Domingo de Ramos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:03:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Domingo de Ramos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Celebração do Domingo de Ramos na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Goianésia https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/celebracao-do-domingo-de-ramos-na-paroquia-sagrado-coracao-de-jesus-em-goianesia/ Mon, 03 Apr 2023 00:30:30 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=65779 No sábado, dia 1º de abril, centenas de fiéis celebraram o início da Semana Santa com a Procissão de Ramos, na Capela São Francisco e Santa Clara, da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, de Goianésia, juntamente com Pe. Carlos Vicente.

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, montado em um jumentinho, enquanto o povo o aclamava com “Hosana, ao Filho de Davi!” foi celebrada também neste domingo, pelo Pe. José Adeenes. Foi um momento de alegria e esperança, mas também de reflexão, pois o mesmo povo que o aclama dias depois o entrega para morrer na Cruz.

A celebração reuniu centenas de fiéis que participaram piedosamente da Procissão saindo da Capela de Nossa Senhora da Penha e da Capela de São Cristóvão, seguida de Santa Missa na Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus.

Pe. Adeenes, em sua homilia, conduziu a assembleia a olhar para a Cruz de Cristo, afirmando: “A Cruz é a fortaleza de Deus. Da Cruz que vem a Páscoa do Senhor, sem a cruz nada disso teria sentido!”

Abençoada Semana Santa para você e sua família!

Informações e fotos: Pascom Paroquial

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Domingo de Ramos 2023 https://photos.app.goo.gl/VzJTsWSvRLeXdXrs8#new_tab Mon, 03 Apr 2023 00:15:58 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=65777 65777 Domingo de Ramos: começa a Semana Santa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/domingo-de-ramos-comeca-a-semana-santa/ Mon, 03 Apr 2023 00:11:08 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=65773 Tem início a Grande Semana, chamada também de semana das semanas. Com a entrada de Jesus em Jerusalém damos início à Semana Santa. É tempo forte de preparação para a Páscoa do Senhor. Na celebração pela manhã, saímos em procissão do Seminário São José até a Catedral Imaculado Coração de Maria, em Uruaçu-GO. A Santa Missa foi presidida pelo nosso bispo Dom Giovani Carlos e concelebrada pelo cura da Catedral, Pe. Franciel Lopes e pelo vigário, Pe. João Batista.

Fotos: José Tomaz

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Domingo de Ramos na Diocese https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/domingo-de-ramos-na-diocese/ Wed, 17 Apr 2019 15:05:02 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=57217 [cws_gpp_images_by_albumid_gp id=’AKNac_lWpfHgfv35PSDDc7EisIVlPT4yxDDCsBqUKmslgVtLH8Qif-StWIcimLSdFJBi8GpZG790′ theme=projig show_details=0 row_height=200]

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Papa aos jovens: "Não se calem!" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-aos-jovens-nao-se-calem/ Mon, 26 Mar 2018 07:59:15 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51421 Ontem, Domingo de Ramos (25/03), o Papa presidiu missa na Praça São Pedro diante de dezenas de milhares de pessoas. Antes, no centro da Praça, junto ao obelisco, Francisco abençoou os ramos e as oliveiras. Foi feita a leitura do Evangelho de Marcos e no sagrado, a narração da Paixão de Cristo.

Jornada Mundial da Juventude

Grande parte dos fiéis eram jovens de Roma que aderiram à celebração diocesana da XXXIII Jornada Mundial da Juventude que teve o tema “Não tenhas medo, Maria! Encontraste graça junto a Deus” (Lc 1,30).

Após a celebração da Eucaristia, antes da Bênção Apostólica, foram entregues ao Papa as conclusões da Reunião pré-Sinodal realizada nesta semana no Vaticano em preparação ao Sínodo dos Bispos de outubro próximo sobre a Juventude.

Alegria e sofrimento

Em sua homilia, o Papa propôs uma reflexão evocando os sentimentos contrastantes de discípulos e fariseus quando Jesus entra em Jerusalém.

