Família - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Família - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Inscrições abertas para o VII Congresso Regional da Pastoral Familiar, que acontecerá em Goianésia, de 8 a 10 de setembro https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/inscricoes-abertas-para-o-vii-congresso-regional-da-pastoral-familiar-que-acontecera-em-goianesia-de-8-a-10-de-setembro/ Mon, 07 Aug 2023 13:15:25 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=66749 Nos próximos dias 8 a 10 de setembro, acontecerá em Goianésia (GO) – Paróquia Sagrado Coração de Jesus – Diocese de Uruaçu, o VII Congresso Regional da Pastoral Familiar com o tema: “Família e Vocação” e o lema: “Chamados a edificar a casa sobre a rocha” (Mt 7,24) em sintonia com o 3º Ano Vocacional do Brasil.

Podem participar do evento agentes da Pastoral Familiar e movimentos afins. As inscrições estão abertas até o fim deste mês de agosto pelos sites do Regional Centro-Oeste e da Diocese de Uruaçu preenchendo o formulário de inscrição. A taxa custa R$ 150,00 por pessoa. Há duas opções para hospedagem: casa de família ou hotel. Nesta segunda opção a reserva deve ser feita pelo inscrito.

A Carta-Convite do evento, direcionada aos bispos, padres, religiosos e religiosas, agentes da Pastoral Familiar e movimentos afins, destaca que “o matrimônio e a família são ocasião para viver de maneira concreta o mandamento do amor, manifestam o valor das relações na partilha de alegrias e dificuldades na vida cotidiana e ajuda cada um de nós a nos encontrarmos com Deus”. O texto evidencia ainda uma frase do papa Francisco sobre a família em que ele sublinha que a vida familiar cristã é uma vocação e um caminho de santidade, uma expressão do “rosto mais bonito da Igreja”.

Por fim, a Carta-Convite motiva para todos participarem do Congresso. “Em meio aos desafios atuais que muitas vezes fragilizam as famílias, sejamos corajosos protagonistas da promoção e na defesa da vida e da família ofertando a alegria do amor como remédio vigoroso para o mundo”.

INSCREVA-SE CLICANDO AQUI.

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A família e isolamento social https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-familia-e-isolamento-social/ Tue, 28 Apr 2020 20:25:19 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58305 Voltemos à família, fiquemos em casa. O isolamento social, por causa da COVID-19 já nos trouxe alguns questionamentos, ligados à economia, à indústria, ao meio ambiente e à política. De fato, gostaria de nos perguntarmos qual o impacto sobre nossas famílias e sobre nossa vida de fé. Este tempo de confinamento obrigatório pode nos recordar um tempo muito desejado: os casais conviverem, os filhos sendo educados e amados. Faz-nos retornar ao princípio de toda a vida social: a família. Nós cremos na família, sabemos do seu valor insubstituível. Nenhuma instituição poderá superá-la ou realizar o que lhe compete. Quem pode amar como um pai ou uma mãe? Mesmo que alguém faça o papel de pai e mãe, como isto é muito comum, é difícil dizer que psicologicamente assume o lugar do pai humano.

Em primeiro lugar, a presença. Todos sabemos que presença é mais do que passar algum tempo. É conviver e conversar. Gastar o tempo com aqueles que Deus deu como presente. Eles são perfeitos? Possivelmente não. Mas é possível e necessário conversar a partir de uma compreensão de que eu não sou o centro, que há outra pessoa ou pessoas com as quais convivo. O passar dos anos, com os desafios próprios da convivência familiar, pedem um tipo diferente de postura, de amor que se reinventa. Mas será sempre o mesmo amor, abençoado por Deus, no dia do sacramento. Este tempo nos obrigou ao convívio, à presença.

