erros - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:06:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png erros - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa: rezem pelos governantes não obstante os seus erros https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-rezem-pelos-governantes-nao-obstante-os-seus-erros/ Mon, 18 Sep 2017 12:30:28 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-rezem-pelos-governantes-nao-obstante-os-seus-erros.html O Papa Francisco celebrou a missa na Capela da Casa Santa Marta, nesta segunda-feira (18/09), e em sua homilia pediu aos cristãos para rezarem pelos seus governantes, não obstante as coisas más que fazem. 

O Pontífice pediu também aos governantes para rezar, caso contrário, correm o risco de fecharem-se no próprio grupo. O governante que tem a consciência de ser subalterno ao povo e a Deus, reza. 

A reflexão de Francisco parte da Primeira Leitura de hoje e do Evangelho. Na primeira leitura, São Paulo aconselha a Timóteo a rezar pelos governantes. No Evangelho, há um governante que reza: é o oficial romano que tinha um empregado que estava doente. Amava o povo, não obstante fosse estrangeiro, e amava o empregado, pois, de fato, se preocupava.

“Este homem sentiu a necessidade de rezar”, disse o Papa. Não somente porque amava, mas também porque “tinha a consciência de não ser o patrão de tudo, de não ser a última instância”. Sabia que acima dele, há outro que comanda. Havia subalternos, soldados, mas ele também estava na condição de subordinado. E isso o levou a rezar.

“O governante que tem essa consciência, reza. Se não reza, fecha-se na própria “autorreferencialidade” ou na de seu partido, naquele círculo do qual não se sai. É um homem fechado em si mesmo. Porém, quando vê os problemas verdadeiros, tem a consciência de ser subalterno, que existe outro que tem mais poder que ele. Quem tem mais poder do que o governante? O povo, que lhe deu o poder, e Deus, do qual vem o poder através do povo. Quando um governante tem a consciência de ser subordinado, reza.”

O Papa Francisco ressaltou a importância da oração do governante, “porque é a oração para o bem comum do povo que lhe foi confiado”.

Recordou, a esse propósito, a conversa com um governante que todos os dias passava duas horas em silêncio diante de Deus, não obstante tivesse muitos afazeres. É preciso pedir a Deus a graça de governar bem como Salomão que não pediu a Deus ouro ou riquezas, mas sabedoria para governar.

Os governantes, diz Francisco, devem pedir ao Senhor essa sabedoria. “É tão importante que os governantes rezem” – reitera – pedindo ao Senhor que não cancele a “consciência de ser subalterno” a Deus e do povo: “que a minha força esteja ali e não no pequeno grupo ou em mim”.

E a quem poderia se opor dizendo ser agnóstico ou ateu, o Papa diz: “Se você não pode rezar, confronte-se”, “com a sua consciência”, com “os sábios do seu povo”, mas “não fique sozinho com o pequeno grupo do seu partido”, ressalta. “Isto – reitera – é ser auto-referencial”.

Na primeira leitura, Paulo convida a rezar pelos reis, “para que – afirma – possamos levar uma vida calma, pacífica, digna e dedicada a Deus”. Francisco observa que, no entanto, quando um governante faz algo que não gostamos, ele é criticado ou, de outra forma, louvado. É deixado sozinho com o seu partido, com o Parlamento”:

“’Não, eu o votei – eu o votei’ – ‘Eu não o votei, problema seu’. Não, não podemos deixar os governantes sozinhos: devemos acompanhá-los com a oração. Os cristãos devem rezar pelos governantes. “Mas, Padre, como vou rezar por ele que faz tantas coisas ruins?”. Ele precisa mais do que nunca da oração. Reze, faça penitência pelo governante. A oração de intercessão – isso é tão bonito que Paulo diz – é para todos os reis, para todos aqueles que estão no poder. Por quê? “Porque podemos levar uma vida calma e tranquila”. Quando o governante é livre e pode governar em paz, todo o povo irá se beneficiar disso”.

E o Papa conclui pedindo que se faça um exame de consciência sobre a oração pelos governantes:

“Peço-lhes um favor: cada um de vocês pegue hoje cinco minutos, não mais. Se você é um governante, se pergunte: “Eu rezo por aquele que me deu o poder através do povo?” Se não é um governante, “rezo pelos governantes? Sim, por esse e por aquele sim, porque gosto deles; por aqueles outros, não”. Esses têm mais necessidade do que os outros! “Rezo por todos os governantes?” E se você perceber, quando faz exame de consciência para se confessar, que não reza pelos governantes, leve isso à confissão. Porque não rezar pelos governantes é um pecado”.

