entrevista - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png entrevista - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 “A alegria pascal se alicerça na fé que dá novo alento no cotidiano” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/alegria-pascal-se-alicerca-na-fe-que-da-novo-alento-no-cotidiano/ Tue, 03 Apr 2018 04:20:17 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51734 Para o povo cristão, a Páscoa é a ‘festas das festas’, ponto de partida de sua caminhada de fé no Senhor morto e ressuscitado. Nesta época a liturgia reflete, em suas celebrações, a convicção de fé e dá um destaque muito grande ao evento que é celebrado por cinquenta dias: o tempo pascal. O bispo de Livramento e presidente da Comissão para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Armando Bucciol falou ao portal da CNBB sobre a unidade desse tempo e a continuidade da celebração do ministério pascal. “Os cristãos católicos são chamados a viver não só a liturgia que celebram, mas, sobretudo, da liturgia e o que nela se propõe e se experimenta. A alegria pascal não é superficial entusiasmo, nem sentimento passageiro. Ela se alicerça na fé que dá novo alento nos acontecimentos cotidianos”, afirma dom Armando.

Confira, abaixo, a entrevista na íntegra:

O tempo pascal representa para os católicos um momento especial. O que os textos litúrgicos nos colocam?

A solenidade da Páscoa é celebrada como o primeiro de sete domingos todos ‘pascais’. Antes da reforma litúrgica do Vaticano II falava-se em ‘domingos após a Páscoa’; agora destaca-se a unidade desse tempo e a continuidade da celebração do mistério pascal.

Nos textos litúrgicos retornam as palavras alegria, júbilo, felicidade. A nascente de tudo se encontra na vitória de Cristo sobre a morte. Por isso, a Oração da II feira depois da Páscoa reza: Transborde em nossos corações, Senhor, / a graça do sacramento pascal / e tornai dignos dos vossos dons aqueles que fizestes entrar / no caminho da salvação eterna. No dia seguinte, pede-se a Deus: preparai os corações de vossos filhos / que enriquecestes com a graça do batismo, para merecerem a felicidade eterna.

É uma explosão de vida, de esperança e de futuro que já irrompe nos que acolhem o Senhor e pretendem viver acolhendo seus dons batismais: pelas festas que celebramos na terra, mereçamos chegar às alegrias eternas, diz a ‘oração do dia’, na quarta feira da primeira semana.

Esse Tempo pascal continua até a solenidade do Pentecostes, plenitude do dom do Espírito e início da missão da Igreja enviada a testemunhar essa alegria pascal pelas estradas do mundo. No quadragésimo dia, na quinta feira da penúltima semana, celebra-se a festa da Ascensão do Senhor ao céu, festa que, no Brasil, é adiada ao domingo seguinte. A liturgia proporciona aos seus filhos e filhas o dom de respirar, com os pulmões da Palavra e da Eucaristia, o sopro santificador e transformador do divino Espírito.

Como as comunidades católicas podem vivenciar esse tempo litúrgico?

Os cristãos que, ao longo da Quaresma, viveram com intensidade espiritual o mistério pascal do Senhor já amadureceram uma espiritualidade transformadora, isto é, tornaram-se disponíveis no seguimento de Jesus, fiéis à Palavra, compenetrados pela Eucaristia e pela força do Espírito.

Os cristãos católicos são chamados a viver não só a liturgia que celebram, mas, sobretudo, da liturgia do que nela se propõe e se experimenta. A alegria pascal não é superficial entusiasmo, nem sentimento passageiro. Ela se alicerça na fé que dá novo alento nos acontecimentos cotidianos. À escola da liturgia, portanto, devemos aprender a sermos acolhedores, como Ele nos acolhe; capazes de dar perdão, como o Senhor nos perdoa; disponíveis à escuta nos encontros e contatos com os irmãos. De fato, como podemos dizer que escutamos o Senhor (que não vemos), se não formos capazes de escutar o próximo (que vemos)? A liturgia do tempo pascal é repleta de luz e de paz. Vivamos, portanto, essa alegria – dom do alto – e sejamos disponíveis à partilhar o que somos e o que temos, com humildade, sinceridade, coerência nos acontecimentos que a vida nos proporciona.

Como está indo o seu trabalho de pastor na diocese de Livramento, especialmente neste tempo?

Meu trabalho pastoral na diocese? Sabe, os antigos diziam que ninguém é juiz em causa própria. Deveria perguntar aos padres e aos fiéis o que pensam.

