Economia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Economia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Taxa de desemprego fecha 2017 em 11,8%, revela IBGE https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/taxa-de-desemprego-fecha-2017-em-118-revela-ibge/ Thu, 01 Feb 2018 09:05:46 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50631 Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNAD Contínua), divulgados nesta quarta-feira, 31/1, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego entre outubro-dezembro de 2017 fechou em 11,8%. Houve uma queda de 0,6% em relação ao trimestre de julho-setembro, que ficara em 12,4%.

Já a taxa média anual passou de 11,5% em 2016 para 12,7% em 2017, a maior da série histórica da pesquisa. A população desocupada (12,3 milhões) caiu 5% (menos 650 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior ― que era de 13 milhões de pessoas. Em relação a este mesmo trimestre de 2016, quando havia 12,3 milhões de pessoas desocupadas, houve estabilidade.

Já a população ocupada (92,1 milhões) cresceu 0,9% em relação ao trimestre anterior (mais 811 mil pessoas) e o número de empregados com carteira de trabalho assinada (33,3 milhões) ficou estável. 

O número de empregados sem carteira de trabalho assinada (11,1 milhões de pessoas) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior e subiu 5,7% (mais 598 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

Por fim, o rendimento médio real habitual (R$ 2.154,00) no trimestre outubro-novembro-dezembro ficou estável em ambas as comparações.

Por Canção Nova, com IBGE

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Mudanças mais radicais https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/mudancas-mais-radicais/ Fri, 26 Jan 2018 07:52:45 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50525 A atual crise econômica brasileira, manifestada sobretudo pelo altíssimo índice de desemprego, sugere análises. Essa crise decorre somente da política econômica atual? Certamente não, pois o sistema econômico, não afrontado até mesmo por governos mais populares, gera excluídos. Os detentores do capital aperfeiçoam seus mecanismos de exploração, maximizando os investimentos tecnológicos e a financeirização da economia. Aos pobres restam “migalhas”.

Qual lógica está por detrás desse sistema? Como nossa prática socioeconômica revela nossas “crenças”, proponho uma reflexão sobre essa questão sob o prisma teológico-pastoral. Qual conceito de Deus nossa sociedade cultiva, hoje? Aquele que é gerador de comunhão entre os humanos ou propulsor da concorrência e do sucesso individual, finalmente, um ídolo? Qual crença nos propomos ter?

“Não podeis servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24). O “dinheiro”, mencionado por Cristo, simboliza o capital que, ao longo da história, tem sido acumulado, tendo, hoje, um grau elevado de virtualidade. O mercado financeiro é feito por dinheiro que gera dinheiro, sem lastro real. O capital, nessa forma, dá impressão de ser um “deus que gera a si mesmo”. Esse extremo resulta de uma economia sob a lógica da mercantilização total, fundada na exploração desenfreada dos recursos naturais e da mão-de-obra, cujo lucro é canalizado para a geração de mais lucro.

Essa “economia sem coração” não está em função da coletividade humana. Ela se funda na liberdade e na concorrência de mercado que sacrifica vidas humanas. Essa lógica sacrificial foi explicitamente questionada por Jesus: “Ide, pois, e aprendei o que significa: ‘eu quero misericórdia e não sacrifício’” (Mt 9,13). Hoje, a classe trabalhadora tem sido imolada, ou seja, sacrificada no altar do “trabalho explorado” ou do “não trabalho”, em oferenda ao “deus capital”.

A impossibilidade do trabalho, o trabalho precário e o trabalho com função antissocial resultam de uma lógica econômica idolátrica, cruelmente mortal. A fé no Deus verdadeiro, de inspiração judaico-cristã, sinaliza uma lógica totalmente oposta. Deus, segundo essa tradição é fonte de vida. Ele é, portanto, libertador de sistemas que causam a morte, a exemplo da libertação dos hebreus no Egito, relatada no livro do Êxodo.

