educação - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png educação - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 CNBB lança Texto-Base da Campanha da Fraternidade 2022, cujo tema é “Educação” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/cnbb-lanca-texto-base-da-campanha-da-fraternidade-2022-cujo-tema-e-educacao/ Tue, 17 Aug 2021 19:32:32 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=61006 A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil acaba de lançar, por meio da Edições CNBB, o Texto-Base da Campanha da Fraternidade (CF) 2022. No próximo ano, a CF tem como lema: “Fraternidade e Educação” e o lema “Fala com sabedoria, ensina com amor”, (Pr 31,26).

Na apresentação da publicação, a presidência da CNBB destaca que “a Quaresma é um tempo favorável para a conversão do coração ” e que a a CF, realizada pela Igreja no Brasil desde 1964, tem como propósito de ser um caminho para que os cristãos vivam a espiritualidade quaresmal com o sentido de mudança e transformação pessoal rumo à solidariedade a um problema concreto da sociedade brasileira.

A apresentação do texto-base afirma que a realidade da educação interpela e exige profunda conversão de todos. “Verdadeira mudança de mentalidade, reorientação da vida, revisão das atitudes e busca de um caminho que promova o desenvolvimento pessoal integral, a formação para a vida fraterna e a cidadania. O documento convida a todos a ver a realidade da educação em diversos âmbitos, iluminá-la com a Palavra de Deus, encontrando e redescobrindo meios eficazes que favoreçam processos mais adequados e criativos afim de que ninguém seja excluído de um caminho educativo integral que humanize, promova a vida e estabeleça relações de proximidade, justiça e paz”, diz um trecho.

Trata-se, em 2022, da terceira vez que a Igreja no Brasil vai aprofundar o tema da educação em uma Campanha da Fraternidade. Desta vez, a reflexão será impulsionada pelo Pacto Educativo Global, convocado pelo Papa Francisco. “Ao longo da caminhada quaresmal, em que a conversão se faz meta primeira, recebemos o convite para busca os motivos de nossas escolhas em todas as ações e, por certo, naquelas que dizem respeito mais diretamente ao mundo da educação”, convida a presidência da CNBB.

Saiba como encontrar e adquirir o Texto Base da CF 2022: www.edicoescnbb.com.br

Fonte: CNBB Nacional

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Detalhes https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/detalhes/ Wed, 25 Oct 2017 10:13:53 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49219 Caros amigos, nossas reflexões lançam um olhar global sobre a participação conjunta da vocação religiosa e leiga na educação.

A unidade na diversidade, fator inquestionável na escola, nunca foi empecilho para propagação da Boa Notícia, pois a própria Igreja sempre foi entendida de modo orgânico (cfr. ICor 12). Entretanto, numa sociedade ao mesmo tempo global e diversificada, local e planetária, que hospeda diversos e contrastantes modos de interpretar o mundo e a vida, reconhecemos que os desafios para uma educação global são maiores.

“Neste contexto, torna-se particularmente urgente oferecer um percurso de formação escolar que não se limite à fruição individualista e instrumental de um serviço apenas em vista de um título que deve ser obtido. Além da aprendizagem dos conhecimentos, é necessário que os estudantes façam uma experiência de forte partilha com os educadores” (Cfr. Educar juntos na escola católica missão partilhada de pessoas consagradas e fiéis leigos, 2). Falamos de uma comunidade educativa, baseada na comunhão de vida que vem da fé em Cristo.

Se o papel da educação é o de formar o homem, um ser naturalmente social, esta tarefa só poderá acontecer num contexto relacional e comunitário. Não é por acaso que o primeiro e originário ambiente educativo é constituído pela comunidade natural da família.

Para esta visão de unidade na missão educativa encontra-se a opção dos fiéis leigos de viver esta tarefa como uma vocação pessoal na Igreja e não só como a prática de uma profissão, e a escolha das pessoas consagradas, porque são chamadas a viver os conselhos evangélicos e a levar o humanismo das bem-aventuranças ao campo da educação e da escola (Cfr. Idem, 6).