Por Rádio Vaticano

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Correção fraterna https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/correcao-fraterna/ Tue, 05 Sep 2017 09:01:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48259 Olhando numa visão real e coletiva da existência humana, concluímos que cada indivíduo deve auxiliar os outros nos seus momentos de fraqueza e desânimo. A Bíblia dá sustentação para isso, quando diz: “Não fecheis o coração” (Sl 94,8). Nenhuma pessoa deve viver como uma ilha, introspectiva e despreocupada com os demais. O sentido pleno da vida é marcado pela convivência fraterna.

É justamente nessa dimensão que falamos de correção fraterna, da capacidade de superar “picuinhas”, desentendimentos e hermetismos, no sentido de fechamento no próprio mundo. As pessoas errados precisam ser advertidas de seus atos irresponsáveis e não simplesmente condenadas sumariamente. Torna-se um ato bonito de responsabilidade de uns para com os outros.

A correção fraterna de uma má conduta é um fato delicado, porque pode causar constrangimento diante da comunidade de quem é corrigido, mas deve estar fundamentada no respeito e no amor. O erro consciente, daqueles que se presam como pessoas, perturba a mente humana e fragiliza a dignidade do indivíduo. Continuar no erro significa desatenção para com aquilo que realiza a vida pessoal.

Existe limite na correção fraterna. Em determinados atos, os recursos de correção passam para a área judicial. É por isso que estamos assistindo o vexame de muitas de nossas autoridades. Os rombos são muito grandes e a capacidade de conversão é impedida pelo deus dinheiro. A melhor correção seria a devolução do que foi desviado, mas poucas vezes isso acontece de forma satisfatória.

Quem ama faz de tudo para não praticar o mal e corrige-se de seus maus atos com muita facilidade. A fraternidade é divina e precisa estar acima dos interesses egoístas, daqueles que prejudicam a vida das outras pessoas. Nisso está centrada a mensagem cristã e os ensinamentos de Jesus Cristo contidos nos Evangelhos, que vê o outro como irmão e não como perigo e ameaça de vida.

Podemos dizer que a correção fraterna tem uma dimensão de fé. O verdadeiro amor, que é base para a mudança de vida, é fortalecido pelo encontro pessoal com Deus, em Jesus Cristo. Dele recebemos a força sobrenatural para a correção e tomar um itinerário mais fraterno e construtor de dignidade. Isso atinge os critérios da consciência e da responsabilidade na execução dos atos diários.

Por Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba

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Papa Francisco: O importante é reconhecer os erros com coração humilde https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-o-importante-e-reconhecer-os-erros-com-coracao-humilde/ Mon, 03 Jul 2017 08:01:51 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47179 Em um novo Ângelus presidido pelo Papa Francisco, ele falou sobre a importância da missão e comentou que aquele que deixa tudo por Jesus se torna um “embaixador” seu e as pessoas “reconhecem que Jesus está nele”.

Além disso, falou da importância da acolhida e assegurou que “não importa se depois, como toda pessoa humana, tenha os seus limites e também os seus erros”, mas que “tenha a humildade de reconhecê-los”. “O importante é que não tenha um coração duplo, mas um coração simples, unido; que não tenha o pé em dois calçados, mas seja honesto consigo mesmo e com os outros”.

O Papa explicou que o Evangelho do dia apresenta um discurso com o qual “Jesus instrui os doze apóstolos no momento em que, pela primeira vez, os envia em missão aos povoados da Galileia e da Judeia”.

O Bispo de Roma também afirmou que existe “uma reciprocidade também na missão: se tu deixas tudo por Jesus, as pessoas reconhecem em ti o Senhor; mas ao mesmo tempo te ajuda a te converteres cada dia a Ele, a te renovar e purificar dos pactos e a superar as tentações”.

Ao falar do Evangelho, assinalou que, “nesta parte final, Jesus sublinha dois aspectos essenciais para a vida do discípulo missionário: o primeiro, que a sua ligação com Jesus seja mais forte do que qualquer outra ligação; o segundo, que o missionário não leve a si mesmo, mas Jesus e, por meio d’Ele, o amor do Pai celeste”.

Francisco afirmou que “o afeto de um pai, a ternura de uma mãe, a doce amizade entre irmãos e irmãs, tudo isso, também sendo muito bom e legítimo, não pode ser anteposto a Cristo”.

“Não que Ele nos queira sem coração e privados de reconhecimento, ao contrário, porque a condição do discípulo exige uma relação prioritária com o mestre”.