 A identidade libertadora de Deus se manifestou, também, na conquista da “terra prometida”, na atuação dos profetas e na missão de Cristo, o Verbo encarnado (cf. Lc 4,16-21). Este assumiu a “condição de escravo”, isto é, de trabalhador do seu tempo (cf. Fl 2,5-11), adentrando a realidade de morte gerada sobretudo pelo trabalho opressor, para resgatar os oprimidos e dar-lhes vida. O próprio Jesus o diz: “O ladrão vem só para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância” (Jo 10,10).

Jesus foi um trabalhador manual, identificado com trabalhadores comuns. Seu “trabalho” evoluiu para a “obra” que o Pai lhe confiou e assumiu-a até o fim (cf. Jo 17,4). Sua doação total para a salvação da humanidade, tornou-se missão dos que nele creem. A sociedade brasileira se inspira, hoje, no Deus revelado em Cristo ou na falsa crença de um desenvolvimentismo que concede à maior parte da população somente as “sobras dessa festa macabra”? Se nos orientamos por uma fé falsa, certamente nossa crise é maior do que parece, necessitando mudanças mais radicais.

Por Dom Reginaldo Andrietta – Bispo de Jales

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Economista dá dicas para organizar as finanças no fim de ano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/economista-da-dicas-para-organizar-as-financas-no-fim-de-ano/ Tue, 12 Dec 2017 09:06:55 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49968 Final de ano chegando, e com ele as festas, presentes, convivências e também muitos planejamentos. O comércio nos grandes centros movimenta a economia, e o trabalhador aguarda ansioso pelo décimo terceiro salário, cuja segunda parcela deve ser pago até o dia 20 de dezembro.

Em tempos de retomada, é preciso fazer uma leitura do que aconteceu com a economia do país nos últimos meses. O economista Humberto Felipe da Silva lembra que a mudança na direção do país ano passado trouxe uma grande esperança para a economia brasileira, mas como denúncias continuaram a envolver membros do governo, isso trouxe insegurança para o mercado e abalou a esperada e rápida retomada do crescimento.

Assim, mesmo que os dados econômicos tenham apresentado algumas melhoras, ou no mínimo, não tenham apresentado pioras, isso não foi capaz de se traduzir em melhorias significativas na expectativa dos agentes econômicos (consumidores, empresários, mercado financeiro, etc.). “Os índices de inflação e as taxas de juros têm apresentado tendências de queda, enquanto a atividade econômica tem apresentado melhora em seus resultados”, diz o especialista.

Por atividade econômica compreende-se tudo o que concorre para produzir, distribuir e consumir bens e serviços. “O Consumo Aparente (CA) de bens industriais cresceu 8,1% no mês de outubro quando comparado com o mesmo mês de 2016. A inflação encontra-se em níveis bem abaixo do que era esperado, a estimativa é de algo em torno a 3,8% para esse ano. Se compararmos com 2016, que foi de 6,29, é uma ótima notícia. Por outro lado, a taxa Selic está hoje em 7% com viés de baixa. A expectativa é que essa taxa fique em 6,5% todo o ano de 2018. Em dezembro de 2016 ela estava em 13,65%, um valor altíssimo”, explica o economista.

Porém, todos esses indicadores ainda não foram suficientes para entusiasmar o mercado. Segundo Humberto, as empresas estão com medo de produzir mais e os consumidores com medo de gastar.

“Outro fator que ainda preocupa é a taxa de endividamento da família brasileira, ainda muito alta, do mesmo modo o desemprego. É bom lembrar que 61 milhões de brasileiros estão com as suas contas em atraso”. 

Vendas de Natal

A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) avalia que este Natal será melhor que o do ano passado, prevendo um crescimento das vendas em torno de 7%.

“Inflação e juros em baixa devem representar preços mais baixos nas gôndolas. A expectativa é que a dona de casa e o consumidor em geral não encontre, como nos anos passados, preços aterrorizantes. Isso permitirá ser um pouco menos ‘pão duro’ na hora de comprar os presentinhos e lembranças.”, diz o economista.

