Dom Vincenzo Paglia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Dom Vincenzo Paglia - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Dom Paglia: missão da PAV é colocar-se a serviço da vida humana https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-paglia-missao-da-pav-e-colocar-se-a-servico-da-vida-humana/ Wed, 04 Oct 2017 07:48:46 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48824 A Pontifícia Academia para a Vida (PAV) tem “uma nova estruturação”, e a sua “Carta Magna” será o discurso que o Papa Francisco pronunciará amanhã, 5 de outubro, primeiro dia da assembleia do Organismo pontifício após sua reorganização, programada no Vaticano com o tema “Acompanhar a vida. Novas responsabilidades na era tecnológica”.

Foi o que anunciou o presidente da PAV, Dom Vincenzo Paglia, durante a coletiva de imprensa de apresentação da assembleia geral do organismo vaticano, feita na segunda-feira (02/10) na Sala de Imprensa da Santa Sé.

A renovação querida pelo Papa Francisco com a publicação, no ano passado, do último Estatuto, tem sido realizada até então mediante a nomeação dos novos acadêmicos, provenientes de 37 países: 4 membros honorários e 45 membros ordinários, 87 membros correspondentes e (uma das novidades previstas pelo novo Estatuto) 13 jovens pesquisadores.

Colocar-se a serviço da vida humana em todas as suas fases

“A tarefa específica da Academia é colocar-se a serviço da vida humana em todas as suas fases, ao mesmo tempo, ampliando os temas enfrentados e as competências envolvidas”, recordou o arcebispo.

“A situação atual, como claramente indicada pela Carta encíclica Laudato si, exige de nós uma reflexão sobre a vida humana que leve em consideração as novas tecnologias que têm um impacto neste campo e os múltiplos fatores incidem na  transformação dos contextos sociais”, acrescentou.

Significado da vida para além do que afirmam as ciências naturais

“É cada vez mais preciso evidenciar o significado da vida humana, que não pode ser reduzido somente àquilo que nos dizem as ciências naturais”, afirmou Dom Paglia a propósito do necessário alargamento do contexto de “vida”, que “vai bem além da bioética” e se torna necessário também após a criação, por vontade do Papa Francisco, do novo Dicastério para os Leigos, a família e a vida”.

“As graves questões com as quais o mundo se confronta interpelam nossa fé”, prosseguiu o arcebispo, explicando que “o Papa pediu à Academia que se fizesse lugar de diálogo e de debate, recorrendo ao rico patrimônio da tradição evangélica e envolvendo – nesse apoio total à vida humana – aliados em toda cultura e tradição humana e religiosa”.

Perigosa pretensão da tecnologia de tornar-se nova religião

A assembleia geral é a primeira grande ocasião de colocar-se à obra segundo essa perspectiva:

“Durante o workshop público e o debate interno entre os acadêmicos será abordada a delicada ligação entre o acompanhamento nas várias idades da vida e o papel desempenhado pela tecnologia, com as imensas possibilidades que ela oferece e, ao mesmo tempo, a perigosa pretensão desta de tornar-se nova religião em que sacrificar todo e qualquer outro valor.

Conjugar rigor científico, sabedoria humana e paixão pela verdade

“A Pontifícia Academia para a Vida tem a ambição de abordar esses temas conjugando rigor científico e sabedoria humana, paixão pela verdade e cotejamento entre as várias competências e visões do mundo”, explicou ainda o Arcebispo Paglia.

Por Rádio Vaticano

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Papa pede que se respeite a vontade dos pais de Charlie Gard https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-pede-que-se-respeite-a-vontade-dos-pais-de-charlie-gard/ Mon, 03 Jul 2017 12:45:58 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-pede-que-se-respeite-a-vontade-dos-pais-de-charlie-gard.html O Papa Francisco “acompanha com afeto e comoção” o caso do pequeno Charlie Gard, que sofre de uma doença terminal e que teriam os aparelhos que o mantêm vivo desligados nos próximos dias contra a vontade dos pais, mas com a autorização do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Greg Burke, divulgou em um comunicado que “o Santo Padre acompanha com afeto e emoção o caso do pequeno Charlie Gard e manifesta a sua proximidade aos seus pais”.

Charlie, atualmente com 10 meses de idade, sofre de síndrome do esgotamento mitocondrial, uma doença genética rara que afeta poucas crianças em todo o mundo. O mal provoca uma fraqueza muscular progressiva e pode causar a morte durante o primeiro ano de vida.