De fato, “quem se deixa atrair por este vínculo de amor e de vida com o Senhor Jesus torna-se um representante seu, um ‘embaixador’ seu, sobretudo, com o modo de ser, de viver. A tal ponto, que Jesus mesmo, enviando os discípulos em missão, diz a eles: ‘Quem vos recebe, a mim recebe. E quem me recebe, recebe aquele que me enviou’”.

“E aqui, nossa experiência de sacerdotes nos ensina uma coisa muito bonita e uma coisa muito importante: é justamente esta acolhida do santo povo fiel de Deus, é justamente o ‘copo de água fresca’ – do qual fala hoje o Evangelho – dado com fé afetuosa, que te ajuda a ser um bom padre”.

“A Virgem Maria experimentou em primeira pessoa o que significa amar Jesus separando-se de si mesma, dando um novo sentido às ligações familiares, a partir da fé n’Ele. Que a sua materna intercessão nos ajude a sermos livres e alegres missionários do Evangelho”, concluiu.

Por ACI Digital

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6 erros modernos dos pais de família https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/6-erros-modernos-dos-pais-de-familia/ Fri, 13 Jan 2017 12:04:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=43903 É compreensível que os pais de família de nosso tempo cometam erros. Isso se deve à complexidade dos tempos modernos, que pegou muitos pais de surpresa. Deve-se também, em boa medida, à crise intergeracional que afasta os pais dos filhos.
Deve-se atribuir, igualmente, esses erros modernos dos pais à permissividade deles em relação ao filhos. Prova disso é que os pais dão tudo a troco de nada, ou seja, aceitam fazer enormes sacrifícios sem exigir dos filhos uma justa equivalência.
O primeiro desses erros modernos consiste em dar aos filhos o celular que eles exigem, da marca e do modelo que eles querem. Alguns pais costumam dizer que dão o que os pequenos pedem porque, ao contrário, eles se tornariam “valentões”. De qualquer forma, comprar um smartphone para uma criança é um exagero; ela pode ser roubada ou morta por causa do celular, ou jogar o telefone na lata de lixo por descuido ou acidente, perdendo, assim, uma boa quantidade de dólares. Os pais de família deverão distinguir as diferentes etapas do desenvolvimento de uma criança; não podem considerar da mesma forma o menino de 5 ou 6 anos e o adolescente de 12 ou o jovem de 18. O princípio da “gradualidade” tem muita importância na pedagogia familiar.
O segundo erro consiste na “solidão móvel”. Os pais de família, não contentes em ceder às exigências dos filhos, não se preocupam em saber o que fazem eles com o celular. Foi estabelecido um horário para o uso? Instalaram algum programa de monitoramento das atividades? Estão informados sobre o que os filhos procuram na internet? Quais os aplicativos que eles baixam? Intimidação, assédio e abuso sexual são alguns dos riscos da internet.
O terceiro erro está nos conteúdos dos programas que eles escolhem. Muitos pais não sabem quais séries seus filhos veem na televisão ou na internet. Também não sabem o que estão ouvindo no rádio. Não podem imaginar o megalixo que pulula em certas emissoras jovens. Há pais de família que são muito ingênuos e crédulos. Hoje, é frequente a literatura sobre o “cybersex”. Inclusive, já há alguns pais lamentando por terem filhos viciados nisso.
O quarto erro é a “internet a sós”. Uma criança sem companhia na internet é como se ela estivesse parada em pleno centro de uma cidade grande. Que critério de seleção de programa tem um garoto antes dos 10 anos? Inclusive, entre os jovens e adultos hoje é frequente a pornografia pela internet. Há jovens que contam que esperam seus pais dormirem para eles se levantarem e verem programas pornográficos.
O quinto erro está nos videogames. Os videogames são classificados como os filmes, pela idade, e muitos pais não sabem e compram o jogo que o filho pede, cheio de violência, sexo e grosserias. Os “controles dos pais” são uma ferramenta de supervisão de seus filhos no cyberespaço. Os pais são os principais responsáveis pela segurança dos filhos na internet.
O sexto erro: as redes sociais. Os pais de família devem saber que redes como Facebook, Instagram e Twitter permitem criar perfis de usuários com, no mínimo, 13 anos. Antes dessa idade, os que criam contas estão mentindo ao sistema. Poderá acontecer do próprio pai criar o perfil, mas modificando a idade, coisa que, de cara, já é um mau exemplo para o filho.
Melhor ensinar do que proibir. A tarefa dos pais, mesmo que difícil, é estabelecer normas e limites. A ideia é prevenir-se, antes que seu filho lhe diga: “papai, quero ter Facebook”. Antes que os amigos deles proponham, o garoto terá claro que não pode acessar a rede. Deve-se ensinar às crianças que amar é sinônimo de formar.
Por Aleteia Espanha

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