos para o desenvolvimento sustentável, o Observador Permanente da Santa Sé na ONU, Dom Bernardito Auza, reiterou a necessidade, muitas vezes evidenciada pelo Papa Francisco, de reforçar o direito primário das famílias em educar os próprios filhos.

O arcebispo citou palavras do Pontífice, explicando que a tutela e a assistência das famílias na educação dos filhos é a base da atuação da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Dom Auza lembrou a experiência secular da Igreja Católica no campo da instrução, contribuindo a um mundo mais unido e pacífico: muitas são as escolas fundadas no mundo inteiro, “abertas a todos, meninas e meninos” e “aos pobres que, caso contrário, não teriam recebido instrução”.

A gramática do diálogo que educa e constrói pontes

Dom Auza acrescentou ainda que as instituições educativas devem promover a “gramática do diálogo”, base da cultura do encontro e instrumento para harmonizar a diversidade cultural na busca da verdade. Um clima de respeito, estima, escuta e solidariedade, segundo ele, podem responder a tantas formas de violência, pobreza, tráfico e restrição à liberdade.

Educados pela “gramática do diálogo”, finalizou convicto o Observador Permanente da Santa Sé, as novas gerações encontrarão motivações para “construir pontes e encontrar novas respostas aos vários desafios do nosso tempo”.

Por Rádio Vaticano

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Saiba como ensinar o seu filho a enfrentar o bullying https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/saiba-como-ensinar-o-seu-filho-a-enfrentar-o-bullying/ Wed, 31 May 2017 11:25:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46525 As crianças podem ser muito cruéis, especialmente quando provocam outras da mesma idade. Muitas se comportam dessa maneira porque não desenvolveram totalmente a capacidade de sentir empatia, de se colocar na pele da outra. Na verdade, as crianças nascem necessitando de cuidados, só mais tarde desenvolvem o que é conhecido como a “Teoria da Mente”, sendo então capazes de desenvolver empatia. Claro que também depende da educação que receberam.

Em todo caso, é sempre aconselhável preparar seu filho para enfrentar as provocações sem recorrer à violência. Desta forma, você vai ajudar a criar uma espécie de armadura emocional para proteger a autoestima dele. E é um presente de valor inestimável para a vida.

A humilhação dói, e muito

Um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade de Amsterdã revelou que as feridas provenientes da humilhação são muito mais profundas do que pensávamos. Nesta pesquisa, publicada na revista “Neuroscience Social”, os cientistas estudaram o cérebro de pessoas enquanto experimentavam diferentes emoções.

Para gerar esses estados emocionais eles liam histórias diferentes e pediam que tentassem assumir o lugar do protagonista. Assim, constataram que a humilhação provocava uma reação muito mais intensa, em nível cerebral, do que a alegria e até mesmo a raiva.

O estudo também descobriu que a humilhação desperta áreas cerebrais relacionadas à dor. Portanto, esses pesquisadores alertam que a humilhação não é apenas um sentimento muito negativo, mas que também é codificada no cérebro como dor. Exatamente por isso, as consequências podem se manter evidentes durante a fase adulta, fazendo com que o indivíduo se torne inseguro ou, o extremo oposto, alguém cujo impulso inicial seja sempre a agressividade.

Como os pais podem ajudar o filho?

– Investigue o que está acontecendo.
Para ajudar o seu filho, você deve primeiro entender o que está acontecendo. Qual a razão do bullying? Em quais locais ele ocorre? Como o filho reagiu? É importante verificar se o filho está provocando essa situação, ou se ocorrem de forma regular, o que pode ser enquadrado como assédio.

Ignorar o bullying pode fazer com que o problema acabe.
Explique a seu filho que quando as crianças percebem que suas piadas são eficazes, causam raiva ou vergonha, elas ficam mais encorajadas. Portanto, a melhor estratégia é, na maior parte das vezes, ignorar as piadas. Os provocadores querem se divertir (o sadismo de se divertir com a desgraça alheia), quando não conseguem, eles desistem, ou procuram outro alvo. Lembre seu filho que tolices devem ser ignoradas.

– Ensine-o a responder com rapidez.
Em alguns casos, uma resposta rápida e espirituosa, desarma o provocador. No entanto, você deve deixar claro para seu filho que ele não está respondendo com outra piada, ou com violência, mas, sim, com inteligência, para confundir o outro e fazê-lo ver que sua piada não surtiu efeito algum. Por exemplo, se alguém ri do tamanho de suas orelhas, você pode dizer algo como “bem, desse jeito posso te escutar melhor.” Desta forma, a outra criança entende que a vítima não vai seguir o exemplo, não vai entrar em seu jogo baixo.