Só destaco que a primazia, na organização pastoral e nas prioridades pastorais, razão primeira e última, é continuar a missão que Jesus nos deixou: ‘Anunciar aos pobres a Boa-Nova’. Para isso, outra prioridade é procurar formar leigos e leigas para um serviço pastoral competente, apaixonado e fraterno. Outra dimensão importante é a organização pastoral, tendo Conselhos pastorais na diocese, nas paróquias e suas comunidades, para viver o espírito de comunhão e participação, com o respiro de Cristo. Por isso, outra urgência consiste em alimentar a espiritualidade à escola da Palavra e da oração.

A Diocese é relativamente pequena (uns 24 mil Km2), com uma população de uns 320 mil habitantes. Os padres são 22 (com os religiosos); temos 15 seminaristas, alguns próximos à ordenação presbiteral. Caminhamos na alegria da fé, procurando semear com simplicidade e na esperança. O projeto pastoral dos próximos anos nos empenha a sermos “Igreja missionária a serviço do Evangelho”. Confiamos na presença amorosa e maternal de Nossa Senhora do Livramento.

Fonte: CNBB Nacional

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Papa Bento XVI está bem de saúde https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-bento-xvi-esta-bem-de-saude/ Mon, 19 Feb 2018 09:26:04 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50862 Temos acompanhado nos últimos dias algumas notícias sobre a saúde do papa emérito Bento 16, ele que há cinco anos renunciou ao pontificado. Nossa correspondente na Itália, Lízia Costa, entrevistou responsável da Sala de Imprensa da Santa Sé que esclareceu como está o Papa emérito.

Assista à matéria completa aqui.

Por Canção Nova

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“A CF é oportunidade para lembrar que não somos adversários, mas irmãos” https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/a-cf-e-oportunidade-para-lembrar-que-nao-somos-adversarios-mas-irmaos/ Thu, 15 Feb 2018 15:25:39 +0000 http://teste.toqueto.com/a-cf-e-oportunidade-para-lembrar-que-nao-somos-adversarios-mas-irmaos.html Natália Lambert e Leonardo Cavalcanti publicaram entrevista no Jornal Correio Braziliense realizada com dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB sobre o tema da Campanha da Fraternidade. Reproduzimos a Entrevista.

Por que a escolha do tema violência? Que tipo de violência a campanha pretende enfrentar?
A Campanha da Fraternidade, realizada pela CNBB desde os anos de 1960, já tratou da violência tanto de maneira direta e explícita como apontando a presença dela em vários outros temas. Este ano, a realidade a ser refletida e rezada não é exatamente a violência, mas a superação dela. A violência é palpável e sofremos o impacto da mesma. O importante é buscar como Igreja, sociedade, comunidade, caminhos de relações mais fraternas. A campanha propõe refletir e agir para superar qualquer tipo de violência. Partimos da constatação de que há múltiplas formas de violência e podemos superá-la com a participação de todos, construindo a fraternidade por meio da promoção de uma cultura da paz, de reconciliação e de justiça.

A violência nas redes sociais também será abordada?
A CNBB preparou um vasto estudo sobre a violência e os caminhos que podemos trilhar para superá-la. O principal resultado desse estudo é um texto-base no qual se encontra uma boa síntese do que pretendemos refletir durante a Quaresma. A violência nas redes sociais, especialmente na polarização política, reflete a cultura da violência em geral. O texto-base afirma: “Considerando que o poder midiático influencia na formação de opinião e no comportamento das pessoas, precisamos estimular a cultura da tolerância, do respeito e da paz em nossa prática cotidiana e nas redes sociais. Por esta razão, ao fazer uso das redes sociais com postagens e mensagens que contribuam com o crescimento das pessoas e da sociedade, bem como não alimentar ou reencaminhar vídeos ou mensagens que estimulem o ódio, estaremos diminuindo a violência midiática”.

Como a Igreja pode contribuir no combate à violência?
O agir é uma consequência da nossa fé. Para combater, é preciso não somente fazer grandes coisas, mas agir no cotidiano, como diz o Papa Francisco: “Todos desejamos a paz, muitas pessoas a constroem todos os dias com pequenos gestos; muitos sofrem e suportam pacientemente a dificuldade de tantas tentativas para a construir”. A complexa realidade da violência no Brasil pede uma diversidade de iniciativas para a superação. Não há uma fórmula pronta. Refletir, discutir e rezar é o primeiro passo. Outros passos são: propor a ética como medida das relações sociais; exigir uma segurança pública para todos, questionando o investimento que se faz na preparação das pessoas; manifestar descontentamento com a corrupção, que é uma das violências que deterioram as relações políticas e sociais. Cada um de nós é convocado a mudar, de algum modo, nos ambientes que vivemos e com as pessoas com as quais dividimos nosso destino social.

