Exortação Apostólica Amoris Laetitia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:10:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Exortação Apostólica Amoris Laetitia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Grupo de Assessores da CNBB estuda a acolhida à Exortação “Amoris Laetitia” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/grupo-de-assessores-da-cnbb-estuda-a-acolhida-a-exortacao-amoris-laetitia/ Mon, 19 Jun 2017 13:03:33 +0000 http://teste.toqueto.com/grupo-de-assessores-da-cnbb-estuda-a-acolhida-a-exortacao-amoris-laetitia.html O Grupo de Assessores (GA) que serve às comissões episcopais de pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se reuniu nesta segunda-feira (19), na sede da entidade em Brasília. Contando com a coordenação do subsecretário de Pastoral, mons. Antônio Luiz Catelan e da presença e presidência do bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da Conferência, dom Leonardo Steiner.

Na pauta, destaca-se o trabalho de preparação para a reunião do Conselho Permanente da CNBB que se realizará entre os dias 20 e 21 de junho. A principal tarefa dos assessores neste dia de trabalho é a apreciação do texto que será analisado e aprovado no Conselho Permanente sobre a Exortação Apostólica do Papa Francisco, “Amoris Laetitia”. Trata-se de uma orientação do episcopado dirigida ao clero, aos religiosos, aos leigos e leigas a respeito do aprofundamento e a aplicação das linhas de trabalho pastoral sugeridas pela Exortação.

Duas comissões já trabalharam amplamente o tema, os bispos terão oportunidade para aperfeiçoamento do texto. A contribuição dos assessores deve ser agregada a esse trabalho já realizado e ao que os bispos vão discutir sobre esse tema.

Os assessores foram convidados a participar de um processo, já em curso, de preparação para a Campanha da Fraternidade de 2019. Os temas são recolhidos das comunidades, paróquias e dioceses que enviarão suas sugestões para os regionais da CNBB. A coordenação das campanhas recebe esse material e o apresenta aos bispos, todos os anos, de modo que todos sejam acolhidos em sua participação em vista da escolha de temas para a Campanha da Fraternidade. De forma mais concreta, a coleta de sugestões começa no próximo mês de agosto.

Na jornada de trabalho do GA se inclui uma visita às novas instalações da CNBB onde deverá funcionar, nos próximos meses, todo o trabalho da sede nacional enquanto se realiza uma necessária reforma do prédio atual localizado no Setor de Embaixadas Sul, em Brasília. O local onde os assessores deverão visitar e onde será lugar de trabalho da sede se localiza na Asa Norte, área central de Brasília, na vizinhança das Pontifícias Obras Missionárias.

Por CNBB

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Vaticano apresenta carta do Papa para 9ºEncontro Mundial das Famílias https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/vaticano-apresenta-carta-do-papa-para-9oencontro-mundial-das-familias/ Thu, 30 Mar 2017 11:51:36 +0000 http://teste.toqueto.com/vaticano-apresenta-carta-do-papa-para-9oencontro-mundial-das-familias.html O Vaticano apresentou nesta quinta-feira, 30, a carta do Papa Francisco para o 9º Encontro Mundial das Famílias, que será realizado em 2018 em Dublin, na Irlanda. O documento inicia os preparativos anunciando a data do evento, 21 a 26 de agosto com o tema “O Evangelho da Família: alegria para o mundo”.

Na carta, Francisco apresenta algumas orientações para que as famílias possam se preparar para o encontro. Uma delas é a reflexão e a partilha da Exortação Apostólica Amoris Laetitia, sobre o amor na família, documento publicado após o Sínodo da Família.

O Santo Padre destaca que o Evangelho e a família continuam sendo uma boa notícia para o mundo de hoje. “A família é o ‘sim’ do Deus Amor. Somente a partir do amor a família pode manifestar, difundir e regenerar o amor de Deus no mundo. Sem o amor não se pode viver como filhos de Deus, como casal, pais e irmãos”, afirma.

A ênfase do Papa na carta é justamente para o amor, ele propõe que as famílias sempre se perguntem se estão vivendo a partir do amor, o que significa perdoar-se, respeitar o outro, doar-se ao outro. E voltou indicar as três palavras-chave para a boa convivência familiar: “por favor”, “obrigado” e “desculpa”.

