Dom Severino Clasen - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Dom Severino Clasen - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Presidente da CNBB saúda abertura do Ano do Laicato na Festa do Cristo Rei https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/presidente-da-cnbb-sauda-abertura-do-ano-do-laicato-na-festa-do-cristo-rei/ Fri, 24 Nov 2017 13:38:44 +0000 http://teste.toqueto.com/presidente-da-cnbb-sauda-abertura-do-ano-do-laicato-na-festa-do-cristo-rei.html No último domingo do ano litúrgico, dia 26/11, data em que se comemora a Festa de Cristo Rei, a Igreja no Brasil dá abertura em todo território nacional ao Ano Nacional do Laicato, que se estende até 25 de novembro do próximo ano.

O arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, saúda a realização deste ano como uma oportunidade de valorizar ainda mais a presença e a missão dos cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade. “Nós temos a alegria de começar no Brasil o Ano do Laicato, aprovado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, contando de modo especial com a Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato”, disse.

De acordo com o cardeal, toda Igreja no Brasil é convidada a vivenciar intensamente o Ano do Laicato por meio de orações, celebrações e reflexões mas sobretudo incentivando e apoiando uma participação sempre maior dos cristãos leigos e leigas na vida da Igreja e da sociedade para que sejam de fato sal da terra e luz do mundo numa Igreja em saída.

Mística e tema – O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema: “Sal da Terra e Luz do Mundo”, Mt 5,13-14.

Segundo o bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen, presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, a mística do apaixonamento e seguimento a Jesus Cristo é a tônica a ser trabalhada em todas as comunidades e dioceses do país o que leva o cristão leigo a tornar-se, de fato, um missionário na família e no trabalho e onde estiver vivendo.

A festa de Cristo Rei foi criada pelo papa Pio XI em 1925. O pontífice instituiu que fosse celebrada no último domingo de outubro. Na reforma litúrgica passou ao último domingo do ano litúrgico como ponto de chegada de todo o mistério celebrado, para dar a entender que Ele é o fim para o qual se dirigem todas as coisas.

“Que Deus abençoe a todos que já estão se empenhados na realização deste Ano do Laicato. Que ele possa produzir muitos frutos pela participação de tanta gente e, acima de tudo, pela graça de Deus”, rogou dom Sergio.

Por CNBB
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X Seminário de Bispos Referenciais da CEB’s e Leigos aprofunda 14º Intereclesial https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/x-seminario-de-bispos-referenciais-da-cebs-e-leigos-aprofunda-14o-intereclesial/ Thu, 28 Sep 2017 15:25:23 +0000 http://teste.toqueto.com/x-seminario-de-bispos-referenciais-da-cebs-e-leigos-aprofunda-14o-intereclesial.html O X Seminário dos Bispos Referenciais da Ceb’s e Leigos reúne na sede das Pontifícias Obras Missionárias, em Brasília (DF), de 26/9 até hoje, os pastores representantes dos 18 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Eles acompanham o trabalho da Ceb’s e o processo do 14º Intereclesial de Ceb’s que acontecerá em Londrina (PR), de 23 a 28 de janeiro de 2018, em 2018.

Outro ponto, na pauta dos bispos, é a programação e encaminhamentos para o Ano do Laicato, a ser vivenciado pela Igreja no Brasil no período de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, a 25 de novembro de 2018. O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema: “Sal da Terra e Luz do Mundo”, Mt 5,13-14.

O bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen, presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, organizadora do encontro, disse que na primeira parte do encontro, os bispos aprofundaram a conjuntura política brasileira. “A nossa evangelização precisa olhar para o mundo urbano, um tema ainda muito complexo”.

Dom Severino afirma que a reflexão vivenciada no encontro está abrindo a porta para novos aspectos que a evangelização e o “ser Igreja” exigem dos bispos em seus locais de atuação. “O 14º Intereclesial deve ser um momento forte para nós podermos participar de um jeito de ser igreja comprometido com a realidade”. O grande objetivo, segundo o religioso, é pensar o processo do Ano do Laicato, a programação dos seminários, semanas missionárias, os materiais a ser elaborados, entre outros.

