Dom Orlando Brandes - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Dom Orlando Brandes - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Cinco atitudes para viver bem o Ano do Laicato https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cinco-atitudes-para-viver-bem-o-ano-do-laicato/ Fri, 26 Jan 2018 11:07:39 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50529 O cristão leigo é chamado a viver como discípulo de Jesus Cristo em seu dia a dia. Como cristãos batizados e pessoas de bens, no Ano do Laicato devemos viver intensamente esta vocação e estar a serviço do Reino de Deus.

O Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes convoca os cristãos para serem Sal na Terra e Luz no Mundo, especialmente nesse ano de 2018, Ano do Laicato na Igreja do Brasil, estabelecido pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Dom Orlando recorda os exemplos do Papa Francisco, afirmando que “é de tempo de dar testemunha de vida ao próximo, assumindo a graça de sermos igreja”, inspirados também pelos exemplos da primeira discípula de Cristo, Maria.

À Família Campanha dos Devotos Dom Orlando reforça o convite para que todos sejam Igreja em Saída, vivendo o amor e a doação.

Atente-se para as cinco atitudes necessárias para viver bem o Ano do Laicato:

1. Assuma seu compromisso batismal

Seja testemunha do Evangelho no seu cotidiano, exercitando sua espiritualidade e missão através de pequenas atitudes diárias. Em sua casa, em seu trabalho, com seus amigos; empenhe-se para fortalecer o Reino de Deus.

2. Participe efetivamente da Igreja

São muitos os ministérios e pastorais em que o leigo pode participar de forma ativa, como membro efetivo da Igreja. Algumas das tarefas que podem ser desempenhadas por leigos: catequista, ministro da Eucaristia, agente das diferentes pastorais, serviço aos pobres e aos doentes. Já dizia Pe. Vitor Coelho de Almeida: “Quem ajuda na pregação tem merecimento de pregador. ”

3. Participe de questões políticas e sociais

O cristão leigo deve cumprir seu papel como cidadão no mundo da política, da cultura, nos movimentos populares e sindicais. Em todos os âmbitos deve testemunhar a palavra de Jesus Cristo. Conheça o projeto Eu Sou o Brasil Ético.

4. Incentive a participação do jovem na Igreja

“A Igreja precisa de vocês, do entusiasmo, da criatividade e da alegria que lhes caracterizam! Um grande apóstolo do Brasil, o Bem-aventurado José de Anchieta, partiu em missão quando tinha apenas dezenove anos! Sabem qual é o melhor instrumento para evangelizar os jovens? Outro jovem! Este é o caminho a ser percorrido por vocês! ” Papa Francisco na Santa Missa pela XXVIII Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. Conheça o Projeto Jovens de Maria.

5. Exercite a caridade

O exercício da caridade permite que de diversas formas, o cristão possa viver uma experiência missionária e misericordiosa. Através da caridade demonstramos o Amor de Deus para com o próximo.

“É dever de cada batizado conhecer Jesus Cristo, viver seus sentimentos de amor e ajudar os mais necessitados a serem felizes e a todos se santificarem para a glória de Deus”. (Dom Severino Clasen, presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato)

Por A12

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Em coletiva, Santuário apresenta detalhes sobre a Festa da Padroeira https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/em-coletiva-santuario-apresenta-detalhes-sobre-a-festa-da-padroeira/ Fri, 01 Sep 2017 08:00:50 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48223 A programação da Novena e Festa da Padroeira 2017 foi apresentada na manhã desta quarta-feira , 30, em coletiva de imprensa no Santuário Nacional. Neste ano, as celebrações assumem caráter ainda mais especial em virtude dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba do Sul.

Atenderam a imprensa o arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, o reitor do Santuário Nacional, padre João Batista de Almeida, e o administrador do Santuário, padre Daniel Antonio da Silva.

Nas celebrações dos 300 anos, Dom Orlando disse que algo que chama sua atenção, ele que está há pouco tempo à frente da arquidiocese de Aparecida, é a fé dos romeiros. Ele destacou a importância da coletiva de hoje, um momento para levar a todos as informações sobre o que acontece no Santuário nesse tempo de preparação ao grande Jubileu do tricentenário.

Padre João Batista destacou o caráter jubilar da festa desse ano, que na verdade começou em 2016, com a abertura do Ano Mariano na igreja no Brasil em 12 de outubro do ano passado. Ele informou que a festa começa na próxima semana, com a visita da imagem às escolas de Aparecida e Potim, até 29 de setembro. Atualmente, a imagem já está visitando as várias dependências do Santuário Nacional.