O Papa também fala da família como lugar de misericórdia e testemunha de misericórdia. “Depois do Jubileu Extraordinário, o serão ainda mais e o Encontro de Dublin poderá oferecer sinais concretos”.

A carta foi endereçada ao prefeito do órgão vaticano para os leigos, a família e a vida, Cardeal Kevin Farrel, a quem o Papa confia o ensinamento sobre a Amoris Laetitia nesse tempo de preparação. Francisco também se dirigiu à arquidiocese de Dublin e a toda a nação irlandesa, agradecendo pela acolhida para o encontro.

Sobre o Encontro Mundial

O Encontro Mundial das Famílias foi instituído pelo Papa João Paulo II. Em 1994, ele instituiu o Ano das Famílias e promoveu a primeira edição do Encontro. O Santo Padre participou de quatro edições: Roma (Itália), Rio de Janeiro (Brasil), Roma (Itália) e Manila (Filipinas), sendo que nessa última participou por videoconferência devido a seu estado de saúde.

No Pontificado de Bento XVI, hoje Papa Emérito, foram realizadas mais três edições: Valência (Espanha), Cidade do México (México) e Milão (Itália). 

A última edição do encontro foi em setembro de 2015, na Filadélfia, Estados Unidos. Esta foi a primeira vez que o Papa Francisco participou do encontro.

