encontro da imagem - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png encontro da imagem - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Nossa Senhora Aparecida conduz o povo a Cristo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/nossa-senhora-aparecida-conduz-o-povo-a-cristo/ Fri, 13 Oct 2017 10:20:13 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48986 Todo o Brasil se engalanou para a grande festa. São 300 anos de bênçãos concedidas por Deus através do singelo símbolo. Uma pequena e graciosa imagem traduz algo mais que a simples aparência. Assim falam os símbolos. Como a aliança na mão dos casais ou a bandeira nacional que tremula sobre um mastro ou uma pequena nota de dinheiro que vale o que nela está estampado, os símbolos nos falam muito além do que a simples vista humana pode alcançar. Para entender os símbolos é necessário mais que apenas visualizá-los, é preciso contemplá-los com a alma. Como num ditado chinês que diz que o sábio aponta para a lua e o tolo olha a ponta do dedo, podemos cair no equívoco de parar com nossos olhos onde o símbolo ainda não chegou com toda a sua mensagem.

A devoção mariana marca a alma do povo brasileiro desde seu início. Através de imagens, Maria de Nazaré vem conduzindo-o para Cristo, e repetindo a cada gesto, o que aconteceu em Caná da Galileia, conforme narrativa de João (cf. Jo 2,1-12). Eis aí a fundamentação bíblica que explica toda a confiança que nossa gente deposita em Nossa Senhora Aparecida.  Foi no momento de apuro em Caná, que ela interveio em favor da família, suplicando a seu Filho solução. E ele a atendeu. O milagre que Deus faz através da intercessão da Mãe de seu Filho, Verbo Encarnado, continua na história através das mais variadas formas, inclusive por meio da devoção popular, pois grande é sua misericórdia e seu amor não conhece limites.

Ao lançar o Ano Mariano preparatório para a festa que culminou no dia 12 passado, o Presidente da CNBB, Cardeal Sérgio da Rocha, afirmava que este seria “um ano para celebrar, para comemorar, para louvar a Deus, mas também para reaprender com Nossa Senhora como seguir Jesus Cristo, como ser cristão hoje”. E prosseguiu: “Nós esperamos muito que o Ano Mariano possa ser de intensa evangelização com Maria, contando com a sua proteção, seguindo os seus exemplos, mas sendo essa Igreja em saída, essa Igreja misericordiosa, que a exemplo de Nossa Senhora vai ao encontro dos irmãos para compartilhar a alegria do Evangelho de Jesus Cristo, alegria da fé em Cristo”.

Escrevendo aos Bispos reunidos na XXXVI Assembleia da Conferência Episcopal Latino Americana, em maio passado, o Papa Francisco afirmou: “Em Aparecida, encontramos a dinâmica do povo fiel que se confessa pecador e salvo (…), um povo consciente de que suas redes, sua vida, está cheia de uma presença que o anima a não perder a esperança; uma presença que se esconde no cotidiano do lugar e das famílias, nestes silenciosos espaços em que o Espírito Santo continua apontando ao nosso Continente. Tudo isto nos apresenta o formoso ícone que a nós pastores convida a contemplar”.

O Papa Francisco valorizou a celebração e o amor do povo brasileiro a Nossa Senhora, com outros expressivos gestos. Concedeu indulgência plenária, durante o Ano Mariano, aos peregrinos do Santuário Nacional e das Paróquias a ela dedicadas, mandou edificar, nos jardins do Vaticano, monumento à Padroeira do Brasil, enviou mensagens, escreveu linda oração, mandou seu Legado para as celebrações e, por fim, ofereceu a Rosa de Ouro ao Santuário de Aparecida, prêmio raro e singular que a Santa Sé reserva para ocasiões muito especiais, tendo afirmado anteriormente, que “Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe”.

Com olhos fixos na Mãe do Senhor, o povo brasileiro prossegue seu caminho na construção de uma sociedade justa e fraterna, ouvindo de seus lábios, outra vez: “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2, 5).

Por Dom Gil Antônio Moreira – Arcebispo de Juiz de Fora

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300 anos da Padroeira do Brasil à luz da palavra do Papa Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/300-anos-da-padroeira-do-brasil-a-luz-da-palavra-do-papa-francisco/ Fri, 13 Oct 2017 08:19:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48982 Durante a maior parte do tempo de preparação para o jubileu de 300 anos do encontro imagem de Aparecida, os brasileiros acalentaram a expectativa da presença de o Papa Francisco conforme promessa feita por ele mesmo ao visitar o Santuário Nacional antes de iniciar a Jornada Mundial da Juventude no Rio de janeiro, em 2013.

Impossibilitado por razões estratégicas de suas viagens internacionais à América Latina, uma vez que outros países também reclamam sua presença, ele esclareceu, em 2016, que não poderia estar presente na festa de Aparecida. Ainda assim, em maio deste ano, por meio de carta dirigida aos bispos do Conselho Episcopal Latino-americano e Caribenho, por ocasião da celebração dos 10 anos da Conferência de Aparecida, ele fez uma profunda reflexão mostrando o significado e a importância da mensagem da festa deste 12 de outubro.

Em primeiro lugar, o Papa lembrou que desejaria voltar a Aparecida na companhia dos bispos mesmo que por meio de uma reflexão e que essa meditação “fosse também a vossa ‘visita’ aos pés da Mãe, a fim de que nos gere na esperança e tempere os nossos corações de filhos”. Para ele, “seria como ‘voltar para casa’, olhar, contemplar, mas sobretudo deixar-nos ver e encontrar por Aquele que nos amou primeiro”. E lembrou a celebração jubilar: “Há trezentos anos um grupo de pescadores saiu como sempre para lançar as redes. Saíram para trabalhar e foram surpreendidos por um achado que mudou os seus passos: no seu dia a dia foram encontrados por uma pequena imagem totalmente coberta de lama”.

