Estados - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Estados - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Mudanças na vacinação contra a febre amarela https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mudancas-na-vacinacao-contra-a-febre-amarela/ Wed, 21 Mar 2018 09:00:30 +0000 http://teste.toqueto.com/mudancas-na-vacinacao-contra-a-febre-amarela.html O Ministério da Saúde anunciou nesta terça, 20/3, que a vacina da febre amarela passa a ser recomendada para todo o Brasil. Agora todos os Estados precisam imunizar a população.

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Por Canção Nova

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Dom Auza: Estados combatam com força tráfico de armas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-auza-estados-combatam-com-forca-trafico-de-armas/ Thu, 16 Mar 2017 14:28:02 +0000 http://teste.toqueto.com/dom-auza-estados-combatam-com-forca-trafico-de-armas.html “Um desafio imenso que requer uma resposta proporcionada.” Foi o que disse o Observador Permanente da Santa Sé na ONU, Dom Bernardito Auza, nesta quarta-feira, 15, no debate aberto realizado no Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Nova York.

“Que os Estados não contribuam ao tráfico de armas, mas o combatam com força, pois favorece os conflitos e consequentemente a praga do tráfico de pessoas”, disse ainda o arcebispo filipino.

Dom Auza condenou a facilidade com a qual as armas, até mesmo de destruição de massa, chegam às mãos dos terroristas, alimentando e prolongando conflitos violentos que expõem as pessoas aos traficantes. O prelado pediu para intensificar o recurso a tratados e leis relativas ao combate à venda de armas.

“Que o Conselho de Segurança da ONU adote um papel decisivo na luta contra a praga do tráfico de pessoas, prevenindo e colocando fim aos conflitos armados e favorecendo a consolidação da paz e do desenvolvimento”, disse ele.

O arcebispo recordou “as comunidades cristãs, as minorias étnicas e religiosas, e os yazidis que na área da antiga Mesopotâmia foram reduzidos à escravidão, vendidos, mortos e submetidos a toda forma de humilhação”.

“A falta aparente de esforços sérios para incriminar os autores de tais atos de genocídio, violações dos direitos humanos e do direito internacional, causa perplexidade, e nos perguntamos quantas outras atrocidades deverão ser ainda toleradas antes que as vítimas possam obter socorro, proteção e justiça.”

O prelado evidenciou a ligação entre tráfico de pessoas, pobreza extrema, subdesenvolvimento, exclusão social e falta de acesso à educação e ao mundo do trabalho.

“Os traficantes de pessoas, os terroristas, os grupos armados e as redes internacionais de crime organizado encontram um terreno fértil nas pessoas vulneráveis, que fogem de problemas econômicos, guerras ou desastres naturais. Essa vulnerabilidade é piorada com a criminalização dos imigrantes sem documento e irregulares.”

Da redação, com Rádio Vaticano

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