Os pais do bebê, Chris Gard e Connie Yates, arrecadaram mais um milhão de dólares para levar seu filho aos Estados Unidos, para submetê-lo a um tratamento experimental. Os médicos do Hospital Great Ormond Street, em Londres (Reino Unido) foram contra esta decisão e determinaram que os aparelhos seriam desligados.

Chris e Connie começaram uma batalha legal que terminou em 27 de junho com uma decisão do Tribunal Europeu de Direitos Humanos em favor do hospital e dos tribunais britânicos, considerando “inadmissível” a apelação dos pais do bebê.

Em 30 de junho, o dia em que iam desligar os aparelhos do pequeno Charlie, sua mãe anunciou no Facebook que depois de um diálogo com as autoridades do hospital, “concordaram em nos dar um pouco mais de tempo com Charlie”.

Burke assegurou que o Papa Francisco “reza por eles, fazendo votos de que não seja negligenciado o seu desejo de acompanhar e cuidar do próprio filho até o fim”.            

Em uma declaração recente, a Igreja Católica na Inglaterra e País de Gales assinalou que a sentença do Tribunal Europeu de Direitos Humanos que permitirá desligar os aparelhos de Charlie é “desoladora” e expressou suas orações pelos pais e familiares de Charlie para que possam “encontrar a paz nos próximos dias e semanas”.

Por sua parte, o presidente da Academia Pontifícia para a Vida, Dom Vincenzo Paglia, garantiu que ao bebê e aos seus pais que “estamos rezando por e com vocês”.

Por ACI Digital

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Pontifícia Academia para a Vida: sempre contra qualquer prática abortiva https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pontificia-academia-para-a-vida-sempre-contra-qualquer-pratica-abortiva/ Wed, 21 Jun 2017 09:11:55 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46905 O presidente da Pontifícia Academia para a Vida (PAV) no Vaticano, o Arcebispo italiano Vincenzo Paglia, recordou que esta instituição tem como fim primordial defender a vida desde a concepção até a morte natural e, portanto, é contrária a qualquer prática abortiva.

Em declarações ao ‘Vatican Insider’, o Prelado fez esta precisão depois da nomeação, como novo integrante da PAV, do teólogo moralista inglês Nigel Biggar, que no ano de 2012 publicou o artigo “Por que a religião merece um lugar na medicina secular”, no qual assinalou que “não é certo que todos os abortos sejam equivalentes ao assassinato”.

Em maio de 2013, em entrevista a David Edmund da BBC, Biggar disse: “Não acredito que o infanticídio deva ser permitido, mas sim o aborto até certo ponto”.

Ao ser perguntado sobre o limite para a prática do aborto, o professo de teologia moral em Oxford assinalou: “Acredito que até 18 semanas após a concepção. Por que até a 18ª semana? Simplesmente porque nesse momento a atividade cerebral se faz evidente e, portanto, ali começa a consciência”.

Sobre a escolha de Biggar, Dom Vincenzo Paglia explicou que sua candidatura foi “avançada diretamente pelo primaz da Igreja Anglicana, o arcebispo da Cantuária, Justin Welby, a quem se pediu nos últimos meses que assinalasse um representante seu”.

A posição de Biggar, disse o Arcebispo, “não é nem minha posição pessoal nem a da Academia. Mas, devo acrescentar que Biggar, a quem contatamos de novo nesses dias, não só não publicou nada sobre o tema do aborto – sua especialização é de fato sobre temas do fim da vida, no qual tem uma posição absolutamente coincidente com a católica –, mas que assegurou inclusive que não tem intenção de entrar no futuro no debate sobre este tema”.

Dom Paglia precisou que não conhecia a frase de Biggar de alguns anos atrás, “mas gostaria de repetir que Biggar não escreveu nada sobre o tema do aborto”.

O Prelado explicou que a rejeição ao aborto continua imutável: “Seria uma loucura só pensar em uma mudança. A Pontifícia Academia para a Vida recorda o novo estatuto assinado pelo Papa Francisco, tem como fim ‘a defesa e a promoção do valor da vida humana e da dignidade da pessoa’ através do estudo, da formação e da informação’”.

“Nós, portanto, estamos a serviço e em defesa da vida desde o primeiro instante de sua concepção até o último suspiro. Nada nem ninguém fará mudar esta clara orientação. Em todo caso, iremos onde for para convencer o maior número possível”.