Os jovens são as principais vítimas da violência. Como alcançar esse público?
Papa Francisco convocou uma Sínodo sobre os jovens com a temática voltada para a juventude no mundo inteiro. Por isso, nossos jovens têm procurado refletir sobre a situação de violência que eles enfrentam todos os dias. No âmbito da campanha, procuramos apresentar pistas de ação bem concretas para estimular a participação dos jovens nos conselhos municipais e estaduais da juventude nos quais poderão dar ideias, elaborar e acompanhar a execução de políticas públicas. Além disso, toda a comunidade é chamada a dar atenção e acompanhar, com seriedade, os jovens usuários de drogas para ajudá-los no duro caminho de volta à saúde plena e, além disso, denunciar a rede do narcotráfico.

Qual a opinião da Igreja sobre a violência nos presídios?
Na elaboração dos subsídios, buscamos incluir a gritante situação do sistema carcerário, especialmente o aumento da violência nos ambientes prisionais promovido por disputas de facções criminosas. São mais de 650 mil presos, vivendo em condições degradantes. Em vez de praticar os ideais de recuperação e reintegração das pessoas, as prisões transformam-se em depósitos de supostos “maus elementos” a serem reprimidos e, se possível, esquecidos pela sociedade. De dentro das prisões, presos gerenciam organizações criminosas que controlam parte da criminalidade violenta dentro e fora das prisões. A CNBB mantém sua solicitude para com essa realidade por meio do cuidado constante da Pastoral Carcerária. É urgente discutir com a sociedade o nosso sistema prisional, o modo e os motivos do encarceramento e os trâmites da justiça em relação aos presos.

O que a Igreja tem a dizer sobre cristãos que defendem o porte de arma?
O estudo que foi feito na preparação da campanha deste ano dedicou um capítulo importante para a questão do desarmamento. Em 2005, houve um referendo e a população brasileira rejeitou o dispositivo do estatuto que proibia a venda de armas no Brasil. Hoje, se percebe que a violência aumentou e as pessoas não se sentem mais seguras porque podem portar armas. A paz é fruto da justiça e não do armamento. Ele nem sequer é uma forma preventiva para se conter a violência. Na verdade, o armamento é um dos instrumentos que contribui para as manifestações de violência. É uma espécie de “olho por olho, dente por dente”. Por isso, somos favoráveis ao Estatuto do Desarmamento como ferramenta para o enfrentamento da violência. A campanha deste ano é oportunidade para que todos, cristãos e pessoas de boa vontade, reflitam sobre esse e tantos outros problemas relacionados a violência e se lembrem que não somos adversários, mas irmãos.

Por CNBB

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Presidente da CNBB diz que o Natal traz esperança e alegria aos cristãos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/presidente-da-cnbb-diz-que-o-natal-traz-esperanca-e-alegria-aos-cristaos/ Fri, 22 Dec 2017 13:12:54 +0000 http://teste.toqueto.com/presidente-da-cnbb-diz-que-o-natal-traz-esperanca-e-alegria-aos-cristaos.html Neste tempo do Natal, a Igreja convida aos cristãos vivenciar o mistério do nascimento de Jesus, o Deus que se fez Menino, nascido da Virgem Maria, que veio habitar no meio dos homens. 

Em entrevista ao programa Igreja no Brasil especial de Natal e Fim de Ano de ano da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que vai ao ar em todas as emissoras de inspiração Católica a partir do dia 25 de dezembro de 2017, o arcebispo de Brasília e presidente da Conferência, Cardeal Sergio da Rocha, ressaltou que o nascimento do Salvador traz para os cristãos esperança e alegria:

“Jesus veio habitar entre nós, na humilde manjedoura de Belém. Ele continua a manifestar o seu amor na simplicidade da vida cotidiana. A nossa resposta ao amor de Deus revelado em Jesus Menino, neste Natal, seja feita de muita oração e de muito amor. Acolha o amor do Menino Deus para amar a todos, como ele nos ensinou, pois somos todos irmãos. Seja testemunha do amor de Deus, promovendo a reconciliação e paz. Seja portador de esperança e de alegria, especialmente aos que mais sofrem”.

O cardeal salientou a importância de recordar o sentido mais genuíno do Natal. Infelizmente, muitos perderam o sentido verdadeiro do Natal que é celebrar o nascimento de Jesus.

“É bom que as pessoas possam se confraternizar, é bonito ver as pessoas se alegrando juntas, mas sabemos que a razão de ser desta alegria, desta festa se encontra em Jesus Cristo, no menino Jesus, menino Deus. Portanto, o Natal que é de Jesus se torna uma ocasião privilegiada para celebração da fé no nascimento Salvador e para testemunho desta fé. Então, nós queremos compartilhar com os outros irmãos e irmãs a graça de celebrar o nascimento de Jesus. É uma ocasião sim privilegiada para a Igreja evangelizar, anunciar a presença amorosa de Deus entre nós, anunciar a palavra e a boa nova daquele que nasce, o nosso Salvador”, destacou.

