exortação apostólica - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png exortação apostólica - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Documento do Papa aos jovens: Deus os ama e a Igreja necessita da juventude https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/documento-do-papa-aos-jovens-deus-os-ama-e-a-igreja-necessita-da-juventude/ Wed, 03 Apr 2019 12:56:13 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=54399 O documento é composto por nove capítulos divididos em 299 parágrafos. O Papa explica que se deixou “inspirar pela riqueza das reflexões e diálogos do Sínodo dos jovens”, celebrado no Vaticano em outubro de 2018.

“Cristo vive: é Ele a nossa esperança e a mais bela juventude deste mundo! Tudo o que toca torna-se jovem, fica novo, enche-se de vida. Por isso as primeiras palavras, que quero dirigir a cada jovem cristão, são estas: Ele vive e quer-te vivo!”

Assim começa a Exortação Apostólica pós-sinodal “Christus vivit” do Papa Francisco, assinada segunda-feira, 25 de março, na Santa Casa de Loreto, e dirigida “aos jovens e a todo o povo de Deus”.

No documento, composto por nove capítulos divididos em 299 parágrafos, o Papa explica que se deixou “inspirar pela riqueza das reflexões e diálogos do Sínodo dos jovens”, celebrado no Vaticano em outubro de 2018.

A vida de Cristo
Francisco aborda o tema dos primeiros anos de Jesus. Para ele, estes aspectos de Sua vida não deveriam ser ignorados na pastoral juvenil, “para não criar projetos que isolem os jovens da família e do mundo”.

O Pontífice retoma um de seus ensinamentos e explica que é necessário apresentar a figura de Jesus “de modo atraente e eficaz” e diz: “Por isso é necessário que a Igreja não esteja demasiado debruçada sobre si mesma, mas procure sobretudo refletir Jesus Cristo. Isto implica reconhecer humildemente que algumas coisas concretas devem mudar”.

Na Exortação, se reconhece que há jovens que sentem a presença da Igreja “como importuna e até mesmo irritante”. Há jovens que “reclamam uma Igreja que escute mais, que não passe o tempo a condenar o mundo. Não querem ver uma Igreja calada e tímida, mas tampouco desejam que esteja sempre em guerra por dois ou três assuntos que a obcecam”.

Sobre a realidade juvenil, o Papa recorda os jovens que vivem em contextos de guerra, explorados e vítimas de sequestros, criminalidade organizada, tráfico de seres humanos, escravidão e exploração sexual, estupros. “Não podemos ser uma Igreja que não chora à vista destes dramas dos seus filhos jovens. Não devemos jamais habituar-nos a isto”, escreve.

Acenando a “desejos, feridas e buscas”, Francisco fala da sexualidade: “num mundo que destaca excessivamente a sexualidade, é difícil manter uma boa relação com o próprio corpo e viver serenamente as relações afetivas”, mas lamenta que os jovens vejam na Igreja um espaço de julgamento e condenação.

A Exortação se detém em seguida sobre o tema do “ambiente digital”, que criou “uma nova maneira de comunicar”, mas é também um território de solidão, manipulação, exploração e violência. “A reputação das pessoas é comprometida através de processos sumários on-line. O fenômeno diz respeito também à Igreja e seus pastores.”

Migração, proteção dos menores, empenho social
Outro tema tocado pelo Pontífice são os migrantes e como os jovens estão diretamente envolvidos nas migrações. O Papa os alerta para a difusão de uma mentalidade xenófoba, contrapondo-os entre si.

O Papa fala também dos abusos sobre menores e expressa gratidão “a quantos têm a coragem de denunciar o mal sofrido”.

O abuso não é o único pecado dos membros da Igreja, recorda o Papa. Mas ela não recorre a cirurgias estéticas. “Lembremo-nos, porém, que não se abandona a Mãe quando está ferida.” Com a ajuda preciosa dos jovens, este momento pode ser uma oportunidade “para uma reforma de alcance histórico para se abrir a um novo Pentecostes”.

A todos os jovens, o Papa anuncia três grandes verdades. A primeira: “Deus que é amor”. A segunda: “Cristo salva-te”. A terceira verdade é que “Ele vive!”. Nestas verdades, aparece o Pai e aparece Jesus. E onde estão o Pai e Jesus, também está o Espírito Santo, escreve Francisco, aconselhando os jovens a invocarem todos os dias o Espírito Santo: “Não perdes nada e Ele pode mudar a tua vida”.

Francisco recorda ainda que a juventude não pode ser um “tempo suspenso”, porque é “a idade das escolhas”, por isso é importante buscar «um desenvolvimento espiritual. O Papa propõe “percursos de fraternidade” e a importância de ser jovens comprometidos, que buscam o bem comum.