Somente ao reconhecermos a realidade da comunhão como um dom de Deus, poderemos de fato vivê-la e cultivá-la. Esta ideia também é importante para a instância da sociedade civil que quer eliminar o ensino religioso confessional e plural das escolas – apesar da decisão favorável do Supremo Tribunal Federal que “determinou, por seis votos a cinco, que as escolas públicas podem oferecer ensino religioso confessional, permitindo que as aulas sejam ministradas pelo representante de apenas uma determinada crença” (Jornal O Globo, 28/09/2017) – para servir a uma visão puramente material do homem, esquecendo-se que este também possui uma dimensão espiritual. É tarefa do Estado zelar pelo bem global do homem e não somente de seu aspecto produtivo e lucrativo.

Por Dom Edney Gouvêa Mattoso – Bispo de Nova Friburgo (RJ)

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Um em cada quatro jovens vai abandonar o ensino médio até o final do ano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/um-em-cada-quatro-jovens-vai-abandonar-o-ensino-medio-ate-o-final-do-ano/ Tue, 17 Oct 2017 15:11:56 +0000 http://teste.toqueto.com/um-em-cada-quatro-jovens-vai-abandonar-o-ensino-medio-ate-o-final-do-ano.html A cada ano, quase 3 milhões de jovens abandonam a escola no Brasil. É o que apontou o estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens, elaborado pelo Ensino Superior em Negócios, Direito e Engenharia (Insper) e divulgado hoje (17).

Ao final deste ano, um em cada quatro jovens entre 15 e 17 anos de idade vão abandonar seus estudos, não vão se matricular para o ano seguinte ou serão reprovados. Isso corresponde a um universo de 2,8 milhões de pessoas (27%), entre os 10 milhões de jovens estimados no país nessa faixa etária e que deveriam, de acordo com a Constituição, estar frequentando a escola.

Desse total de 10 milhões de jovens, cerca de 15% ou 1,5 milhão, sequer vão se matricular para o início do ano letivo. Do restante, entre aqueles que se matriculam, cerca de 7% ou 700 mil jovens vão abandonar a escola antes do final do ano. Além disso, cerca de 600 mil alunos (5%) serão reprovados por faltas, o que completa os 2,8 milhões de jovens que estarão fora da escola a cada ano.

Segundo o estudo, mais da metade desses jovens (59% do total ou cerca de 6,1 milhões) vai concluir o Ensino Médio com no máximo um ano de atraso. Além de todos os problemas que isso provocará para o futuro desse jovem e para o país, a evasão (ausência de matrícula no início do ano letivo) e o abandono escolar (desistência durante o ano escolar) dos jovens também implica em prejuízo econômico: cerca de R$ 35 bilhões por ano são desperdiçados no país por causa dessa realidade.

O estudo mostra ainda que houve uma estagnação na matrícula dos jovens entre 15 e 16 anos e que a porcentagem de jovens de 17 anos fora da escola cresceu 6 pontos percentuais nos últimos 15 anos, passando de 34% para 39,8%. Isso, segundo o estudo, contradiz uma tendência mundial: dados da Unesco apontam que 74% dos países avançam mais rapidamente na inclusão de jovens de 15 a 17 anos que o Brasil.

Os dados revelam que mais da metade das nações tem menor porcentagem de jovens fora da escola que o Brasil. Se manter este ritmo, o país levará 200 anos para atingir a meta estabelecida no Plano Nacional de Educação: universalizar o atendimento escolar para essa faixa etária – que, pelo plano, deveria ter sido concluída no ano passado.

Solução para o desengajamento

As principais razões para o chamado “desengajamento dos jovens”, segundo o estudo, estão associadas à pobreza e à dificuldade de acesso, tais como a falta de escolas na comunidade onde o jovem vive ou a falta de recursos para o transporte até a escola. Há também questões relacionadas à inadequação do currículo adotado, do clima escolar e da baixa qualidade dos serviços oferecidos pela escola.

Para reverter o quadro, o estudo propõe a criação de políticas públicas para diminuir o desengajamento como a garantia de acesso principalmente para aqueles que vivem em áreas rurais ou que têm alguma deficiência ou para jovens que cumprem pena privados de liberdade.