De acordo com Dom Sergio, o Natal deve ser uma ocasião para renovar a esperança que brota da fé em Jesus, a confiança em Deus e compartilhá-la com os outros.

Ao final da entrevista, o cardeal deixa uma mensagem aos fiéis:

“A mensagem do Natal ela é feita de esperança e da paz que vem do Jesus Menino, esperança e a paz que nos oferece como dons a serem cultivadas ao longo do novo ano. Portanto, eu desejo que toda a Igreja no Brasil seja portadora dessa esperança e que possa oferecer sua contribuição para a construção da paz, que é dom de Deus, que é tarefa. Portanto, abraçando a esperança e o amor que Jesus Menino traz, nós vamos construindo cada vez mais relações fraternas e a paz. Eu desejo que todos tenham a graça de um Natal Santo e feliz, mas também de um novo ano marcado pela esperança, pela paz que vem de Jesus menino”.

Por Canção Nova, com CNBB

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Papa: “Às vezes eu durmo em oração. Sinto-me criança nas mãos de Deus” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-as-vezes-eu-durmo-em-oracao-sinto-me-crianca-nas-maos-de-deus/ Fri, 03 Nov 2017 10:04:11 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49347 “Quando eu vou rezar algumas vezes eu me adormeço. Fazia isso também Santa Teresa do Menino Jesus. Ela dizia que o Senhor, Deus, o Pai gosta quando alguém adormece”. Foi o que disse o Papa Francisco no segundo episódio do programa “Pai Nosso”, conduzido pelo Padre Marco Pozza, e transmitido pela Tv2000 neste dia 1º de novembro. Francisco dialogou com o jovem capelão da prisão de Pádua, Pe. Marco Pozza, no início do programa. A transmissão, nascida da colaboração entre a Secretaria para a Comunicação da Santa Sé e Tv2000, está estruturada em nove episódios, todas as quartas-feiras, durante os quais Padre Marco encontra famosos personagens leigos do mundo da cultura e do entretenimento. No segundo episódio  o convidado foi o escritor Erri De Luca. Do encontro, das palavras e das respostas do Papa a Padre Marco nasceu também o livro “Pai Nosso” do Papa Francisco, da editora Rizzoli e da Livraria Editora Vaticana, que será publicado na Itália no próximo dia 23 de novembro.

“Há o Salmo 129, 130, pequeno, – acrescenta o Papa -, que diz que estou diante de Deus como uma criança nos braços de seu pai, essa é uma das muitas maneiras pelas quais o nome de Deus é santificado: sentir-se criança nas suas mãos”.

O Papa Francisco, no encontro com Padre Marco, falou também da santificação do nome de Deus, enfatizando que muitas vezes “nós dizemos que somos cristãos, dizemos que temos um pai, mas vivemos, não digo como animais, mas como pessoas que não acreditam em Deus nem no homem, sem fé, e vivemos também fazendo o mal, vivemos não no amor mas no ódio, na competição, nas guerras. E o Papa perguntou: O nome de Deus é santificado nos cristãos que lutam entre eles pelo poder? É santificado na vida daqueles que contratam um assassino para se livrar de um inimigo? É santificado na vida daqueles que não se importam com seus próprios filhos? Não, ali não é santificado o nome de Deus”, disse o Papa.

Por Rádio Vaticano

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Aprovado texto de orientações pastorais para as mídias católicas do Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/aprovado-texto-de-orientacoes-pastorais-para-as-midias-catolicas-do-brasil/ Fri, 27 Oct 2017 13:01:19 +0000 http://teste.toqueto.com/aprovado-texto-de-orientacoes-pastorais-para-as-midias-catolicas-do-brasil.html O Conselho Permanente da CNBB, reunido entre 24 e 26 de outubro, em Brasília aprovou com emendas e correções um texto contendo orientações pastorais dirigidas aos operadores de todas as mídias que no Brasil se apresentam como católicas. O documento foi preparado com a participação de todas as comissões pastorais da Conferência e traz considerações importantes a serem observadas na TV, no Rádio, nos impressos e nas chamadas mídias sociais da Igreja.

O presidente da Comissão Episcopal para a Comunicação, Dom Darci José Nicioli, coordenou todo o processo de composição do documento e foi encarregado pelo Conselho a dar continuidade ao processo que inclui a revisão, publicação, divulgação do documento por meio de ano de estudos e debates com os operadores das mídias.

Em entrevista à CNBB, Dom Darci dá mais detalhes sobre o novo documento. Confira a entrevista:

Este novo documento da CNBB com orientações para a mídia católica tem que tipo de origem? Por que foi necessário fazer esse texto?