Décimo terceiro salário

Do jeito que anda a economia, o 13º, que já representou para a maioria das pessoas uma folga para a compra de presentes de Natal, ainda tem que funcionar com esparadrapo para a queda econômica que a família brasileira sofre.

Para Humberto, é hora de colocar primeiro as finanças em dia e pagar o que se deve. “O ideal é programar o pagamento das contas em atraso. Depois verificar as despesas de janeiro, os IPs do primeiro mês do ano, IPTU, IPVA, matrícula na escola, material escolar, etc. Somente depois de fazer a provisão para essas contas é que se apura o saldo para as compras de Natal”.

A professora Maria Izabel Gomes tem feito dessa forma. “Uso o dinheiro do décimo terceiro para pagar as contas, em primeiro lugar, como água, luz, telefone e imposto. Depois o que sobra vai para os remédios da minha mãe, que tem câncer. Por fim, uso para a alimentação. Acaba sendo um complemento do meu salário, um mês em que fico mais tranquila”. 

Já Bianca Oliveira é farmacêutica e consegue poupar nesta hora. “Não mexo em nenhum centavo do meu décimo terceiro. Não faço planos com ele. Finjo que ele não existe e guardo tudo”. 

“É preciso tomar muito cuidado pois quando se olha o saldo bancário na véspera do Natal dá aquela sensação de que ficamos ricos. Depois de tantos meses coloridos, Setembro Amarelo, Outubro Rosa, Novembro Azul é preciso evitar o Janeiro Vermelho. Para muitos é vermelho sangrento. Quem souber gastar bem seu dinheiro será recompensado no ano seguinte”, pondera o economista.

Por Canção Nova

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Pesquisa do IBGE aponta recuo de 0,6% no desemprego https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pesquisa-do-ibge-aponta-recuo-de-06-no-desemprego/ Wed, 01 Nov 2017 09:40:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49312 Segundo pesquisa divulgada ontem, 31/10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de pessoas desocupadas no país no terceiro trimestre (que compreende os meses de julho, agosto e setembro) ficou em 12,4% — recuo de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

Esta queda no número de desempregados, porém, está associada ao aumento da informalidade: dos 91,3 milhões de pessoas ocupadas no fechamento do trimestre encerrado em setembro, 22,9 milhões trabalhavam por conta própria, um crescimento de 1,8% na comparação com o trimestre anterior; e 10,9 milhões eram empregados do setor privado sem carteira de trabalho assinada.

Com este resultado, o País encerra o terceiro trimestre com 12,9 milhões de pessoas desocupadas.

O número de trabalhadores com carteira assinada, 33,3 milhões, continuou estável se comparado ao trimestre anterior (entre os meses de abril, maio e junho). A categoria de trabalhadores por conta própria cresceu 1,8%. Atualmente, são 22,9 milhões de pessoas — mais 402 mil pessoas em comparação com o trimestre que terminou em junho. Em relação ao mesmo período de 2016, a alta foi de 4,8% (mais 1,1 milhão de pessoas).

Este aumento de 1,1 milhão de pessoas trabalhando por conta própria e de 641 mil pessoas sem carteira assinada no período de um ano demonstram o avanço da informalidade no país.

O rendimento médio real do trabalhador brasileiro ficou em R$ 2.115,00. Trata-se de um resultado estável se comparado ao trimestre anterior, que ficou em R$ 2.108,00, e aos R$ 2.065,00 verificados em setembro de 2016.

Por Canção Nova, com IBGE

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Indústria cresce 1,5% nos primeiros oito meses do ano, segundo IBGE https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/industria-cresce-15-nos-primeiros-oito-meses-do-ano-segundo-ibge/ Wed, 04 Oct 2017 08:29:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48826 A produção industrial brasileira fechou os primeiros oito meses do ano (janeiro-agosto) com crescimento de 1,5%, segundo resultados da pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira, 3. Apesar de ter encerrado o mês de agosto com queda de 0,8%, frente a julho — na série com ajuste sazonal —, os quatro primeiros meses do ano registraram um crescimento de 3,3%. na produção.