A harmonia familiar transborda na vida gerada e educada. Cada criança que é gerada é um grande dom de Deus. Todos são importantes. Um filho será sempre muito amado por Deus e pelos pais. Ele é amado porque é filho. De fato, toda criança tem o direito de ter o amor do pai e da mãe. Ambos são necessários, pelas suas características, para a educação de um filho ou filha. Não somente pelo fato que o casal ame o filho, mas, bem importante, que o filho veja o amor dos pais entre si. De fato, os pais “mostram aos seus filhos o rosto materno e o rosto paterno do Senhor” (AL 172). A educação dos filhos é responsabilidade dos pais. A sociedade, com suas instituições, são suplementares, como a escola e a igreja. É aí na família que, no convívio com os pais, as crianças vão internalizando valores, a partir de atitudes que os pais realizam. Mais desafiadora é a fase da juventude na vida familiar. Contudo, é exatamente na família que os adolescentes e jovens confiam e esperam. Não deixemos de conversar com os jovens sobre sua vida e seus sonhos, tantas vezes iludidos pelas ondas do momento. Importante lhes mostrar um Deus que os ama e que sempre está com eles.

Não menos importante é a convivência familiar como um lugar por excelência da vida de oração. Na casa há um pequeno espaço para um “santuário doméstico”. Já se falou tanto disso. De fato é muito importante. Ele nos recorda, pela imagem, que aí mora uma família cristã. Desde que são crianças vão aprendendo que nossa vida é um dom, um grande dom de Deus. As imagens do Crucificado, da Virgem Maria, a foto da família, o rosário e a Sagrada Escritura formam os sinais visíveis de uma vida de fé que inicia aí, na vida familiar. Um pai e uma mãe sabem também falar de Deus, do seu jeito, recordando-lhes de que temos sempre um Deus Criador e seu Filho que sempre está conosco. Como não podem ir à igreja, recolhem-se para rezar em casa, a partir dos meios digitais.

Convivemos mais, amemo-nos mais, rezemos mais. Que oportunidade.

Dom Adelar Baruffi
Bispo de Cruz Alta

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O amor é mais forte que a morte https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/o-amor-e-mais-forte-que-a-morte/ Sat, 20 Jul 2019 13:52:45 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56154 O que significa professar a fé cristã ou se apresentar como católico no contexto sócio-político-econômico brasileiro?

A atenção dos centros de poder e de decisão se concentra no “reino da Terra”, nos avanços científicos, na economia de mercado, no conforto e bem estar dos que têm acesso aos bens econômicos. Surgem, porém, sinais preocupantes! Os adolescentes estão se automutilando; um número expressivo de jovens comete suicídio; há uma multidão de adolescentes e jovens órfãos de pais vivos; a dependência química e eletrônica avança de forma implacável. Poder-se-ia elencar ainda outros elementos que expressam a fragilidade do tecido social e a precariedade preocupante das relações familiares.

É desafiador a missão de manter acesa a esperança de uma sociedade sadia. Se perde-se a esperança, a sociedade não tem futuro. Uma sociedade que não considera e promove a dignidade da família é uma sociedade fadada à sua dissolução.

A fé cristã ensina que Deus criou o ser humano, homem e mulher, com igual dignidade, mas também com características próprias e complementares, para que os dois fossem dom um para o outro, se valorizassem reciprocamente e realizassem uma comunidade de amor e de vida.

A vida familiar requer o empenho decisivo do homem e da mulher. O amor que os une é fecundo, antes de mais nada, para as pessoas envolvidas, pois o desejo primordial não pode ser outro se não o bem um do outro, experimentando a alegria do receber e do dar. É fecundo na procriação responsável dos filhos, na solicitude carinhosa por eles e na educação cuidadosa e sábia. O amor do casal é fecundo para a sociedade, porque a vida familiar é a primeira e insubstituível escola das virtudes sociais, tais como o respeito pelas pessoas, a gratuidade, a confiança, a responsabilidade, a solidariedade, a cooperação.

A vocação à vida familiar é nobre e bela. A realidade do amor é maravilhosa. A vida familiar construída no amor é força que pode transformar o universo, o mundo e a sociedade.

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre

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Família é tema da programação da 5º Romaria do Terço das Mulheres https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/familia-e-tema-da-programacao-da-5o-romaria-do-terco-das-mulheres/ Tue, 27 Feb 2018 15:21:29 +0000 http://teste.toqueto.com/familia-e-tema-da-programacao-da-5o-romaria-do-terco-das-mulheres.html A mulher é tradicionalmente conhecida como aquela que mais reza na família e é por esse motivo, que além da presença feminina ser constante na Casa da Mãe Aparecida a 5º edição da Romaria do Terço das Mulheres vem ganhando força.