Por Canção Nova

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Amoris laetitia prepara a Igreja para o Sínodo dos Jovens, diz cardeal https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/amoris-laetitia-prepara-a-igreja-para-o-sinodo-dos-jovens-diz-cardeal/ Thu, 12 Jan 2017 16:47:38 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=43894 Nesta sexta-feira, 13, o Vaticano vai apresentar o documento preparatório da Assembleia Sinodal, que se realizará em outubro de 2018, com o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”.
De acordo com o Cardeal Lorenzo Baldisseri, existe uma íntima correlação entre o recente Sínodo sobre a Família, de outubro de 2015, com esse próximo, dedicado aos jovens.
Em entrevista ao L’Osservatore Romano, o cardeal faz um balanço da aplicação da Amoris laetitia (documento pós-sinodal), ressaltando a sua continuidade no Sínodo sobre os jovens.
Ele recorda que, em 12 de maio passado, precisamente um mês após a publicação da Amoris laetitia, a Santa Sé enviou às Conferências Episcopais de todo o mundo e também a cada bispo, uma carta para pedir informações relativas ao modo como a Exortação Apostólica pós-Sinodal era acolhida nos diversos países.
“Das informações recebidas, posso afirmar em primeiro lugar que a Amoris laetitia suscitou imenso interesse na comunidade eclesial e no mundo inteiro, com uma acolhida muito positiva e um amplo consenso, um verdadeiro dom feito à Igreja e à humanidade”, disse.
Dom Baldisseri, que participou de conferências, encontros de apresentação do documento, relatórios sobre o desenvolvimento do sínodo e a sua relação com a Amoris laetitia, constatou a atenção, o empenho dos bispos e o “cuidado de encarnar da melhor maneira possível as indicações, as sugestões, as propostas nela contidas” no documento.
“Muitos bispos encontraram os sacerdotes de sua diocese para refletir em profundidade os argumentos e as temáticas encontradas nas palavras do Papa Francisco”, diz o cardeal. Lembrando que também se envolvem nesse trabalho as pastorais das famílias, casais de esposos, jovens, associações, movimentos. “Encontra-se uma ampla produção de subsídios e material informativo de todo tipo, para facilitar a compreensão e a difusão do documento”, afirma.
“Posso dizer que em muitas dioceses, a recepção da Amoris laetitia, na qual se reflete o espírito do Sínodo, é positiva e propositiva e já vemos os seus benefícios. Está se tornando um instrumento formidável de renovação pastoral, como era o desejo dos padres sinodais e do Papa”, considera o cardeal.
Veja outros pontos da entrevista do Cardeal Lorenzo Baldisseri ao Jornal L’Osservatore Romano, sobre a Amoris laetitia e o próximo Sínodo:
Como foi o envolvimento das famílias?
“Considerando sobretudo o que é afirmado nos capítulos 4 e 5 sobre o amor no matrimônio, e no capítulo 7 sobre a educação dos filhos, começou-se a pensar em programar itinerários de formação para a preparação ao matrimônio, que vão para além dos “encontros oficiais” previstos para os casais que decidem casar-se; foram propostos encontros de acompanhamento para os jovens casais; há um esforço para envolver sempre mais casais especialistas, na tarefa de aproximar e acompanhar outros casais que passam por momentos de crise em seu relacionamento. Em algumas paróquias, surgiram grupos nos quais famílias inteiras se encontram periodicamente para rezar juntas, dividir as próprias experiências, compartilhar os tantos momentos que experimentam na vida cotidiana, confrontar-se sobre as dificuldades que vivem para ajudarem-se reciprocamente e buscar juntas pistas de soluções aos problemas. Certo, estamos apenas no início. O campo das possibilidade sobre a ação pastoral é muito vasto e os nove meses transcorridos desde a publicação da Exortação Apostólica representam um tempo muito breve para individuar e realizar todas as potencialidades nela contidos. Mas em todos existe a percepção de que é necessário um diferente e renovado empenho para apoiar as famílias na sua cotidianidade; um empenho feito de acolhida, proximidade, acompanhamento, partilha dos eventos bonitos e das dificuldades. São estas indicações eficazes sobre as modalidades em como viver a alegria do amor”.
O que se pode responder a quem solicita ulteriores esclarecimentos sobre as indicações pastorais da Exortação Apostólica?
“Já foram fornecidas diversas respostas. Manifestaram-se também pessoas competentes pelo seu papel e pela sua autoridade. Trata-se, antes de tudo, de proceder com o objetivo de fortalecer a família e de assegurar a estabilidade do matrimônio e a serenidade da vida familiar. Ademais, é importante apresentar a beleza do matrimônio cristão também a quem não vive uma união sacramental. Lá onde se está na presença de pessoas que vem de uma precedente união fracassada, é necessário saber distinguir as situações, as responsabilidades e os comportamentos que elas assumem, com o objetivo de proceder gradualmente a uma maior integração na comunidade eclesial. Com este propósito, é indispensável um discernimento atento e apropriado para cada pessoa, sendo capaz de integrar adequadamente a relação entre a norma e a consciência. Não penso que exista a necessidade de acrescentar algo mais, se não reiterar que todas as respostas que são pedidas já estão contidas no texto da própria Exortação Apostólica”.
Existe uma continuidade entre a Exortação Apostólica Amoris laetitia e o próximo Sínodo dedicado aos jovens?
“A Amoris laetitia indicou a beleza e a força da família, a sua capacidade de resposta às expectativas presentes no coração do homem, a importância de seu papel na sociedade. Um dos objetivos principais do próximo Sínodo é o de ajudar os jovens a aprender a discernir de que modo concreto possam realizar em plenitude as suas vidas, para que possam desfrutar da alegria do amor. A maior parte dos jovens se orienta para a escolha de constituir uma família. Para que a escolha deles possa corresponder o máximo possível à sua vocação, é importante que tenham instrumentos adaptados para conhecer a si próprios e para orientarem-se oportunamente na escolha do parceiro (a) e na compreensão dos elementos essenciais que permitam a sua futura família ter bases sólidas. Sem querer antecipar, nem limitar a riqueza que emergirá do caminho sinodal, penso que se possa sintetizar a continuidade entre a Amoria laetitia e o próximo Sínodo por meio de três palavras que encontramos na Exortação Apostólica: alegria, discernimento, acompanhamento”.
Neste sentido, responde a uma das assinalações evidenciadas no Sínodo sobre a Família a escolha de aprofundar a relação entre jovens e escolhas vocacionais?
“Existe, evidentemente, uma correlação entre jovens, escolhas vocacionais e família. Quando se fala da família não se pode que não ter presente o seu momento constitutivo e portanto a idade juvenil, que é aquela em que cada um formula um projeto próprio e se orienta à escolha do estado de vida. A relatio finalis da Assembleia Sinodal de 2015 recordava que “o desejo de família permanece vivo nas jovens gerações”. Certo, a vocação ao matrimônio não é a única maneira de realizar em modo alegre e autêntico a própria vida, mas permanece verdadeiro que “muitos jovens continuam a ver o matrimônio como o grande âmbito de suas vidas e o projeto de uma família própria como a realização de suas aspirações”. A Amoris laetitia fala muito desta correlação e acredito que o próximo Sínodo fará dela objeto de reflexão”.
Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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