Os dados da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Brasil revelaram ainda que na série sem ajuste sazonal, quando comparada ao mesmo mês do ano anterior, a indústria cresceu 4% em agosto deste ano, após também registrar taxas positivas em maio (4,5%). A pesquisa regional do IBGE mostrou avanço na produção industrial em 10 dos 14 locais pesquisados,  junho (0,9%) e julho (2,9%).

A taxa acumulada nos últimos 12 meses, no entanto, continua negativa e fechou agosto em -0,1%, prosseguindo com a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016, quando o setor fechou com queda de -9,7%.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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PIB cresceu 0,6% no trimestre encerrado em julho, mostra FGV https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pib-cresceu-06-no-trimestre-encerrado-em-julho-mostra-fgv/ Tue, 19 Sep 2017 09:01:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48541 De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve crescimento de 0,6% no trimestre encerrado em julho deste ano, na comparação com o trimestre encerrado em abril. Se comparado com o trimestre encerrado em julho de 2016, a alta chega a 1,1%.

Considerando somente o mês de julho, houve altas de 0,1% na comparação com o mês anterior e de 1,3% na comparação com julho de 2016.

Com relação à alta de 1,1% do trimestre que terminou em julho deste ano em relação a este mesmo período de 2016, os destaques ficaram com os setores de agropecuária (11,7%), indústria extrativa mineral (4,5%), indústria de transformação (1,6%), comércio (3%), transportes (2,4%) e outros serviços (1,5%).

Sob o ponto de vista da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,9% no período, mas a formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, recuou 4,5%.

Por outro lado, as exportações cresceram 5,7%, com destaque para os produtos da agropecuária (8,1%) e da indústria extrativa mineral (31,4%). Por sua vez, as importações recuaram 1,8%, queda que se deu sobretudo por conta do recuo da compra de bens de capital, isto é, de máquinas e equipamentos (-43,8%) pelo setor produtivo brasileiro.

O PIB acumulado neste ano até o mês de julho, em valores correntes, alcançou o valor aproximado de R$ 3,78 trilhões.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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Mercado financeiro aumenta projeção para o PIB e reduz para inflação https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mercado-financeiro-aumenta-projecao-para-o-pib-e-reduz-para-inflacao/ Tue, 12 Sep 2017 10:08:32 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48384 Segundo o boletim da Focus, periódico divulgado toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), e de acordo com análises do mercado financeiro, espera-se que o aumento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), seja ajustada de 0,5% para 0,6% — o terceiro aumento seguido neste ano. Para 2018, a estimativa de crescimento passou de 2% para 2,1%.

Para a inflação, o mercado financeiro espera que haja uma queda de 3,38% para 3,14% neste ano. Esta também é terceira redução seguida neste ano. A inflação é aferida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para 2018, a projeção do IPCA foi reduzida de 4,18% para 4,15%, no segundo ajuste consecutivo.

Os cálculos feitos para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%. Para que este objetivo seja alcançado, o BC lança mão da taxa básica de juros, a citada Selic, que atualmente está 8,25% ao ano.

Juros básicos

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) decide diminuir os juros básicos, os créditos tendem a ficar mais baixos e, assim, incentiva-se a produção e o consumo. Desta maneira, o controle sobre a inflação é reduzido.

Já quando o Copom eleva a taxa Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e gerar reflexos nos preços, uma vez que os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic foi reduzida de 7,25% para 7% ao ano, no fim de 2017, e de 7,50% para 7,25% ao ano, ao final de 2018.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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Taxa de desemprego no Brasil cai para 12,8% https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/taxa-de-desemprego-no-brasil-cai-para-128/ Fri, 01 Sep 2017 08:43:26 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48225 O trabalho informal fez com que 1,4 milhão de brasileiros voltassem a trabalhar. Assim, a taxa de desemprego ficou em 12,8% no trimestre móvel de maio a julho, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada ontem, 31, pelo IBGE. 