O estudo também propõe a criação de cursos profissionalizantes, um sistema de aconselhamento, práticas esportivas e artísticas, aumento das atividades à distância e flexibilização dos horários das aulas e do modelo de avaliação para ajudar a reduzir a evasão escolar.

O estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens é organizado pela Fundação Brava, pelo Instituto Unibanco e pelo Instituto Ayrton Senna e está disponível no site Galeria de Estudos e Avaliação de Políticas Públicas, o Gesta.

Por Agência Brasil

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Na audiência, Papa se dirige aos jovens: viva, ame, sonhe e acredite https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/na-audiencia-papa-se-dirige-aos-jovens-viva-ame-sonhe-e-acredite/ Wed, 20 Sep 2017 12:37:55 +0000 http://teste.toqueto.com/na-audiencia-papa-se-dirige-aos-jovens-viva-ame-sonhe-e-acredite.html Viva, ame, sonhe e acredite: a Audiência Geral desta quarta-feira (20/09) do Papa Francisco foi diferente.

A tradicional catequese deu lugar a uma “conversa imaginária” com um jovem ou com qualquer pessoa aberta ao aprendizado. Retomando o tema das catequeses precedentes – a esperança – o Pontífice inovou ao falar da “educação à esperança”, com uma série de exortações.

A primeira delas é “não se renda às trevas”. O primeiro inimigo a combater não está fora de você, mas dentro. Portanto, não dê espaço aos pensamentos negativos; a luta que conduzimos aqui não é inútil, ao final da existência não nos espera o naufrágio: em nós palpita algo de absoluto. “Deus não desilude. Tudo nasce para florescer numa eterna primavera”, disse Francisco, que citou o diálogo entre o carvalho e a amendoeira. O carvalho pediu à amendoeira que falasse de Deus, e ela floresceu.

E o Papa exortou: “Onde quer que estiver, construa! Se estiver no chão, levante-se! Se estiver sentado, coloque-se em caminho! Se o tédio o paralisa, realize obras de bem! Se estiver desmoralizado, peça que o Espírito Santo possa preencher o seu vazio.”

O Pontífice prosseguiu convidando a atuar a paz em meio aos homens e a não ouvir a voz de quem espalha ódio e divisão. Por mais diferente que sejam, as pessoas foram criadas para viverem juntas: “ame os seres humanos. Cada criança que nasce é a promessa de uma vida que, mais uma vez, se demonstra mais forte do que a morte”.

“Jesus nos entregou uma luz que brilha nas trevas: proteja-a. Esta única chama é a maior riqueza confiada a sua vida.”

Outra exortação dirigida aos jovens é sonhar: “Sonhe, não tenha medo de sonhar, sonhe um mundo que ainda não se vê, mas que certamente chegará”. Os homens que cultivaram esperanças são também os que venceram a escravidão e promoveram melhores condições de vida sobre a terra.

“Seja responsável por este mundo e pela vida de cada homem.” Toda injustiça contra um pobre é uma ferida aberta. A vida não acaba com a sua existência, neste mundo virão outras gerações.

Outro convite é pedir a Deus o dom da coragem. “O nosso inimigo mais insidioso nada pode contra a fé. Se um dia o medo o tomar, pense simplesmente que Jesus vive em você. Tenha sempre a coragem da verdade”, lembrando-se porém que não é superior a ninguém, levando no coração os sofrimentos de toda criatura.

Cultive os ideais – aconselhou ainda o Papa –; viva por algo que supere o homem. Se errar, levante-se: nada é mais humano do que cometer erros. O Filho de Deus não veio para os saudáveis, mas para os doentes.

“Deus é seu amigo. Aprenda com a maravilha, cultive o estupor. Viva, ame, sonhe, acredite. E, com a graça de Deus, jamais se desespere.”