O grande momento da festa começa com a novena. Justamente por ocasião dos 300 anos, a programação foi um pouco alterada neste ano, com a novena começando já no dia 1º de outubro. Um dos diferenciais para esse ano será a participação de categorias de personagens que fizeram parte desses 300 anos de história, como pescadores.

Terminando a novena, a festa será estendida por mais três dias: 10 a 12, quando o Santuário receberá a presença do representante do Papa para as celebrações do tricentenário: o Cardeal Giovanni Battista Re. Ele vai presidir missas no santuário nos dias 11 e 12.

Para o dia 11 de outubro, está programada uma “procissão da memória“, que vai levar a imagem de Nossa Senhora até o Porto Itaguaçu e lá ela vai permanecer até dia 12, quando será levada em procissão ao Santuário Nacional passando pelas ruas de Aparecida e pelos principais pontos desses 300 anos de história, como a Basílica Velha.

No dia 12, a missa oficial da festa será às 10h. Nesse dia, o Santuário deve receber diversas autoridades e pessoas com uma estreita relação com Nossa Senhora devido ao recebimento de graças. Uma delas será a esposa do embaixador da Ucrânia, que recebeu uma graça por intercessão de Nossa Senhora Aparecida ainda quando criança.

Quanto às celebrações, os preparativos estão acertados. “Estamos praticamente com os textos prontos e horários definidos. Aguardamos apenas um acerto com o Núncio Apostólico sobre a presença do legado papal. Nossa festa está preparada e estamos no embalo dela”, declarou padre João Batista. “Para nós é muito importante que a juventude esteja marcando essa presença dentro da novena”.

Inauguração da cúpula

Um dos grandes destaques não só da Festa da Padroeira 2017 mas também das comemorações desses 300 anos será a inauguração da cúpula central do Santuário. Segundo padre Daniel, uma obra-chave das comemorações do tricentenário.

Após a inauguração da cúpula, será inaugurado o acesso a cúpula, na segunda quinzena de outubro. Ela será aberta à visitação do público. O acesso foi preparado levando em conta a acessibilidade e traz informações sobre os 300 anos de Nossa Senhora Aparecida.

Padre Daniel recordou ainda que, ao longo desse ano Jubilar, outras inaugurações foram marcantes, como a do monumento em homenagem à Nossa Senhora Aparecida no Vaticano, no Santuário Nacional e na sede da CNBB em Brasília, além da inauguração do campanário. 

Festival da Padroeira

Com relação aos eventos, a festa desse ano também terá algumas novidades. Nos dias 6 e 7 de outubro, haverá um show especial com o grupo italiano Genrosso, uma realização em parceria com a Fazenda da Esperança.

Outro destaque é o Festival da Padroeira que será  realizado em  dias 10 e 12 de outubro. No dia 10, show de padres cantores. No dia 12, show com artistas da música brasileira e, no repertório, músicas que falam de Maria. Já estão confirmadas a participação de 12 cantores. Em ambos os dias, os shows serão gratuitos e realizados a partir das 20h30 na Tribuna Bento XVI.

Futuro

Concluídas as comemorações dos 300 anos, os projetos não param. Para 2018, padre Daniel informou que um projeto foco do Santuário será o “Caminho do Rosário”. Trata-se de um percurso de caminhada desde o Hotel Rainha do Brasil até o Porto Itaguaçu. Mais detalhes sobre o projeto estarão disponíveis posteriormente.

Por Canção Nova

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Papa elenca palavras essenciais à vida do apóstolo e entrega palio a arcebispos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-elenca-palavras-essenciais-a-vida-do-apostolo-e-entrega-palio-a-arcebispos/ Thu, 29 Jun 2017 12:13:11 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-elenca-palavras-essenciais-a-vida-do-apostolo-e-entrega-palio-a-arcebispos.html O Papa Francisco presidiu nesta quinta-feira, 29, a Santa Missa na solenidade dos santos apóstolos Pedro e Paulo, com o rito da entrega do pálio aos arcebispos metropolitanos nomeados no último ano. 

O Papa Francisco celebrou a missa com os arcebispos metropolitanos nomeados no último ano. São 36 no total, 5 dos quais provenientes do Brasil: Dom Júlio Akamine, de Sorocaba, Dom João José da Costa, de Aracaju, Dom Delson Pereira da Cruz, da Paraíba, Dom Orlando Brandes, de Aparecida, e Dom Geremias Steinmetz, de Londrina (que não estava presente).

Na cerimônia, o Papa abençoou e entregou o pálio aos novos arcebispos.Desde 2015, esta faixa não é mais colocada pessoalmente pelo Papa nos ombros dos arcebispos; a imposição é realizada nas respectivas arquidioceses pelo Núncio Apostólico no país.