“Nesta celebração, parecem cruzar-se histórias de alegria e sofrimento, de erros e sucessos que fazem parte da nossa vida diária como discípulos, porque consegue revelar sentimentos e contradições que hoje em dia, com frequência, aparecem também em nós, homens e mulheres deste tempo: capazes de amar muito… mas também de odiar (e muito!); capazes de sacrifícios heroicos mas também de saber ‘lavar-se as mãos’ no momento oportuno; capazes de fidelidade, mas também de grandes abandonos e traições”.

Nesta narração evangélica fica evidente que a alegria suscitada em alguns por Jesus é motivo de incômodo e irritação para outros.

A alegria é a de tantos pecadores perdoados que reencontraram ousadia e esperança; e o desconforto é o daqueles que que se consideram justos e ‘fiéis’ à lei e aos preceitos rituais. 

“Como é difícil, para quem procura justificar-se e salvar-se a si mesmo, compreender a alegria e a festa da misericórdia de Deus! Como é difícil, para quantos confiam apenas nas suas próprias forças e se sentem superiores aos outros, poder compartilhar esta alegria!”

O Papa lembrou o grito ‘Crucifica-O!’ emerso entre o povo: a voz de quem manipula a realidade criando uma versão favorável a si próprio e não tem problemas em ‘tramar’ os outros para ele mesmo se ver livre. O grito de quem não tem escrúpulos em procurar os meios para reforçar a sua posição e silenciar as vozes dissonantes”.

As intrigas da autossuficiência

É o grito de quem deseja defender a sua posição, desacreditando especialmente quem não se pode defender. É o grito produzido pelas ‘intrigas’ da autossuficiência, do orgulho e da soberba, que proclama sem problemas: “crucifica-O, crucifica-O!”.

“É o grito que pretende cancelar a compaixão.”

Mas, ressaltou o Pontífice, perante todas estas vozes que gritam, o melhor antídoto é olhar a cruz de Cristo e deixar-se interpelar pelo seu último grito. Cristo morreu, gritando o seu amor por cada um de nós: por jovens e idosos, santos e pecadores, amor pelos do seu tempo e pelos do nosso tempo.

Alegria torna o jovem difícil de ser manipulado

No dia em que a Igreja, em cada diocese no mundo, celebra a sua Jornada da Juventude, o Papa se dirigiu diretamente aos jovens:

“Queridos jovens, a alegria que Jesus suscita em vós é, para alguns, motivo de irritação, porque um jovem alegre é difícil de manipular”.

“Calar os jovens é uma tentação que sempre existiu.”

“Há muitas maneiras de tornar os jovens silenciosos e invisíveis; muitas maneiras de os anestesiar e adormecer para que não façam ‘barulho’, para que não se interroguem nem ponham em discussão. Há muitas maneiras de os fazer estar tranquilos, para que não se envolvam, e os seus sonhos percam altura tornando-se fantastiquices rasteiras, mesquinhas, tristes.

Neste Domingo de Ramos, em que celebramos o Dia Mundial da Juventude, faz-nos bem ouvir a resposta de Jesus aos fariseus de ontem e de todos os tempos: «Se eles se calarem, gritarão as pedras» (Lc 19, 40).

Não fiquem calados

“Cabe a vós não ficar calados. Se os outros calam, se nós, idosos e responsáveis – muitas vezes corruptos – silenciamos, se o mundo se cala e perde a alegria, pergunto-vos: vós gritareis? Por favor, decidi-vos antes que gritem as pedras…”.

Por Vatican News

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Semana Santa: o que a Igreja nos convida a vivenciar? https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/semana-santa-o-que-a-igreja-nos-convida-a-vivenciar/ Fri, 23 Mar 2018 17:23:58 +0000 http://teste.toqueto.com/semana-santa-o-que-a-igreja-nos-convida-a-vivenciar.html A Igreja inicia no próximo domingo (25) a Semana Santa – período no qual se celebra de maneira especial os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. “Celebrar esta semana, com suas diferentes e intensas expressões litúrgicas e da piedade popular – comporta, para os cristãos, reviver o sentido profundo do mistério celebrado; mistério no sentido dado pela liturgia, isto é, como ‘evento de graça’, ‘momento marcante’ de encontro com o amor de Jesus”, explica o bispo de Livramento e presidente da Comissão para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Armando Bucciol.