Crescimento na fé e imersão no discipulado

Papa Francisco lembrou aos bispos que a imagem encontrada no Rio Paraíba do Sul, no interior de São Paulo” “era Nossa Senhora da Conceição, imagem que durante quinze anos permaneceu na casa de um deles, e os pescadores iam lá rezar e Ela ajudava-os a crescer na fé. Ainda hoje, trezentos anos depois, Nossa Senhora Aparecida faz-nos crescer, imergindo-nos num caminho discipular”.

“Ainda hoje, trezentos anos depois, Nossa Senhora Aparecida faz-nos crescer, imergindo-nos num caminho discipular” (Papa Francisco)

E esclareceu: “Aparecida é uma verdadeira escola de discipulado. E, a este propósito, gostaria de indicar três aspetos. O primeiro são os pescadores. Não eram muitos, mas um pequeno grupo de homens que todos os dias saíam para enfrentar o trabalho e desafiar a incerteza que o rio lhes reservava. Homens que conviviam com a insegurança de nunca saber qual teria sido o ‘lucro’ do dia; incerteza nada fácil de gerir quando se trata de levar a comida para casa, e sobretudo quando nessa casa há crianças que devem ser nutridas. Os pescadores são aqueles que conhecem pessoalmente a ambivalência que se cria entre a generosidade do rio e a agressividade das suas inundações. Homens acostumados a enfrentar as inclemências com um vigor e uma determinada santa ‘obstinação’ de quem todos os dias não deixa — porque não pode — de lançar as redes”.

“A corrupção, que arruína vidas, arremessando-as na mais extrema pobreza. Corrupção que destrói populações inteiras subjugando-as à precariedade. Corrupção que, como um câncer, corrói a vida diária do nosso povo”. (Papa Francisco)

O Papa prosseguiu na reflexão: “Esta imagem aproxima-nos do centro da vida de tantos nossos irmãos. Vejo rostos de pessoas que saem desde a alvorada até noite funda para ganhar a vida. E fazem isto com a insegurança de não saber qual será o resultado. E o que faz mais mal é que — quase sempre — saem para enfrentar a inclemência gerada por um dos pecados mais graves que flagela o nosso continente hoje: a corrupção, que arruína vidas, arremessando-as na mais extrema pobreza. Corrupção que destrói populações inteiras subjugando-as à precariedade. Corrupção que, como um câncer, corrói a vida diária do nosso povo. Eis então tantos nossos irmãos que, de modo admirável, saem para lutar e enfrentar os ‘transbordamentos’ de muitos… que não têm necessidade de sair. O segundo aspeto é a mãe. Maria conhece em primeira pessoa a vida dos seus filhos. Em crioulo ouso dizer: é uma madraza, uma boa mãe. Uma mãe atenta que acompanha a vida dos seus. Aparece onde ninguém a espera”.

No meio da lama

E o Papa chama atenção para uma particularidade da história de Nossa Senhora no Brasil: “Na história de Aparecida encontramo-la no meio do rio coberta de lama. Ali espera os seus filhos, ali está com os seus filhos no meio das suas lutas e buscas. Não tem medo de se imergir com eles nas vicissitudes, de se sujar para renovar a esperança: Maria aparece onde os pescadores lançam as redes, onde aqueles homens procuram ganhar a vida. Ela está lá. Por fim, o encontro. As redes não se enchem de peixes mas de uma presença que completou a vida dos pescadores e lhes deu a certeza de que nas suas tentativas, nas suas lutas, não estavam sozinhos. Era o encontro daqueles homens com Maria. Depois de a terem lavado e restaurado, levaram-na para casa onde permaneceu por muito tempo. Aquele lar, aquela casa, foi o lugar no qual os pescadores da região se encontravam com Maria. E aquela presença tornou-se comunidade, Igreja. As redes não se encheram de peixes, transformaram-se em comunidade. Em Aparecida encontramos a dinâmica do povo crente que se confessa pecador e salvo, um povo forte e obstinado, ciente de que as suas redes, a sua vida está cheia de uma presença que o encoraja a não perder a esperança; uma presença que se esconde no dia a dia dos lares e das famílias, nos espaços silenciosos onde o Espírito Santo continua a amparar o nosso continente. Tudo isso nos apresenta um bonito ícone que nós, pastores, somos convidados a contemplar”.

“As redes não se enchem de peixes mas de uma presença que completou a vida dos pescadores e lhes deu a certeza de que nas suas tentativas, nas suas lutas, não estavam sozinhos” (Papa Francisco)

Aparecida, depois de 300 anos, segundo o Papa Francisco, “não traz receitas, mas chaves, critérios, pequenas grandes certezas, para iluminar e, sobretudo, ‘acender’ o desejo de nos despir de todas as vestes inúteis e voltar às raízes, ao essencial, à atitude que plantou a fé nos inícios da Igreja e depois fez do nosso continente a terra da esperança”.  

E mais: “Aparecida só quer renovar a nossa esperança no meio de tantas ‘inclemências’”.  Ele diz ainda “A fé das mães e das avós que não sentem medo de se sujar para criar os próprios filhos. Sabem que o mundo no qual devem viver está infestado de injustiças, para onde quer que olhem e experimentam a carência e a fragilidade de uma sociedade que se fragmenta cada dia mais, no qual a impunidade da corrupção continua a ceifar vítimas e a desestabilizar as cidades. Não só sabem… vivem isto. E são o exemplo claro da segunda realidade que como pastores somos convidados a tornar nossa: não devemos ter medo de nos sujar pela nossa gente. Não devemos sentir medo da lama da história contanto que resgatemos e renovemos a esperança. Só pesca aquele que não tem medo de arriscar e de se comprometer pelos seus”.

