dor - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png dor - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 O desafio de pessoas que passam pela experiência da perda https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/o-desafio-de-pessoas-que-passam-pela-experiencia-da-perda/ Fri, 02 Mar 2018 14:34:57 +0000 http://teste.toqueto.com/o-desafio-de-pessoas-que-passam-pela-experiencia-da-perda.html Cuidar das necessidades espirituais de pessoas que passam pela experiência da perda – viúvas e viúvos, separados e separadas e quem está em luto – foi tema de uma reunião da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) com o grupo “Fica Conosco Senhor” (Lc 24, 29), de Guarulhos (SP), que desenvolve um trabalho de apoio a homens e mulheres que vivem essa realidade.

O movimento nasceu da união de agentes da Pastoral Familiar que passaram pelo estresse emocional causado pela dor da separação ou pela dor morte e que não sabiam como lidar. Uma das coordenadoras, Célia Silva, diz que o grupo nasceu para que os integrantes se ajudassem dede forma reciproca, dividindo experiências e vivência de fé.

“É uma necessidade fazer o acompanhamento dessas pessoas”, explicou o assessor da Comissão, padre Jorge Alves Filho.

A partir dessa reunião, a Comissão, que possui um setor de Casos Especiais da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), começa a trabalhar na realização um Encontro Nacional sobre a temática e o grupo “Fica Conosco Senhor” passa a ter o apoio da CNPF.

Na reunião, estiveram presentes o assessor da Comissão, padre Jorge Alves Filho; o casal coordenador nacional da Pastoral Familiar, Khátia e Luiz Stolf; o casal coordenador do Regional Sul 1, Osmarina e Benedito Antonio Baldon (Toninho); e os assessores eclesiásticos dos regionais Sul 1, padre Pedro Luís da Silva Rúbio, e Sul 3, padre Edson Pereira, este que acompanhará o grupo. Além da Célia, Ângela e Cerci, que já desenvolvem o trabalho em São Paulo.

Por CNBB

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Por que sofremos? https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/por-que-sofremos/ Tue, 30 Jan 2018 07:44:46 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50572 Franz Kafka descreve o ser humano como um condenado à morte que ignora, contudo, como será a sentença que lhe será decretada. Ele não sabe por que deve morrer e não compreende o sentido dessa experiência. Albert Camus concebe o ser humano como alguém que busca o inatingível. Mas, na medida em que passa a vida, descobre que não consegue alcançar as mais profundas aspirações. Dessa forma, constata o absurdo de sua existência. Há esvaziamento de sentido de sua humana vivência na terra.

Nesses casos, não se concebe a beleza da existência como um benefício da bondade divina, que é o fundamento de todos os outros bens. Quando se percebe a realidade da existência nos confins de nossa vida na terra, interpreta-se que a cadeia de acontecimentos vividos desemboca necessariamente no desespero. Entende-se a vida apenas como uma evolução penosa rumo a um destino ignorado.

Em tempos de profunda crise de esperança, de incapacidade de sonhar e projetar o futuro, de preferir eternizar o presente para que seja eterno enquanto dure, toda experiência de dor tende a ser camuflada ou intencionalmente “esquecida”, se é que é possível enganar-se tanto e por muito tempo.

A experiência da vida humana é uma alternância de alegrias e sofrimentos. Tristeza e dor nem sempre dependem da vontade humana. Pode-se até pensar o mal como uma anomalia da criação ou um escândalo que remete a tantas interrogações: por que sofrer? O mistério do mal sempre afetou o ser humano ao longo da história. A dor aparece como a privação do bem ou uma ruptura, ou mesmo uma desordem.

A fé não suprime a dor, mas a despoja do seu estilo punitivo. Para quem crê, o sofrer estabelece uma intimidade com Cristo. A partir da experiência de Jesus na carne, o Filho de Deus viveu o sofrimento. Com Ele, o sofrer implica tentação e convite. Tentação porque a dor, seja de qual tipo for, ameaça todas as seguranças e certezas da pessoa. Ela é uma ruptura que pode fragmentar todo o indivíduo. Reagir com revolta diante da dor é a atitude de quem não consegue avaliar os limites da natureza e termina imputando a Deus a impotência humana. Sofrer também implica convite, porque ao absurdo da dor se contrapõe a solidariedade de Cristo, que modifica o sentido do sofrimento. Quem sofre pode crescer moral e espiritualmente com essa experiência. É claro que poucos são os que conseguem viver tudo isso numa enfermidade. Depende de fé. Só o crente pode abrir caminhos de libertação da escravidão imposta pelo mal. Assim, não interessa quanto se sofre, mas como se sofre.