– Mostre o seu lado mais compreensivo.
Às vezes os pais não reagem bem quando o filho diz que alguém está rindo dele na escola. Alguns, em vez de apoiar a criança e mostrar empatia, dizem que são “covardes” e “chorões”. No entanto, a melhor estratégia é a de transmitir amor e ser compreensivo. Por exemplo, você pode dizer que já passou pela mesma situação na infância, expor como se sentiu na época.

– Alimente as amizades positivas.
Para evitar abalar os alicerces da autoestima do filho, estimule amizades positivas. Deixe-o passar tempo com os amigos verdadeiros e se divertir. Quando as crianças têm um círculo de amigos, muitas vezes se sentem mais seguras, e essa aura de proteção vai fazer com que as crianças maldosas pensem duas vezes antes de mexer com ele.

Por Revista Pazes, via Aleteia

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Jovens e transmissão da fé https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/jovens-e-transmissao-da-fe/ Wed, 15 Mar 2017 08:09:22 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44887 Catequese quaresmal – 1

Iniciamos na Quarta-feira de Cinzas o Tempo Quaresmal de 2017. Estamos a caminho da Páscoa, refazendo a trajetória do Êxodo. Este é o tempo da conversão e da grande reflexão para melhor colocar o nosso coração e as nossas intenções em Deus. Ao longo deste período, como fizemos no ano passado, dedico as catequeses quaresmais aos jovens, dentro do contexto do tema proposto pelo Papa Francisco para o próximo Sínodo, que vai tratar da nossa amada juventude. 

Nesta primeira catequese, fazendo a memória de nossos pais e avós, tão lembrados pelo Papa Francisco, quero falar da importância do papel dos pais e dos avós na transmissão da fé a seus filhos e netos. Essa transmissão da fé podemos caracterizar como missão.

A missão é parte constitutiva da identidade da Igreja, chamada pelo Senhor a evangelizar todos os povos. Sua razão de ser e agir como fermento e como alma da sociedade, que deve renovar-se em Cristo e transformar-se em família de Deus. Por isso, a missão deve, antes de tudo, animar a vocação missionária dos cristãos, fortalecer as raízes de sua fé e despertar sua responsabilidade para que todas as comunidades cristãs ponham-se em estado de missão permanente. Trata-se de despertar, nos cristãos, a alegria e a fecundidade de serem discípulos de Jesus Cristo, celebrando com verdadeiro gozo o “estar-com-Ele” e o “amar-com-Ele”, para serem enviados para a missão. É a vida do discípulo missionário, que nos orientou o documento de Aparecida da V Conferência.

A missão nos leva a viver o encontro com Jesus num dinamismo de conversão pessoal, pastoral e eclesial, capaz de impulsionar à santidade e ao apostolado os batizados e de atrair os que abandonaram a Igreja, os que estão distantes do influxo do Evangelho e os que ainda não experimentaram o dom da fé. 

A juventude tem sido caracterizada por diferentes visões. Para muitos estudiosos da sociologia, da psicologia e da antropologia, esse é o momento primordial para as relações da vida em grupo, para a relação entre os grupos de iguais e para as profundas buscas e experiências que interferem nos resultados de encontros, desencontros, inseguranças, curiosidades, medos, confusões, indefinições, mudanças, crises e crescimentos. Devemos olhar para a juventude como um momento da vida em que se intensificam os questionamentos, discernimentos, entendimentos, sonhos. Tomemos cuidado para não cobrar da juventude algo que ainda não é possível de ser oferecido, bem como desacreditar em suas potencialidades.

A realidade nos mostra que um grande número de jovens é interessado pela comunidade cristã e se prepara com esmero para os sacramentos, em especial para o Sacramento da Crisma, mas nem todos perseveram. É urgente pensarmos em algo que seja mais contínuo para a participação dos jovens na vida eclesial e, nesse sentido, o grande trabalho da “iniciação cristã” se insere de modo claro e necessário. Nas realidades a que temos assistido, nas comunidades por onde temos passado em missão, seja para cursos, seja para uma animação da pastoral Bíblico-Catequética, vemos a preocupação dos catequistas com muitos jovens que não estão iniciados à vida cristã. Alguns, quando procuram, não encontram respaldo, não se tem o que oferecer a eles, e há centenas de jovens que nem atentos para isso estão. Temos muitas ovelhas que não estão no aprisco e que é necessário atingir.

A evangelização com jovens deve ser feita de momentos de interação que possibilitem o encontro com os outros, a partir da vivência da fé na vida em comunidade, e que os ajudem a fazer a experiência do Deus de Jesus Cristo. Não passar por cima das questões relativas à sexualidade, mas abordar com aquilo que a fé cristã pode oferecer para ajudar os jovens a aprimorarem e a amadurecerem sua sexualidade; não simplesmente com moralismos e interditos, mas como um caminho para a maior felicidade, ao esclarecer o uso mercadológico que é feito da exacerbação do sexo e as consequências disso na vida.