Centrar em Jesus Cristo

O Papa lembra aos bispos latino-americanos que “para poder viver com esperança é fundamental que nos centremos de novo em Jesus Cristo que já habita no centro da nossa cultura e vem a nós sempre renovado. Ele é o centro. Esta certeza, e exorto, ajuda a nós pastores a centrar-nos de novo em Cristo e no seu Povo. Eles não são antagonistas. Contemplar Cristo no seu povo é aprender a descentrar-nos de nós mesmos para nos centrar no único Pastor. Centrar-nos de novo com Cristo no seu Povo é ter a coragem de ir às periferias do presente e do futuro confiando-nos à esperança que o Senhor continuará a estar presente e que a sua presença será fonte de vida em abundância”.

E registrou, mais uma vez, o que tinha escrito na Encíclica Evangelii gaudium (n. 49): “Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças. Não quero uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa num emaranhado de obsessões e procedimentos. Se alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar a nossa consciência é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida. Mais do que o temor de falhar, espero que nos mova o medo de nos encerrarmos nas estruturas que nos dão uma falsa proteção, nas normas que nos transformam em juízes implacáveis, nos hábitos em que nos sentimos tranquilos, enquanto lá fora há uma multidão faminta e Jesus repete-nos sem cessar: ‘Dai-lhes vós mesmos de comer’ (Mc 6, 37)”.

Lição final de Aparecida

Papa Francisco encerra sua mensagem aos bispos da América Latina reafirmando que todas essas realidades da evangelização encontradas na mensagem de Aparecida podem ajudar “a revelar a dimensão misericordiosa da maternidade da Igreja que, a exemplo de Aparecida, está entre os ‘rios e a lama da história’, acompanhando e encorajando a esperança a fim de que cada pessoa, onde quer que esteja, possa sentir-se em casa, filho amado, procurado e esperado. Este olhar, este diálogo com o povo fiel de Deus, oferece ao pastor duas atitudes muito bonitas para cultivar: a coragem para anunciar o Evangelho e a força para enfrentar as dificuldades e os dissabores que a mesma pregação provoca”.

“Que Maria, Nossa Senhora Aparecida, continue a guiar-nos para o seu Filho a fim de que os nossos povos n’Ele tenham vida… e em abundância” (Papa Francisco)

E o Papa finalizou: “Na medida em que nos envolvermos na vida do nosso povo fiel e tocarmos o fundo das suas feridas, poderemos olhar sem ‘filtros clericais’ para o rosto de Cristo, ir ao seu Evangelho para rezar, pensar, discernir e deixar-nos transformar, a partir do seu rosto, em pastores de esperança. Que Maria, Nossa Senhora Aparecida, continue a guiar-nos para o seu Filho a fim de que os nossos povos n’Ele tenham vida… e em abundância. E, por favor, peço-vos que não vos esqueçais de rezar por mim. Que Jesus vos abençoe e a Virgem Maria vos ampare”.

Por Canção Nova

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Mensagem do Papa e Missa Solene marcam Jubileu dos 300 anos de Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mensagem-do-papa-e-missa-solene-marcam-jubileu-dos-300-anos-de-aparecida/ Fri, 13 Oct 2017 07:41:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48980 Nesta quinta-feira, 12, Dia de Nossa Senhora Aparecida, milhares de fiéis se reuniram na Basílica Nacional de Aparecida (SP) para homenagear a Padroeira do Brasil.

O ponto alto do dia foi a Missa solene das 10h, presidida pelo enviado especial do Papa Francisco, Cardeal Giovanni Battista Re. Também concelebraram o Núncio Apostólico no Brasil, Giovanni d’Aniello, o Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, e muitos outros bispos e sacerdotes.

Mensagem do Papa

No início da celebração foi exibida uma videomensagem do Papa Francisco, em português, saudando e abençoando os fiéis que vivem o Ano Mariano e o Jubileu dos 300 anos. Ele lembrou que durante sua primeira viagem apostólica, em 2013, teve a graça de rezar aos pés de Nossa Senhora Aparecida. Naquela ocasião ele manifestou o desejo de estar presente no Ano Jubilar, mas não foi possível.

“Ainda que não esteja fisicamente presente, quero por meio da Rede Aparecida de Comunicação, manifestar meu carinho por este povo querido, devoto da Mãe de Jesus. O que deixo aqui são simples palavras, mas desejo que vocês recebam o meu fraterno abraço neste momento de festa”, disse o Papa.

E repetiu as palavras que disse na ocasião de sua visita ao Santuário Nacional: “aprendamos a conservar esperança, a deixar nos surpreender por Deus e viver na alegria, esperança querido povo brasileiro, é virtude que deve permear os corações dos que creem. Sobretudo, quando ao nosso redor temos situações de desespero que podem sem querer nos desanimar, não se deixem vencer pelo desanimo. Não se deixem vencer pelo desanimo! Confiem em Deus, confiem na intercessão de Nossa Senhora Aparecida, no Santuário de Aparecida e em cada coração devoto de Maria, que podemos tocar a esperança que se concretiza na vivencia da espiritualidade, na generosidade, na solidariedade, na perseverança, na fraternidade, na alegria, que por sua vez são valores que encontram sua raiz mais profunda na fé cristã. Veja a mensagem completa em vídeo aqui.

Na homilia, Dom Battista Re recordou a celebração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, nas águas do Rio Paraíba, e destacou a crescente devoção que começou logo após a imagem ter sido encontrada.

“Carinhosamente chamada A Aparecida. O seu culto começou rapidamente a desenvolver-se, ganhando grande intensidade. Ao oratório primitivo ergueu-se outros templos, sempre maiores, até chegar a Basílica anterior, construída em 1908”.

