empatia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Mon, 25 Sep 2017 09:05:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png empatia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Por uma paz comunicativa https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/por-uma-paz-comunicativa/ Mon, 25 Sep 2017 09:05:29 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48656 Verifica-se, nas conversas usuais e nas postagens nas mídias sociais, tendências cada vez mais voltadas para a intolerância e a agressividade verbal. Para a especialista em Comunicação Não Violenta, Carolina Nalon, torna-se necessário recuperar a empatia, a autenticidade e a compaixão, muitas vezes sucumbimos ao que esta consultora chama de sincericidio culpando as demais pessoas pelo que nos acontece. Assim, temos várias formas de bullying e assédio moral, que chegam, não raro, a isolar, discriminar e ridicularizar grupos e categorias de pessoas.

A assertividade e a positividade da polidez, pelo contrário, ajudam a construir conversas saudáveis que fazem crescer amizades e o respeito pelo outro. Para o cristão comunicar o bem e comunicar-se bem, não são facultativos ou secundários, mas a expressão da amabilidade cordial resultante do mandamento de amar o próximo. A linguagem inspirada pelo Evangelho tende pontes, canais, janelas e portais abertos, sem malícia, ódio ou sevícias.

A comunicação se torna humanizadora quando aproxima, dialoga e trata de resolver diferenças e desentendimentos na esperança de acordos e da inteligência empática das convergências e dos consensos. Queria compartilhar uma carta-compromisso de jovens que terminaram um curso intensivo na Universidade de Wiscosin.

Como uma pessoa pacífica, comprometo-me a: 1. Resolver todo tipo de conflito verbalmente. Para isso, serei paciente, aberto(a) e terei autocontrole. 2. Tratar bem a todas as pessoas, respeitando-as e respeitando a mim mesmo(a). 3. Comunicar-me de maneira amistosa… Substituirei o falar mal, o insultar, o ofender por um falar bem a respeito do próximo. 4. Ajudar as pessoas a se entenderem . Atuarei como mediador(a). 5. Compartilhar, com outras pessoas, o que aprendi sobre a paz, a não violência.

Neste mês da Bíblia, que nos apresenta a Palavra de Deus, como geradora de comunhão, verdade, justiça e concórdia, abramos mais a mente e o coração para limparmos e revisarmos a nossa forma de comunicar, libertando-nos de toda raiva, desprezo, ressentimento e ódio. Por um mundo mais fraterno, mais ouvinte e empático que reflita a ternura e a misericórdia de Jesus, o Comunicador do Pai. Deus seja louvado!

Por Dom Roberto Francisco Ferreria Paz – Bispo de Campos (RJ)

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Que tal convencer sem esmagar? Os 9 princípios da comunicação cristã https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/que-tal-convencer-sem-esmagar-os-9-principios-da-comunicacao-crista/ Tue, 12 Sep 2017 08:46:30 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48380 Quem quer comunicar a experiência cristã precisa conhecer a fé que deseja transmitir, e precisa conhecer também as regras do jogo da comunicação pública.

Há princípios a seguir: sobre a mensagem que se quer difundir; sobre a pessoa que comunica; e sobre o modo de transmitir.

A mensagem

1 – A mensagem deve ser positiva. Os públicos recebem informações muito variadas e prestam atenção aos protestos e às críticas, mas, acima de tudo, aderem a projetos, propostas e causas positivas.

2 – A mensagem deve ser relevante, com significado para quem ouve e não apenas para quem fala.

3 – A mensagem deve ser clara. A comunicação não é principalmente o que o emissor diz, mas o que o destinatário ouve. Para comunicar é preciso evitar os argumentos complexos e as palavras obscuras.

A pessoa que comunica

4 – O destinatário aceita a mensagem que vem de uma pessoa ou organização que mereça credibilidade. A credibilidade se apoia na veracidade e na integridade moral. Por isso, a mentira e a suspeita anulam a comunicação.

5 – Empatia. A comunicação é uma relação entre pessoas, com pontos de vista, sentimentos e emoções. Falar de modo frio aumenta a distância. A empatia não é renunciar às convicções pessoais, mas imaginar-se na pele do outro.