Tendo início no Domingo de “Ramos” e da “Paixão”, neste dia em especial os católicos recordam a entrada de Jesus em Jerusalém. O Evangelho da Paixão, segundo dom Armando, lembra que Jesus foi rejeitado pelas autoridades judaicas e romanas, as mesmas que mandavam no povo e se uniram para concretizar sua morte.

Nos dias seguintes – segunda, terça e quarta-feira – a liturgia recorda alguns acontecimentos de Jesus em Jerusalém. Dom Armando explica que nestes dias, os cristãos são convidados a intensificar sua preparação espiritual por meio da reflexão e a oração para entrar no Tríduo pascal, os três dias em que a liturgia faz memória da paixão, morte e ressurreição do Senhor, acontecimento que segundo dom Armando é fundamental à fé dos cristãos.

Na sequência, na Quinta-feira santa abre-se o Tríduo Pascal. Neste dia, as hóstias são tiradas do sacrário, que fica vazio. “Feita a proclamação da Palavra e a homilia, segue o lava-pés, gesto que recorda o que Jesus fez no início da sua última Ceia”, afirma dom Armando. O bispo explica que é neste dia que se recorda a entrega do mandamento “amem-se como eu amei vocês” aos discípulos. O lava-pés, segundo dom Armando, lembra a entrega por amor.

Dando continuidade, o próximo tempo é a Sexta-feira santa, dia do Crucificado. Nela a Igreja comemora seu nascimento. Neste dia, dom Armando afirma que os fiéis são convidados a viver o jejum pascal, que de acordo com ele deve ser seguido até após a Vigília pascal. Já o Sábado Santo é considerado o dia do Sepultado. “É muito oportuno que a comunidade se reúna para a celebração da Oração da manhã (Laudes), em profunda contemplação daquele que por nós morreu, e permaneça junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e morte, a sua descida à mansão dos mortos, e esperando na oração e no jejum a sua ressurreição”, aponta dom Armando.

Por fim, o Domingo de Páscoa, dia do Ressuscitado é o tempo que, segundo dom Armando, o Senhor fez para todos.  Ele caracteriza esse tempo como sendo ‘dia de alegria’ e explica que a celebração deve começar com a aspersão da água abençoada na Vigília: “Muito aconselhado é terminar este dia santo com a celebração das Vésperas batismais, na tarde”, diz.

“Lembremos que a celebração da Páscoa continua durante os 50 dias do Tempo Pascal como um ‘grande domingo’, destacando os ‘oito primeiros dias’, ‘celebrados como solenidades do Senhor’”, finaliza dom Armando.

Por CNBB

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Coleta Nacional: “ocasião de tomar parte na Providência de Deus” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/coleta-nacional-ocasiao-de-tomar-parte-na-providencia-de-deus/ Fri, 23 Mar 2018 12:26:32 +0000 http://teste.toqueto.com/coleta-nacional-ocasiao-de-tomar-parte-na-providencia-de-deus.html A Coleta Nacional da Campanha da Fraternidade de 2018 sobre a superação da violência será realizada no Domingo de Ramos, 25 de março. Trata-se de um gesto concreto das comunidades diante da reflexão e oração realizadas durante a Quaresma. Um dos objetivos permanentes da Campanha da Fraternidade é, conforme o texto-base oferecido para as comunidades, “renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos devem sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja) ”.

O sentido da Coleta

“O gesto de colaborar com a Coleta é parte da espiritualidade quaresmal, expressão do caminho feito por todos nós que atravessamos esse tempo forte de vivência dos valores do Evangelho e não apenas uma expressão de oferecer recursos para financiamento de projetos sociais”, diz padre Luiz Fernando, coordenador da Campanha. “É claro que os recursos reunidos como fruto do gesto de cada católico são endereçados ao financiamento de projetos sociais que são devidamente informados, todos os anos, a toda a Igreja no Brasil”, esclarece padre Luís Fernando.

“O gesto fraterno da oferta tem um caráter de conversão quaresmal, condição para que advenha um novo tempo marcado pelo amor e pela valorização da vida”, assegura o texto-base da Campanha. As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil lembram também que o gesto de cada de pessoa participar da Coleta Nacional faz parte de um movimento de fraterna colaboração que “ao longo de uma história de solidariedade e compromisso com as incontáveis vítimas das inúmeras formas de destruição da vida, a Igreja se reconhece servidora do Deus da vida” (DGAE, n.66).