Dom Severino defende que a participação e o protagonismo dos leigos seja o grande legado do Ano do Laicato. “Queremos que os leigos, com sua conscientização e participação, na Igreja e na sociedade, sejam sal na terra e luz no mundo”.

Os bispos são os primeiros animadores, em suas dioceses, dos padres e religiosos para que o Ano do Laicato seja um ano de muita animação, envolvimento, dinamismo, coragem e ousadia argumenta dom Severino. “Que eles incentivem nas dioceses e regionais para que o Ano do Laicato não seja apenas a execução de uma programação, mas o início de nova maneira de incentivar os leigos e leigas para que sejam fermento na massa e força do Evangelho transforme as realidades do mundo onde vivemos”, disse.

Grupo de Reflexão de Teólogos e Teólogas

No dia 25 de setembro, o Grupo de Reflexão, teólogos e teólogas que contribuem com a Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato reuniu-se com a pauta focada na preparação do Ano do Laicato, suas articulações e publicações. O grupo refletiu ainda sobre a preparação ao 14º Intereclesial das CEB’s.

Segundo a presidente do Conselho Nacional do Laicato no Brasil e integrante da Comissão, Marilza Lopes Schuina o objetivo foi buscar conhecimento e, a partir da troca de experiências, embasar-se teoricamente e teologicamente para animar o Ano do Laicato. “Viemos buscar forças, vendo que outros grupos e regionais, também estão se preparando e vindo buscar este conhecimento e formação.

Sobre o Ano do Laicato, ela afirma que é necessário que cada leigo e leiga, em suas bases, tome para si a tarefa de animar o ano em suas paróquias como parte do seu batismo e faça acontecer a beleza que o Ano do Laicato propõe.

Por CNBB

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Editores de folhetos e subsídios litúrgicos se encontram em Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/editores-de-folhetos-e-subsidios-liturgicos-se-encontram-em-aparecida/ Tue, 11 Jul 2017 10:15:54 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47393 De hoje a quinta-feira, 13 de julho, acontece o Encontro dos Editores de Folhetos e Subsídios Litúrgicos, organizado pela Comissão Episcopal de Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida (SP), no Seminário Santo Afonso. Segundo frei Faustino Paludo, assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia “o encontro tem por finalidade assessorar o serviço que os editores prestam à Igreja no Brasil com a elaboração e divulgação de subsídios litúrgicos, refletindo princípios éticos e critérios na perspectiva das celebrações participativas e adaptadas às diferentes realidades do país.

O Ano Nacional do Laicato, a ser comemorado pela Igreja no Brasil de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, à 25 de novembro de 2018, também será objeto de reflexão dos participantes. O bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen, presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, participa do encontro, onde vai expor o sentido e a finalidade do Ano do Laicato. O objetivo é ver como esta temática poderá ser explorada nos subsídios e folhetos litúrgicos.

“No próximo ano, os folhetos e subsídios litúrgicos poderão se transformar num excelente meio para promoção e realização do Ano do Laicato. As comunidades mais distantes e pobres, sem dúvida, tomarão conhecimento e acompanharão os passos do ano do laicato”, disse frei Faustino.

Além do ano do laicato, o encontro tratará dos seguintes temas e agenda: em que e como os subsídios litúrgicos auxiliam na participação litúrgica; projeto das celebrações dominicais da Palavra de Deus; música litúrgica; o espaço litúrgico. Além destes temas, o encontro também promoverá a troca de experiências a partir de perguntas e relatos dos participantes.

Segundo frei Faustino, trata-se de um encontro muito importante em função de reunir pessoas que coordenam a preparação de subsídios que atingem milhões de pessoas e toda semana chegam às comunidades. “São meios que exercem uma influência enorme e aos poucos vão delineando o modo celebrativo”, disse.

Por CNBB

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Ano do Laicato estimula protagonismo dos cristãos leigos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/ano-do-laicato-estimula-protagonismo-dos-cristaos-leigos/ Mon, 26 Jun 2017 08:36:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46967 A Igreja no Brasil vai celebrar, no período de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, a 25 de novembro de 2018, o “Ano do Laicato”. Na segunda reunião ordinária do Conselho Permanente deste ano, realizada de 20 a 22 de junho, foi apresentado o projeto preparado pela Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato e em breve as Dioceses e Prelazias receberão as orientações metodológicas de como se preparar e celebrar em suas comunidades.