A fé não pode ocupar-se em responder sobre o porquê da dor. Na Bíblia não se encontra uma solução racional para essa questão. Mesmo que os textos tendam, na maior parte, a conceber a dor como resultado de uma desordem introduzida no mundo pelo pecado, biblicamente não se sustenta a ideia de que a dor é resultado de um destino cego que advém sobre a humanidade. Muito mais é entendida como uma disposição da insondável sabedoria divina, diante da qual o ser humano deve reverenciar pela força da fé.

Assim, a dor não é uma vingança, tampouco um castigo divino para descontar as faltas humanas. Mas a dor tem sempre um significado, seja para o justo quanto para o pecador. É um caminho para que a humanidade alcance a felicidade eterna. Por um lado, induz o pecador a abandonar o pecado e voltar-se para Deus. Por outro, o sofrimento é vivido pelo justo como um meio da pedagogia divina. Eis o desafio: aprender a amar mesmo em meio ao sofrer.

Por Dom Leomar Antônio Brustolin – Bispo auxiliar de Porto Alegre

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Finados: Esperança nasce de momentos de dor e sofrimento, diz Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/finados-esperanca-nasce-de-momentos-de-dor-e-sofrimento-diz-papa/ Fri, 03 Nov 2017 07:51:54 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49343 Nesta quinta-feira, 2, Dia de Finados, o Papa Francisco celebrou a Missa em recordação dos fiéis falecidos no cemitério estadunidense de Nettuno, situado na diocese de Albano, em Roma. Com o gesto, o Pontífice rezou pelas vítimas da Segunda Guerra Mundial sepultadas no local, mas também por todos os mortos em guerras.

Assim que chegou, o Pontífice caminhou por entre os túmulos, oferecendo flores e rezando pelas almas dos sepultados.

Durante a Santa Missa, o Santo Padre recordou que a guerra produz morte e sofrimento, mas que a esperança não decepciona.

“Todos nós hoje estamos aqui reunidos na esperança. Cada um de nós, no próprio coração pode repetir as palavras de Jó que ouvimos na primeira leitura: Eu sei que meu Redentor está vivo (…)

Mas a esperança muitas vezes nasce e finca raízes em muitas chagas humanas. Em muitas situações em momentos de dor e sofrimento se olha para o céu e diz “Eu creio que meu Redentor está vivo mas pára, Senhor…”

Papa Francisco reforçou que nesses momentos de dor o que se pede a Deus é justamente para que Ele pare, cesse a guerra:

“Nunca mais esta tragédia inútil, como disse Bento XV. Melhor esperar sem essa destruição: jovens, milhares e milhares … esperanças ceifadas. Nunca mais, Senhor, isso devemos dizer hoje. Por todos os defuntos mas de forma especial por esses jovens. O mundo hoje está em guerra e se prepara para ir mais fortemente para a guerra. Nunca mais, Senhor! Não mais… pois com a guerra se perde tudo.”

O Papa citou a anciã que, olhando as ruínas de Hiroshima, com resignação e muita sabedoria, disse ‘Os homens fazem de tudo para declarar e fazer uma guerra, e no final destroem a si mesmos.’

E completou, falando sobre os dias atuais: “Esta é a guerra: a destruição de nós mesmos. Certamente aquela mulher, aquela anciã que tinha perdido filhos e netos, somente tinha chagas no coração e lágrimas nos olhos. Hoje é também um dia de lágrimas. Lágrimas como aquelas que tinham as mulheres quando o correio chegava e dizia: A senhora tem a honra pois seu marido foi um herói da pátria, que seus filhos são heróis da pátria, são lágrimas que hoje a humanidade não deve esquecer. Este orgulho desta humanidade que não aprendeu a lição e parece que não quer aprendê-la.”

Francisco terminou a homilia dizendo que, na história, os homens pensam em fazer uma guerra com a convicção que estão fazendo algo novo, uma primavera, mas a realidade é que terminam num “inverno bruto, cruel, no reino de terror e da morte”.

E se recordou dos mortos atualmente: “Hoje rezamos por todos os defuntos, todos, mas de modo especial por estes jovens. E num momento em que tantos morrem nas batalhas de todos os dias, nesta guerra em pedaços, rezemos pelos mortos de hoje, mortos de guerra, até crianças inocentes. Este é o fruto da guerra: a morte. Que o Senhor nos dê a graça de chorar.”