Papa Francisco, na Mensagem que enviou à Igreja no mundo inteiro para a Quaresma deste ano, recomendou: “A prática da esmola liberta-nos da ganância e ajuda-nos a descobrir que o outro é nosso irmão: aquilo que possuo, nunca é só meu. Como gostaria que a esmola se tornasse um verdadeiro estilo de vida para todos! Como gostaria que, como cristãos, seguíssemos o exemplo dos Apóstolos e víssemos, na possibilidade de partilhar com os outros os nossos bens, um testemunho concreto da comunhão que vivemos na Igreja. A este propósito, faço minhas as palavras exortativas de São Paulo aos Coríntios, quando os convidava a tomar parte na coleta para a comunidade de Jerusalém: ‘Isto é o que vos convém’ (2 Cor 8, 10). Isto vale de modo especial na Quaresma, durante a qual muitos organismos recolhem coletas a favor das Igrejas e populações em dificuldade. Mas como gostaria também que no nosso relacionamento diário, perante cada irmão que nos pede ajuda, pensássemos: aqui está um apelo da Providência divina. Cada esmola é uma ocasião de tomar parte na Providência de Deus para com os seus filhos; e, se hoje Ele Se serve de mim para ajudar um irmão, como deixará amanhã de prover também às minhas necessidades, Ele que nunca Se deixa vencer em generosidade? ”.

Fundos da Solidariedade

Há dois fundos da solidariedade que são constituídos pela oferta integral da Coleta Nacional do Domingo de Ramos. O primeiro é o Fundo Diocesano de Solidariedade, gerido pela própria diocese, que fica com a maior parte do montante (60%). O segundo é o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), que a CNBB é responsável pela sua gestão. A destinação do recurso é, preferencialmente, financiar projetos que tenham como propósito atender os objetivos propostos pela Campanha da Fraternidade em cada ano de sua realização.

Gestão dos Fundos

A supervisão dos fundos constituídos pela oferta da Coleta Nacional, a destinação dos recursos e a provação dos projetos que se candidatam a receber os benefícios estão a cargo de conselhos. O Conselho Gestor do FNS é composto da seguinte forma: secretário-geral da CNBB; bispo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora e seu assessor; presidente da Cáritas Brasileira; Ecônomo da CNBB; representante dos secretários executivos dos regionais da CNBB; assistente social da CNBB e o secretário-executivo da Campanha da Fraternidade. Há dois tipos de participação no Conselho: membros natos pela natureza do oficio e membros nomeados que necessariamente não precisam ser as pessoas que ocupam esses cargos.

O Conselho Gestor do FDS é composto por: uma pessoa da Cáritas (onde ela existe); um representante das pastorais sociais; coordenação pastoral diocesana; equipe de animação das campanhas; responsável pela administração da Diocese e uma pessoa ligada ao tema da Campanha da Fraternidade. O bispo diocesano constitui este Conselho Gestor e, normalmente, o preside.

Por CNBB

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Bendito o que vem https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/bendito-o-que-vem/ Tue, 20 Mar 2018 07:52:50 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51322 A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém mostra o rei pobre que vem apresentar uma nova ordem social. O Rei não vem para governar de cima para baixo, ou seja, não vem impor fardo pesado de impostos, de comando do poder para massacrar e tirar o sono dos sem nada. Ele quer fazer um reino diferente, em que a pessoa humana é o maior tesouro, que deve ser respeitado. O Rei vai julgar e condenar os sem misericórdia com o semelhante. Quem tem mais deve servir mais. Os possuidores de fortunas têm grande responsabilidade em contribuir com a maioria empobrecida. O maior diante de Deus não é o que possui mais e sim quem dá mais de si pelo bem do semelhante!

Os ramos jogados à passagem do Rei não podem ter efeito de homenagem ao Rei se não forem para cada um  comprometer-se com a nova mentalidade de ajudar a implantar um reinado da justiça, do entendimento, da superação da violência, da solidariedade e da paz. Só deve louvar aquele que vem com o novo reinado e quem estiver disposto a se despir do egoísmo, da atitude de se julgar superior aos outros, de deixar de ostentar vaidade e falta de compromisso com a promoção do bem comum.