O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema: “Sal da Terra e Luz do Mundo”, Mt 5,13-14. Segundo o bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen [foto], presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, pretende-se trabalhar a mística do apaixonamento e seguimento a Jesus Cristo. “Isto leva o cristão leigo a tornar-se, de fato, um missionário na família e no trabalho, onde estiver vivendo”, disse o bispo.

Segundo a presidente do Conselho Nacional do Laicato no Brasil e integrante da Comissão, Marilza Lopes Schuina, as Dioceses receberão uma proposta a partir da qual, recomenda, tenham toda a liberdade para usar a criatividade ao planejar e vivenciar as ações locais.

O Ano do Laicato terá como objetivo geral: “Como Igreja, Povo de Deus, celebrar a presença e a organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil; aprofundar a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade”.

Documento nº 105

Pretende ainda: “Dinamizar o estudo e a prática do documento 105: ‘Cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade’ e demais documentos do Magistério, em especial do Papa Francisco, sobre o Laicato; e estimular a presença e a atuação dos cristãos leigos e leigas, ‘verdadeiros sujeitos eclesiais’ (DAp, n. 497a), como “sal, luz e fermento” na Igreja e na Sociedade.

A Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato organizou as atividades em quatro eixos: 1) Eventos; 2) Comunicação, catequese e celebração; 3) Seminários temáticos nos Regionais; e 4) Publicações.

Segundo o presidente da comissão, dom Severino, espera-se que este ano traga um legado para a Igreja missionária autêntica, com maior entusiasmo dos cristãos leigos e leigas na vida eclesial e também na busca da transformação da sociedade. “Eu acredito que se conseguirmos estimular a participação e presença efetiva dos cristãos leigos na sociedade provocando que aconteça a justiça e a paz, será um grande legado”, disse o bispo.

Por CNBB

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Santo Antônio: legado vai além de “santo casamenteiro” da devoção popular https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/santo-antonio-legado-vai-alem-de-santo-casamenteiro-da-devocao-popular/ Mon, 12 Jun 2017 09:01:31 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46740 Um dos santos mais conhecidos na devoção popular brasileira, que abre as comemorações das festas juninas dia 13 de junho, Santo Antônio continua sendo importante para o mundo cristão porque ele reconciliou a vida de fé, a simplicidade da mensagem do evangelho e o amor à Eucaristia com a riqueza acadêmica, as ciências, a meditação e estudo da Sagrada Escritura.

Esta é a consideração do religioso da Ordem dos Frades Menores, o franciscano dom Severino Clasen, bispo de Caçador (SC) presidente da Comissão Episcopal de Pastoral para o Laicato. Para o religioso, a inteligência, a lucidez intelectual, a fé, a simplicidade e o enamoramento por Jesus Cristo fizeram de Santo Antônio um grande taumaturgo no seu tempo.

“As multidões que admiram a sua vida nos dias atuais revelam sua imortalidade pelo seguimento a Jesus Cristo do jeito como São Francisco de Assis o fez com simplicidade, profunda devoção, amor as Sagradas Escrituras e grande espiritualidade”, disse.

Atualmente, segundo dom Severino, devemos imitar o jeito do apaixonamento de Santo Antônio por Jesus Cristo. “Hoje, muito falamos de Jesus Cristo, ensinamos como segui-lo, apresentamos teses e verdades, mas precisamos viver com intensidade o que aprendemos, o que nos ensinam e o que ensinamos para os outros”, disse.

O religioso explica que o legado do santo é o amor profundo nas dissoluções das complicações, problemas de relacionamentos humanos nos dias atuais. “Eis uma das razões porque é popularmente considerado o santo casamenteiro, porque facilita as relações e mostra que o entendimento, o cultivo e o cuidado pelas pessoas é remédio para solucionar conflitos e desgastes de convivência familiar e conjugal”.