Por Rádio Vaticano

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Quais são os erros mais comuns na educação dos filhos? https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/quais-sao-os-erros-mais-comuns-na-educacao-dos-filhos/ Thu, 03 Aug 2017 08:39:11 +0000 http://teste.toqueto.com/quais-sao-os-erros-mais-comuns-na-educacao-dos-filhos.html Quem nunca disse ou ouviu essas coisas em casa, na criação dos filhos? Crenças e costumes vão tornando a prática educacional, muitas vezes, sem medida, e não se percebe os erros cometidos. A falta dessa percepção persiste e quando os pais se dão conta já é tarde. Os frutos já nasceram e, muitas vezes, só lhes resta colhê-los. Por causa dessa necessidade em perceber o que e como se está fazendo para ver os filhos educados e bem criados é que todos os pais devem render-se a fazer uma constante avaliação da sua prática educacional. Precisaria de uma receita pronta para criar filhos? Mas quem iria prescrevê-la? Pediatras? Padres? Professores? Psicólogos? Avós? Juízes? Conselhos Tutelares? Impossível!

eria muita pretensão encontrar uma cartilha pronta, escrita por alguém. Talvez, aí esteja um erro possível de não cometer. Ter consciência de que os pais não estão prontos e que não são perfeitos. Essa certeza os tira da condição de culpados por tudo que não deu certo na vida dos seus rebentos. E, esses filhos, por sua vez, vão exigir menos dos seus pais por entenderem que eles também erram ou que tentam evitar ao máximo os piores erros. Erros que afetam o casamento, a vida dos filhos e a si próprios. Então, mesmo sabendo que nenhuma família é perfeita, existem erros possíveis de serem evitados na educação dos filhos.

 

Errar ou não errar

Errar ou não errar está muito associado à concepção de homem que cada família traz consigo. A forma com que ela enxerga a vida e como ela interage no ambiente será o caminho com que conduzirá a educação dos seus filhos. Os erros que os filhos não deveriam ter persistem nas criações por causa da cultura que as famílias desenvolvem. Portanto, para muitas, não se trata de erros, mas de continuidade de experiências familiares ou da prática de valores que passaram a adquirir pelas possíveis circunstâncias da vida. É muito comum, no ambiente escolar, ouvir de um pai: “Eu bato no meu filho. Meu pai me bateu a vida toda e eu não me transformei numa pessoa ruim”.

Para identificar os erros que não deveriam fazer parte da educação dos filhos, faz-se necessário identificar as crenças que também conduzem essa relação; portanto, fiquem atentos:

Os filhos crescem e desenvolvem um comportamento por imitação ou por modelagem. A modelagem é um instrumento de modificar comportamentos por meio de intervenções e orientações da família, da escola e/ou da própria Igreja. A imitação acontece de forma natural quando o organismo seleciona comportamentos a partir do que vê, ouve, sente, toca, cheira, enfim, a partir do que percebe ou do que lhe atinge, mesmo que não tenha ainda construído um valor.

Ainda com os filhos pequenos, os pais apresentam um procedimento inadequado em relação à alimentação. Oportunizando-os a escolher o que querem comer, onde e como comer, fazem desse momento motivos de conflitos em casa, pois permitem que, quando pequenos, comam em frente à TV, deitados no sofá. Mas quando veem seus filhos crescidos, os obrigam a voltar para a mesa, porque lá é o lugar em que a família se reúne. E não era antes? O mimo excessivo gera superproteção; consequentemente, os filhos desenvolvem procedimentos que demonstram fragilidades referentes à autonomia emocional e intelectual. Eles têm quem pensem e quem sintam por eles. Esse erro se torna grave com o passar do tempo. Há pouco tempo, no Instituto de Psicologia, ouvi um pai se redimindo com sua filha: “Filha, desculpe-me por todas as vezes que fiz por você o que você deveria ter feito”.

