estudos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png estudos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Sudário de Turim e Sudário de Oviedo coincidem no tipo de Sangue de Jesus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/sudario-de-turim-e-sudario-de-oviedo-coincidem-no-tipo-de-sangue-de-jesus/ Tue, 06 Jun 2017 09:04:25 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46657 Tanto os milagres Eucarísticos, como o Santo Sudário de Turim [foto] e o Sudário de Oviedo por anos chamaram a atenção não apenas dos fiéis cristãos, mas dos cientistas, que tentaram indagar sobre sua veracidade. É graças a estas investigações que se pode determinar que o tipo de sangue de Jesus teria sido AB positivo.

Disso falam as investigações realizadas em vários dos milagres Eucarísticos mais conhecidos: o de Lanciano, e o de Orvieto. O primeiro deles ocorreu no século VIII na Igreja de São Francisco da cidade italiana quando um sacerdote, que duvidava da presença real de Jesus Cristo na Eucaristia, pode ver na Missa durante a Consagração, como a hóstia se convertia em carne e sangue. O segundo, ocorreu de maneira similar até o século XIII, na outra cidade italiana, quando um sacerdote com dúvidas contemplou como a hóstia começou a derramar sangue sobre o corporal.

Ambos milagres, especialmente o de Orvieto, deram origem a uma das festividades mais importantes da Igreja: a festa de Corpus Christi, da presença real de Jesus na Eucaristia, que foi instituída pelo Papa Urbano IV para que se celebre na quinta-feira posterior à Solenidade da Santíssima Trindade. Os dois lugares são hoje epicentro de peregrinação onde é possível apreciar ambos milagres.

Os dois casos foram epicentro de investigações. Nas décadas de 1970 e 1980 alguns cientistas investigaram o ocorrido em Lanciano, determinando entre suas indagações que o tipo de sangue encontrado era AB. Algo similar ocorreu com o Milagre de Orvieto, quando o corporal manchado com sangue se submeteu a indagações na década de 1990: os investigadores determinaram que o tipo de sangue também era do grupo AB.

As investigações não terminam aí; já que outras relíquias relacionadas com Jesus também falam deste tipo de sangue. Trata-se do Santo Sudário de Turim, a tela com a qual se acredita que se envolveu o corpo de Cristo após sua crucifixão, e o Sudário de Oviedo, que é o tecido com o qual se cobriu seu rosto. Além das coincidências em ambas relíquias, nas pesquisas realizadas as duas telas, se fala do mesmo tipo de sangue: AB.

Outro milagre Eucarístico mais recente, o ocorrido em 1996 em Buenos Aires, onde uma hóstia se transformou em carne e sangue, também demonstra que o tipo de sangue de Jesus seria AB. A investigação foi confiada a alguns cientistas que não sabiam o que tinham em suas mãos era uma hóstia.

Nos estudos se determinou que a hóstia havia se transformado em uma parte do ventrículo esquerdo do músculo do coração, que pertencia a uma pessoa que beirava os 30 anos de idade e cujo tipo de sangue era AB. A investigação também descobriu que era parte de um coração de uma pessoa que tinha sido fortemente maltratada ou golpeada antes de morrer.

Por Gaudium Press

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Assessores da CNBB contribuem para texto do tema central da 55ª AG https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/assessores-da-cnbb-contribuem-para-texto-do-tema-central-da-55a-ag/ Fri, 10 Feb 2017 09:25:26 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44313 Reunido desde o dia 6 de fevereiro, quando iniciou retiro espiritual, o Grupo de Assessores (GA) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza, desde ontem e até hoje, momentos de estudos sobre o tema central da 55ª Assembleia Geral da entidade e sobre elementos da eclesiologia do papa Francisco. Este é o primeiro encontro do GA neste ano de 2017.

As atividades tiveram início no Centro Marista de Formação Vila Campagnat, em Brasília (DF), onde aconteceu o retiro, entre os dias 6 e 8 de fevereiro. Na ocasião, os assessores das Comissões Episcopais de Pastoral da CNBB refletiram sobre o itinerário do discípulo de Jesus, considerando os processos do “encontro, da conversão, do discipulado, da comunhão e da missão”, a partir do Documento de Aparecida e dos Evangelhos.

Iniciação cristã

Na manhã de ontem, 9, os assessores partiram para mais uma fase do encontro, que no início do ano tem duração de uma semana, envolvendo o retiro, a reunião em si e estudo. A pauta do dia são as contribuições para o texto do tema central da 55ª Assembleia Geral da CNBB: “Iniciação à vida cristã no processo formativo do discípulo missionário de Jesus Cristo”. A assembleia acontecerá em Aparecida (SP), de 26 de abril a 5 de maio.

“Os assessores têm dado uma boa contribuição aos outros textos que se tornaram depois documentos da CNBB. Ao discutirem agora, ao proporem emendas, sugestões e mudanças, poderão ajudar a melhorar e aprofundar o sentido do texto”, afirma o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, que ressalta que as contribuições maiores virão, naturalmente, das Comissões que estão mais envolvidas com o tema da iniciação à vida cristã, como Liturgia, Animação Bíblico-Catequética e os setores Universidades e Cultura, ambos da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação da CNBB. 

De acordo com o subsecretário adjunto de Pastoral da CNBB, monsenhor Antonio Luiz Catelan Ferreira, o texto preparativo para a 55ª Assembleia Geral foi enviado no dia 5 de dezembro a mais de 700 pessoas, entre bispos, assessores e especialistas na temática. Após esta etapa, a Comissão responsável pelo texto irá reunir-se para estudar as propostas que tiverem chegado e preparar o texto que será entregue à Assembleia.

Eclesiologia do papa

Hoje, o padre Vitor Feller Galdino, da arquidiocese de Florianópolis (SC),  conduz um estudo sobre a eclesiologia do papa Francisco. Dom Leonardo Steiner aponta a inspiração que emana do papa argentino. “O papa tem servido de inspiração para todos nós: uma Igreja mais missionária, que vai ao encontro das pessoas, misericordiosa, reconciliadora, mais transparente – em todos os sentidos, não apenas em questões morais. Uma Igreja que realmente saiba ser fermento na massa, ser sal da terra e luz do mundo”, pontua. Para o secretário geral da CNBB, a reflexão sobre a eclesiologia do papa Francisco poderá ajudar os envolvidos com as atividades da CNBB a terem mais lucidez à própria ação evangelizadora. “Mas porque também não na nossa inserção nas nossas Igrejas? Cada um com seu ministério, cada um com seu serviço dentro da Igreja”, conclui.

Por CNBB

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