Coração católico do Brasil

O cardeal lembrou ainda que em 1930 Nossa Senhora foi proclamada Rainha e Padroeira principal do Brasil, e com o aumento expressivo do número de peregrinos chegou-se à construção do santuário atual.

“Diante dele nos encontramos agora em oração (…) Neste Santuário Mariano sente-se pulsar o coração católico do Brasil. O amor e a devoção à Virgem Maria fazem parte da cultura latino-americana e são um elemento característico da religiosidade do povo brasileiro. É uma devoção profundamente enraizada nas almas, transmitida de geração em geração”, enfatizou.

Dom Battista Re destacou que ao longo destes 300 anos inúmeras pessoas e grupos oraram diante de Nossa Senhora Aparecida, buscando luz, apoio e conforto, sabendo que ao Seu olhar materno não escapa situação alguma de cada pessoa. “Incontáveis são ainda as pessoas que ajoelharam aqui aos pés da Mãe de Deus, com a alma oprimida por problemas e aflições. Levantando-se depois com a alma serena, e cantando os louvores da Virgem Maria”.

Recuperar os valores

O cardeal disse ainda que nestes tempos de avanços tecnológicos e conquistas espaciais, quando a ciência e a técnica estão atingindo metas cada vez maiores, o mundo corre o risco de se tornar menos humano. Frente à uma secularização que avança, o povo católico sente cada vez mais forte a necessidade da ajuda de Nossa Senhora Aparecida.

“Precisa de um renovado fervor mariano, para recuperar os valores que contam para um futuro mais justo, mais humano e mais cristão. Sem os valores morais e espirituais, o futuro não poderá ser bom”, destacou.

Intercessão de Maria

Dom Re afirmou que a Virgem Mãe diz hoje a cada um, através da liturgia desta solenidade, sobre seu poder materno de intercessão. “Se não tivesse convidado Jesus e sua mãe, aqueles noivos de Caná da Galileia teriam ficado mal (…) Mas com sua sensibilidade materna, Maria percebeu o contratempo que estava prestes a verificar-se e foi interceder junto a Jesus”.

Ele lembrou que, desde os primeiros séculos, os cristãos sempre viveram com confiança na intercessão e proteção da Virgem Mãe. “Elevada ao Céu, está perto de Deus, mas em nunca deixar de estar perto de nós. Trata-se de uma mediação orientada para o contínuo nascimento de Cristo nos corações e no mundo”.

Fidelidade ao Evangelho

Por fim, o cardeal lembrou que a mensagem que a Virgem Maria deixa aos fiéis nestes 300 anos de Aparecida é a mesma que ressoou em Caná da Galileia: “Fazei tudo o que Cristo vos disser”.

“Por outras palavras, sede verdadeiros discípulos-missionários de Jesus, prontos a fazer aquilo que Deus vos pede. O verdadeiro bem do homem e da mulher está em fazer a vontade de Deus, está em confiar em Deus. Isto quer ser um convite para recomeçar em Cristo, testemunhando os valores e ideais cristãos. Recomeçar em Cristo significa tomar Cristo como medida de tudo. Significa haurir de Cristo a coragem de que precisamos, tirar dele confiança e esperança para o futuro”.

Dom Battista Re afirmou que a mensagem que o mundo atual precisa dos cristãos é a fidelidade ao Evangelho, aos valores e ideais cristãos, que são o patrimônio mais precioso do Brasil.

“Cada um de nós se consagre à Mãe de Deus, consagrando-lhe nossa vida, com suas alegrias e tristezas, esperanças e problemas. Entreguemos à Nossa Senhora Aparecida todas as famílias do Brasil, implorando proteção e ajuda (…) confiemo-lhes também o futuro do Brasil”, concluiu.

Por Canção Nova

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Papa Francisco ofertará terceira Rosa de Ouro a Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-ofertara-terceira-rosa-de-ouro-a-aparecida/ Mon, 09 Oct 2017 13:07:23 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-francisco-ofertara-terceira-rosa-de-ouro-a-aparecida.html Na noite desta segunda-feira, 9, o Santuário Nacional receberá sua terceira Rosa de Ouro, enviada pelo Papa Francisco como expressão de seu amor e devoção a Nossa Senhora Aparecida.

O presente, que representa a particular estima do Pontífice por personalidades e Santuários insignes, será entregue pelo cardeal Giovanni Battista Re, representante do Santo Padre para as celebrações dos 300 anos do encontro da Imagem da Padroeira do Brasil. A cerimônia de recepção da Rosa acontecerá às 19h, durante o último dia do novenário.

O anúncio oficial foi realizado pelo arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, na noite deste sábado, 7. Diante de milhares de devotos que acompanhavam a Novena Solene no maior templo mariano do mundo, o religioso destacou a importância espiritual do presente pontifício. “A Rosa de Ouro simboliza o perfume das virtudes que nos santificam. Esperamos uma chuva de graças, de pétalas de rosas sobre o Brasil e o Santuário Nacional”, disse Brandes.

O artefato pesa cerca de um quilo e mede aproximadamente 50 centímetros. Apesar do pouco tamanho, o presente, quase milenar, carrega consigo uma grande história.

A primeira referência a este sinal é encontrada em um documento de 1049, emitido pelo Papa Leão IX. Neste período, a Rosa era abençoada no quarto domingo da Quaresma, quando a liturgia da Igreja Católica recorda a alegria. Com a reforma litúrgica empreendida pelo Concílio Vaticano II, o rito passou a ser simplificado e a entrega do símbolo passou a ser ainda mais rara.