“Nesse sentido – continuou – também a Academia é chamada ‘a sair’. Obviamente, sem diminuir em nada a preciosa herança que possui. Estaremos sempre, quero repetir mais uma vez, contra qualquer prática abortiva. E queremos envolver sempre mais pessoas nesta batalha”, prosseguiu o Arcebispo.

Sobre os 45 nomeados para a PAV no último dia 13 de junho, Dom Paglia disse que são todos “excelentes cientistas que provêm de 25 países do mundo e que representam, no maior grau possível, as diferentes disciplinas que hoje devem convergir para criar uma cultura da vida que responsa aos grandes desafios de um mundo globalizado, hiper-tecnológico e marcado por insustentáveis desigualdades”.

O presidente da PAV explicou também que daqui a algumas semanas serão divulgados os demais membros desta instituição e que, assim, já poderão começar seus trabalhos, entre os quais destacam a assembleia plenária que acontecerá de 5 a 7 de outubro em Roma, sobre o tema “Acompanhar a vida. Novas responsabilidade na era tecnológica”.

Por ACI Digital

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Dom Paglia: "Amoris laetitia" acolhida pelos fiéis com entusiasmo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-paglia-amoris-laetitia-acolhida-pelos-fieis-com-entusiasmo/ Wed, 19 Apr 2017 07:55:21 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45546 A Amoris laetitia, Exortação apostólica do Papa Francisco sobre o amor na família, está completando um ano de publicação. Embora o documento magisterial traga a data 19 de março de 2016 – solenidade de São José –, o texto foi publicado no dia 8 de abril sucessivo. Em  muitas Igrejas locais foram promovidas iniciativas para refletir sobre o texto e permitir uma aplicação concreta do mesmo. A Rádio Vaticano ouviu o presidente da Pontifícia Academia para a Vida e grão-chanceler do Instituto João Paulo II para estudos sobre matrimônio e família, Dom Vincenzo Paglia, para uma avaliação sobre o acolhimento que o documento recebeu:

Dom Vincenzo Paglia:- “Há uma grandíssima recepção por parte do povo de Deus, em todos os lugares no mundo. É um texto que tem sido acolhido com entusiasmo, no qual as pessoas veem grande simpatia pelas famílias, é também um texto de grande esperança. Passado um ano, os frutos são notáveis, mas obviamente a complexidade das situações exigirá ainda aplicações mais ligadas aos vários contextos culturais. É preciso, por exemplo – é algo que observo de certo modo em todo lugar –, repensar de maneira bastante profunda a preparação para o matrimônio e, mais ainda – e aí estamos realmente muito atrasados –, o acompanhamento dos jovens casais nos primeiros anos de sua experiência matrimonial e familiar.”

RV: Há elementos-chave deste texto que a seu ver ficaram em segundo plano em relação ao debate sobre o discernimento nas situações irregulares?

Dom Vincenzo Paglia:- “Sim, sem dúvida alguma. A ‘Amoris laetitia’ requer uma mudança de estilo e de concepção da própria Igreja local. A Igreja, ela mesma, deve tornar-se familiar, deve apurar o olhar materno se quiser compreender, acompanhar, discernir e integrar as famílias. E aí há muito ainda a ser feito. Encontramo-nos diante de famílias – em geral – pouco eclesiais e de comunidades paroquiais – em geral – pouco familiares. É preciso reencontrar uma espécie de nova aliança. A Igreja da ‘Amoris laetitia’ é uma Igreja que deve redescobrir o amor na sua profundidade. Uma parte que comumente é pouco revisitada, mas é – penso –, o pilar de toda a Exortação apostólica, é o capítulo 4º, onde o amor não ressoa com cordas românticas – ‘uma choupana, dois corações’ – mas o amor, como o Papa o descreve, é um amor que constrói, que edifica, que é paciente, que perdoa, que suporta, que desculpa e que espera mesmo contra toda esperança. Eis o motivo porque é um amor robusto e não um amor ligado unicamente aos sentimentos – que é um dos grandes equívocos da cultura contemporânea.”

RV: O que o senhor responde a quem ressalta as dúvidas pastorais suscitadas pelo capítulo 8º da ‘Amoris laetitia’?