 

O bom senso é a melhor medida

Os filhos precisam viver experiências mesmo que amargas ou frustrantes. Negar a dor da criança ou do filho adolescente quando acaba o namoro, por exemplo, também pode ser considerado um erro evitável. Este se encontra no campo dos mimos excessivos, mas que acabam por desqualificar o que verdadeiramente o filho está sentindo. Tudo por quê? Porque os pais não conseguem ver filhos sofrendo. Quando o filho cai, a mamãe diz: “Não foi nada, filho. Isso passa!”. Se o namorado da filha termina o namoro, a mesma mãe diz: “Que bobagem! Você está novinha, e homem é assim, vai um vem outro. Serviu de experiência!”. O que esperar dessa educação baseada na fuga e na esquiva? Também não é possível buscar a radicalidade para ajustar tais comportamentos. Nem oito nem oitenta. Portanto, a linguagem verbal ou não verbal que os familiares fazem uso, poderá ser um grande acerto ou um sério erro para se estabelecer o respeito, o amor, a confiança e a amizade entre os membros. A crítica e o elogio demais e desnecessários maculam não só a educação dos filhos, mas o ambiente doméstico. Pais que se agridem, que não se valorizam, não cuidam um do outro, apresentam aos filhos um comportamento facilmente imitado e reproduzido. O bom senso é a melhor medida. Só não insistam no erro já detectado.

Busquem dentro da família ou peçam ajuda para sair de situações que vocês pais não admitem mais no ambiente familiar. É triste ouvir o quanto os meninos e meninas, os adolescentes, jovens e até mesmo filhos adultos têm recebido rótulos, críticas pesadas por causa de alguns tipos de comportamentos que corrompem o que a sociedade espera, quando eles foram formados para agir de tal forma. Quem quer uma geração de filhos estudiosos, responsáveis, obedientes, amáveis, dóceis, cuidadores do ambiente, da natureza precisará parar de facilitar tudo na vida deles e não os levar à loucura da inabilidade social. A escola, a família, a Igreja, o Estado tendem a apressar o caminho dos homens. É importante não desistir de ensinar.

Ensinar a aguardar o pijama, a pendurar a toalha de banho no varal, tirar a feira do carro, ensinar o filho a fazer um chá quando a mamãe estiver doente, a fazer companhia aos avós. Como diz o ditado, “é de pequeno que se torce o pepino”. Em outras palavras, é de pequeno que os pais devem ser para os filhos o que estes esperam que eles sejam: autoridades do amor, da convivência, do limite, do reconhecimento, da evangelização doméstica e do trabalho.

 

Limites são necessários

Tapar o sol com a peneira, querendo ser amigo do filho e esquecer os limites é um caminho sem volta. Nós precisamos e buscamos limites, e quando não os encontramos em casa, nos diriam os antigos, vamos encontrar na rua e o que tem na rua. E ai está um grande erro: não apresentar aos filhos o que tem na rua. Quando muitos a descobrem, passam a chamá-la de internet, família do vizinho, lugares indevidos, filmes inapropriados para idade do seu filho, área livre do condomínio. Deixar o filho ser criado por tudo e por todos, menos por você, é o único erro que não deverá haver na educação dos seus filhos.

É tempo de sentir-se culpado? Não. É tempo de reagir, de buscar suas próprias melhoras, mudar a forma de pensar, sair da preguiça e transformar. Pais, vocês são autoridades, vocês têm o poder de formar filhos melhores, porque Deus quer assim. Perdoem-se e perdoem aos outros, sigam conduzindo os filhos de vocês sem desistir de ensinar, de escutar, amar, exigir e ser uma família cristã.

Por Judinara Braz
Administradora de Empresa com Habilitação em Marketing.
Psicóloga especializada em Análise do Comportamento.
Autora do Livro “Sala de Aula, a vida como ela é.”
Diretora Pedagógica da Escola João Paulo I – Feira de Santana (BA).

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CNBB lança 4ª edição da coleção “Pensando o Brasil”, texto é sobre educação https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cnbb-lanca-4a-edicao-da-colecao-pensando-o-brasil-texto-e-sobre-educacao/ Wed, 19 Jul 2017 14:56:51 +0000 http://teste.toqueto.com/cnbb-lanca-4a-edicao-da-colecao-pensando-o-brasil-texto-e-sobre-educacao.html O texto ‘Pensando o Brasil: Educação’, quarto da série ‘Pensando o Brasil’ já está disponível no site da ‘Edições CNBB’. O documento, objeto de estudo aprofundado pelos mais de 300 bispos durante a 55ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), ocorrida em Aparecida (SP), no mês de abril, aborda três aspectos da realidade educacional brasileira, entre eles, o cenário da educação no Brasil; os caminhos para a superação dos principais desafios e, por último, as pistas para a ação.