Habitualmente, a Rosa de Ouro é entregue apenas uma vez no ano. Em 2017, porém, esta será a segunda vez que Francisco confere o presente, já que em maio deste ano, Bergoglio já havia presenteado o Santuário de Fátima com a insígnia.

Com este gesto, o chefe da Igreja Católica repete o ato realizado por Paulo VI e Bento XVI, que presentearam Nossa Senhora Aparecida com a Rosa de Ouro em 1967 e 2007 [veja-as na foto], respectivamente. Curiosamente, a primeira entrega aconteceu também por meio de um enviado pontifício, na celebração dos 250 anos do encontro da Imagem da Padroeira do Brasil. Já o Papa Ratzinger entregou o presente pessoalmente durante sua visita ao Santuário Nacional. Ambas estão conservadas no Museu Nossa Senhora Aparecida, na Torre do Santuário e podem ser visitadas pelo público.

Por Canção Nova

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Bispos participam da novena dos 300 anos do encontro da padroeira do Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bispos-participam-da-novena-dos-300-anos-do-encontro-da-padroeira-do-brasil/ Thu, 05 Oct 2017 07:47:32 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48848 Desde domingo, 1º de outubro, o Santuário Nacional de Aparecida recebe a novena em preparação a festa dos 300 anos do encontro da padroeira do Brasil. Marcando o início das comemorações, no primeiro dia da novena foi recordada a data em que os três pescadores encontraram a imagem de Nossa Senhora Aparecida da Conceição, no Rio Paraíba do Sul, em 1717. A homenagem contou com a presença da Marinha do Brasil, que participou das celebrações contribuindo com a coleta das águas dos principais rios brasileiros, para serem abençoadas.

O bispo de Lorena (SP), dom João Inácio Müller, presidiu a celebração na parte da tarde. No mesmo dia, à noite, o arcebispo do Ordinário Militar do Brasil, dom Fernando José Monteiro Guimarães, consagrou as 79 amostras das águas coletadas pela Marinha nas bacias hidrográficas dos rios Amazonas, São Francisco, Tocantins-Araguaia, Paraná, Paranaíba, Uruguai, Paraguai, Atlântico Nordeste Oriental, Atlântico Nordeste Ocidental, Atlântico Leste e Atlântico Sudeste.

“É uma alegria muito grande poder fazer parte desse momento histórico que o Brasil possibilita que nós participemos. Para mim é significativo estar aos pés de Nossa Senhora e poder colaborar com mais esse simbolismo todo, onde a Marinha se consagra sobre os pés e o manto de Nossa Senhora Aparecida”, afirmou o capelão da Marinha, padre Luiz Carlos Cardoso de Diniz, ao portal A12.

“Senhora Aparecida, das Águas à graça batismal” – No segundo dia da novena, 2 de outubro, os fiéis rezaram e celebraram o batismo junto com o arcebispo de Pouso Alegre (MG), dom José Luiz Majella, a partir da leitura de João 3, 1-8: “Agradecemos a Deus pela graça de nascer de novo através do batismo para sermos uma Igreja ministerial, na qual o serviço de amor ocupará o mesmo lugar”.

Com o tema “Senhora Aparecida, das Águas à graça batismal”, o bispo refletiu com o povo que é através do batismo que se torna Igreja e comunidade de fé. Para ele, a graça batismal indica uma missão, que despertada pela fé deve resultar em gestos concretos. “Hoje, neste segundo dia da novena da padroeira, peçamos a Maria que nos ajude a reanimar o nosso batismo, como pertença à comunidade dos fiéis. Não apenas uma participação numérica, mas uma presença efetiva de discípulos missionários”, exortou o arcebispo”.

Dom Majella recordou ainda a importância da simbologia da água na bíblia. “Cristo nunca aparece sem a água”, afirmou lembrando os grandes milagres de Jesus, como quando transformou a água em vinho e quando andou sobre as águas. Da mesma maneira, recordou o bispo, foi das águas que também apareceu a pequena imagem milagrosa, finalizou.

“Das águas aos sinais da redenção” – No terceiro dia da novena, 03 de outubro, Maria foi contemplada. A homenagem foi dedicada àquela que participa de modo efetivo da história da salvação, com o tema “Das Águas aos sinais de redenção”. O responsável pela celebração da novena da tarde foi o bispo auxiliar de Belo Horizonte, dom Vicente Ferreira. Já a novena da noite ficou a cargo do bispo de Santarém, dom Flávio Giovenale.

Até o dia 12 de outubro mais de 500 mil romeiros são esperados no Santuário de Aparecida para participar das celebrações. Até lá estão programadas mais seis novenas, com temáticas diversificadas, sempre uma ocorrendo no período da tarde e outra à noite. Confira aqui a programação completa e os bispos celebrantes de cada dia.

Por CNBB, com A12

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Confira a programação da Vigília da Juventude https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/confira-a-programacao-da-vigilia-da-juventude/ Thu, 28 Sep 2017 11:10:40 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48730 No dia 7 de outubro de 2017 acontecerá, durante a madrugada, no Santuário Nacional de Aparecida a terceira edição da Vigília da Juventude, para comemorar a Festa da Padroeira.

Com o tema “Eu sou a Imaculada”, a edição deste ano se celebrarão os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora. A Vigília da Juventude é um convite para nos aprofundarmos na iconografia de Aparecida e vamos desvendando e conhecendo o significado de toda a Imagem.

Vamos contemplar, parte a parte a Imagem, como o sorriso, as mãos postas em oração, o olhar sereno, que ao longo da noite nos conduzirão até Maria como Mulher do Apocalipse. A programação reserva momentos de oração, animação, reflexão, teatro, dinâmicas, entre outras atividades. Para que possamos viver intensamente esse momento, a Vigília conta com participação especial dos jovens e movimentos da Arquidiocese de Aparecida (SP), da Fazenda Esperança, da comunidade Shalom e a comunidade Geração de Maria.