Dom Vincenzo Paglia:- “Não há nenhuma dúvida sobre a doutrina. Há um amplo espaço dado novamente à pastoral. É claro, isso requer pastores que voltem a ser pastores, ou seja, que saibam – justamente – discernir, que saibam acompanhar, que saibam ouvir e que saibam pouco a pouco integrar os fiéis – inclusive os mais problemáticos – com a paciência e a pedagogia de Deus à incorporação a Jesus, a seu Corpo. E reitero que o primeiro encontro com o Corpo de Cristo, neste caso das famílias feridas, problemáticas, se dá tocando a comunidade cristã, participando da sua vida e é daí que depois se toma um novo caminho de crescimento e de conversão. E aí há uma responsabilidade enorme. Poderia dizer: os padres devem ser padres, devem ser pais espirituais e alguns leigos também devem ser pais espirituais. É preciso ajudar aqueles que têm dificuldade de levantar-se e de caminhar com o auxílio da graça de Deus.”

RV: Nesse sentido entende-se também qual é a mensagem da ‘Amoris laetitia’ em chave de ressurreição pascal…

Dom Vincenzo Paglia:- “A ressurreição é um dinamismo de integração ao Cristo ressuscitado que ajuda a curar as feridas, a robustecer nosso coração e o nosso espírito para ir ao encontro de quem mais precisa. Em suma, a ressurreição é a vitória sobre todo pecado, sobre todo mal. Nesse sentido, a mensagem de Cristo ressuscitado é o anúncio alegre mais veemente que todas as famílias do mundo devem ouvir. E cabe a todos nós cristãos – pastores, leigos, religiosos, sacerdotes e quem quer que seja – colocar a centelha da ressurreição em todas as situações: Jesus veio para salvar, não para condenar.”

Por Rádio Vaticano

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Milagre atribuído à intercessão de Romero é analisado pelo Vaticano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/milagre-atribuido-a-intercessao-de-romero-e-analisado-pelo-vaticano/ Tue, 28 Mar 2017 09:05:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45153 No último dia 24 de março, há exatos 37 anos de seu homicídio, foi iniciado na Congregação das Causas dos Santos o exame de um suposto milagre atribuído à intercessão de Dom Óscar Romero, que se confirmado, poderá levá-lo à honra dos altares.

Foi o próprio Postulador, Dom Vincenzo Paglia, que confirmou à Catholic News Service a abertura da documentação por parte dos oficiais do dicastério vaticano e o início das análises.

O Arcebispo salvadorenho foi beatificado em 23 de maio de 2015, depois de o Papa Francisco ter assinado o decreto que reconheceu o seu assassinato – enquanto celebrava uma Missa – como martírio por ódio à fé.

Recebendo um grupo de bispos e fiéis salvadorenhos, após a beatificação, o Pontífice afirmou abertamente que o martírio de Romero não havia sido somente aquele sofrido com a morte, mas também após, porque “uma vez morto – e eu era jovem sacerdote e fui testemunha disto – foi difamado, caluniado, enlameado.

Agora foi identificado um possível milagre atribuído à sua intercessão do Beato Romero. “Trata-se de uma mulher de El Salvador – disse Dom Vincenzo Paglia – que estava na sua sétima gravidez e devido à complicações corria o risco de perder a criança e de morrer também ela. Os seus amigos rezaram para o Beato Romero e após algumas semanas, a mulher não somente não morreu como pode ter a criança. Os boletins clínicos, segundo os médicos, provam um evento extraordinário, milagroso”.

“Com base nestas primeiras indicações – recordou –  foi instituído um tribunal diocesano para que desse início a um apurado exame sobre o ocorrido: exame dos dados e das testemunhas, assim como da própria mulher, dos amigos que rezaram por ela, os médicos. O processo concluiu-se nos dias passados e os resultados foram enviados à Congregação das Causas dos Santos, que deverá, por sua vez, submetê-los à análise de especialistas e teólogos”.

“Em 28 de fevereiro passado concluímos a instrução do processo para o milagre”, afirmou à Rádio Vaticano nos dias passados o Arcebispo de El Salvador e Presidente da Conferência Episcopal, Dom José Luis Escobar Alas, que guiou os bispos salvadorenhos na visita “ad Limina apostolorum”.

“Certamente, nós gostaríamos que o Papa canonizasse Romero em El Salvador e o convidamos para ir em 15 de agosto, dia do centenário de seu nascimento. Quem dera, se assim a Divina Providência o quiser, o milagre será aprovado pela Santa Sé e o Papa o canonizará em 15 de agosto. Seria para nós uma bênção muito grande”.

“Nós – acrescentou ainda o prelado – gostaríamos que fosse também beatificado Padre Rutilio Grande, o sacerdote jesuíta morto mártir como Romero, em 1977. A fase diocesana da sua causa de beatificação foi concluída no último ano e a documentação já foi enviada à Congregação para a Causa dos Santos”.

Por Rádio Vaticano

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