O Rei pobre oferece sua vida para implantar nova ordem social, em que cada um dá de si pela promoção de quem é deserdado da vida digna. O profeta lembra sobre sua atitude: “Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba” (Isaías 50, 6). A petulância de quem se julga com o direito de escarnecer do Rei sofredor mostra a insanidade do ser humano que judia dos pequenos, pensando que ficará impune sua atitude diante do julgamento de Deus. Essa atitude continua a se efetivar com os poderosos que não deixam os pobres se erguerem de sua vida segregada e injustiçada. Jesus continua a sofrer vexames em inúmeras pessoas que não são atendidas adequadamente em suas necessidades mais elementares. Assim não sobra dinheiro para o atendimento da saúde, da educação, da segurança, do transporte e tantas outras carências de grandes parcelas da população. A fome ainda grassa um quarto da população terrestre, enquanto o desperdício de alimento  se verifica.

As guerras matam muito no planeta; talvez não mais que no Brasil, onde mais de sessenta mil pessoas são assassinadas  por ano e mais de cinquenta mil morrem no trânsito! O Filho de Deus quer entrar no coração de quem trabalha para superar as agressões à vida. Ele é o Deus da vida e não da morte. Veio para dar vida. Seu reinado é o da vida. Ele morreu na cruz para dizer-nos que também nós devemos dar a nossa para a promoção do reinado da vida no planeta. Nós o aclamamos bendito porque não veio tirar nada do que é nosso e sim dar-nos a base de sustentação da vida, que é o amor. Este nos faz doar-nos para a promoção de quem mais precisa de suporte para ter vida digna e de sentido!

A aclamar o Filho de Deus como nosso Rei comprometemo-nos em implantar os valores de sua pessoa e se seus ensinamentos  em nossa convivência. Assim teremos mais promoção do bem comum. Implantaremos mais solidariedade. Conforme o lema da Campanha da Fraternidade, reconhecemos que “somos todos irmãos”.

Por Dom José Alberto Moura – Arcebispo Metropolitano de Montes Claros (MG)

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Mensagem do Papa Francisco aos jovens: a JMJ é para os corajosos! https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/mensagem-do-papa-francisco-aos-jovens-a-jmj-e-para-os-corajosos/ Thu, 22 Feb 2018 14:08:12 +0000 http://teste.toqueto.com/mensagem-do-papa-francisco-aos-jovens-a-jmj-e-para-os-corajosos.html “Maria, não temas, pois achaste graça diante de Deus (Lc 1, 30).” Este é o tema da mensagem do Papa Francisco em preparação à XXXIII Jornada Mundial da Juventude, celebrada em nível diocesano no Domingo de Ramos (25 de março).

A mensagem do Pontífice foi divulgada esta quinta-feira (22/02). Trata-se da segunda mensagem que o Papa dirige aos jovens durante o caminho de preparação da JMJ do Panamá, que se realizará em janeiro de 2019.

Francisco escolheu Nossa Senhora para acompanhar a juventude católica nesta peregrinação espiritual.

No texto, Francisco afirma que a JMJ é para os corajosos, “não para jovens que procuram apenas a comodidade, recuando à vista das dificuldades. Aceitam o desafio?”.

Como em outras edições, o Pontífice utiliza a linguagem juvenil, falando de “likes”, “photoshop” e “smartphone”.

“Não deixem, queridos jovens, que os fulgores da juventude se apaguem na escuridão duma sala fechada, onde a única janela para olhar o mundo seja a do computador e do smartphone. Abri de par em par as portas de sua vida! Que seus espaços e tempos sejam habitados por pessoas concretas, relações profundas, que deem a possibilidade de compartilhar experiências autênticas e reais em seu dia-a-dia”, escreve o Papa.

A mensagem do ano passado era centralizada nas palavras do Magnificat, enquanto no próximo ano a atenção será à resposta de Maria ao anjo.