Dom Darci José Nicioli – Todos os documentos que emanam da nossa Conferência Episcopal nascem da solicitude dos nós bispos em vista da animação da ação evangelizadora no Brasil. Nenhum desses textos é produzido sem essa mística. Em colegialidade fraterna, procuramos nos debruçar, na medida do possível, sobre todas as realidades que compõem a nossa ação pastoral. O campo da comunicação é importantíssimo! Lançamos o nosso Diretório Nacional para a Comunicação em 2014 e, desde aquele período, temos pensado em traduzi-lo em orientações explicitamente pastorais para ajudar os operadores da mídia católica e de todos os que atuam na mídia e assumem sua catolicidade.

A necessidade de orientação para campos específicos do apostolado é comum à nossa ação evangelizadora. E vivendo em tempos de grandes transformações e expansão midiática, esse ambiente da vida eclesial e social pediu dos nossos bispos uma reflexão mais específica. Foi por isso que, por longos meses, estamos trabalhando nesse texto que foi aprovado pelo Conselho Permanente da CNBB e que, logo, estará nas mãos de todos os irmãos e irmãs que atuam em todas as mídias. Não é um texto pronto e acabado, mas um instrumento de estudo que poderá receber a influência de todos os que, efetivamente, atuam em mídias em nome da Igreja.

Quem são, então, os destinatários desse documento? A CNBB apresenta essas orientações aos diretores, responsáveis ou a todos os comunicadores católicos?

Dom Darci – Os bispos decidiram falar aos operadores de todas as mídias que se apresentam como católicos diante da sociedade, tanto os que atuam em veículos da Igreja como aqueles que ocupam espaços próprios ou de terceiros e querem se comunicar a partir da experiência de fé vivida na Igreja Católica. Isso significa que o documento é dirigido a proprietários, diretores, redatores, editores, apresentadores, artistas, repórteres, produtores de conteúdo e qualquer outra pessoa – profissional ou não – que esteja na árdua tarefa de comunicar o evangelho de Cristo em todas as mídias.

Adotamos o termo mídias para respeitar a diversidade dos espaços físicos e digitais que são hoje ocupados pela comunicação. Com isso queremos chegar não apenas aos olhos e ouvidos, mas aos corações de todos aqueles que trabalham nas emissoras de TV e Rádio, ligadas à Igreja de algum modo e também aqueles que participam dos meios laicos e se apresentam neles como católicos. Um dos destinatários pensados pelos bispos – enquanto preparávamos este documento que contou com a colaboração de vários comunicadores e de todas as comissões pastorais da CNBB – é o produtor de conteúdo na internet. Queremos também dialogar com as pessoas que assumem esse novo ambiente em sites, blogs ou redes sociais.

Quais são os principais temas abordados neste documento?

Dom Darci – O texto é bem abrangente. Destaco alguns temas importantes: é fundamental o trabalho de todos, especialmente das mídias, em prol da unidade da Igreja; é fundamental que cada mídia consiga expressar a catolicidade; as mídias têm responsabilidades na formação da cidadania, conforme orientação da doutrina social da Igreja; as mídias também são importantes para a catequese litúrgica, uma vez que “fazem escola” nas comunidades locais; a ética dos agentes que interagem nas mídias, particularmente na questão comercial de produtos ligados ou não à religião; cumplicidade na missionariedade da Igreja; compromisso com a Palavra, a Tradição e o Magistério, pois é isso que define a catolicidade de uma Mídia que se diz a serviço da Igreja.

Conforme o senhor disse, o texto ainda deve fazer um percurso antes de chegar à sua redação final. Por que desse método e como ele será aplicado?

Dom Darci – A CNBB sempre agiu desse modo com todos os seus documentos oficiais. Há sempre um período para que as comunidades, os pastores, os padres, os religiosos, os leigos possam colaborar na formulação de caminhos para uma pastoral orgânica, uma ação evangelizadora participativa e que seja eficaz no anúncio do Evangelho de Cristo. Com esse documento não é diferente. O Conselho Permanente aprovou um texto que será publicado na série verde dos “Estudos CNBB” e este trabalho, em seguida, fará ainda um trajeto peregrinando entre os comunicadores da Igreja do Brasil, suscitando reflexão e engajamento.

O Conselho Permanente encarregou a Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação de animar esse processo. Logo que o texto estiver finalizado – com as últimas correções pedidas – e publicado pela CNBB, apresentaremos aos comunicadores de todas as mídias um cronograma de trabalho. É desejável que na Assembleia Geral de 2019, depois do amplo trabalho de debates, correções, emendas e sugestões, apresentemos a proposta de um texto final, para a aprovação dos bispos.