No próximo dia 10 de março, os grupos de Terço das Mulheres de diversas regiões do Brasil estarão em peregrinação à Casa da Mãe Aparecida. As mulheres terão um dia especial de oração, com uma programação que inclui a celebração da Santa Missa, Assembleia, Oração do Terço e Consagração a Nossa Senhora Aparecida.

De acordo com o reitor do Santuário, padre João Batista de Almeida a presença da Romaria do Terço das Mulheres em Aparecida é sinal de fortalecimento para uma caminhada de oração. “Descobriu-se que o Santuário é um lugar onde os grupos podem se fortalecer naquilo que é próprio de cada grupo, a unidade, porque a rotina acaba desgastando os relacionamentos e um evento desses, ir ao santuário, acaba fortalecendo os grupos, possibilitando a união e o respeito entre as mulheres do Terço e suas famílias”.

A partir desse ano de 2018, a Romaria do Terço das Mulheres passou a ser de total responsabilidade do Santuário, e para contribuir nos próximos anos na realização desse grande evento é que o Santuário realiza pela primeira, uma assembleia com as coordenadoras e auxiliares dos grupos de Terço das Mulheres. O encontro vai acontecer também no dia 10, às 10h30 no auditório Padre Noé Sotillo, com o objetivo de definir uma equipe de suporte que irá ajudar na formatação da programação da Romaria nos anos seguintes, como explica para João Batista: “Essa comissão de suporte terá condição de nos ajudar apresentando que elementos nós vamos destacar, que assuntos nós precisamos tratar nas próximas Romarias, pois são os próprios grupos que conseguem apresentar como está a caminhada do movimento do Terço das Mulheres pelo Brasil”.

Comemorando o 5º ano da Romaria do Terço das Mulheres no Santuário os grupos irão refletir o tema ‘Terço das Mulheres, em oração pelas Famílias’ reforçando a partir das mulheres, uma questão importante que deve ser resgatada entre as famílias: O que é mesmo uma família?, como destaca o reitor do Santuário: “É muito importante que a gente coloque a oração como sendo uma força para encontrar de fato esse novo mundo familiar e principalmente a missão da família que precisa ser reencontrada, porque se antes era muito bem definida, agora ela está um tanto quanto sem definição”.

Para que os grupos concorram a uma imagem fac símile de Nossa Senhora Aparecida que será sorteada no encerramento da programação da Romaria no Altar Central, é importante que os responsáveis inscrevam o seu grupo no a12.com/tercodasmulheres.

Por Santuário Nacional de Aparecida/A12

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Papa aos funcionários: “Não quero trabalho irregular no Vaticano” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-aos-funcionarios-nao-quero-trabalho-irregular-no-vaticano/ Fri, 22 Dec 2017 16:01:17 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-aos-funcionarios-nao-quero-trabalho-irregular-no-vaticano.html O Papa Francisco, encontrando os funcionários do Vaticano por ocasião das felicitações de Natal, fala com o coração, mas acima de tudo com grande humildade e pede desculpas pelos “maus exemplos” também dentro da Igreja e pelo trabalhar informal, irregular que ainda existe dentro da Santa Sé.

Trabalho

“A primeira palavra que eu gostaria de lhes dizer – disse o Papa falando de improviso na Sala Paulo VI – é trabalho. Mas não para dizer trabalhem mais, e mais rápido. Não! É para agradecer-lhes!”.

“Mas também há no Vaticano, falando de trabalho, um problema: uma senhora entre vocês apontando para um jovem disse: “Ajude os trabalhadores precários”. Outro dia eu tive um encontro com o cardeal Marx, que é o presidente do Conselho da Economia e eu disse: não quero trabalho irregular no Vaticano”.

“Peço desculpas a vocês se isso ainda existe. Para mim, este é um problema de consciência, porque não podemos pregar a doutrina social da Igreja e depois ter situações de trabalho irregular. Isto nunca mais!. Entende-se que é necessário testar uma pessoa, mas um ano, ou dois, depois basta”.