“O empenho social e o contato direto com os pobres continuam a ser uma oportunidade fundamental para descobrir ou aprofundar a fé e para discernir a própria vocação”. Em outras palavras, os jovens são chamados a ser “missionários corajosos”.

Não poderia faltar a referência à “relação com os idosos”. Se “os jovens se enraizarem nos sonhos dos idosos, conseguem ver o futuro”. É preciso, portanto, “arriscar juntos”.

Pastoral juvenil
Um inteiro capítulo é dedicado à “Pastoral dos jovens”. A pastoral juvenil precisa de adquirir outra flexibilidade, explica, sendo um espaço onde não só recebam uma formação, mas lhes permitam também compartilhar a vida.

Serve “uma pastoral juvenil popular”, “mais ampla e flexível que estimula, nos distintos lugares onde se movem concretamente os jovens, as lideranças naturais e os carismas que o Espírito Santo já semeou entre eles”.

Outro ponto fundamental é o discernimento, seja para a vida familiar, seja para a consagração a Deus.

No que diz respeito ao trabalho, o Papa recorda que “é uma necessidade, faz parte do sentido da vida nesta terra, é caminho de maturação, desenvolvimento humano e realização pessoal”.

A Exortação se conclui com “um desejo” do Papa Francisco

“Queridos jovens, ficarei feliz vendo-vos correr mais rápido do que os lentos e medrosos. Correi atraídos por aquele Rosto tão amado, que adoramos na sagrada Eucaristia e reconhecemos na carne do irmão que sofre…A Igreja precisa do vosso ímpeto, das vossas intuições, da vossa fé…E quando chegardes aonde nós ainda não chegamos, tende a paciência de esperar por nós”.

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Gaudete et Exsultate: Itinerário para combater o individualismo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/gaudete-et-exsultate-itinerario-para-combater-o-individualismo/ Sun, 29 Apr 2018 12:35:17 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=52111 Provincial dos combonianos portugueses destaca exortação apostólica do Papa Francisco e sublinha novos desafios da vida missionária.

“Como um convite para a santidade, do ponto de vista da perspetiva teológica do papa, é uma bomba impressionante que vem dizer que a santidade é a alegria, é a vida, é a festa”.

É a leitura que o padre José Vieira, provincial dos combonianos portugueses faz da nova exortação apostólica do Papa Francisco, «”Gaudete et Exsultate», «Alegrai-vos e exultai»

Combate ao individualismo globalizado
“Um itinerário principal para combatermos o individualismo globalizado”, diz em entrevista ao VATICAN NEWS o Presidente da Conferência dos Institutos Religiosos em Portugal, que considera que é preciso “ter uma visão critica sobre os aspetos negativos da globalização”.

“Um dos aspetos mais negativos que o papa fala muito, a meu ver, é o descartar de pessoas. A globalização faz das pessoas consumidores, mais do que construtores da própria vida”, diz o sacerdote que alerta para “o individualismo globalizado”.

Missão em dois sentidos
O padre José Vieira, com larga experiência missionária em África, destaca também a importância da missionação portuguesa nos países lusófonos, mas sublinha que “a Missão faz-se sempre em dois sentidos”.

“Se nós no passado íamos para anunciar o Evangelho, neste momento há um movimento contrário. Os africanos que foram evangelizados, estão-nos agora a evangelizar”, diz o sacerdote comboniano que lembra “as muitas paróquias já entregues a africanos” em Portugal.

“Ao aceitarmos africanas e africanos dentro dos Institutos, temos também de aceitar todos os valores, toda a experiência humana, toda a expressão de fé, que eles, como africanos e africanas, têm e que vão dar, digamos, uma expressão nova aos nossos próprios carismas”, sublinha o presidente da CIRP.

Fonte: Vatican News

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Santa Sé apresenta nova Exortação Apostólica do papa Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/santa-se-apresenta-nova-exortacao-apostolica-do-papa-francisco/ Tue, 10 Apr 2018 03:11:40 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51843 A Santa Sé apresentou nesta segunda-feira (9), a nova Exortação Apostólica do Papa Francisco: Gaudete et exsultate, sobre a chamada à santidade no mundo atual. O documento foi apresentado aos jornalistas em coletiva de imprensa com a participação do vigário geral do Papa para a diocese de Roma, Dom Angelo De Donatis, do jornalista Gianni Valente e de Paola Bignardi, da Ação Católica.

“Com efeito, a chamada à santidade está patente, de várias maneiras, desde as primeiras páginas da Bíblia; a Abraão, o Senhor propô-la nestes termos: ‘anda na minha presença e sê perfeito’ (Gn 17, 1)”, escreve no Papa logo no início do documento.