Nesse tempo de estudos, quais serão as prioridades da Comissão para a Comunicação da CNBB?

Dom Darci – A primeira providência será de criar condições para que todos os comunicadores que atuam nas mídias no Brasil tenham acesso e possam conhecer a integralidade das orientações pastorais propostas pela CNBB. Acreditamos que isso não pode ser apenas confiado à adesão espontânea que, apesar de necessária, pode durar muito tempo. Vamos propor datas e encontros para a leitura desse texto, considerando a especificidade das mídias.

Uma segunda prioridade será aquela de fazer que essas orientações não sejam apenas conhecidas, mas experimentadas na prática de cada uma das mídias. Precisamos evitar promover debates da letra pela letra e trazer o elemento da prática para aprofundar o que o texto propõe. Nesse sentido, precisamos levar as orientações para as redações das TVs, dos Jornais, das revistas, dos produtores de conteúdo na internet, etc.

Ainda uma ação importante, entre outras que poderemos realizar no decorrer do processo, é estabelecer um cronograma para receber contribuições – a partir do conhecimento e da prática das orientações – para que sejam inseridas no texto a ser apresentado em 2019.

O senhor não acha que muita coisa para pouco tempo?

Dom Darci – Acho sim! Mas, comunicadores católicos são arrojados e corajosos. Ninguém brinca em serviço! São criativos e céleres! Eles têm uma capacidade de produção que a maioria de nós desconhece completamente. Quando a gente vê um programa bonito, uma reportagem bacana, uma campanha legal nas mídias, às vezes, não nos damos conta que foi um grupo enorme de pessoas que trabalhou com talento, dedicação e carinho e trouxeram aquilo para o público, a tempo e a hora. Basta um bom planejamento e a adesão dos comunicadores. Nós conseguiremos!

A Igreja no Brasil merece o nosso esforço! O compromisso da fé em Jesus Cristo, nosso Redentor, pede nossa adesão para que tenhamos todas as áreas da evangelização bem refletidas nos trabalhos que são realizados no ambiente midiático. Este documento não é da Comissão de Comunicação, é um documento da CNBB e considerou a participação de todas as grandes linhas do nosso trabalho pastoral no Brasil! Gente boa! Meu agradecimento e abraço a todos!

Por CNBB

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Cardeal Hummes: "Parabéns à Igreja e a todo o povo da Amazônia!" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-hummes-parabens-a-igreja-e-a-todo-o-povo-da-amazonia/ Mon, 16 Oct 2017 09:38:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49003 Pego de surpresa: assim, o Cardeal Cláudio Hummes define o momento em que recebeu a notícia da convocação da Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a Pan-amazônia. Recém-chegado do Brasil, o Papa Francisco lhe revelou que faria o anúncio na manhã deste dia 15 de outubro, na Praça São Pedro. O Sínodo será realizado no Vaticano, em outubro de 2019.

A RV foi ao encontro do cardeal logo após a cerimônia da canonização dos mártires do RN e do anúncio do Pontífice, feito antes da oração mariana do Angelus:

“Realmente é uma grande surpresa, embora também soubesse que o Papa tinha este desejo muito forte e que ele estava estudando quando ele poderia, em que ano em que data poderia ser.

Foi uma surpresa muito grande e muito bonito porque foi anunciado na Praça, depois da missa em que foram canonizados os 30 mártires, protomártires do Brasil.

Poder estar aqui na Praça neste momento é de uma alegria muito grande para mim. Agradeço primeiro de tudo a Deus e depois quero parabenizar muito todos os bispos da Pan-amazônia, porque eles também fizeram realmente uma força muito grande. Pediram também ao Papa, rezaram por isso, escreveram cartas para ele, para podermos chegar agora a esta decisão deste Sínodo que será, portanto, de importância universal, porque os Sínodos sempre acabam tendo uma repercussão universal.

Será aqui em Roma, para que o Papa possa estar todos os dias conosco neste Sínodo e possa assim repercutir no mundo inteiro a importância da missão na Igreja, dos missionários de tantos séculos, mas sobretudo, os atuais, e todo o povo da Amazônia, nós da Igreja no Brasil e dos demais países da Pan-Amazônia”.

Por Rádio Vaticano

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“São eles capazes de propor transformações importantes para o Brasil” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/sao-eles-capazes-de-propor-transformacoes-importantes-para-o-brasil/ Fri, 13 Oct 2017 15:51:59 +0000 http://teste.toqueto.com/sao-eles-capazes-de-propor-transformacoes-importantes-para-o-brasil.html No próximo domingo, 15 de outubro, é celebrado o Dia dos Professores. A data é marcada por homenagens ao redor do país, mas um dia no ano está longe de ser suficiente para celebrar o trabalho docente e discutir as situações enfrentadas por eles no dia a dia. Por isso, o portal da CNBB convidou o bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner para bater um papo conosco sobre esse dia.