A homilia de Francisco teve como base três palavras presentes na liturgia de hoje: confissão, perseguição e oração. Essas palavras, segundo o Papa, são essenciais para a vida do apóstolo.

A confissão refere-se à resposta de Pedro quando Jesus pergunta “E vós, quem dizeis que Eu sou?”. Pedro responde que Jesus é o Messias, o Filho do Deus vivo. “Esta é a confissão: reconhecer em Jesus o Messias esperado, o Deus vivo, o Senhor da nossa própria vida”.

Essa é uma pergunta dirigida também hoje a todos, disse o Papa, em especial aos pastores. “Com São Pedro, também nós renovamos hoje a nossa opção de vida como discípulos e apóstolos; passamos novamente da primeira à segunda pergunta de Jesus, para sermos ‘seus’ não só por palavras, mas com os fatos e a vida”.

Sobre a perseguição, Papa Francisco lembrou que não só Pedro e Paulo deram o sangue por Cristo, mas, nos primeiros tempos, toda a comunidade foi perseguida. E essa é uma realidade presente ainda hoje no mundo. “Muitos cristãos são marginalizados, caluniados, discriminados, vítimas de violências mesmo mortais, e não raro sem o devido empenho de quem poderia fazer respeitar os seus direitos sagrados”.

O Santo Padre destacou que sem a cruz não há sequer o cristão: é próprio da vida cristã não só fazer o bem, mas saber suportar o mal, disse o Papa citando Santo Agostinho. “Suportar o mal não é só ter paciência e prosseguir com resignação; suportar é imitar Jesus: é carregar o peso, levá-lo aos ombros por amor d’Ele e dos outros. É aceitar a cruz, prosseguindo confiadamente porque não estamos sozinhos: o Senhor crucificado e ressuscitado está conosco”.

A terceira palavra que o Papa destacou na homilia foi a oração, qualificando-a como água indispensável que alimenta a esperança e faz crescer a confiança. “A oração é a força que nos une e sustenta, o remédio contra o isolamento e a autossuficiência que levam à morte espiritual. Com efeito, o Espírito de vida não sopra, se não se reza; e, sem a oração, não se abrem as prisões interiores que nos mantêm prisioneiros”.

Na conclusão da homilia, Francisco deixou sua saudação à delegação do patriarcado ecumênico, que o Patriarca Bartolomeu enviou à Roma para esta solenidade em sinal de comunhão apostólica.

Por Canção Nova, com Boletim da Santa Sé e Rádio Vaticano

 

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Documento de Aparecida completa 10 anos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/documento-de-aparecida-completa-10-anos/ Fri, 02 Jun 2017 08:27:28 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46586 Há dez anos, o Papa Bento 16 e o então cardeal Jorge Mario Bergoglio, participaram da elaboração do Documento de Aparecida, durante a quinta Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe que ficou conhecida como a Conferência de Aparecida. Para marcar a data, nesta quarta-feira, 31, no Santuário Nacional houve a entrega gratuita de uma síntese do documento e a celebração da Santa Missa presidida por Dom Orlando Brandes.

Assista à matéria completa aqui.

Por Canção Nova

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“A Iniciação à Vida Cristã é uma grande revolução na nossa Igreja” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-iniciacao-a-vida-crista-e-uma-grande-revolucao-na-nossa-igreja/ Tue, 09 May 2017 08:01:05 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46139 O arcebispo de Aparecida (SP), dom Orlando Brandes, anfitrião da 55ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) falou sobre os principais temas abordados no evento, que terminou no último dia 05 de maio. Em entrevista à Canção Nova, dom Orlando destacou a necessidade de preparar melhor as crianças, jovens e adultos para um Cristianismo de raiz, e não de aparências: “Primeiro é preciso que a pessoa tenha uma experiência, propondo um encantamento por Jesus Cristo, então só assim a Doutrina e o Catecismo terão valores. Se a gente não tem essa experiência viva com Jesus, o encantamento por Ele, vai ser muito difícil fazer as crianças, os jovens e os catequizandos a perseverarem na Igreja. Então é uma grande revolução na nossa Igreja, a Iniciação à Vida Cristã”.

Na ocasião, também destacou que a Exortação Apostólica do papa Francisco, Amoris Laetitia, estudada pelos bispos nos últimos dias, é um grande presente de Deus para a Igreja: “Esta exortação busca soluções concretas e anima também a família como o futuro da própria humanidade. Tudo passa pela família, então tudo aquilo que fizermos pela família é claro, nós estamos ajudando o mundo a ser melhor e mais feliz, ajudando também o mundo a se transformar em família. Portanto, logo que toda esta temática estiver resolvida, vamos ver, conhecer e divulgar esses caminhos pastorais para a família”.