Os empregos em que não há registro em carteira de trabalho foram os que mais cresceram (mais 468 mil pessoas) e os trabalhadores por conta própria (mais 351 mil pessoas). Já a população com carteira assinada manteve-se estável (33,3 milhões).

De acordo com o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, este aumento sinaliza um cenário positivo à economia brasileira. “Essa massa de rendimento de trabalho maior movimenta a economia, pois você vai ter mais pessoas consumindo e, com isso, o mercado de trabalho pode entrar em um processo virtuoso, diferente do que a gente viu nos meses anteriores”, comenta.

A taxa de desemprego em 2017, porém, continua maior que no mesmo período de 2016. Além disto, o número de empregados com carteira assinada caiu 2,9%, passando de 34,3 milhões para 33,3 milhões de pessoas.

Esta comparação, segundo Cimar, é um indício à informalidade no mercado de trabalho. O pesquisador explica que o aumento de 15,2% no número de pessoas trabalhando com alimentação é um dos sinais.

“Em um ano, o grupamento alojamento e alimentação teve um aumento de 683 mil pessoas. Esse acréscimo foi, mais especificamente, relacionado à alimentação. Esse é um grupamento voltado, principalmente, às pessoas que, para fugir da desocupação, estão fazendo comida em casa e vendendo na rua”, explicou.

Por Canção Nova, com IBGE

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Aposentados e pensionistas começam a receber 1ª parcela do 13º https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/aposentados-e-pensionistas-comecam-a-receber-1a-parcela-do-13o/ Fri, 25 Aug 2017 13:22:21 +0000 http://teste.toqueto.com/aposentados-e-pensionistas-comecam-a-receber-1a-parcela-do-13o.html Mais de 29,2 milhões de aposentados e pensionistas do setor privado começam a receber nesta sexta-feira, 25, a primeira parcela do décimo terceiro. O pagamento será feito na folha de agosto e segue até 8 de setembro, conforme o cronograma mensal de depósito dos benefícios.

O decreto presidencial que permitiu a antecipação de 50% do décimo terceiro para agosto foi publicado no fim de julho. Segundo o Ministério da Previdência Social, a medida injetará R$ 19,9 bilhões na economia em agosto e setembro.

O pagamento começará pelos benefícios de um salário mínimo com final 1. Para benefícios superiores a um salário mínimo, a primeira parcela do décimo terceiro só começará a ser depositada em 1º de setembro. O cronograma de liberação está disponível na página do Ministério da Previdência na internet.

Como determina a legislação, não haverá desconto de Imposto de Renda na primeira parcela. O imposto sobre o décimo terceiro somente pode ser cobrado em novembro e dezembro, quando será paga a segunda parcela da gratificação natalina.

Desde 2006, o governo antecipa a primeira parcela do décimo terceiro salário dos aposentados e pensionistas na folha de agosto. Somente em 2015, o pagamento foi adiado para setembro, por causa do ritmo fraco da economia e da queda da arrecadação.

Por Agência Brasil

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Mercado financeiro eleva para 3,5% projeção para inflação este ano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mercado-financeiro-eleva-para-35-projecao-para-inflacao-este-ano/ Tue, 15 Aug 2017 09:37:31 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47909 O mercado financeiro aumentou pela quarta semana seguida a projeção para a inflação este ano, após o aumento da tributação sobre combustíveis. Desta vez, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,45% para 3,5%. A estimativa consta do boletim Focus, uma publicação divulgada no site do Banco Central (BC) todas as semanas, com projeções para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a projeção para o IPCA é mantida de 4,2%, há quatro semanas consecutivas. As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,5%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Selic

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 9,25% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Já quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic ao final de 2017 e de 2018 segue em 7,50% ao ano. A estimativa do mercado financeiro para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), foi mantida em 0,34%, este ano, e em 2%, em 2018.

Por Agência Brasil

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