Confira, abaixo, a entrevista na íntegra:

Como o senhor vê a celebração do “Dia dos professores” neste momento pelo qual o Brasil atravessa uma crise histórica?

As pessoas que assumem o magistério são vitais para a sociedade. Os professores e as professoras têm a missão de formar e dar um suporte intelectual e profissional às crianças e jovens. Eles tem uma responsabilidade com o futuro do país, especialmente no que se refere à transmissão dos valores bailares como a solidariedade, a justiça, a democracia, a inserção social, o respeito pela sexualidade, a tolerância, a transcendência, a fraternidade, a justiça social, o perdão. Mas eles também são responsáveis por projetos de uma educação de qualidade capazes de propor transformações importantes para o Brasil. Sem professores devidamente formados, justamente remunerados e fortemente assistidos em seu ofício não poderemos continuar sonhando as mudanças que podem tirar o Brasil da crise ética e moral que atravessa. Nesse sentido, a data que faz homenagem a eles deveria demonstrar um renovado compromisso efetivo com todos os professores e professoras. Compromisso de um aperfeiçoamento profissional sempre renovado e um salário justo. Compromisso por parte dos alunos, dos pais e responsáveis, pela sociedade, pelo poder público e, claro, por toda a comunidade onde eles vivem e atuam.

Como a Igreja reconhece e valoriza o trabalho dos professores?

Uma das mais bonitas e antigas expressões da nossa caminhada de fé na história é aquela que afirma ser a própria Igreja uma Mestra. Isso significa que está na natureza da Igreja a vocação ao trabalho do ensino, do acompanhamento fraterno e da formação de cada um dos seus membros. Inspirados nessa realidade, podemos dizer que na Igreja só há espaço para uma constante valorização de tantas irmãs e irmãos que abraçam a missão do magistério. Há de ter diálogo constante na busca de programas que apoiem os professores e criar, sempre mais, condições para que eles possam exercer a missão que Deus lhes confiou com competência e amor. O mesmo podemos dizer de todas as pessoas que estão a serviço da educação e da formação em nossas escolas.

Os professores reclamam da violência que sofrem em várias partes do país. O que o senhor acha que se pode fazer diante dessa realidade?

O serviço dos professores é essencial para a sociedade. Eles ajudam no crescimento intelectual, psíquico e social. Por isso, é inaceitável que a integridade física e moral de nossos professores seja atingida por quem quer que seja. Os alunos devem a eles um profundo respeito. Nisso devem ser acompanhados pelas famílias dos estudantes. Os responsáveis pela gestão das escolas, tanto públicas como particulares, devem se empenhar e aperfeiçoar todos os mecanismos de proteção aos professores para que exerçam com toda liberdade, bondade e carinho o papel que se espera deles na formação das nossas crianças e jovens. O Estado brasileiro tem grave responsabilidade na tomada de providências para combater a violência contra os professores nas escolas, especialmente na busca da superação da violência. Não se supera a violência sem apreender valor.  Não se pode admitir atentado, por menor que seja, no interior das escolas.

A experiência da fé pode ajudar tanto na formação dos professores como no exercício do seu trabalho nas escolas e fora delas?

Papa Francisco tem nos ajudado tanto na compreensão e experiência da fé em todos os campos da vida. Em 2015, quando visitou a Universidade Católica, em Quito, no Equador, ele apresenta uma reflexão que indica uma verdadeira missão dos professores e professoras: “Convosco, educadores, eu me interrogo: Velais pelos vossos alunos, ajudando-os a desenvolver um espírito crítico, um espírito livre, capaz de cuidar do mundo atual? Um espírito que seja capaz de procurar novas respostas para os múltiplos desafios que a sociedade nos coloca? Sois capazes de os estimular para não se desinteressarem da realidade que os rodeia? Como entra, nos currículos universitários ou nas diferentes áreas do trabalho educativo, a vida que nos rodeia com as suas perguntas, interpelações, controvérsias? Como geramos e acompanhamos o debate construtivo que nasce do diálogo em prol de um mundo mais humano?”. A experiência da fé nos ajuda e, particularmente os professores, a colocarem-se sempre na busca de um mundo melhor, mais humano, justo e fraterno.

Por CNBB

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Cardeal Parolin: crise norte-coreana, é preciso multilateralismo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-parolin-crise-norte-coreana-e-preciso-multilateralismo/ Mon, 25 Sep 2017 15:14:48 +0000 http://teste.toqueto.com/cardeal-parolin-crise-norte-coreana-e-preciso-multilateralismo.html “O Vaticano na família das nações”: esse é o título da obra apresentada na sexta-feira (22/09), em Roma, de autoria do Arcebispo Silvano Maria Tomasi, que durante 13 anos foi observador permanente da Santa Sé no escritório da Onu em Genebra, na Suíça. Publicado pela Cambridge University Press, o livro analisa o papel diplomático da Santa Sé nas Nações Unidas.