“O trabalho é o caminho de santidade, de felicidade de vocês, de seguir em frente. Hoje talvez a pior maldição que existe, é não ter trabalho”. “O trabalho nos dá dignidade e a segurança do trabalho nos dá dignidade”.

“Não quero dizer os nomes, mas nos jornais vocês os encontraram. Hoje eu vi em dois jornais, duas empresas importantes, aqui na Itália, que estão a risco, mas para salvar a empresa se deve “racionalizar” o trabalho, ou seja, despedir 3-4.000 pessoas. É muito ruim porque assim se perde a dignidade. E isso é um problema não só aqui no Vaticano, na Itália, na Europa, mas é um problema mundial”.

Família

“A segunda palavra que gostaria de dizer é ‘família” – disse o Papa – assegurando que sofre ao saber quando uma família está em crise, “que existem crianças que se angustiam, porque veem que a família é…, é um problema!”.

O Papa recomendou então a estas famílias, para deixarem-se ajudar. ‘Por favor, salvar a família. Eu sei que não é fácil, há tantos problemas em um matrimônio. Mas procurem pedir ajuda enquanto há tempo. Enquanto há tempo. Proteger a família!”.

E, “nunca briguem diante das crianças, nunca!” – foi seu conselho – pois as “crianças sofrem”. Se há dificuldades, “que ao menos as crianças não sofram”.

“A família é um grande tesouro, porque Deus nos criou família. A imagem de Deus é o matrimônio, homem e mulher, fecundos, “multiplicai-vos”, façam filhos, sigam em frente”.

As fofocas

A terceira palavra que me vem em mente – “talvez alguém possa ter a vontade de dizer: ‘Mas acabe com isto!’”: as fofocas, uma palavra recorrente.

“Talvez eu me engane, no Vaticano não se faz fofoca…talvez, não sei”.

Alguém me disse certa vez depois de eu falar sobre as fofocas em uma Missa: “Mas padre, se não se fofoca no Vaticano se fica isolados!”. Eh…pesado, hein?!”. É como uma bomba – recordou. “Não façam terrorismo!” – pediu – “mordam a língua”.

Perdão

A quarta palavra é o perdão. O Pontífice pediu desculpas aos funcionários do Vaticano pelos “maus exemplos da fauna clerical, nós [sorri]”: “perdão e desculpas porque nem sempre damos um bom exemplo. Na vida há erros, pecados, injustiças que também nós clérigos cometemos.

Às vezes, tratamos mal as pessoas, somos um pouco “neuróticos”. Perdão por todos esses exemplos não bons. Eu também devo pedir perdão”, disse Francisco.

Felicitações de Natal

A última palavra é o augúrio de Natal: “Feliz Natal, no coração, na família e também na consciência. Não tenham medo, também vocês, de pedir perdão se a consciência acusa de alguma coisa. Procurem um bom confessor e façam uma boa limpeza, hein!”.

“Dizem que o melhor confessor é o padre surdo. Não te faz passar vergonha! Mas mesmo não sendo surdo, existem tantos misericordiosos, tantos! Que te escutam e te perdoam. Vai em frente. O Natal é uma boa oportunidade para se fazer as pazes também dentro de nós. Todos somos pecadores, hein! Todos! Ontem, eu fiz minha confissão de Natal. Veio o confessor…e me fez bem, todos devemos confessar-nos”.

E não esqueçamos – disse Francisco ao concluir – os doentes que talvez existam em nossas famílias, que sofrem: “enviar uma bênção também a eles”.

Por Vatican News

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A família e seus desafios https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-familia-e-seus-desafios/ Wed, 06 Dec 2017 08:04:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49806 Em várias oportunidades, nos encontros pastorais, surge de pais e mães uma pergunta que me inquieta: diante de todas as mudanças que estamos assistindo na realidade familiar, como será a família de amanhã? Que sociedade e humanidade estamos construindo? Compreendo que, mais do que a resposta, trata-se da seriedade desta pergunta, diante da qual não podemos ficar indiferentes. É inquestionável que a instituição família, como outras instituições que serviram de base sólida para a formação humana, espiritual e social, estão em crise. A crise, porém,deve ser uma provação, para construir novas sínteses e avançar.Apresento dois pontos que merecem destaque ao lermos a situação atual da família.