Os jovens de hoje vivem com urgência a busca de sentido que dê respostas às questões fundamentais do ser humano. Essa busca, e sua abertura experiencial ao religioso, são duas perspectivas que deverão ser tidas em conta na catequese, já que potenciam o caráter pessoal e personalizador que deve ter o ato de fé, sem menosprezo dos componentes racionais e institucionais da mesma fé. 

Os jovens são de suma importância para Igreja, pois a Igreja busca a cada dia evangelizá-los com muito amor e carinho. Quantos jovens em nossas paróquias assumem lideranças, quantos jovens estão à frente dos ministérios de música, ou ainda quantos jovens estão empenhados no setor da juventude! São vários jovens, e a eles damos graças por estarem na caminhada, e que estes busquem se espelhar em Cristo Jesus. Assim, como Cristo foi fiel ao Pai, que também vocês possam fazer o mesmo. 

Portanto, a catequese bem feita ajuda os jovens a sentirem-se incomodados, inquietos com a realidade social que os cerca, cheia de injustiças, discriminações e atentados à vida, e, a partir disso, leva-os a uma atitude de solidariedade, de compaixão ativa e de compromisso com o bem, com a verdade, a justiça e a vida, como fez Jesus. A educação da fé que aponta para o compromisso com a transformação da sociedade conduzirá o jovem para a realização do seu “ser jovem”, como agente transformador e protagonista dentro de uma sociedade que nem sempre o acolhe. Com isso, a catequese tem este papel de unir fé e vida, formando cidadãos do Reino, discípulos jovens que sejam apaixonados e seguidores de Jesus. É claro que terminado o período catequético dos jovens, cada paróquia deve oferecer momentos de oração, retiros, encontros e louvores para estes. Podemos citar como o grande exemplo desta expressão jovem na e da Igreja a Jornada Mundial da Juventude. Aqui no Rio de Janeiro, na JMJ 2013, foi marcante a presença e a Evangelização dos Jovens. Eles deram vivo testemunho da fé católica e demonstraram como é possível viver publicamente o que o Evangelho pede, sem renunciar ao que proclama a Mãe Igreja. 

Esta é a grande missão dos pais e avós: transmitirem a fé que receberam de seus antepassados na integralidade proclamada pela Igreja. Assim cremos e assim deveremos testemunhar o seguimento cristão!

Por Cardeal Orani João Tempesta – Arcebispo do Rio de Janeiro

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Especialista dá dicas para ajudar pais e filhos na volta às aulas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/especialista-da-dicas-para-ajudar-pais-e-filhos-na-volta-as-aulas/ Fri, 27 Jan 2017 08:01:25 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44140 Milhares de crianças já retornaram às escolas para iniciar o processo letivo de 2017, outras vão retornar nos próximos dias. Para ajudar os pais e filhos nessa nova etapa, o notícias.cancaonova.com conversou com a psicopedagoga do Instituto Canção Nova, Marina Nunes.

Na entrevista, a especialista explica como o retorno às aulas pode ser mais tranquilo, tanto para pais como para os filhos, quando ele acontece com segurança e diálogo.

Confira:

Como fazer a readaptação da criança ao ritmo de escola após às férias?

No período das férias, no início, é muito importante aproveitar o momento com passeios, diversões e descanso, mas uns 15 dias antes de começar o ano letivo, é de extrema importância já ir inserindo na vida da criança o anseio para retornar à escola, como comprando os materiais escolares, se for possível, levar a criança para conhecer o espaço, incentivando, de forma tranquila, que ela vai encontrar com outras crianças, professoras, que aprenderá novas coisas. Quando for se aproximando a data do retorno, uns dias antes, estabelecer a rotina habitual da criança, horário de dormir e das refeições para que ela não sinta tanto a rotina escolar.

Como instruir o filho para o primeiro dia de aula?

A segurança dos pais é o principal. Passar essa segurança para o filho, dizendo que a família confia no espaço escolar que está deixando seu filho, que ali é um espaço que ele vai aprender muitas coisas. Se o choro acontecer, o ideal é sempre confortá-lo e ir conversando, acalmando e ajudando-o a criar um vínculo com o professor(a).

Como lidar com a criança que não quer ir para a escola?

O novo sempre traz consigo a insegurança, pois não conhecemos o espaço, as pessoas ou até mesmo o que vai acontecer neste local. Por isso, é importante identificar o que está causando essa resistência no âmbito escolar.

A experiência de ir à escola precisa ser de forma confortável, por isso, o ideal é fazer uma preparação antes, conhecer a escola, se possível, os professores, criar laços com colegas da turma, conscientizá-lo da importância de se aprender coisas novas.