A Vigília terá início às 23h30, logo após o show da banda Gen Rosso.

Convide a galera do seu grupo de jovens, amigos, família e venha pra Casa da Mãe fazer essa festa com a gente! Fique atento ao nosso site que, em breve, teremos novidades sobre a programação da Vigília.

Programação:

23h30 – Terço Mariano

00h30 – Encenação do encontro da imagem de Aparecida

1h – Dinâmica sobre o sorriso de Maria

1h45 – Teatro “Sempre bela” (Fazenda Esperança)

02h – Oração com a Imagem

2h30 – Animação e Dinâmica

3h30 – Reflexão

3h45 – Adoração e bênção do Santíssimo Sacramento

4h30 – Coroação e consagração a Nossa Senhora

Atendimento de Confissão

00h – 3h

Vigília da Juventude – Acontece todos os anos um sábado antes do dia 12 de outubro e faz parte da programação da Festa da Padroeira no Santuário Nacional de Aparecida. É um momento para reunir os jovens pra celebrarem do seu jeito a alegria de ser jovem de Maria, devoto de Nossa Senhora Aparecida.

Por Jovens de Maria

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Redentorista elenca pontos importantes dos 300 anos de Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/redentorista-elenca-pontos-importantes-dos-300-anos-de-aparecida/ Wed, 27 Sep 2017 10:22:30 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48711 Há 123 anos, o Santuário Nacional de Aparecida está sob os cuidados pastorais e administrativos da Congregação dos Missionários Redentoristas. Essa ligação com o Santuário começou no final do século XIX, explica o superior provincial da Província Redentorista de São Paulo, padre José Inácio de Medeiros, que comenta pontos importantes desses 300 anos da história de Aparecida. 

O sacerdote conta que, naquela época, a Igreja de Aparecida era declarada como Santuário Arquidiocesano e estava ligada à Arquidiocese de São Paulo. Com o crescente aumento no número de peregrinos e romeiros no Santuário de Aparecida, que contava apenas com a presença de um padre, o Bispo de São Paulo teve a ideia de ir à Europa à procura de uma congregação religiosa que assumisse o local.

“O bispo de São Paulo falou então com o superior geral da Congregação dos redentoristas, na época o padre Matias Raus, que aceitou o pedido e repassou para a província alemã da Baviera. O superior provincial da Alemanha aceitou e depois de um tempo de tratativas foi designada a primeira equipe de missionários redentoristas para vir ao Brasil”, relembra padre Inácio.

Os redentoristas desembarcaram no país em outubro de 1894, e assumiram o Santuário e a Paróquia de Aparecida, que naquela época eram integrados. Desde então, são eles que cuidam do Santuário Nacional. Padre Inácio explica que o local é propriedade da Arquidiocese de Aparecida, criada em 1958, mas cabe aos redentoristas cuidar da administração pastoral e do santuário em si.

“Como parte da administração pastoral nós cuidamos de todo o bem estar pastoral dos peregrinos que visitam Aparecida, tudo o que é relacionado com os sacramentos, com a religiosidade popular, com o atendimento e o acolhimento do povo. E, quanto à administração do santuário, são as obras de reformas, de acabamento e manutenção. Ligado ao Santuário temos várias obras sociais e os meios de comunicação”.

Marcos históricos

Ao longo dos 300 anos de história que envolvem o encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, muitos foram os marcos que favoreceram para que o Santuário se tornasse o que é atualmente: o maior centro mariano do mundo. E muitos destes processos tiveram a participação direta dos redentoristas.

Padre Inácio destaca alguns fatos, como a coroação da imagem de Nossa Senhora Aparecida como Rainha do Brasil, em 1904; mais tarde, em 1917, a grande celebração do segundo centenário do encontro da imagem; em 1931, no Rio de Janeiro, na época a capital federal da República, houve a proclamação oficial e solene de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil, diante de uma multidão de mais de um milhão de pessoas.

Outro fato que marcou a história do Santuário foi em 1967, por ocasião da celebração dos 250 anos do encontro da imagem. Celebrou-se um Ano Mariano e o Papa Paulo VI doou a Rosa de Ouro para o Santuário Nacional, “que foi um gesto, uma atitude de deferimento, muito especial para com o santuário”.

Fatos marcantes do Ano Jubilar

E agora, o Santuário vive a expectativa para a grande celebração dos 300 anos do encontro da imagem, que começou com um tríduo de três anos, em 2014, e a celebração do Ano Mariano, que se iniciou em outubro de 2016 e irá culminar na Festa da Padroeira, no próximo mês.

Para o provincial dos Redentoristas de São Paulo, é difícil destacar um acontecimento mais importante, dentre tantos que aconteceram neste período.

Ele enfatiza a celebração do Ano Mariano, com a possibilidade dos peregrinos ganharem indulgência especiais, seja no Santuário de Aparecida ou outra igreja dedicada à ela em qualquer lugar do país. Outro marco deste ano foi a inauguração dos monumentos à Aparecida tanto no Vaticano, como na sede da CNBB e no Santuário Nacional.

Padre Inácio destaca ainda a peregrinação da imagem de Aparecida por quase todas as dioceses do país; dentre as 275 dioceses, menos de 20 não receberam a imagem. “Em cada estado visitado, acontecia uma cerimônia bonita para recolher a terra daquele estado para ser colocada na coroa jubilar. Para dizer de fato, que Nossa Senhora é do Brasil”.

E, por fim, a cerimônia de coroação de Nossa Senhora realizada no dia 12 de cada mês no Santuário Nacional. Nestas ocasiões eram depositadas na coroa da imagem as porções de terra dos estados brasileiros.

