fé cristã - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png fé cristã - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 2,18 bilhões de pessoas dizem professar a fé cristã segundo instituto https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/218-bilhoes-de-pessoas-dizem-professar-a-fe-crista-segundo-instituto/ Mon, 22 May 2017 10:08:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46355 Atualmente, o planeta possui cerca de 7 bilhões de pessoas e aproximadamente 2,18 bilhões de pessoas que dizem professar a fé cristã. Esses dados foram revelados em um relatório do instituto de pesquisa americano Pew Research Center, e mostra uma predominância entre as duas maiores tradições cristãs do planeta: catolicismo e protestantismo. De acordo com o Pew Research, as principais tradições cristãs são a católica, com 51,4% dos fiéis; os evangélicos, 36% (sendo que a maioria segue a linha pentecostal); e os ortodoxos, que somam 12,6%.

O Anuário Pontifício 2017 e o Anuarium Statisticum Ecclesiae 2015, do Departamento Central de Estatística da Igreja do Vaticano, indica que o Brasil ocupa o primeiro lugar no conjunto de dez países do mundo com maior consistência de católicos batizados, com 172,2 milhões de católicos. Ficando à frente de países como o México, com 110,9 milhões, Filipinas com 83,6 milhões, Estados Unidos da América (72,3), entre outros. O número de católicos brasileiros representa 26,4% de católicos no continente americano.

Na pesquisa do Instituto Pew Research Center, o Brasil figura na lista dos maiores países cristãos do planeta, com aproximadamente 175 milhões de seguidores de Jesus, atrás apenas dos Estados Unidos, 246 milhões, e à frente do México, terceiro colocado, com 107 milhões.

A partir dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa constatou que o catolicismo ainda é predominante no Brasil, que forma a maior população católica do mundo, com aproximadamente 133 milhões de fiéis.

Nos anos 1980, os católicos eram 90%, e 20 anos depois, na primeira década do novo milênio, a redução constatada em duas décadas foi significativa, com os fiéis da Igreja Católica Apostólica Romana somando 73,6% da população, enquanto os evangélicos eram 15,4%. O Pew destaca que os 6,8% percentuais representou, em número de pessoas, um salto de 26,2 milhões de evangélicos para 42 milhões, formado em sua maioria por pentecostais (60%), seguidos de protestantes missionários (18,5%) e 21,8% de tradições diversas, incluindo os neopentecostais.

Evangélicos no Brasil
Em 2010, o IBGE registrou um significativo aumento de evangélicos, com relação ao Censo de 2000, com 60% de aumento do número de pessoas filiadas às denominações evangélicas. O salto foi de 15,4% para 22,21%, contra 64,6% de católicos.A maior percentagem de católicos no Brasil, por estado, está no Piauí, com 85,1%, enquanto a maior concentração percentual de evangélicos está em Rondônia, com 33,8% da população local.

Segundo o Instituto de Pesquisa DataFolha, três em cada dez (29%) brasileiros com 16 anos ou mais atualmente são evangélicos, dividindo-se entre aqueles que podem ser classificados como evangélicos pentecostais (22%), em maior número e frequentadores de igrejas como Assembleia de Deus, Universal do Reino de Deus, Congregação Cristã e Quadrangular do Reino de Deus, e 7%, como evangélicos não pentecostais, pertencentes a igrejas como Batista, Presbiteriana e Metodista, entre outras.

Esse segmento evangélico fica abaixo do formado por católicos (50%), e ainda há 14% sem religião, 2% de espíritas, kardecistas e espiritualistas, 1% de umbandistas, 1% de praticantes do candomblé, 1% de ateus e 2% de outras religiões.

Projeções
Em 2050 o mundo terá quase tantos muçulmanos quanto cristãos e o número de pessoas sem religião diminuirá, indica o estudo americano “O futuro das religiões no mundo: projeções 2010-2050”, do Pew Research Center. Segundo o instituto, se as tendências atuais continuarem, até 2050 “o número de muçulmanos igualará quase o de cristãos”, mas este último continuará sendo o maior grupo religioso do mundo.

O documento, no qual são estudadas projeções que se baseiam principalmente na taxa de fertilidade, na idade da população, nas migrações e nas tendências de conversão, indica que o número de muçulmanos no mundo alcançará 2,76 bilhões (1,6 bilhão em 2010) em 2050, enquanto no mesmo ano haverá 2,92 bilhões de cristãos (2,17 bilhões em 2010).

Assim, os cristãos continuarão sendo mais numerosos, com uma proporção estável de 31,4%, e os muçulmanos constituirão 29,7% da população mundial, contra 23,2% em 2010. Nas próximas quatro décadas, o Islã “crescerá mais rápido que qualquer outra religião”, afirma o documento, com um aumento – graças a uma população jovem e a uma taxa de fertilidade alta – de 75% com base em uma progressão de 35% da população mundial.

No entanto, o Pew afirma que estas projeções se baseiam em números em mudança constante. Vários eventos, como guerras, movimentos sociais e políticos, catástrofes naturais ou alterações nas condições econômicas “podem modificar as tendências demográficas de forma imprevisível”, afirma o instituto.

Por CNBB

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A divindade de Cristo: Papa participa da II pregação de Quaresma https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-divindade-de-cristo-papa-participa-da-ii-pregacao-de-quaresma/ Fri, 17 Mar 2017 12:28:16 +0000 http://teste.toqueto.com/a-divindade-de-cristo-papa-participa-da-ii-pregacao-de-quaresma.html O Papa Francisco participou na manhã desta sexta-feira (17/03), na capela Redemptoris Mater, da II pregação de Quaresma.