Na apresentação da obra, o secretário de Estado vaticano, Cardeal Pietro Parolin, proferiu um discurso centralizado nas peculiaridades da diplomacia vaticana a serviço da paz, do respeito pelos direitos humanos e do desenvolvimento dos povos. À margem do encontro, o purpurado concedeu uma entrevista à Rádio Vaticano:

Cardeal Parolin:- “Estou contente por esta ocasião que nos foi oferecida, da apresentação do livro que de certo modo reúne a atividade e os pronunciamentos de Dom Tomasi na Onu após longos anos de atividade, exatamente porque nos permite reiterar a importância do multilateralismo num período em que este por muitos aspectos se encontra em crise: a tentação é de fazer por conta própria e de tomar decisões unilaterais que saem deste quadro. Portanto, para reiterar a importância do multilateralismo, para reiterar o fato de a Santa Sé considerá-lo o instrumento para afrontar e para resolver os problemas complexos do mundo de hoje, para reiterar o nosso empenho – que, ademais, é o empenho de todos –, o desejo de servir à pessoa, de servir à sua dignidade, de servir a seus direitos, de servir à paz, de servir uma convivência ordenada e pacífica no mundo. Daí, a possibilidade de evocar esses grandes princípios que são os princípios da Doutrina social da Igreja. E, uma última coisa, também dar indicações concretas: não basta afirmar somente com a vontade, não basta recordar os princípios; o importante é justamente este dar indicações de caminhos que podem ser seguidos. Desse ponto de vista, o livro é verdadeiramente significativo.”

RV: O multilateralismo sobretudo nos momentos de crise: recordamos a crise norte-coreana, como possibilidade justamente para encontrar caminhos de diálogo e de reconciliação…

Cardeal Parolin:- “Sim: creio que seja propriamente isso. Quando dizia ‘a crise do multilateralismo’, hoje evidentemente devido também ao diferente contexto em que nos encontramos, num contexto pluripolar em que existem múltiplas instâncias… Mas exatamente por isso, diria, propriamente porque o mundo se diversificou enormemente, há tanta necessidade de recorrer a esse instrumento para tentar resolver de modo pacífico as diferenças existentes. Talvez se possa inclusive pensar nas instituições que depois traduzem esse princípio: imagino que também elas precisem de uma atualização… Há muito tempo se fala de uma reforma da Onu! Mas o princípio permanece, e foi isso que quisemos ressaltar.”

RV: O Papa Francisco se fez presente nesta 72º Assembleia Geral da Onu mediante mensagem no tuíter pedindo aos líderes que se comprometam em favor da paz e do desarmamento. Qual é, no fundo, o pedido que a Santa Sé, o Papa em primeira pessoa, dirige aos líderes do mundo reunidos na Onu?

Cardeal Parolin:- “Creio que, no fundo, há um apelo à responsabilidade deles: um apelo, porque evidentemente nas mãos deles estão os destinos da humanidade, o destino da paz, o destino da convivência harmoniosa entre os povos. Portanto, ser conscientes dessa responsabilidade que têm – e saber traduzi-la depois também na prática, mediante um caminho percorrido juntos – em busca da paz e do desenvolvimento do mundo.”

Por Rádio Vaticano

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Cardeal Baldisseri: os jovens devem ser os protagonistas do Sínodo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-baldisseri-os-jovens-devem-ser-os-protagonistas-do-sinodo/ Wed, 13 Sep 2017 13:21:46 +0000 http://teste.toqueto.com/cardeal-baldisseri-os-jovens-devem-ser-os-protagonistas-do-sinodo.html Em vista da XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos a ser realizada em outubro de 2018, organizam-se diversos encontros preparatórios, como o Seminário Internacional sobre a situação juvenil em andamento de 11 a 15 de setembro no Auditório da Cúria Geral dos Jesuítas, em Roma.

Um dos objetivos é que este encontro preparatório realize reflexões com bases científicas sobre a situação juvenil, motivo pelo qual foram convidados a se pronunciar especialistas de diversas áreas e procedências..

Em entrevista à Rádio Vaticano, o Secretário Geral do Sínodo, Cardeal Lorenzo Baldisseri traçou um panorama  sobre o andamento dos trabalhos e destacou que tudo deve ser feito no sentido de que sejam os jovens os protagonistas do Sínodo. Ouça a entrevista clicando aqui.

Por Rádio Vaticano

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