Uma tradição antiga

Além de cuidar do Santuário Nacional de Aparecida, os redentoristas também zelam por outros santuários do Brasil, como o “Divino Pai eterno”, em Goiás; o “Santuário de Bom Jesus da Lapa”, na Bahia; o “Santuário do Morro da Conceição”, em Recife; outro Santuário dedicado à Nossa Senhora Aparecida, em Manaus; entre outros espalhados por outras regiões do país.

O fato da Igreja confiar um santuário ou locais de grande visitação popular à uma congregação religiosa já é tradição há muitos séculos. Como é o caso dos Franciscanos que cuidam de vários lugares sagrados para os cristãos na Terra Santa desde o século XIII.

Padre Inácio explica que, ao pensar nestes lugares de grande visitação de fiéis, a Igreja se preocupa sempre em beneficiar o atendimento do povo e uma das maneiras de fazer isso é entregar estes locais para congregações religiosas que também tenham uma disponibilidade maior.

“Pelo fato de nós termos uma profissão religiosa, de procurarmos praticar os votos religiosos, os religiosos têm também uma liberdade maior, inclusive na hora que o superiores precisam transferir determinada pessoa. Isso é mais facilitado do que nas dioceses. Por isso que no Brasil e fora do Brasil, uma boa parte, para não dizer a maioria dos santuários e dos lugares de visitação estão entregues a congregações religiosas”, esclarece.

Por Canção Nova

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Padroeira do Brasil é tema de exposição em metrô paulistano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/padroeira-do-brasil-e-tema-de-exposicao-em-metro-paulistano/ Tue, 19 Sep 2017 10:04:28 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48543 Para celebrar os 300 Anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, o Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS), em parceria com o Santuário Nacional e o Museu Nossa Senhora Aparecida, promove a exposição “Aparecida do Brasil”. A abertura da mostra acontece no dia 21 de setembro, às 11h na Sala MAS – Metrô Tiradentes, e exibe na capital paulista 16 imagens que retratam detalhes e o dia a dia do maior templo mariano do mundo, bem como da fé dos peregrinos de Aparecida.

Quem passar pelo local poderá conferir ainda fragmentos arquitetônicos da Matriz Basílica, produções barrocas datadas do século XIX, e protótipos da Nova Basílica, além da colher de pedreiro utilizada no lançamento da sua pedra fundamental.

Com a curadoria de César Maia, as imagens que compõem a exibição retratam as obras de arte do Santuário, que expressam a mensagem do Evangelho e a mistagogia cristã. A escolha da abordagem não aconteceu por acaso, mas foi baseada na experiência do peregrino que visita o Santuário.

“O espaço sagrado transmite a história da salvação em seus corredores, envolvendo-nos nesse universo de testemunho da fé de um povo que sofre e, contudo, espera em Deus, com a intercessão de Nossa Senhora Aparecida.”, conta Maia.

Responsável por captar metade das fotografias que compõem a mostra, o fotógrafo oficial do Santuário Nacional, Thiago Leon, afirma que a inspiração das imagens surge a partir de seu contato diário com os mais de 12 milhões de fiéis que visitam o templo anualmente. “A fé das pessoas é impressionante. São milhões de pessoas com seus desafios, buscando inspirações nas coisas do céu. Isso me motiva a quebrar barreiras pessoais e me aproximar mais dos devotos e saber por que elas estão aqui. Toda vida que você fotografa tem um história.”, explica.

Os detalhes técnicos e acertos para a realização da exibição acontecem desde maio deste ano. Inicialmente, a mostra seria composta apenas por fotografias, mas a ideia acabou se aprimorando e integrando objetos que auxiliam ainda mais no entendimento da história e da fé dos peregrinos.

Por meio do acervo, será possível compreender não apenas os três séculos de devoção, mas também a mensagem de Aparecida, que se baseia no acolhimento e no convite ao seguimento de Jesus. “São inumeráveis os testemunhos de vidas que encontraram em Aparecida um novo sentido. Hoje, aqueles que passam pelo Santuário, ou que acompanham a sua vida pelos meios de comunicação, são pescados, como os três pescadores, por Maria, e com ela são chamados a reconstruírem vidas em Cristo.”, destaca o prefeito de igreja do Santuário, padre Rodrigo Arnoso.

A mostra acontece na Sala MAS, na Estação Tiradentes do Metrô, em São Paulo (SP), de 22 de setembro a 19 de novembro de terça a domingo das 9h às 17h. O ambiente está localizado na Estação Tiradentes do Metrô, no bairro da Luz, em São Paulo. O acesso à sala é livre aos usuários deste meio de transporte, portanto é necessário adquirir o bilhete para passar as catracas e acessar o espaço. Segundo dados da empresa que administra a linha, a média de passageiros nesta estação é de dezoito mil pessoas por dia.

 

Por A12

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Procissão marca início de festividades do tricentenário de Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/procissao-marca-inicio-de-festividades-do-tricentenario-de-aparecida/ Mon, 04 Sep 2017 10:06:46 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48249 Na próxima sexta-feira, 8, uma procissão pelas principais ruas da cidade de Aparecida (SP) vai marcar o início das festividades pelo tricentenário de Nossa Senhora Aparecida. A procissão será seguida de uma vigília na Matriz Basílica.

No trajeto, a procissão vai conduzir os devotos por locais onde começou a história da devoção à Padroeira do Brasil. Às 18h30, o percurso parte do prédio do atual Colégio Millenium, região onde se localizava a casa do pescador Felipe Pedroso, primeiro responsável pela Imagem. Entre 1717 e 1745, período entre o encontro da imagem no Rio Paraíba do Sul e a construção da primeira capela em sua homenagem, a imagem de Nossa Senhora Aparecida peregrinou por pequenos oratórios e pelas casas dos pescadores que a encontraram.