Outro tema muito falado no evento foi a atual realidade socioeconômica do Brasil. O bispo de Aparecida (SP) disse que as notas referentes a este tema são concretas, corajosas e proféticas porque trazem não apenas críticas, mas caminhos para driblar a situação. “A corrupção e a mentira se tornou uma cultura brasileira, o jeitinho brasileiro é péssimo. Sem ideologia nenhuma e sem partidarismo, mas a partir do Evangelho, a Igreja quer contribuir também com a Doutrina Social para um Brasil mais fraterno, solidário e verdadeiro. Enfim, estamos pensando nos desempregados, nas eleições 2018 e pensando em um Brasil novo e melhor”, concluiu.

Por CNBB, com Canção Nova

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Dom Orlando: 14º Intereclesial das Cebs convoca conversão à pastoral urbana https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-orlando-14o-intereclesial-das-cebs-convoca-conversao-a-pastoral-urbana/ Thu, 04 May 2017 07:46:32 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46051 As Comunidades Eclesiais de Base (Cebs) de todo o Brasil se reúnem em Londrina (PR), de 23 a 28 de janeiro próximo, para o 14º Intereclesial das Cebs. Com o tema “Cebs e os Desafios do Mundo Urbano” e o lema “Eu vi e ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-los”, a iniciativa ganhou destaque durante a 55º Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Segundo o arcebispo de Aparecida (SP), dom Orlando Brandes, em 2018, o Brasil voltará seus olhos para a cidade de Londrina (PR) como sede do Intereclesial. Para ele, as Comunidades Eclesiais de Base ajudarão a todos a crescerem no profetismo e na dimensão social do Evangelho e da fé: “Para nós sediar este tão grande evento é uma dádiva (…). Certamente o 14º Intereclesial muito contribuirá para que a nova evangelização aconteça e cresça cada vez mais nas estruturas do mundo urbano”.

O bispo de Tocantinópolis (TO) e referencial das Cebs, dom Giovane Pereira de Melo afirma que este é um grande encontro celebrativo. Para ele, o evento é uma grande assembleia do povo de Deus que vive nas Comunidades Eclesiais de Base e que se encontra periodicamente para celebrar a caminhada, as conquistas, a luta e o testemunho de ser presença profética nas pequenas comunidades: “É um voltar da Igreja através das Comunidades Eclesiais de Base sobre toda a realidade, os desafios de evangelizar e ser presença profética no mundo urbano”.

Já a organização do evento explica que representantes de todas as regiões do Brasil, de países da América Latina e de outros lugares, de diversas religiões ou crenças, se reunirão para celebrar a diversidade e a beleza de viver o Evangelho de Jesus de Nazaré. “O Intereclesial é um momento marcante e significativo para as Cebs que avalia, indica caminhos e promove a unidade das comunidades”.

Subsídios

Rumo ao 14º Intereclesial das Cebs, o secretariado do evento apresentou os subsídios que irão animar a caminhada das comunidades em 2018. O texto-base que tem como título “Cebs e os Desafios do Mundo Urbano” é dividido no método ver, julgar e agir e, como o próprio nome indica, oferece uma reflexão sobre os desafios vividos no mundo urbano.

O primeiro capítulo do livro traz uma abordagem do processo de urbanização no Brasil, contextualizando a origem das cidades brasileiras, suas dinâmicas e culturas. No segundo capítulo, o texto-base traz uma fundamentação teológica para a ação das Cebs em relação aos desafios da cidade. Já no último capítulo são apontados os problemas mais graves ou mais urgentes pelos animadores de Cebs no Brasil, como a questão da moradia, violência, saúde, educação.

Além do texto-base, também já estão disponíveis para download o cartaz do evento, o cancioneiro e a oração que conduzirá o 14º Intereclesial. Confira no site das Cebs!

Por CNBB

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Expectativas da pessoa humana https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/expectativas-da-pessoa-humana/ Fri, 28 Apr 2017 11:14:42 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45792 Vivemos hoje uma situação confusa em relação à dignidade da pessoa humana. De um lado, imperam o individualismo, a autonomia e a liberdade com atitudes bem egocêntricas. De outro lado, perdemos a sensibilidade humana, pois, tratamos melhor determinados animais que as pessoas e a banalização da vida nos leva a ter atitudes de vingança, violência e desrespeito pelo ser humano. Quais são, então, as expectativas da pessoa humana para que se sinta bem e seja uma pessoa centrada?