O bispo comunga da mesma paixão de Santo Antônio: aprender com São Francisco de Assis a simplicidade do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. “Ele se empolgou com o estilo de vida de São Francisco de Assis e por isso ingressou na Ordem dos Frades Menores. Santo Antônio nos mostra que é possível uma vida simples e repleta de ações, de cuidado pela natureza e pela vida em si”, afirma.

História do santo

Santo Antônio ou Antônio de Lisboa, também conhecido como Santo Antônio de Pádua, OFM, de sobrenome incerto mas batizado como Fernando, foi um Doutor da Igreja que viveu na viragem dos séculos XII e XIII.

Primeiramente foi frade agostiniano no Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa, indo posteriormente para o Convento de Santa Cruz, em Coimbra, onde aprofundou os seus estudos religiosos através da leitura da Bíblia e da literatura patrística, científica e clássica. Tornou-se franciscano em 1220 e viajou muito, vivendo inicialmente em Portugal, depois na Itália e na França.

No ano de 1221 fez parte do Capítulo Geral da Ordem em Assis, a convite do próprio Francisco, o fundador, que o convidou também a pregar contra os albigenses em França. Foi transferido depois para Bolonha e de seguida para Pádua, onde morreu aos 36 (ou 40) anos.

A sua fama de santidade levou-o a ser canonizado pela Igreja Católica pouco depois de falecer, distinguindo-se como teólogo, místico, asceta e sobretudo como notável orador e grande taumaturgo.

Entre suas várias qualidades, chamou a atenção de seus contemporâneos seu admirável dom como pregador. Muitas descrições de época referem o fascínio que sua fala exercia sobre as multidões de pessoas simples e também sobre clérigos doutos.

Embora o efeito de sua oração a viva voz não possa mais ser recuperado, seu estilo e os conteúdos que abordava podem ser conhecidos em parte através dos 77 sermões que sobreviveram e constam em sua obra publicada em edição crítica, Sermões Dominicais e Festivos, e que são considerados autênticos.

Por CNBB

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“Documentos não podem ficar nas gavetas, devem alimentar vivência dos leigos” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/documentos-nao-podem-ficar-nas-gavetas-devem-alimentar-vivencia-dos-leigos/ Mon, 05 Jun 2017 14:36:51 +0000 http://teste.toqueto.com/documentos-nao-podem-ficar-nas-gavetas-devem-alimentar-vivencia-dos-leigos.html Em Brasília (DF) para participar da primeira reunião da Comissão, composta por 5  bispos e 5 leigos, presidida por dom Severino Clasen, bispo de Caçador (SC) e especialmente escolhida para a missão de pensar um conjunto de ações e estratégias para animar a vivência do Ano do Laicato no Brasil, a ser celebrado em 2018, dom Pedro José Conti, bispo de Macapá (AP), falou sobre o papel dos leigos e o documento nº 105 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cujo título é Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade. Segundo o bispo: “as comunidades precisam da presença corajosa dos leigos”. Leia a íntegra da entrevista.

Como está a preparação para o ano do Laicato em 2018?

Estamos aqui reunidos com a Comissão, organizada pela CNBB; não é a Comissão do Laicato; é uma comissão mais ampliada para poder ter a participação de todos os componentes da Igreja. Tem outras pessoas de outras comissões e de outros movimentos da Igreja.

O papel desta comissão, reunida aqui, é fazer um projeto bem organizado, mas possível sobre “A hora do laicato!”. Queremos já lançar tudo em novembro deste ano. Portanto, queremos estar prontos, fazer um lançamento com subsídios, o cartaz e um lema bonito para animar toda a Igreja.

Sabemos que o laicato é a maioria da Igreja, mas precisamos também do envolvimento dos bispos, padres e religiosas. Os leigos e famílias estão comprometidos nas atividades da sociedade e na Igreja também. Lembrando que nossas comunidades também precisam da presença corajosa dos leigos. Pensamos a presença dos leigos no mundo do trabalho e da comunicação; tudo aquilo que entendemos também seja a vocação específica do laicato.

Desde o ano passado, a Igreja no Brasil vem recebendo o documento nº 105. Neste sentido, o Ano do Laicato pode dar um novo impulso e dinamismo ao documento?