O primeiro é o esvaziamento da base antropológica da família. Os recentes fatos ligados a exposições em museus, telenovelas e posicionamentos públicos de alguns artistas, bem como alguns conteúdos escolares, são manifestações da conhecida ideologia do gênero. Com razão, a maioria da sociedade brasileira desaprova estas posturas. Esta ideologia “nega a diferença e a reciprocidade natural de homem e mulher. Ela apresenta uma sociedade sem diferenças de sexo, esvaziando a base antropológica da família. Esta ideologia induz a projetos educativos e orientações legais que promovem uma identidade pessoal e uma intimidade afetiva radicalmente desvinculadas da diversidade biológica entre homem e mulher. A identidade humana é entregue a uma opção individualista, também variável no tempo. […] Não caiamos no pecado de pretender substituir-nos ao Criador. Somos criaturas, não somos onipotentes” (Papa Francisco, AmorisLaetitia, n. 56). Cada pessoa, independente de sua orientação sexual, deve ser respeitada e acolhida na dignidade de criatura e imagem de Deus. Porém, outra realidade é pretender ensinar ou induzir as crianças de que elas podem escolher seu sexo. Esta é, certamente, “uma grande maldade”, fruto de uma “colonização ideológica”, no dizer do Papa.

O segundo desafio é a falta de solidez no pacto conjugal. As expressões que indicam esta situação são: “até quando houver amor” ou “até quando der certo”. Compreende-se que a sociedade líquida já não preza pelo que é permanente, fiel, eterno, por toda a vida, com doação total de si. Ligada a esta liquidez humana está a diminuição drástica da procura pelo sacramento do matrimônio. Aqui, especificamente para nós católicos, além da influência de uma cultura do descartável, revela-se uma falha na iniciação cristã. Sim, trata-se de uma questão de evangelização, diz respeito à fé. Afinal, as pessoas hoje não se sentem obrigadas a seguir “tradições”. Só procura o sacramento quem encontra seu sentido. Iniciar a família a partir do sacramento do matrimônio leva a compreender que o casal nunca estará sozinho, mas “toda a vida em comum dos esposos, toda a rede de relações que hão de tecer entre si, com os seus filhos e com o mundo, estará impregnada e robustecida pela graça do sacramento que brota do mistério da Encarnação e da Páscoa” (AmorisLaetitia, n. 54). Ao casarem-se, os esposos cristãos são um para o outro o “sinal” do amor de Deus.

Enfim, estas preocupações que envolvem a vida humana e familiar merecem nosso aprofundamento, discernimento e olhar crítico. Não deixemos que nos roubem a família!

Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta (RS)

 
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Congresso Diocesano das Famílias em Niquelândia – GO https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-diocesana/congresso-diocesano-das-familias-em-niquelandia-go/ Tue, 26 Sep 2017 19:04:26 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48691 Dom Messias

No dia 24 de setembro aconteceu, na cidade de Niquelândia – GO,  o Congresso Diocesano das Famílias, organizado pela Paróquia Nossa Senhora da Abadia, com o tema “A Família, Luz e Alegria para a vida em sociedade”.

Durante a manhã, o evento contou com  com a presença de Fernando Bacelar, do ministério Guardiões do Amor Maior (Goiânia – GO), que conduziu a pregação com o tema “A força do amor maior nas famílias”. Uma pausa para o almoço com as pastorais envolvidas e paróquias das diversas cidades da Diocese e, logo após, animação, momento cultural com recitação de poesia, música e coreografia, e uma partilha familiar com casal e Pe. Pedro Márcio, vigário da Paróquia Nossa Senhora da Abadia.

Estiveram presentes, também, as Irmãs Franciscanas da Divina Misericórdia, que cantaram o Terço da Misericórdia. Durante todo o evento houve Adoração ao Santíssimo, e o congresso ainda contou com um local reservado para as crianças, com muita diversão, oração, música e atividades para alegrar os pequeninos.