Francisco explica que não se deve esperar da exortação um tratado sobre a santidade, com definições e análises, mas que seu objetivo é humilde: “fazer ressoar mais uma vez a chamada à santidade, procurando encarná-la no contexto atual, com os seus riscos, desafios e oportunidades”, explica o Papa.

A nova exortação é dividida em cinco capítulos: 1. A chamada à santidade, 2. Dois inimigos subtis da santidade, 3. À luz do Mestre, 4. Algumas características da santidade no mundo atual e 5. Luta, vigilância e discernimento.

Essa é a terceira exortação apostólica do pontificado de Francisco. A primeira foi a Evangelii Gaudium, em novembro de 2013, sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual. Já a segunda, Amoris laetitia, sobre o amor na família, foi publicada em março de 2013, sendo uma exortação apostólica pós-sinodal, fruto do Sínodo dedicado à família.

Além dessas exortações apostólicas, os cinco anos de pontificado Francisco somam ainda duas encíclicas e 46 cartas apostólicas, sendo 18 delas em forma de Motu Proprio.

Fonte: Vatican News

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Sobre o amor na família (I) – Amoris Laetitia https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/sobre-o-amor-na-familia-i-amoris-laetitia/ Fri, 07 Jul 2017 10:48:36 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47287 A Igreja compreende o matrimônio como viabilização e concretização do amor Deus para com a humanidade no mundo presente. O matrimônio é, por isso, considerado uma vocação humana. Trata-se do encontro de amor entre um homem e uma mulher, duas histórias que se unem.

Reconhecido como sacramento, o matrimônio é um sinal que contém em si e realiza a união dos consentimentos e dos corpos, produzindo a comunhão indissolúvel entre os esposos. Para a comunidade de fé, é sinal da união entre Deus e a humanidade ou de Cristo com a humanidade. “É grande este mistério”, afirma São Paulo (Ef 5,32).

O Papa Francisco, sem transcurar elemento algum da compreensão tradicional da Igreja a respeito do matrimônio cristão, publicou, em 2016, uma exortação apostólica sobre o tema. A exortação, intitulada “Amoris Laetitia – sobre o amor na família”, é expressão de duas assembleias de bispos de todo o mundo, reunidos em Roma para debater o tema do matrimônio cristão. As assembleias foram precedidas por uma ampla consulta a todas as dioceses do mundo.

Inicia a sua exortação apostólica afirmando que “a alegria do amor que se vive nas famílias é também o júbilo da Igreja. Apesar de numerosos sinais de crise no matrimônio (…), o desejo de família permanece vivo nas jovens gerações. Como resposta a este anseio, o anúncio cristão que diz respeito à família é deveras uma boa notícia” (n.1).

Com objetividade e coragem, recorda o que foi o caminho sinodal: “oportunidade para analisar a situação das famílias no mundo atual, para alargar a nossa perspectiva e reavivar a nossa consciência sobre a importância do matrimônio e da família, e para mostrar a necessidade de continuar a aprofundar, com liberdade, algumas questões doutrinais, morais, espirituais e pastorais” (n.2).

No entanto, “nem todas as discussões doutrinais, morais ou pastorais devem ser resolvidas através de intervenções magisteriais” (n.3). Com isso, não se está negando a necessidade de “uma unidade de doutrina e práxis”, mas reconhecendo que podem existir “maneiras diferentes de interpretar alguns aspectos da doutrina ou algumas consequências que decorrem dela”. Tal aspecto se torna compreensível quando se reconhece que “em cada país ou região, é possível buscar soluções mais inculturadas, atentas às tradições e aos desafios locais”. Até porque “as culturas são muito diferentes entre si e cada princípio geral (…), se quiser ser observado e aplicado, precisa ser inculturado” (idem).

O ideal do amor fiel, único, fecundo e indissolúvel é certamente indiscutível. A Igreja continua afirmando e defendo tais aspectos como condição para degustar a alegria do amor entre homem e mulher. O ideal será sempre defendido e promovido. Entretanto, o ideal é a meta para a qual é necessário caminhar. O caminho pressupõe uma gradualidade. Nessa perspectiva, o texto papal representa um encorajamento a quem, apesar de tudo, crê e se empenha por uma amor estável e duradouro, capaz de dar sentido à vida.

A exortação apostólica representa uma proposta às famílias cristãs, estimulando-as “a apreciar os dons do matrimônio e da família e a manter um amor forte e cheio de valores como a generosidade, o compromisso, a fidelidade e a paciência”; além disso, “se propõe a encorajar todos a serem sinais de misericórdia e proximidade para a vida familiar, onde esta não se realize perfeitamente ou não se desenrole em paz e alegria” (n.5).