E quando há a necessidade da criança mudar de escola, exige algum cuidado especial? Como fazer essa transição de forma tranquila?

Sim. Estar em um lugar que nunca estava antes é novo para qualquer pessoa. Por isso fazer uma preparação antecipada, de forma tranquila, explicando para a criança o motivo da mudança, passando para ela mais segurança, dizendo que para os pais isso também é novo. Neste momento, o diálogo de pais e filhos é muito importante.

Qual deve ser a postura dos pais para passar segurança aos filhos nesta readaptação?

No início do ano letivo, a insegurança dos pais vem acompanhada da ansiedade, pois é um período de muitas novidades para a família também, por isso os pais, criando um vínculo com o ambiente escolar do seu filho antes de iniciar as aulas, vai-lhe proporcionar mais segurança e, assim, ajudar o seu filho na adaptação escolar.

Por Canção Nova

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6 erros modernos dos pais de família https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/6-erros-modernos-dos-pais-de-familia/ Fri, 13 Jan 2017 12:04:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=43903 É compreensível que os pais de família de nosso tempo cometam erros. Isso se deve à complexidade dos tempos modernos, que pegou muitos pais de surpresa. Deve-se também, em boa medida, à crise intergeracional que afasta os pais dos filhos.
Deve-se atribuir, igualmente, esses erros modernos dos pais à permissividade deles em relação ao filhos. Prova disso é que os pais dão tudo a troco de nada, ou seja, aceitam fazer enormes sacrifícios sem exigir dos filhos uma justa equivalência.
O primeiro desses erros modernos consiste em dar aos filhos o celular que eles exigem, da marca e do modelo que eles querem. Alguns pais costumam dizer que dão o que os pequenos pedem porque, ao contrário, eles se tornariam “valentões”. De qualquer forma, comprar um smartphone para uma criança é um exagero; ela pode ser roubada ou morta por causa do celular, ou jogar o telefone na lata de lixo por descuido ou acidente, perdendo, assim, uma boa quantidade de dólares. Os pais de família deverão distinguir as diferentes etapas do desenvolvimento de uma criança; não podem considerar da mesma forma o menino de 5 ou 6 anos e o adolescente de 12 ou o jovem de 18. O princípio da “gradualidade” tem muita importância na pedagogia familiar.
O segundo erro consiste na “solidão móvel”. Os pais de família, não contentes em ceder às exigências dos filhos, não se preocupam em saber o que fazem eles com o celular. Foi estabelecido um horário para o uso? Instalaram algum programa de monitoramento das atividades? Estão informados sobre o que os filhos procuram na internet? Quais os aplicativos que eles baixam? Intimidação, assédio e abuso sexual são alguns dos riscos da internet.
O terceiro erro está nos conteúdos dos programas que eles escolhem. Muitos pais não sabem quais séries seus filhos veem na televisão ou na internet. Também não sabem o que estão ouvindo no rádio. Não podem imaginar o megalixo que pulula em certas emissoras jovens. Há pais de família que são muito ingênuos e crédulos. Hoje, é frequente a literatura sobre o “cybersex”. Inclusive, já há alguns pais lamentando por terem filhos viciados nisso.
O quarto erro é a “internet a sós”. Uma criança sem companhia na internet é como se ela estivesse parada em pleno centro de uma cidade grande. Que critério de seleção de programa tem um garoto antes dos 10 anos? Inclusive, entre os jovens e adultos hoje é frequente a pornografia pela internet. Há jovens que contam que esperam seus pais dormirem para eles se levantarem e verem programas pornográficos.
O quinto erro está nos videogames. Os videogames são classificados como os filmes, pela idade, e muitos pais não sabem e compram o jogo que o filho pede, cheio de violência, sexo e grosserias. Os “controles dos pais” são uma ferramenta de supervisão de seus filhos no cyberespaço. Os pais são os principais responsáveis pela segurança dos filhos na internet.
O sexto erro: as redes sociais. Os pais de família devem saber que redes como Facebook, Instagram e Twitter permitem criar perfis de usuários com, no mínimo, 13 anos. Antes dessa idade, os que criam contas estão mentindo ao sistema. Poderá acontecer do próprio pai criar o perfil, mas modificando a idade, coisa que, de cara, já é um mau exemplo para o filho.
Melhor ensinar do que proibir. A tarefa dos pais, mesmo que difícil, é estabelecer normas e limites. A ideia é prevenir-se, antes que seu filho lhe diga: “papai, quero ter Facebook”. Antes que os amigos deles proponham, o garoto terá claro que não pode acessar a rede. Deve-se ensinar às crianças que amar é sinônimo de formar.
Por Aleteia Espanha

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