Confira vídeo:

O encerramento deste evento deu-se com a Santa Missa, presidida pelo Bispo diocesano, Dom Messias dos Reis Silveira, e concelebrada pelos padres Valdeci (Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Abadia), Pe. Rodrigo (assessor da Pastoral Familiar da Diocese), Pe. Wolney (Pároco da Paróquia São Francisco), Frei Gilberto (Pároco e Reitor do Santuário São José) e Pe Aldemir (Reitor do Santuário Nossa Senhora da Abadia do Muquém), juntamente com os seminaristas.

Dom Messias lembrou, em sua homilia, que a família precisa estar aberta a Deus e amar uns aos outros, que é preciso existir amor, presença de Deus e o perdão, pois muitos lares poderiam ser melhores se houvesse tudo isso.

O evento ocorreu durante todo o dia no Parque de Exposições Agropecuárias, onde a pôde-se discutir e partilhar sobre o que é ser família, semeando bons princípios e proporcionando uma orientação cristã para promover a valorização da família na sociedade.

Confira fotos:


Pascom – Paróquia Nossa Senhora da Abadia – Niquelândia – GO

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Início da Semana Nacional da Família em Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-diocesana/inicio-da-semana-nacional-da-familia-em-uruacu/ Mon, 28 Aug 2017 17:36:07 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48129

Hoje, 20, deu-se início à Semana da Família na cidade de Uruaçu. O evento começou com a carreata pela cidade, envolvendo as três paróquias locais finalizando com a Santa Missa na Av. Transbrasiliana.

A celebração contou com a presença de padres das paróquias locais: Pe Paulo, Pe Crésio, Pe Carlos Vicente e do presidente da celebração Pe. Dioclésio, da Paróquia Catedral Sant’Ana. Na ocasião, os fiéis ali presentes ali  tiveram a oportunidade de entender os valores da família cristã, que também é chamada a dar testemunho do Evangelho.

Confira fotos:

Carlos Ribeiro

Pascom – Uruaçu-GO

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A família e a sociedade https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-familia-e-a-sociedade/ Fri, 18 Aug 2017 16:26:44 +0000 http://teste.toqueto.com/a-familia-e-a-sociedade.html Teve início com o dia dos pais, a Semana Nacional da Família, de 13 a 19 de agosto. O tema deste ano é “Família, uma luz para vida em sociedade”. Se houver uma verdadeira renovação da família, célula da sociedade, todo o corpo social se renovará. É lá que tudo começa. Ali é o lugar do cultivo dos valores humanos e cristãos. Ali se aprendem o respeito, a mútua convivência, a fraternidade, o senso de hierarquia, a responsabilidade pelos próprios atos, o correto uso da liberdade, a disciplina, o amor, que se refletirão na vida em sociedade.

A Igreja sempre deu enorme importância à família, tratando-a como “Igreja doméstica e santuário da vida”, porque ambas nos transmitem a Fé: “tal como uma mãe ensina os seus filhos a falar e, dessa forma, a compreender e a comunicar, a Igreja, nossa Mãe, ensina-nos a linguagem da fé, para nos introduzir na inteligência e na vida da fé” (C.I.C. n.171).

“A família é a base da sociedade e o lugar onde as pessoas aprendem pela primeira vez os valores que os guiarão durante toda a vida”, dizia São João Paulo II.  O Papa Bento XVI, no Encontro Mundial das Famílias, em Valência, Espanha, afirmou que “esta é uma instituição insubstituível segundo os planos de Deus e cujo valor fundamental a Igreja não pode deixar de anunciar e promover, para que seja vivido sempre com sentido de responsabilidade e alegria”.