Acredito que sim. Os documentos nós sabemos, às vezes são muito bem feitos, mas não podem ficar nas gavetas ou limitados a alguns grupos que gostam de estudar e refletir. Devem ser popularizados, transformados em cartilhas e se tornar algo que vai alimentando a vivência dos leigos. Em todos os ambientes, com profundidade e motivações.

Lembro que o objetivo era falar do leigo como sujeito, não simplesmente alguém que só colabora; mas alguém que se sente enviado e tem clareza da sua missão e, portanto, se torna responsável por suas atividades, do que fala, construtor do Reino de Deus. Isso que esperamos do laicato e como resultado do documento nº 105 que já está produzindo seus frutos e produzirá mais ainda.

 Regional Leste 2 traduz documento n º 105 em círculos bíblicos

O Regional Leste 2 da CNBB vem desenvolvendo um bonito processo de articulação de dois documentos da CNBB. O documento nº 100, que fala das Comunidades de Comunidades com o documento nº 105 que fala do papel dos leigos na Igreja e na Sociedade. Segundo a leiga do Regional Leste 2, Sônia Gomes, membro do Conselho Nacional do Laicato, o regional já possui uma experiência de organização de círculos bíblicos.

“Com essa dinâmica, conseguimos levar o documento para além dos conselhos e lideranças, atingindo as bases”, disse. Nas plenárias regionais, segundo conta Sônia, as comunidades têm trazido muito a reflexão sobre o leigo como sujeito, olhando a realidade da sociedade. “Pra nós tem sido uma experiência bonita de preparação para o Ano do Laicato a partir dos círculos bíblicos”, concluiu.

Por CNBB

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Comissão se reúne na CNBB e prepara atividades para o Ano do Laicato https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/comissao-se-reune-na-cnbb-e-prepara-atividades-para-o-ano-do-laicato/ Fri, 24 Mar 2017 14:32:15 +0000 http://teste.toqueto.com/comissao-se-reune-na-cnbb-e-prepara-atividades-para-o-ano-do-laicato.html A Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), está reunida na sede da entidade, em Brasília (DF), para preparar as atividades que serão realizadas durante o Ano do Laicato. A abertura será na festa de Cristo Rei, que este ano será celebrada dia 26 de novembro e segue até a mesma festa em 2018. Durante este período, a comissão espera realizar seminários regionais e temáticos, eventos, publicação de livros e de mensagens, na busca de disponibilizar diversas estruturas que possam envolver ao máximo os cristãos leigos e leigas. 

De acordo com o bispo de Caçador (SC) e presidente da Comissão  para o Laicato da CNBB, dom Severino Clasen, a Igreja deve ser um sinal para que os leigos e leigas sejam protagonistas da transformação da sociedade. “O que nós queremos atingir é a transformação da sociedade. Os cristãos leigos e leigas devem ser sal e luz no mundo, na sociedade. Purificar os mecanismos da sociedade que nós temos, que aí sim a graça do batismo seja de fato o sacramento que transforma, que ilumina. E que a graça de Deus perpasse e penetre em todas as camadas da sociedade”, disse o bispo.

Dom Severino espera que o Ano do Laicato sirva de motivação para que a sociedade se engaje cada vez mais. “O legado que a celebração quer deixar é o envolvimento de toda a sociedade para que faça a auditoria da dívida pública. Como fazer? Com o espírito cristão, com a luz do Espírito Santo, com a consciência de igreja para transformar o mundo”, declarou.

A expectativa é que a abertura do Ano do Laicato seja feita com uma mensagem do papa Francisco. Para o bispo, é importante que as pessoas se engajem durante a celebração e que todas as pessoas sintam-se participantes, e para isso, não fique esperando pelos outros. Dom Severino deseja que os leigos participem deste momento e esteja engajada com as questões sociais propondo, debatendo e apresentando ideias.

Durante o Ano do Laicato também será comemorado os 30 anos do Sínodo Ordinário sobre os Leigos (1987) e da Exortação Apostólica Christifideles Laici, de São João Paulo II, sobre a vocação e a missão dos leigos na Igreja e no mundo (1988). A comemoração terá como eixo central a presença e a atuação dos cristãos leigos e leigas como “ramos, sal, luz e fermento” na Igreja e na sociedade. “Um ano que se nós pudéssemos trabalhar a expressão do acolhimento, acolher todas as pessoas e fazer com que nesse acolhimento façamos o exercício do cuidado”, destaca dom Severino.

