evangelho de São João - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:03:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png evangelho de São João - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa: não desencorajar diante das fraquezas, Deus está conosco! https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-nao-desencorajar-diante-das-fraquezas-deus-esta-conosco/ Mon, 12 Mar 2018 08:01:21 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51216 Devemos reconhecer os nossos limites, fraquezas e pecados, mas não para desesperar-nos, mas para oferecê-los ao Senhor, que nos cura. Devemos segurá-lo pela mão e seguir em frente.

No Angelus deste IV Domingo da Quaresma, chamado de domingo da alegria, o Papa deixou uma mensagem de encorajamento em sua reflexão, inspirada no Evangelho de São João, proposto pela liturgia do dia.

A alegria e a salvação – frisou – são o centro do anúncio cristão, pois “quando a situação parece desesperadora” Deus as oferece ao homem, pois não está separado dele, “mas entra na história da humanidade, envolve-se na nossa vida, entra, para animá-la com a sua graça e salvá-la”.

Neste sentido, devemos estar atentos para “escutar este anúncio, rejeitando a tentação de considerar-nos seguros de nós mesmos, de querer deixar de lado Deus, reivindicando uma absoluta liberdade d’Ele e da sua Palavra”.

O Papa nos recorda que é preciso ter coragem para “reconhecer-nos por aquilo que somos”, frágeis, limitados. E quando nos deparamos com nossos pecados e fraquezas, “pode acontecer de sermos tomados pela angústia, pela inquietação pelo amanhã, pelo medo da doença e da morte”:

“Isto explica porque muitas pessoas, buscando uma saída, enveredam às vezes por perigosos atalhos, como por exemplo o túnel da droga ou o das superstições ou de desastrosos rituais de magia”.

Nós devemos sim reconhecer os próprios limites e fragilidades – disse o Papa – mas  “não para nos desesperar, mas para oferecer ao Senhor e Ele nos ajuda no caminho da cura, nos leva pela mão, mas nunca nos deixa sozinhos, nunca. Deus está conosco e por isto me alegro, nos alegramos hoje: «Alegra-te Jerusalém – diz – porque Deus está conosco»”.

“Quando somos verdadeiros cristãos”, mesmo diante das tristezas “existe aquela esperança que é uma pequena alegria que cresce e te dá segurança”:

“Nós não devemos nos desencorajar quando vemos os nossos limites, os nossos pecados, as nossas fraquezas: Deus está ali, Jesus está na cruz para nos curar. Este é o amor de Deus. Olhar para o Crucifixo e dizer dentro: «Deus me ama»”.

Deus “é maior do que as fraquezas, infidelidades e pecados. E tomemos o Senhor pela mão, olhemos para o Crucifixo e sigamos em frente”.

Ao concluir, o Santo Padre invocou a proteção de Maria, Mãe da Misericórdia, para que coloque em nosso coração “a certeza de que somos amados por Deus. Que esteja próxima de nós nos momentos em que nos sentimos sozinhos, quando somos tentados a nos render às dificuldades da vida. Nos comunique os sentimentos de seu Filho Jesus, para que o nosso caminho quaresmal torne-se experiência de perdão, de acolhida e de caridade”.

Ao final, ao saudar os grupos e peregrinos presentes na Praça São Pedro, o Papa Francisco dirigiu-se à comunidade brasileira que vive em Roma e que marcou presença no tradicional encontro dominical com bandeiras do Brasil.

Por Vatican News

]]>
51216
O Sepulcro está vazio, Cristo ressuscitou! https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/o-sepulcro-esta-vazio-cristo-ressuscitou/ Tue, 18 Apr 2017 11:02:24 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45531 «O Evangelho de São João nos diz que no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de Jesus e o encontrou vazio. João faz questão de ressaltar que era de madrugada e ainda estava escuro. Podemos perceber que o evangelista ao registrar que o fato aconteceu no primeiro dia da semana, quer fazer alusão à nova criação. O que ele vai relatar é uma novidade radical, é a vida nova de um homem, não um fato como a denominada ressurreição de Lázaro, que volta à vida, mas continua submetido à necessidade de cuidar de sua saúde, de se alimentar e que voltará a morrer.

João vai relatar a autêntica ressurreição, a vitória de Jesus sobre as limitações humanas, sobre suas fragilidades, sobre a morte. Jesus jamais voltará a morrer. A morte nunca mais terá poder sobre ele, porque ele, a Vida, a destruiu.

Contudo, Maria Madalena, apesar de ter escutado várias vezes Jesus dizer que ressuscitaria, a dor da morte é tal que ela se esquece das palavras do Mestre.

Apesar do corpo de Jesus já ter sido ungido na sexta-feira por José de Arimatéia e por Nicodemos, ela não consegue ficar longe do corpo morto do Senhor. A escuridão enfatizada no texto é um símbolo do estado interior de Maria. Ela está com uma vida sem sentido, sem alegria. Seus grande libertador, seu grande amigo está morto. Ela vai ao sepulcro quando ainda está escuro, na natureza e no seu interior. Mas seu coração está iluminado pelo amor, por isso ela vai até ao sepulcro.

Ela o encontra vazio. Sente-se despontada e mais desolada, perdida e impotente.

Maria Madalena busca o cadáver de Jesus. Ela esqueceu totalmente a promessa dele de que iria ressuscitar.

Ela olha para o sepulcro vazio e vê dois anjos, um na cabeceira e outro nos pés. O evangelista quer nos recordar os dois anjos que foram colocados, um à cabeceira e outro aos pés da arca da aliança. Jesus é a nova aliança. Por isso a aliança de Jesus Cristo é eterna, pois ele ressuscitou.

Mas Madalena, abalada pela dor não reconhece os sinais e só vê o sepucro vazio. Somente após a segunda pergunta de Jesus, ao ouvi-lo pronunciar seu nome e deixar de olhar para o sepulcro e voltar-se para o lado contrário é que ela vê o ressuscitado.

Como Maria Madalena, também nós só veremos os sinais da ressurreição, quando levantarmos nossos olhos dos sinais de morte, e dirigirmos nosso coração para a VIDA. Enquanto estivermos afeiçoados àquilo que é egoísmo, ambição, ira, não perceberemos que a Vida está à nossa frente, e sofreremos as consequências da opção pelos atrativos mortais. Ao contrário, quando acreditarmos no poder de Deus e formos mais irmãos, adeptos da partilha e do serviço, perceberemos os sinais da Vida a todo momento, pois estaremos desde agora vivendo à luz de Deus. Feliz Pácoa!»

Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos, via Rádio Vaticano

]]>
45531