Por Canção Nova

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Aprender a encerrar para poder começar de novo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/aprender-a-encerrar-para-poder-comecar-de-novo/ Fri, 11 Aug 2017 08:42:41 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47808 Quando terminamos um capítulo, se encerra uma pequena história; quando dizemos adeus, escrevemos um pequeno final. Tudo aquilo que não encerramos continuará nos perseguindo e continuará sendo repetido, até que sejamos capazes de escrever um ponto final, através de um processo de luto, para começar de novo em outra página.

O luto se define como o processo de adaptação emocional que se segue a qualquer perda. Uma perda não indica necessariamente uma morte. Apesar dessa ser a relação mais forte feita pelo inconsciente coletivo, uma perda também se refere a separações, trocas de emprego, mudanças…

Etapas do processo de luto

As diferentes etapas existentes no luto que foram propostas pela doutora E. Kluber Ross são:

– Fase de negação: a pessoa se nega a aceitar a perda. Ela também pode estar imersa em um estado de choque que a impede de aceitar o início do caminho que inevitavelmente vai ter que percorrer.

– Fase de ira: nessa etapa, a pessoa mostra frustração e raiva. Pode ser relativa às circunstâncias nas quais ocorreu a perda, relativa a si mesmo, a outras pessoas, etc.

– Fase de negociação: a pessoa tenta buscar soluções para a perda. Se falamos da perda de um ente querido, essa fase de negociação pode incluir o fato de retomar algumas atividades que fazia na companhia do falecido.

– Fase de tristeza: nessa etapa, a perda é experimentada através da dor e se lida com a tristeza que surge. É uma fase de recolhimento sobre si mesmo.

– Fase de aceitação: nessa etapa, a pessoa toma consciência do momento em que se encontra e da perda. Ela aceita e tenta se adaptar ao ambiente fazendo o melhor com o que tem naquele momento.

Essas fases não são iguais para todos. Tampouco ocorrem nessa mesma ordem, nem têm uma duração específica; elas são meramente indicativas. O importante dessa divisão para lidar com uma pessoa que está em pleno processo de luto é saber que em cada etapa vamos encontrar alguém com uma disposição distinta face a este luto. Essa disposição vai definir as ferramentas e as tarefas que podemos propor para essa pessoa.

Todo processo que não se encerra adequadamente tende a se repetir, a se estagnar ou a regredir. Todas as falhas que vemos nos outros e ignoramos ou encerramos sem lidar com as mesmas, nos levam à mesma direção. Porque precisamos experimentar a dor da perda, porque precisamos ver como nos sentimos, precisamos extrair a energia que envolve a raiva para depois integrar essa tristeza como uma parte aceitável de nós mesmos.

Se não realizarmos esse processo de encerramento, a única coisa que estaremos fazendo é um curativo, sem realmente curar a ferida que sangra. Assim, só vamos conseguir tapar superficialmente aquilo que nos machuca, apenas até tocarmos novamente nessa ferida.

Lidar com a dor renunciando ao sofrimento

No livro “O Caminho das Lágrimas”, Jorge Bucay nos explica esta frase: “Sofrer é transformar a dor em algo crônico. É transformar um momento em um estado, é se apegar à lembrança daquilo que me faz chorar, o que não me permite deixar de chorar, esquecer, renunciar ou me livrar desse pensamento, mesmo que o preço seja meu sofrimento, uma lealdade misteriosa aos ausentes.”

A dor que precisamos experimentar é uma emoção saudável, é uma sensação de que está nos curando, nos conecta com o nosso interior e nos ajuda a processar a perda. Ela também acrescenta algo, pois nos dá um tempo para nós mesmos.

Nenhuma emoção na medida certa é disfuncional e, portanto, as perdas provocam tristeza, dor, distanciamento, ira, etc. São etapas e, quando duram mais que o necessário ou quando machucam ou impossibilitam de continuar a vida por muito tempo, é esse o momento de pedir ajuda. Quando a tristeza se transforma em depressão, a ira em agressões injustificadas, o distanciamento em desleixo pessoal ou a dor em dilaceração, então sim: algo está falhando nesse processo de cura, não estamos no caminho certo das lágrimas e precisamos pedir ajuda.

Que papel eu tenho no processo de luto?

“O processo de luto permite buscar o lugar que o seu ente querido merece entre os tesouros do seu coração. É lembrar dele com ternura e sentir que o tempo que você passou com ele foi um grande presente. É entender com o coração na mão que o amor não acaba com a morte.” (Jorge Bucay)

Saber por que uma etapa terminou e que pensamento positivo eu posso tirar disso, o que deu errado, o que eu poderia ter feito melhor, me ajuda a me conhecer e a saber o que posso fazer para melhorar. O que eu quero mudar, o que eu quero manter ou o que eu teria feito melhor.