As reflexões apresentadas no texto buscam caminhos para uma melhoria na qualidade da educação no Brasil, condição fundamental para o desenvolvimento da nação. “Que este texto seja instrumento para provocar a discussão nas escolas e universidades, nas famílias e comunidades”, exorta o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. Para ele, é preciso estimular o diálogo, a avaliação e a participação em um amplo debate nacional que trará ganhos não apenas para a educação, mas para a própria vivência da cidadania.

“A educação é a tarefa do cuidado com a nossa própria existência. Uma vez que somos seres inconclusivos, não nascemos prontos, acabados, precisamos nos organizar em sociedade para acolher o novo e construir condições para a continuidade da vida e a transformação da cultura e da sociedade. Para tanto, educar é estabelecer uma relação entre o que já existe ou o que é conhecido e o que ainda não se conhece (…)”, diz um trecho da apresentação da publicação.

A coleção é uma contribuição da CNBB para a construção de um Brasil mais ético, justo e fraterno. “São textos que desejam provocar o debate e a reflexão”, afirma dom Leonardo Steiner. Em volumes anteriores, o “Pensando o Brasil” já abordou os “Desafios diante das eleições de 2014; “A desigualdade social no Brasil” e “Crises e Superações”. “É no diálogo que se pode chegar a um movimento benfazejo e transformador”, finaliza dom Leonardo.

A publicação pode ser adquirida pelo telefone: (61) 2193-3019, no site da Edições ou ainda pelo e-mail: vendas@edicoescnbb.com.br.

Por CNBB

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Santa Sé na ONU: a gramática do diálogo para educar e construir pontes https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/santa-se-na-onu-a-gramatica-do-dialogo-para-educar-e-construir-pontes/ Fri, 30 Jun 2017 07:46:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47044 Nesta semana, em pronunciamento em Nova Iorque, num encontro sobre instrução e objetivos para o desenvolvimento sustentável, o Observador Permanente da Santa Sé na ONU, Dom Bernardito Auza, reiterou a necessidade, muitas vezes evidenciada pelo Papa Francisco, de reforçar o direito primário das famílias em educar os próprios filhos.

O arcebispo citou palavras do Pontífice, explicando que a tutela e a assistência das famílias na educação dos filhos é a base da atuação da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Dom Auza lembrou a experiência secular da Igreja Católica no campo da instrução, contribuindo a um mundo mais unido e pacífico: muitas são as escolas fundadas no mundo inteiro, “abertas a todos, meninas e meninos” e “aos pobres que, caso contrário, não teriam recebido instrução”.

A gramática do diálogo que educa e constrói pontes

Dom Auza acrescentou ainda que as instituições educativas devem promover a “gramática do diálogo”, base da cultura do encontro e instrumento para harmonizar a diversidade cultural na busca da verdade. Um clima de respeito, estima, escuta e solidariedade, segundo ele, podem responder a tantas formas de violência, pobreza, tráfico e restrição à liberdade.

Educados pela “gramática do diálogo”, finalizou convicto o Observador Permanente da Santa Sé, as novas gerações encontrarão motivações para “construir pontes e encontrar novas respostas aos vários desafios do nosso tempo”.

Por Rádio Vaticano

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Cardeal Tauran: a mulher é educadora de fraternidade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-tauran-a-mulher-e-educadora-de-fraternidade/ Thu, 08 Jun 2017 11:05:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46713 “O papel da mulher na educação à fraternidade universal” é o tema da assembleia plenária do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, iniciada esta quarta-feira (07/06) no Vaticano e que prosseguirá até sexta-feira. Na conclusão dos trabalhos os participantes serão recebidos em audiência pelo Papa. Quais são os pontos que esta plenária quer focalizar? Foi o que a Rádio Vaticano perguntou ao presidente do dicastério, Cardeal Jean-Louis Tauran. Eis o que disse:

Cardeal Jean-Louis Tauran:- “As mulheres têm igual dignidade em relação ao homem e sobretudo nós, como cristãos, sabemos que somos membros de um só corpo, do qual a cabeça é Cristo e isso faz de modo que seja uma relação paritária. Diante de Deus, como diz São Paulo, não há nem escravos nem livres: todos somos membros de Cristo.”