O título proposto pelo pregador da Casa Pontifícia, Fr. Raniero Cantalamessa, foi “O Espírito Santo nos introduz no mistério da divindade de Cristo”.

O frade capuchinho propõe a seguinte pergunta: Que lugar ocupa Jesus Cristo em nossa sociedade e na própria fé dos cristãos? Para ele, deve-se falar de “uma presença-ausência de Cristo”. “Em um certo nível – o do espetáculo e da mídia no geral – Jesus Cristo está muito presente. Em uma série infinita de histórias, filmes e livros, os escritores manipulam a figura de Cristo. Tornou-se uma moda, um gênero literário. Chamo tudo isso de parasitismo literário. Mas se olharmos para o âmbito da fé, ao qual ele pertence em primeiro lugar, notamos, pelo contrário, uma ausência perturbadora, ou até mesmo rejeição da sua pessoa.” 

A divindade de Cristo, afirma ainda Fr. Cantalamessa, não é um “postulado” prático, como é, para Kant, a própria existência de Deus. Não é um postulado, mas a explicação de um dado de fato, de uma experiência de salvação. “Em outras palavras, não é na salvação que se fundamenta a divindade de Cristo, mas é na divindade de Cristo que se fundamenta a salvação.”

“Mas é hora voltar a nós e tentar ver o que podemos aprender hoje da épica batalha sustentada em sua época pela ortodoxia. A divindade de Cristo é a pedra angular que sustenta os dois mistérios principais da fé cristã; a Trindade e a encarnação. Elas são como duas portas que se abrem e se fecham juntas. Se retirada a divindade de Cristo, tudo se desmorona e antes de mais nada, a Trindade.”

Por Rádio Vaticano

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Papa Francisco: a cruz não é um enfeite para usar, mas o símbolo da fé cristã https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-a-cruz-nao-e-um-enfeite-para-usar-mas-o-simbolo-da-fe-crista/ Mon, 13 Mar 2017 08:06:26 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44823 Em suas palavras antes da oração do Ângelus neste domingo, o Papa Francisco convidou os fiéis que, na Quaresma, contemplar “com devoção a imagem do crucifixo”, porque não é um enfeite a mais para carregar, mas “é o símbolo da fé cristã, é o emblema de Jesus, morto e ressuscitado por nós”.

“A cruz cristã não é uma mobília da casa ou um ornamento a ser usado, mas a cruz cristã é uma recordação do amor com o qual Jesus se sacrificou para salvar a humanidade do mal e do pecado”, expressou o Santo Padre aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro.

Em suas palavras antes da oração mariana, Francisco refletiu sobre o Evangelho do segundo domingo da Quaresma, que relata o episódio da Transfiguração do Senhor.

Jesus “levou consigo três dos apóstolos, Pedro, Tiago e João. Ele subiu com eles uma alta montanha e lá aconteceu este singular fenômeno: o rosto de Jesus brilhou como o sol e suas vestes se tornaram brancas como a luz”.

Deste modo, indicou Francisco, “o Senhor fez resplandecer em sua própria pessoa a glória divina que se podia acolher com fé em sua pregação e em seus gestos milagrosos. E a transfiguração se acompanha, na montanha, da aparição de Moisés e Elias, ‘que conversam com Ele’”.

O Papa explicou que “a luminosidade que caracteriza este evento extraordinário simboliza sua finalidade: iluminar as mentes e os corações dos discípulos para que possam compreender claramente quem é seu Mestre”.

Esta luz, disse o Papa, ilumina toda a pessoa de Cristo, que quer preparar os seus frente ao que acontecerá em Jerusalém.

“Agora, decididamente a caminho de Jerusalém, onde deverá sofrer a condenação à morte por crucificação, Jesus quer preparar os seus para este escândalo muito forte para a fé deles e, ao mesmo tempo, anunciar sua ressurreição, manifestando-se como o Messias, o Filho de Deus”, assinalou.

“Na verdade, Jesus estava se mostrando um Messias diferente do esperado, daquele que imaginavam como seria o Messias: não um rei poderoso e glorioso, mas um servo humilde e desarmado; não um senhor de grande riqueza, sinal de bênção, mas como um homem pobre que não tem onde reclinar a cabeça; não um patriarca com uma numerosa descendência, mas um solteiro sem casa e sem ninho”.

“É realmente uma revelação de Deus de cabeça para baixo”, afirmou o Papa e indicou que “o sinal mais desconcertante” é a cruz.

“Mas, precisamente por meio da cruz, Jesus chegará à gloriosa ressurreição” e que será definitiva. “Jesus transfigurado no Monte Tabor quis mostrar aos seus discípulos a sua glória, não para evitar a eles que passassem pela cruz, mas para indicar aonde leva a cruz. O que morre com Cristo, com Cristo ressuscitará. E a cruz é a porta da ressurreição. Quem luta junto a Ele, com Ele triunfará”, afirmou.

Francisco disse que “esta é a mensagem de esperança que a cruz de Jesus contém, exortando à fortaleza em nossa existência”.

Por isso, incentivou os cristãos a, neste tempo de Quaresma, contemplar “com devoção a imagem do crucifixo, Jesus na cruz: esse é o símbolo da fé cristã, é o emblema de Jesus, morto e ressuscitado por nós. Façamos de modo que a cruz marque as etapas de nosso caminho quaresmal para compreender sempre mais a gravidade do pecado e o valor do sacrifício com o qual o Redentor nos salvou, a todos nós”.

“A Virgem Santa soube contemplar a glória de Jesus escondida na sua humanidade. Que Ela nos ajude a estar com Ele na oração silenciosa, a deixar-se iluminar pela sua presença, para levar no coração, através das noites escuras, um reflexo da sua glória”, concluiu.

Por ACI Digital

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