encontro inter-religioso - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png encontro inter-religioso - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Imagem da Mãe Aparecida participa de encontro inter-religioso na China https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/imagem-da-mae-aparecida-participa-de-encontro-inter-religioso-na-china/ Fri, 22 Dec 2017 10:02:41 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50264 Neste mês de dezembro a imagem de Nossa Senhora Aparecida vai participar de um grande encontro inter-religioso na China (Taiwan), promovido pela Associação de Religiões Chinesas Tradicionais, o Monastério Budista e o Museu do Buda em Taiwan.

O ‘When Buddha Meets the Gods 2017’ acontece anualmente e reúne diversas representações religiosas, com o objetivo de unir as vozes em oração pela paz no mundo, o respeito e a igualdade. O evento promove ainda a cultura e a arte religiosa, com a presença dos símbolos de fé de cada representação.

O encontro será realizado no Museu do Buda no dia 25 de dezembro. O reitor do Santuário Nacional, padre João Batista de Almeida, será o responsável por levar a imagem da Padroeira do Brasil para a China.

“É algo totalmente novo na minha vida eu nunca participei até esse ano, de uma celebração onde várias religiões tenham ali a sua participação. A primeira vez aconteceu no dia 28 de outubro no templo Zu Lai na cidade de Cotia em São Paulo, e ali nós fomos convidados para participar desse evento em Taiwan. É algo que gera muita expectativa de como é estar ao lado de quem professa outras crenças, outra disciplina, então é algo muito novo”, contou o reitor.

A previsão para este ano de 2017 é de que 50 mil representações religiosas participem do evento na China.

Padre João Batista destacou que o diálogo inter-religioso tem sido uma bandeira da Igreja Católica, com constantes insistências do papa Francisco e da própria CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Por isso, o reitor destaca a importância de Nossa Senhora Aparecida, símbolo nacional do povo brasileiro, assumir o seu lugar nesse espaço de diálogo e interação religiosa que o mundo está fazendo.

“O surgimento da imagem de Nossa Senhora Aparecida já teve esse objetivo, surgindo para ser um símbolo religioso para unir as pessoas, unir o escravo na época, o caboclo, o minerador daquele tempo, o garimpeiro, e também a família real. Então podemos dizer que a imagem de Nossa Senhora Aparecida surgiu para unir todos os povos”, pontou padre João Batista.

Por A12/Santuário Nacional de Aparecida

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Em Bangladesh, Papa destaca esforços comuns das religiões pela paz https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/em-bangladesh-papa-destaca-esforcos-comuns-das-religioes-pela-paz/ Fri, 01 Dec 2017 14:17:28 +0000 http://teste.toqueto.com/em-bangladesh-papa-destaca-esforcos-comuns-das-religioes-pela-paz.html O último compromisso oficial do Papa Francisco, nesta sexta-feira, 1º, durante viagem a Dhaka, Bangladesh, foi o encontro inter-religioso e ecumênico pela paz no Jardim do Arcebispado. Participaram representantes de diversas comunidades religiosas de Bangladesh.

Em seu discurso, o Santo Padre destacou que o encontrou constitui um momento muito significativo de sua visita ao país. “Reunimo-nos para aprofundar a nossa amizade e para expressar o desejo comum do dom duma paz genuína e duradoura (…) Que o nosso encontro desta tarde seja um sinal claro dos esforços empreendidos pelos líderes e seguidores das religiões presentes neste país para viverem juntos no respeito mútuo e na boa vontade”.

Francisco destacou que em Bangladesh o direito à liberdade religiosa é um princípio fundamental e desejou que o encontro pela paz seja um apelo firme e respeitoso a quem procura fomentar divisão, ódio e violência em nome da religião.

Ele afirmou ainda que é um sinal reconfortante o fato de os crentes e pessoas de boa vontade se sentirem cada vez mais chamados a cooperar na formação de uma cultura do encontro, diálogo e colaboração ao serviço da família humana.

“Isto requer mais do que simples tolerância; estimula-nos a estender a mão ao outro numa atitude de mútua confiança e compreensão, para construir uma unidade que considere a diversidade, não como ameaça, mas como potencial fonte de enriquecimento e crescimento. Anima a exercitar-nos na abertura do coração, para ver os outros como um caminho e não como um obstáculo”.

Características essenciais para uma cultura do encontro

No discurso, o Papa destacou algumas características essenciais desta “abertura do coração”, que é a condição para uma cultura do encontro.

Segundo o Pontífice, em primeiro lugar, é uma porta. Não é uma teoria abstrata, mas uma experiência vivenciada. “Permite-nos empreender, não um mero intercâmbio de ideias, mas um diálogo de vida. Requer boa vontade e acolhimento, mas não deve ser confundida com a indiferença ou a hesitação em expressar as nossas convicções mais profundas”.

Francisco explicou que a abertura do coração é semelhante a uma escada que alcança o Absoluto. Ao lembrar desta dimensão transcendente, fica evidente a necessidade de purificar os próprios corações, para poder ver todas as coisas na sua verdadeira perspectiva.

“Passo a passo, ir-se-á tornando mais clara a nossa visão e receberemos a força para perseverar no compromisso de compreender e valorizar os outros e o seu ponto de vista. Assim, encontraremos a sabedoria e a força necessárias para estender a todos a mão da amizade”, disse.