RV: A sociedade ainda não foi completamente permeada por essa mensagem?

Cardeal Jean-Louis Tauran:- “Não, sobretudo com a crise da família. Temos que pensar, por exemplo, que Jesus confiou às mulheres o primeiro anúncio da Páscoa. Elas são os primeiros missionários!”

RV: Essa plenária quer ressaltar o papel da mulher na educação à fraternidade. A mulher, talvez também porque é mãe, num certo sentido é um canal privilegiado para isso?

Cardeal Jean-Louis Tauran:- “Sim, por esta ternura… Muitas vezes o Papa faz referência a isso. A mulher por essência, porque é mãe, tem uma ternura, uma capacidade de ouvir, de cuidar, de ocupar-se e isso é uma mensagem universal.”

RV: Durante os trabalhos da plenária quatro mulheres desenvolverão reflexões que vão de temas bíblicos à construção da paz. Por que os senhores quiseram traçar esse percurso?

Cardeal Jean-Louis Tauran:- “Para mostrar que a mulher não tem somente essa tarefa de ternura, de mãe, mas também tem o seu lugar na sociedade. Como os homens, as mulheres são capazes de ter responsabilidade e, portanto, é um bem ouvir esses pontos de vista para ter uma visão completa da mulher vista como igual ao homem diante de Deus e diante da sociedade. As mulheres devem ter as mesmas responsabilidade, a possibilidade de assumir as mesmas responsabilidades.”

Por Rádio Vaticano

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Diálogo Inter-religioso: a mulher na educação à fraternidade universal https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dialogo-inter-religioso-a-mulher-na-educacao-a-fraternidade-universal/ Wed, 07 Jun 2017 07:46:24 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46675 “O papel da mulher na educação à fraternidade universal.” Esse é o tema da sessão plenária do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso. Presididos pelo chefe do dicastério vaticano, Cardeal Jean-Louis Tauran, os trabalhos dessa sessão terão lugar hoje e amanhã, dias 7 e 8 de junho.

Segundo comunicado desta terça-feira difundido pela Sala de Imprensa da Santa Sé, os membros e consultores do organismo pontifício são convidados à sessão plenária.

Quatro reflexões para desenvolver o tema proposto

O tema será abordado de um ponto de vista geral com quatro reflexões confiadas à biblista Nuria Calduch-Benages, da Pontifícia Universidade Gregoriana, que falará sobre “A mulher educa à fraternidade universal. Reflexão bíblico-sapiencial”;

à Irmã Raffaele Petrini, docente de doutrina social da Igreja no Instituto Angelicum de Roma, que desenvolverá a reflexão “Qualidades femininas contra o paradigma tecnocrático: Uma perspectiva social católica sobre a contribuição das mulheres à fraternidade”;

à defensora dos direitos dos menores em Paris, Marie Derain, que refletirá “Construir a paz: o percentual de mulheres”;

e, por fim, a Clare Amos, do Conselho Mundial de Igrejas, que desenvolverá “O papel das mulheres na educação rumo à fraternidade universal: uma perspectiva do Conselho Mundial de Igrejas”.

Atividades do Pontifício Conselho nos últimos anos

Estão também previstos momentos de reflexão sobre o tema e troca de informações sobre o diálogo inter-religioso. O secretário do dicastério, Dom Miguel Ángel Ayuso Guixot, exporá aos participantes as atividades do Pontifício Conselho nos últimos anos.

“A Assembleia plenária representa sempre uma feliz e oportuna ocasião para refletir sobre a atual situação do diálogo inter-religioso em várias partes do mundo e para aprofundar qual deve ser o papel da comunidade cristã em prol da promoção do papel da mulher na educação à fraternidade e para a construção de melhores relações com os membros de outras religiões”, lê-se na nota.

Na conclusão dos trabalhos, os participantes da plenária serão recebidos em audiência pelo Papa Francisco.