Além do presidente dom Severino Clasen, estiveram presentes na reunião o bispo de Cachoeira do SUl (RS) e membro a Comissão, dom Remídio José Bohn, o assessor Laudelino Augusto Azevedo, o assessor das Comunidades Eclesiais de Base (Cebs), Celso Carias, o secretário do Centro de Fé e Política Dom Helder Câmara (Cefep), padre Ernane Pinheiro e a presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil, Marilza Schuina.

Por CNBB

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Em vez de semear o ódio, construir a cultura da paz! https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/em-vez-de-semear-o-odio-construir-a-cultura-da-paz/ Tue, 21 Mar 2017 08:03:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45035 “Não pratiqueis violência nem defraudeis a ninguém, e contentai-vos com o vosso soldo” (Lc 3,14b).

Aproxima-se a Páscoa do Senhor. A Igreja no Brasil convida a todas as pessoas de boa vontade para refletir sobre a construção da paz em vez da violência.

Vivemos em tempos confusos em todo mundo. A humanidade perdeu a referência e as notícias de corrupção aumentam cada vez mais. O desespero de milhares de mulheres, sendo violentadas é inegável. Crianças abandonadas sem proteção; juventude desorientada, educada pelo sistema intimista e egoísta; avós sustentando netos; pais irresponsáveis e despreparados de agrotóxicos destruindo fauna, flora, vidas humanas colocando em risco a saúde pública; políticos envolvidos na corrupção e votando leis inoperantes e insustentáveis; Tribunais sustentando cadeiras políticas gerando desconfiança e insegurança na proteção dos deveres e diretos da população; a mídia elitizada semeando violência e ódio na sociedade. Estamos sem referência para construir a paz em todos os ambientes onde vivemos, nos movemos e somos.

Escreveu um teólogo, professor meu: “É urgente uma nova relação para com a Terra e para com a natureza, feita de sinergia, respeito, convivência, cuidado e sentido de responsabilidade coletiva”. A falta da ética, o respeito pela vida humana destrói a nossa convivência e a casa comum, a natureza. A reflexão sobre o bioma, deve nos conduzir para uma nova relação e comportamento existencial. 

Seguindo a reflexão do professor teólogo: “Na nossa cultura temos a figura paradigmática de São Francisco de Assis, atualizada pelo bispo de Roma, Francisco, em sua encíclica Laudato Si: cuidando da Casa Comum. Proclama o poverello de Assis “o santo padroeiro de todos os que estudam e trabalham no campo da ecologia…para ele qualquer criatura era uma irmã, unida a ele por laços de carinho. Por isso sentia-se chamado a cuidar de tudo o que existe” (n.10 e 11). Com certo humor recorda “que São Francisco pedia que, no convento, se deixasse sempre uma parte do horto para as ervas silvestres crescerem” (n.12) pois elas a seu modo também louvam a Deus.

Esta atitude de enternecimento levava-o a recolher as minhocas dos caminhos para não serem pisadas. Para São Francisco todos os seres são animados e personalizados. Por intuição espiritual descobriu o que sabemos atualmente por via científica (Crick e Dawson, os que decifraram o DNA) que todos os viventes somos parentes, primos, irmãos e irmãs, por possuirmos o mesmo código genético de base. Por isso chamava a todos de irmãos e irmãs: o sol, a lua, o lobo de Gubbio e até a morte.

Esta visão supera a cultura da violência e inaugura a cultura do cuidado e da paz. São Francisco realizou plenamente a esplêndida definição que a Carta da Terra encontrou para a paz: “é aquela plenitude criada por relações corretas consigo mesmo, com as outras pessoas, outras culturas, outras vidas, com a Terra e com o Todo maior do qual somos parte” (n.16 ).