Segundo o responsável pelo Setor Juventude do Dicastério dos Leigos, Família e Vida, Pe. João Chagas, esta “trilogia mariana” é expressão do desejo de Francisco de oferecer aos jovens de todo o mundo uma visão teologal da própria existência, fazendo memória do passado, tendo coragem no presente e esperança no futuro. Assista ao comentário do padre aqui.

Por Vatican News

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5 coisas que deve saber sobre a Quaresma https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/5-coisas-que-deve-saber-sobre-a-quaresma/ Wed, 14 Feb 2018 09:16:58 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50753 A Quaresma é um tempo litúrgico em que por 40 dias a Igreja chama os fiéis à penitência e à conversão, para se preparar verdadeiramente para viver os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo na Semana Santa.

Aqui estão cinco pontos que todo católico deve saber sobre a Quaresma:

1. Oração, mortificação e caridade: as três práticas quaresmais

A oração é uma condição indispensável para o encontro com Deus. Na oração, o cristão entra em diálogo íntimo com o Senhor, deixa que a graça entre em seu coração e, como Maria, abre-se para a oração do Espírito cooperando com ela em sua resposta livre e generosa (ver Lc 1,38).

A mortificação se realiza cotidianamente e sem a necessidade de fazer grandes sacrifícios. Com ela, são oferecidos a Cristo aqueles momentos que geram desânimo no transcorrer do dia e se aceita com humildade, gozo e alegria, todas as diversidades que chegam.

Da mesma forma, saber renunciar a certas coisas legítimas ajuda a viver o desapego e desprendimento. Dentro dessa prática quaresmal, estão o jejum e a abstinência que serão explicados mais adiante.

A caridade é necessária como refere São Leão Magno: “Se desejamos chegar à Páscoa santificados em nosso ser, devemos pôr um interesse especialíssimo na aquisição desta virtude, que contém em si as demais e cobre multidão de pecados”.

Sobre esta prática, São João Paulo II explica que este chamado a dar “está enraizado no mais profundo do coração humano: toda pessoa sente o desejo de colocar-se em contato com os outros e se realiza plenamente quando se dá livremente aos demais”.

2. O jejum e a abstinência

O jejum consiste em fazer uma refeição forte por dia, enquanto a abstinência consiste em não comer carne. Com ambos os sacrifícios, reconhecemos a necessidade de fazer obras para reparar o dano causado por nossos pecados e para o bem da Igreja.

Além disso, de forma voluntária, deixam-se de lado necessidades terrenas e se redescobre a necessidade da vida do céu. “Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt 4,4).

O jejum não proíbe de tomar um pouco de alimento na parte da manhã e à noite. É obrigatório dos 18 aos 59 anos.

Por outro lado, a abstinência, embora proíba o consumo de carne, não é o caso de ovos, leite e qualquer condimento feito a partir de gorduras animais. O jejum é obrigatório a partir de 14 anos de idade.

3. A Quaresma começa com a Quarta-feira de Cinzas e termina na Quinta-feira Santa

Na Quarta-feira de Cinzas começam os 40 dias de preparação para a Páscoa. Após a Missa, o sacerdote abençoa e impõe as cinzas feitas de ramos de oliveira abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Estas são impostas fazendo o sinal da cruz na testa e dizendo as palavras bíblicas: “Lembra-te que és pó e ao pó retornarás” ou “Convertei-vos e crede no Evangelho”. Desta forma, a cinza é um sinal de humildade e recorda ao cristão sua origem e seu fim.

A Quaresma termina na Quinta-feira Santa. Nesse dia, a Igreja recorda a Última Ceia do Senhor, quando Jesus de Nazaré compartilhou a refeição pela última vez com seus apóstolos antes de ser crucificado na Sexta-feira Santa.

4. A duração da Quaresma está baseada na simbologia do número 40 na Bíblia

Os 40 dias da Quaresma representam o mesmo número de dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, os quarenta dias do dilúvio, os quarenta dias da marcha do povo judeu pelo deserto, os quarenta dias de Moisés e Elias na montanha e os 400 anos que durou a estadia dos judeus no Egito.

Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provas e dificuldades.

5. Na Quaresma, a cor litúrgica é o roxo

A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, penitência, conversão espiritual; tempo para preparar o mistério pascal.

Por ACI Digital

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