Naquele memorável encontro mundial das famílias, refletiu-se no tema “a transmissão da Fé na família”. “Nenhum homem se deu o ser a si mesmo nem adquiriu sozinho os conhecimentos elementares da vida. Todos recebemos de outros a vida e as verdades básicas para ela, e estamos chamados a alcançar a perfeição em relação e comunhão amorosa com os demais. A família, fundada no matrimônio indissolúvel entre um homem e uma mulher, expressa esta dimensão relacional, filial e comunitária, e é o âmbito no qual o homem pode nascer com dignidade, crescer e desenvolver-se de maneira integral”. E o Papa emérito corroborava seu ensinamento com os exemplos bíblicos de Ester e de São Paulo: “Ester confessa: ‘No seio da família, ouvi desde criança, Senhor, escolheste Israel entre todos os povos’ (4, 16). Paulo segue a tradição dos seus antepassados judeus prestando culto a Deus com consciência pura. Louva a fé sincera de Timóteo e recorda-lhe: ‘a tua fé, que se encontrava já na tua avó, Loide, e na tua mãe Eunice e que, estou seguro, se encontre também em ti’ (2 Tm 1, 5). Nestes testemunhos bíblicos a família compreende não só pais e filhos, mas também avós e antepassados. Assim, a família se nos apresenta como uma comunidade de gerações e garantia de um patrimônio de tradições”.

E o Papa Francisco nos recorda o quanto “é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento da fé dos filhos” (Carta Enc. Lumem Fidei, 53). E nos ensinou a rezar assim: “Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, escolas autênticas do Evangelho e pequenas Igrejas domésticas”.

Por Dom Fernando Arêas Rifan – Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

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Dom João Bosco: Família, dom de Deus, luz para a sociedade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-joao-bosco-familia-dom-de-deus-luz-para-a-sociedade/ Thu, 17 Aug 2017 14:49:44 +0000 http://teste.toqueto.com/dom-joao-bosco-familia-dom-de-deus-luz-para-a-sociedade.html A Semana Nacional da Família (SNF) teve início no último domingo, 13, Dia dos Pais. Uma escolha não ao acaso, visto que no mês de agosto a Igreja recorda a cada semana uma vocação.

“Trata-se de um momento de reflexão e ao mesmo tempo de testemunho e serviço dos cristãos para com a humanidade, “para desenvolver este senso da beleza da grandeza, da alegria que é ser família”, explicou o Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom João Bosco Barbosa de Sousa.

Em entrevista à Rádio Vaticano, o também Bispo de Osasco falou como “a família no Brasil é luz para a vida em sociedade”, justamente, o tema desta 26ª edição do encontro:

“Este tema da família como luz para a sociedade é muito preciso, porque primeiro é um tema bastante amplo, pois quando se fala de luz, o Evangelho e a Sagrada Escritura sempre menciona como a presença de Deus. Deus é luz e a presença de Deus ilumina o mundo!

Nós estamos vivendo num mundo sombrio e isso pela falta de Deus. Então, quando se fala em luz para a vida em sociedade, duas coisas: primeiro, mostra-se que a família é uma luz. Ela em si mesma ela é um dom de Deus. E a segunda coisa, ela não pode ser um dom só para a Igreja ou só para as pessoas que participam da família. Ela é uma luz para a sociedade, ou seja, a família deve se tornar uma família em saída, como pede o Papa Francisco, e ser uma família missionária no mundo. Quer dizer, pelo fato de ser família, ela ilumina o mundo.

Este tema tem produzido para nós muita profundidade na caminhada das famílias, na pastoral familiar, sobretudo com o grande impulso que o Papa Francisco tem dado à família e ao tema da vida familiar”.

Dom João Bosco também nos falou sobre como está se desenvolvendo em todo o país este momento de reflexão e evangelização

“Esta semana é um tempo forte de evangelização, é um tempo em que a família se torna o tema central de toda a evangelização da Igreja, que produzem celebrações, palestras, movimentação nas escolas, nas ruas, nos grupos da pastoral familiar, organizam diversas formas de atuação não só dentro da Igreja, mas também na sociedade.

Nós temos uma publicação chamada “Hora da Família” que tem uma grande penetração nos meios da Pastoral Familiar que traz uma reflexão para cada dia, um tema para cada dia, desenvolvendo o tema central. Isso dá uma grande unidade num país tão grande como o nosso, o Brasil, de ponta à ponta, do sul até o norte, do leste ao oeste, o mesmo tema sendo refletido, sendo aprofundado nas celebrações e na vida cotidiana das comunidades e das paróquias. Isso tem sido cada ano uma riqueza muito grande. Já somos jubilados em prata com este programa de evangelização a cada ano”.

Por Rádio Vaticano

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