Num outro lugar, encontrou a seguinte formulação, agora crítica: “É preciso revigorar a consciência de que somos uma única família humana. Não há fronteiras nem barreiras políticas ou sociais que permitam isolar-nos e, por isso mesmo, também não há espaço para a globalização da indiferença” (n.52)

Desta atitude de total abertura que a todos abraça e a ninguém exclui, nasceu uma imperturbável paz, sem medo e sem ameaças, paz de quem se sente sempre em casa com os pais, os irmãos, as irmãs e com todas as criaturas.

No lugar da violência coloca os fundamentos da cultura da paz: o amor, a capacidade de suportar as contradições, o perdão, a misericórdia e a reconciliação para além de qualquer pressuposição ou exigência prévia. (L. Boff, UNISINOS 18/03/2017).

Ao celebrarmos a Páscoa do Senhor, afirmemos nosso desejo de construir uma sociedade sem violência e repleta de amor para que a Paz do Ressuscitado esteja conosco.

Por Dom Severino Clasen – Bispo de Caçador

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Cristãos leigos e leigas finalizam 2ª etapa de curso de formação política https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cristaos-leigos-e-leigas-finalizam-2a-etapa-de-curso-de-formacao-politica/ Mon, 30 Jan 2017 14:27:38 +0000 http://teste.toqueto.com/cristaos-leigos-e-leigas-finalizam-2a-etapa-de-curso-de-formacao-politica.html Cristão leigos e leigas de 16 estados brasileiros terminaram no sábado, 28, a segunda etapa presencial da sexta turma do Curso de Formação Política promovido pelo Centro Nacional de Fé e Política Dom Hélder Câmara (Cefep), em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). A formação dos 47 alunos iniciou no dia 15 de janeiro com aulas teóricas e partilhas das experiências das escolas locais de Fé e Política, tanto as de caráter diocesano, quanto as de caráter regional.

Nesta segunda etapa, os alunos tiveram a oportunidade de aprofundar conhecimentos, já adquiridos durante o ano de 2016, além de estreitar os laços de irmandade com troca de experiências durante todo o período da formação. O curso, estruturado em duas etapas presenciais e em módulos à distância, conta com participantes das cinco regiões brasileiras, desde o Alto Solimões, na Amazônia, até Curitiba, no Paraná.

O bispo de Caçador (SC) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Severino Clasen, esteve com os cursistas nas duas etapas presenciais. “O Centro Nacional Dom Helder Câmara tem buscado contribuir para construção de uma sociedade mais justa e solidária, na medida em que oportuniza a convivência harmônica e reflexão com participantes de diversas regiões e realidades socioculturais do país”, destaca o bispo.

Essa etapa presencial contou, ainda, com análises de conjuntura e um debate com alunos que se candidataram ou foram eleitos no último pleito eleitoral de 2016. Vários deles explicitaram também experiências como secretários em encargos executivos como secretários de planejamento, educação, cultura, secretaria da mulher.

O secretário executivo do Cefep, padre José Ernanne Pinheiro, debateu com a turma documentos e pronunciamentos do papa Francisco. Entre elas, a carta apostólica Misericordia et Misera e a mensagem do pontífice por ocasião do 3º Encontro com os Movimentos Populares.

O curso contou, ainda, com a participação de irmãos de denominações evangélicas, ensejando, dessa maneira, a frutificação de um diálogo ecumênico pela vivência, reflexão e oração em conjunto. Os 500 anos da reforma protestante foi tema de palestra, precedido por um culto Ecumênico, com a participação da secretária do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs (Conic), pastora Romi Márcia Bencke. “Como nos fala São Paulo em sua segunda Carta aos Coríntios: ‘O amor de Cristo é que nos impulsiona’ (II Cor 5, 14)”, ressalta o dom Severino.

Para os participantes desta segunda etapa, o Cefep consolida-se na busca da construção de uma sociedade calcada no respeito mútuo e nos ideais do Evangelho de Jesus Cristo. “Como afirmou dom Helder, o Cefep instiga aos alunos que não deixem morrer a profecia, concretizando no mundo uma ação profética verdadeira e centrada no Cristo Senhor”, avaliam.

De acordo com as regras do edital, para receberem o certificado de Extensão Universitária e de Especialização PUC-Rio, os participantes terão de elaborar uma monografia.

Por CNBB, com Cefep

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