6 – Cortesia. Se não respeitarmos as formas, corremos o risco de que a proposta cristã seja vista como mais uma das posições radicais que andam por aí. A clareza não é incompatível com a amabilidade. Com amabilidade é possível conversar; sem amabilidade o fracasso fica garantido.

O modo de comunicar

7 – Profissionalismo. Cada campo do saber tem a sua metodologia; cada atividade, as suas regras; e cada profissão, a sua lógica. Isto se aplica também às ações de comunicação.

8 – Transversalidade. O profissionalismo é imprescindível quando um debate afeta as convicções religiosas. A transversalidade é imprescindível quando um debate afeta as convicções políticas.

9 – Gradualidade. As tendências sociais nascem, crescem, se desenvolvem, se alteram e morrem. Em consequência, a comunicação de ideias tem muito a ver com a “agricultura”: semear, regar, podar, limpar, esperar, antes de colher.

O fenômeno da secularização se consolidou ao longo dos últimos séculos. Processos de longa gestação não se resolvem em anos, meses ou semanas. O cardeal Ratzinger dizia que a nossa visão do mundo costuma seguir um paradigma “masculino”, onde o importante é a ação, a eficácia, a programação e a rapidez. E concluía que convém dar mais espaço a um paradigma “feminino”, porque a mulher sabe que tudo o que tem a ver com a vida requer espera, paciência.

O princípio prévio e basilar

A estes 9 princípios junta-se outro, que afeta todos eles: o princípio da caridade.

A caridade é o conteúdo, o método e o estilo da comunicação da fé. A caridade dá credibilidade, empatia e amabilidade às pessoas que comunicam. E é a força que permite agir de forma paciente, integradora e aberta. Porque o mundo em que vivemos é também, com excessiva frequência, um mundo duro e frio, onde muitas pessoas se sentem excluídas e maltratadas e sonham com um pouco de luz e calor. Neste mundo, o grande argumento dos católicos é a caridade.

Adaptado de texto de Juan Manuel Mora, via blog Senza Pagare/Aleteia

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Empatia é a habilidade mais importante que você deve ter https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/empatia-e-a-habilidade-mais-importante-que-voce-deve-ter/ Mon, 24 Apr 2017 11:06:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45659 Dentre todas as habilidades “praticáveis“, a empatia com certeza é a mais importante. Ela vai te levar a um maior sucesso profissional e pessoal, além de torná-lo mais feliz enquanto a pratica.

E, não confunda empatia com simpatia. A primeira significa você fazer uma conexão emocional com alguém, enquanto a segunda está diretamente ligada a maneira como você trata uma pessoa com naturalidade.

A chave para ser empático é não julgar as outras pessoas. É colocar-se no lugar do outro ao invés de apontar-lhe o dedo. No geral, pessoas empáticas são menos preconceituosas. Aceitam o outro como ele é.

Por que praticar a empatia?

Só a definição acima provavelmente já faria o mundo um lugar um pouco melhor. Mas, vamos lá!

1.Você entenderá melhor as necessidades das pessoas ao seu redor;

2.Você entenderá melhor a percepção que cria nos outros através de suas palavras e ações;

3.Você entenderá as partes tácitas de sua comunicação com os outros;

4.Você entenderá melhor as necessidades de seus clientes;

5.Você terá menos conflitos interpessoais para lidar no trabalho e em casa;

6.Você será capaz de prever com maior precisão as ações e reações de quem interage com você;

7.Você vai aprender como motivar as pessoas ao seu redor;

8.Você convencerá de forma mais eficaz as pessoas a respeito de seu ponto de vista;

9.Você lidará melhor com a negatividade dos outros e entenderá suas motivações e medos;

10.Você será um líder melhor, um melhor seguidor e, mais importante, um amigo melhor.

E como praticá-la?

Ouça atentamente o que as pessoas têm a dizer. Considere a motivação por trás do orador. Considere quais experiências de vida ou de trabalho o levaram àquela visão de mundo. A partir destas três ações, será muito mais fácil colocar-se no lugar do outro. Isso parece tudo muito óbvio, mas a partir do momento que você começa a praticar a empatia, verá rapidamente os benefícios provocados por ela.

Então, abra sua mente. Melhore, mesmo que só um pouco, a vida de quem está ao seu redor.

Por Revista Pazes via Aleteia

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