Por Rádio Vaticano

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Saiba como ensinar o seu filho a enfrentar o bullying https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/saiba-como-ensinar-o-seu-filho-a-enfrentar-o-bullying/ Wed, 31 May 2017 11:25:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46525 As crianças podem ser muito cruéis, especialmente quando provocam outras da mesma idade. Muitas se comportam dessa maneira porque não desenvolveram totalmente a capacidade de sentir empatia, de se colocar na pele da outra. Na verdade, as crianças nascem necessitando de cuidados, só mais tarde desenvolvem o que é conhecido como a “Teoria da Mente”, sendo então capazes de desenvolver empatia. Claro que também depende da educação que receberam.

Em todo caso, é sempre aconselhável preparar seu filho para enfrentar as provocações sem recorrer à violência. Desta forma, você vai ajudar a criar uma espécie de armadura emocional para proteger a autoestima dele. E é um presente de valor inestimável para a vida.

A humilhação dói, e muito

Um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade de Amsterdã revelou que as feridas provenientes da humilhação são muito mais profundas do que pensávamos. Nesta pesquisa, publicada na revista “Neuroscience Social”, os cientistas estudaram o cérebro de pessoas enquanto experimentavam diferentes emoções.

Para gerar esses estados emocionais eles liam histórias diferentes e pediam que tentassem assumir o lugar do protagonista. Assim, constataram que a humilhação provocava uma reação muito mais intensa, em nível cerebral, do que a alegria e até mesmo a raiva.

O estudo também descobriu que a humilhação desperta áreas cerebrais relacionadas à dor. Portanto, esses pesquisadores alertam que a humilhação não é apenas um sentimento muito negativo, mas que também é codificada no cérebro como dor. Exatamente por isso, as consequências podem se manter evidentes durante a fase adulta, fazendo com que o indivíduo se torne inseguro ou, o extremo oposto, alguém cujo impulso inicial seja sempre a agressividade.

Como os pais podem ajudar o filho?

– Investigue o que está acontecendo.
Para ajudar o seu filho, você deve primeiro entender o que está acontecendo. Qual a razão do bullying? Em quais locais ele ocorre? Como o filho reagiu? É importante verificar se o filho está provocando essa situação, ou se ocorrem de forma regular, o que pode ser enquadrado como assédio.

Ignorar o bullying pode fazer com que o problema acabe.
Explique a seu filho que quando as crianças percebem que suas piadas são eficazes, causam raiva ou vergonha, elas ficam mais encorajadas. Portanto, a melhor estratégia é, na maior parte das vezes, ignorar as piadas. Os provocadores querem se divertir (o sadismo de se divertir com a desgraça alheia), quando não conseguem, eles desistem, ou procuram outro alvo. Lembre seu filho que tolices devem ser ignoradas.

– Ensine-o a responder com rapidez.
Em alguns casos, uma resposta rápida e espirituosa, desarma o provocador. No entanto, você deve deixar claro para seu filho que ele não está respondendo com outra piada, ou com violência, mas, sim, com inteligência, para confundir o outro e fazê-lo ver que sua piada não surtiu efeito algum. Por exemplo, se alguém ri do tamanho de suas orelhas, você pode dizer algo como “bem, desse jeito posso te escutar melhor.” Desta forma, a outra criança entende que a vítima não vai seguir o exemplo, não vai entrar em seu jogo baixo.

– Mostre o seu lado mais compreensivo.
Às vezes os pais não reagem bem quando o filho diz que alguém está rindo dele na escola. Alguns, em vez de apoiar a criança e mostrar empatia, dizem que são “covardes” e “chorões”. No entanto, a melhor estratégia é a de transmitir amor e ser compreensivo. Por exemplo, você pode dizer que já passou pela mesma situação na infância, expor como se sentiu na época.

– Alimente as amizades positivas.
Para evitar abalar os alicerces da autoestima do filho, estimule amizades positivas. Deixe-o passar tempo com os amigos verdadeiros e se divertir. Quando as crianças têm um círculo de amigos, muitas vezes se sentem mais seguras, e essa aura de proteção vai fazer com que as crianças maldosas pensem duas vezes antes de mexer com ele.

Por Revista Pazes, via Aleteia

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