“Podemos dizer que esta procissão vai passar por todos os lugares onde começou a história da devoção à Padroeira do Brasil, recordando também todos os envolvidos no começo desta devoção.”, conta o Prefeito de Igreja do Santuário, padre Rodrigo Arnoso.

A chegada da procissão será na Matriz Basílica, onde haverá uma vigília mariana, prevista para começar às 20h. Esse será um momento para os peregrinos recordarem os primeiros anos da devoção à Padroeira do Brasil.

Também nesse mês de setembro, quando começam as atividades litúrgicas organizadas pelo Santuário Nacional para as comemorações do tricentenário, 51 escolas de Aparecida, Guaratinguetá e Potim receberão a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida durante o horário letivo. A visita aos centros educacionais vai até dia 29 de setembro.

Por Canção Nova, com Santuário Nacional

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Em coletiva, Santuário apresenta detalhes sobre a Festa da Padroeira https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/em-coletiva-santuario-apresenta-detalhes-sobre-a-festa-da-padroeira/ Fri, 01 Sep 2017 08:00:50 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48223 A programação da Novena e Festa da Padroeira 2017 foi apresentada na manhã desta quarta-feira , 30, em coletiva de imprensa no Santuário Nacional. Neste ano, as celebrações assumem caráter ainda mais especial em virtude dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba do Sul.

Atenderam a imprensa o arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, o reitor do Santuário Nacional, padre João Batista de Almeida, e o administrador do Santuário, padre Daniel Antonio da Silva.

Nas celebrações dos 300 anos, Dom Orlando disse que algo que chama sua atenção, ele que está há pouco tempo à frente da arquidiocese de Aparecida, é a fé dos romeiros. Ele destacou a importância da coletiva de hoje, um momento para levar a todos as informações sobre o que acontece no Santuário nesse tempo de preparação ao grande Jubileu do tricentenário.

Padre João Batista destacou o caráter jubilar da festa desse ano, que na verdade começou em 2016, com a abertura do Ano Mariano na igreja no Brasil em 12 de outubro do ano passado. Ele informou que a festa começa na próxima semana, com a visita da imagem às escolas de Aparecida e Potim, até 29 de setembro. Atualmente, a imagem já está visitando as várias dependências do Santuário Nacional.

O grande momento da festa começa com a novena. Justamente por ocasião dos 300 anos, a programação foi um pouco alterada neste ano, com a novena começando já no dia 1º de outubro. Um dos diferenciais para esse ano será a participação de categorias de personagens que fizeram parte desses 300 anos de história, como pescadores.

Terminando a novena, a festa será estendida por mais três dias: 10 a 12, quando o Santuário receberá a presença do representante do Papa para as celebrações do tricentenário: o Cardeal Giovanni Battista Re. Ele vai presidir missas no santuário nos dias 11 e 12.

Para o dia 11 de outubro, está programada uma “procissão da memória“, que vai levar a imagem de Nossa Senhora até o Porto Itaguaçu e lá ela vai permanecer até dia 12, quando será levada em procissão ao Santuário Nacional passando pelas ruas de Aparecida e pelos principais pontos desses 300 anos de história, como a Basílica Velha.

No dia 12, a missa oficial da festa será às 10h. Nesse dia, o Santuário deve receber diversas autoridades e pessoas com uma estreita relação com Nossa Senhora devido ao recebimento de graças. Uma delas será a esposa do embaixador da Ucrânia, que recebeu uma graça por intercessão de Nossa Senhora Aparecida ainda quando criança.

Quanto às celebrações, os preparativos estão acertados. “Estamos praticamente com os textos prontos e horários definidos. Aguardamos apenas um acerto com o Núncio Apostólico sobre a presença do legado papal. Nossa festa está preparada e estamos no embalo dela”, declarou padre João Batista. “Para nós é muito importante que a juventude esteja marcando essa presença dentro da novena”.

Inauguração da cúpula

Um dos grandes destaques não só da Festa da Padroeira 2017 mas também das comemorações desses 300 anos será a inauguração da cúpula central do Santuário. Segundo padre Daniel, uma obra-chave das comemorações do tricentenário.

Após a inauguração da cúpula, será inaugurado o acesso a cúpula, na segunda quinzena de outubro. Ela será aberta à visitação do público. O acesso foi preparado levando em conta a acessibilidade e traz informações sobre os 300 anos de Nossa Senhora Aparecida.

Padre Daniel recordou ainda que, ao longo desse ano Jubilar, outras inaugurações foram marcantes, como a do monumento em homenagem à Nossa Senhora Aparecida no Vaticano, no Santuário Nacional e na sede da CNBB em Brasília, além da inauguração do campanário. 

Festival da Padroeira

Com relação aos eventos, a festa desse ano também terá algumas novidades. Nos dias 6 e 7 de outubro, haverá um show especial com o grupo italiano Genrosso, uma realização em parceria com a Fazenda da Esperança.

Outro destaque é o Festival da Padroeira que será  realizado em  dias 10 e 12 de outubro. No dia 10, show de padres cantores. No dia 12, show com artistas da música brasileira e, no repertório, músicas que falam de Maria. Já estão confirmadas a participação de 12 cantores. Em ambos os dias, os shows serão gratuitos e realizados a partir das 20h30 na Tribuna Bento XVI.

Futuro

Concluídas as comemorações dos 300 anos, os projetos não param. Para 2018, padre Daniel informou que um projeto foco do Santuário será o “Caminho do Rosário”. Trata-se de um percurso de caminhada desde o Hotel Rainha do Brasil até o Porto Itaguaçu. Mais detalhes sobre o projeto estarão disponíveis posteriormente.

Por Canção Nova

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