Ele lembrou ainda que a abertura do coração é um caminho, que leva à busca de bondade, justiça e solidariedade. “Induz a procurar o bem do nosso próximo (…) A solicitude religiosa pelo bem do nosso próximo, que brota dum coração aberto, flui como um grande rio, irrigando as terras áridas e desertas do ódio, da corrupção, da pobreza e da violência que lesa imenso as vidas humanas, divide as famílias e desfigura o dom da criação”.

Caminho de compromisso

Por fim, o Papa destacou que as várias comunidades religiosas do Bangladesh abraçaram de modo particular este caminho no compromisso pelo cuidado da terra, a casa comum, e na resposta aos desastres naturais que afligiram a nação nos últimos anos.

“Um espírito de abertura, aceitação e cooperação entre os crentes não é simplesmente mais um contributo para uma cultura de harmonia e de paz; é o seu coração pulsante. Quanto necessita o nosso mundo que este coração bata com força, para contrastar o vírus da corrupção política, as ideologias religiosas destrutivas, a tentação de fechar os olhos às necessidades dos pobres, dos refugiados, das minorias perseguidas e dos mais vulneráveis! Quanta abertura é necessária para acolher as pessoas ao nosso redor, especialmente os jovens que às vezes se sentem sozinhos e confusos na busca do sentido da vida!”

E agradeceu os esforços das várias comunidades religiosas do país por promover a cultura do encontro e disse rezar para que seja possível ajudar todos os crentes a crescerem na sabedoria e na santidade e a cooperarem para construir um mundo sempre mais humano, unido e pacífico.

Por Canção Nova, com Boletim da Santa Sé

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Líderes religiosos fazem declaração comum sobre a defesa do ambiente https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/lideres-religiosos-fazem-declaracao-comum-sobre-a-defesa-do-ambiente/ Fri, 01 Sep 2017 14:49:47 +0000 http://teste.toqueto.com/lideres-religiosos-fazem-declaracao-comum-sobre-a-defesa-do-ambiente.html Uma mais estreita colaboração das religiões com os governos e os vários atores econômicos e sociais para promover sistemas energéticos “que verdadeiramente estejam a serviço de toda a família humana”.

É o que pedem os líderes religiosos muçulmanos, cristãos e judeus reunidos esta quinta-feira (31/08) em Astana, no Cazaquistão, para o encontro inter-religioso “Juntos pelo cuidado da nossa casa comum” organizado no âmbito da Expo 2017, concluído com o documento conjunto assinado, entre outros, pelo presidente do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, Cardeal Peter Turkson.

As iniciativas inter-religiosas empreendidas estes anos em favor do ambiente e do clima demonstram que as religiões podem ser um forte estímulo para “uma ação concreta em favor da casa comum” e nos recordam que os valores religiosos e os preceitos morais, como o de não fazer o mal aos outros, o da solidariedade e da justiça, “devem plasmar de modo particular os pensamentos e as ações dos fiéis rumo a uma maior consciência da urgente necessidade de tutelar melhor a natureza, bem como nossos irmãos e irmãs, sobretudo aqueles mais necessitados e vulneráveis”, afirma a Declaração de intentos difundida ao término do encontro.

Nesse sentido, para os signatários do documento a questão energética assume uma relevância particular. “De fato, o modo em que a energia é gerada, transportada e consumida tem e terá no futuro um impacto significativo” sobre a natureza e os ecossistemas e, por conseguinte, sobre o acesso à água e ao alimento, sobre a sustentabilidade de nossas sociedades, dos nossos comércios e economias, sobre e equidade, a saúde, o desenvolvimento, a guerra e a paz.

Em seguida, os líderes religiosos recordam que a energia não é um bem criado pelo homem, mas um recurso que o Deus Criador nos confiou para o bem de toda a família humana. Portanto, ela não deve ser explorada indiscriminadamente, mas com um “discernimento inspirado pela busca do bem comum da humanidade”.

Daí, a exortação dirigida sobretudo a todos os fiéis e às pessoas de boa vontade a aprofundar a reflexão sobre os valores comuns e sobre a relação do homem com a natureza. Uma responsabilidade que interpela de modo particular os pais, mas também a escola e as instituições educacionais religiosas e os meios de comunicação, afirma-se.

O acesso à energia é um pré-requisito fundamental para a realização de numerosos direitos humanos e para o desenvolvimento das comunidades.

Daí, o pedido de políticas, financiamentos e a transferência de tecnologias que assegurem uma energia limpa, confiável e com um baixo impacto ambiental.

Nesse sentido, os líderes religiosos reiteram seu apoio à transição rumo a fontes de energia não poluidoras e à redução da dependência de energias fósseis.

Em seguida, fazem apelo aos Estados a fim de que rejeitem todo projeto em larga escala que tenha um impacto social e ambiental negativos e que contrastem toda especulação irresponsável sobre os recursos energéticos.

Ademais, os signatários pedem às empresas, bem como aos consumidores, que não se deixem guiar unicamente pela mera busca do máximo lucro a curto prazo. Por fim, a declaração condena a utilização dos recursos energéticos para a produção de armas, particularmente de bombas nucleares. 

Por Rádio Vaticano

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