Por Dom Jaime Spengler – Arcebispo metropolitano de Porto Alegre, RS
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Dom Paglia: "Amoris laetitia" acolhida pelos fiéis com entusiasmo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-paglia-amoris-laetitia-acolhida-pelos-fieis-com-entusiasmo/ Wed, 19 Apr 2017 07:55:21 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45546 A Amoris laetitia, Exortação apostólica do Papa Francisco sobre o amor na família, está completando um ano de publicação. Embora o documento magisterial traga a data 19 de março de 2016 – solenidade de São José –, o texto foi publicado no dia 8 de abril sucessivo. Em  muitas Igrejas locais foram promovidas iniciativas para refletir sobre o texto e permitir uma aplicação concreta do mesmo. A Rádio Vaticano ouviu o presidente da Pontifícia Academia para a Vida e grão-chanceler do Instituto João Paulo II para estudos sobre matrimônio e família, Dom Vincenzo Paglia, para uma avaliação sobre o acolhimento que o documento recebeu:

Dom Vincenzo Paglia:- “Há uma grandíssima recepção por parte do povo de Deus, em todos os lugares no mundo. É um texto que tem sido acolhido com entusiasmo, no qual as pessoas veem grande simpatia pelas famílias, é também um texto de grande esperança. Passado um ano, os frutos são notáveis, mas obviamente a complexidade das situações exigirá ainda aplicações mais ligadas aos vários contextos culturais. É preciso, por exemplo – é algo que observo de certo modo em todo lugar –, repensar de maneira bastante profunda a preparação para o matrimônio e, mais ainda – e aí estamos realmente muito atrasados –, o acompanhamento dos jovens casais nos primeiros anos de sua experiência matrimonial e familiar.”

RV: Há elementos-chave deste texto que a seu ver ficaram em segundo plano em relação ao debate sobre o discernimento nas situações irregulares?

Dom Vincenzo Paglia:- “Sim, sem dúvida alguma. A ‘Amoris laetitia’ requer uma mudança de estilo e de concepção da própria Igreja local. A Igreja, ela mesma, deve tornar-se familiar, deve apurar o olhar materno se quiser compreender, acompanhar, discernir e integrar as famílias. E aí há muito ainda a ser feito. Encontramo-nos diante de famílias – em geral – pouco eclesiais e de comunidades paroquiais – em geral – pouco familiares. É preciso reencontrar uma espécie de nova aliança. A Igreja da ‘Amoris laetitia’ é uma Igreja que deve redescobrir o amor na sua profundidade. Uma parte que comumente é pouco revisitada, mas é – penso –, o pilar de toda a Exortação apostólica, é o capítulo 4º, onde o amor não ressoa com cordas românticas – ‘uma choupana, dois corações’ – mas o amor, como o Papa o descreve, é um amor que constrói, que edifica, que é paciente, que perdoa, que suporta, que desculpa e que espera mesmo contra toda esperança. Eis o motivo porque é um amor robusto e não um amor ligado unicamente aos sentimentos – que é um dos grandes equívocos da cultura contemporânea.”

RV: O que o senhor responde a quem ressalta as dúvidas pastorais suscitadas pelo capítulo 8º da ‘Amoris laetitia’?

Dom Vincenzo Paglia:- “Não há nenhuma dúvida sobre a doutrina. Há um amplo espaço dado novamente à pastoral. É claro, isso requer pastores que voltem a ser pastores, ou seja, que saibam – justamente – discernir, que saibam acompanhar, que saibam ouvir e que saibam pouco a pouco integrar os fiéis – inclusive os mais problemáticos – com a paciência e a pedagogia de Deus à incorporação a Jesus, a seu Corpo. E reitero que o primeiro encontro com o Corpo de Cristo, neste caso das famílias feridas, problemáticas, se dá tocando a comunidade cristã, participando da sua vida e é daí que depois se toma um novo caminho de crescimento e de conversão. E aí há uma responsabilidade enorme. Poderia dizer: os padres devem ser padres, devem ser pais espirituais e alguns leigos também devem ser pais espirituais. É preciso ajudar aqueles que têm dificuldade de levantar-se e de caminhar com o auxílio da graça de Deus.”

RV: Nesse sentido entende-se também qual é a mensagem da ‘Amoris laetitia’ em chave de ressurreição pascal…

Dom Vincenzo Paglia:- “A ressurreição é um dinamismo de integração ao Cristo ressuscitado que ajuda a curar as feridas, a robustecer nosso coração e o nosso espírito para ir ao encontro de quem mais precisa. Em suma, a ressurreição é a vitória sobre todo pecado, sobre todo mal. Nesse sentido, a mensagem de Cristo ressuscitado é o anúncio alegre mais veemente que todas as famílias do mundo devem ouvir. E cabe a todos nós cristãos – pastores, leigos, religiosos, sacerdotes e quem quer que seja – colocar a centelha da ressurreição em todas as situações: Jesus veio para salvar, não para condenar.”

Por Rádio Vaticano

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