O processo de luto me leva a uma reticências especial, porque marca o final de uma história. Não é um processo passivo, exige de cada um de nós, de nossas emoções e de nossas ações, da nossa vontade e da nossa força para seguir em frente e começar de novo. Exige um trabalho pessoal para saber escrever um bom final e começar o próximo capítulo com o que você aprendeu e desfrutou.

Por A Mente é Maravilhosa via Aleteia

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Abandonar sepulcros de tristeza e ressentimento e confiar em Deus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/abandonar-sepulcros-de-tristeza-e-ressentimento-e-confiar-em-deus/ Mon, 03 Apr 2017 07:47:35 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45278 O Papa Francisco começou a sua visita à cidade italiana de Carpi com uma Missa na Praça Martiri, na qual convidou os fieis a saírem dos sepulcros da tristeza e da desesperança para tomar o caminho do Senhor, “que é a ressurreição e a vida”.                                               

“As leituras de hoje nos falam do Deus da vida, que vence a morte”, começou explicando nesta visita a Carpi, atingida por um forte terremoto em 2012.

Francisco comentou o Evangelho do dia da ressurreição do seu amigo Lázaro. “Em meio à desolação geral pela morte de Lázaro, Jesus não se deixa tomar pelo desconforto. Mesmo sofrendo Ele mesmo, pede que se creia firmemente; não se fecha no choro, mas comovido, coloca-se a caminho em direção ao sepulcro”.

Neste sentido, Francisco afirmou que na vida temos dois caminhos: “Ficar a olhar melancolicamente os sepulcros de ontem e de hoje ou aproximar Jesus de nossos sepulcros”.

“Cada um de nós já tem um pequeno sepulcro, alguma zona um pouco morta dentro do coração; uma ferida, uma injustiça sofrida ou cometida, um rancor que não dá trégua, um remorso que vai e volta, um pecado que não se consegue superar”.

“É estranho, mas seguidamente preferimos estar sozinhos nas grutas obscuras que temos dentro, antes que convidar Jesus para estar lá; somos tentados em buscar sempre nós mesmos, remoendo e nos afundando na angústia, lambendo as chagas, antes que ir até Ele”.

O Santo Padre pediu para que “não deixemo-nos aprisionar pelas tentações de permanecer sozinhos e desconfiados, chorando por aquilo que nos acontece; não cedamos à lógica inútil e inconclusiva do medo, do repetir resignado de que vai tudo mal”.

“Esta é a atmosfera do sepulcro; o Senhor deseja ao invés disto, abrir o caminho da vida, o do encontro com Ele, da confiança nele, da ressurreição do coração”.

“Sempre existirão problemas – continuou -, sempre, e quando resolvemos um, pontualmente chega outro. Podemos encontrar uma nova estabilidade, e esta estabilidade é precisamente Jesus, esta estabilidade se chama Jesus, que é a ressurreição e a vida. Com ele a alegria habita o coração, a esperança renasce, a dor se transforma em paz, o temor em confiança, a prova em oferta de amor”.

Ao comentar a passagem do Evangelho, afirmou que Jesus “não se deixa dominar pelo ambiente emotivo resignado que o circunda, mas reza com confiança e diz: ‘Pai, eu te dou graças’”.

O Papa afirmou que “Jesus nos dá o exemplo de como nos comportar: não foge do sofrimento, que pertence a esta vida, mas não se deixa aprisionar pelo pessimismo”.

“Por um lado, existe a grande desilusão, a precariedade da nossa vida mortal que, atravessada pela angústia pela morte, experimenta frequentemente a derrota, uma obscuridade interior que parece intransponível”, disse.

“A nossa alma, criada para a vida, sofre sentindo que a sua sede de eterno bem é oprimida por um mal antigo e obscuro”.

Mas “por outro lado, há a esperança que vence a morte e o mal que tem um nome: a esperança se chama Jesus. Ele não traz um pouco de bem estar ou algum remédio para prolongar a vida, mas proclama: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”.

“Nós também somos convidados a decidir de que parte estar. Se pode estar do lado do sepulcro ou do lado de Jesus. Há também quem se deixe fechar na tristeza e quem se abre à esperança. Há quem permanece preso nos escombros da vida e que, como vocês, com a ajuda de Deus, levanta os escombros e reconstrói com paciente esperança”.

Por ACI Digital

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