Todo ser humano deseja e gosta de ser:

1. Valorizado. Ser bem acolhida, elogiada, valorizada nos seus dons. Alegra-se quando lhe são confiadas responsabilidades e tarefas. Ela gosta de receber a confiança dos outros. Toda atitude de exclusão, humilhação, rejeição, abre feridas e traumas. Mesmo quem errou, merece confiança para poder recuperar-se.

2. Bem tratado. Toda pessoa gosta de ser notada e bem atendida nos lugares públicos, receber respostas educadas, gestos de solidariedade, ser correspondida, ser saudada e cumprimentada, ser ajudada por alguém em situações especiais.

3. Apreciado. Todos nos sentimos bem ao receber incentivo, elogio, gratidão e compreensão dos outros. Isso nos eleva e promove. A pessoa humana quer ser aceita, compreendida e isso aumenta a sua auto-estima. Como é bom a gente se sentir importante, porque assim nos sentimos amados.

4. Encorajado. Um bom conselho, palavras de consolação e de encorajamento, apoio e incentivo são fatores que dão coragem às pessoas e as levam a agir com entusiasmo, perseverança e de bom grado. Um pequeno toque, um gesto, uma palavra podem fazer milagres.

5. Reconhecido. As pessoas apreciam a gratidão, o elogio, a valorização de si. Todo gesto de atenção, de carinho, de boas maneiras faz a pessoa sentir-se importante e útil. Falar o nome, lembrar fatos positivos, retribuir o bem com bem, elogiar os dons, promover a vida e a dignidade são gestos de ouro.

6. Premiado. Receber o prêmio pelo esforço e o sacrifício realizado, colher frutos do que se plantou, obter retorno, gratificação, reconhecimento, tudo isso aumenta o estímulo para a pessoa crescer e melhorar.

7. Amado. Desde o útero a criança percebe se é amada ou rejeitada. A pior experiência é a rejeição, a máxima felicidade é a aceitação. Só as pessoas amadas crescem sadiamente, aprendem facilmente, desenvolvem-se e mudam. Só os amados mudam. A pessoa precisa saber e perceber que é amada. O amor regenera, cura, liberta, transforma.

Por Dom Orlando Brandes – Arcebispo de Aparecida (SP)

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“Que vocês sejam os microfones de Deus, do Evangelho e do Reino” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/que-voces-sejam-os-microfones-de-deus-do-evangelho-e-do-reino/ Thu, 30 Mar 2017 08:57:42 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45200 Emissoras Católicas de Rádio participaram do I Congresso de Rádio Católica do Brasil, promovido pela Rede Católica de Rádio (RCR), em Aparecida (SP), nos dias 28 e 29 de março. A temática do evento abordou o processo de migração das emissoras que utilizam a frequência AM para a faixa FM. Além disso, trouxe painéis sobre a audiência no rádio, linguagens e soluções para a crise. A solenidade de abertura do evento contou com as presenças do arcebispo de Aparecida (SP), dom Orlando Brandes; do bispo auxiliar de São Paulo, dom Devair Araújo da Fonseca; representantes da Signis Brasil e da RCR.

Nas palavras de abertura, o arcebispo de Diamantina, dom Darci Nicioli mandou uma mensagem aos congressistas por meio de um vídeo ressaltando a relevância do rádio, o amor à comunicação, à evangelização, e falando principalmente de estar a serviço da comunicação numa cultura do encontro: “Precisamos olhar para o futuro com amor e esperança. Radiodifusores, reflitam sobre a urgentíssima necessidade: é preciso caminhar com a Igreja”, afirmou.

Dom Orlando Brandes também se manifestou sobre a abertura do Congresso:  “Aprendi que primeiro vem a comunicação interpessoal e depois os meios de comunicação. Que nós conversemos bastante! Que a comunicação autenticamente católica ajude a recompor tudo aquilo que está quebrado, que vocês sejam os microfones de Deus comunicador, do evangelho e do Reino”, falou.

Palestras

No primeiro dia de palestras, o evento contou com vários temas de relevância para o atual momento do rádio.  Foram apresentados dados estatísticos que apontam novos caminhos às emissoras e que podem ser úteis para mudanças significativas para ouvintes, radiodifusores e para os setores comerciais.

Para o painel que tratou de soluções para o momento de crise vivido no país de uma forma geral, a professora Glaucya Tavares enfatizou a importância de se manter em movimento, de acompanhar as transformações da sociedade e da comunicação, bem como aproveitar as oportunidades que a tecnologia e as tendências oferecem: “Os jovens assistem youtubers como referências até para suas próprias dúvidas, eles também não conseguem se manter assistindo um vídeo por muito tempo. Um minuto e meio. Nem mesmo nós gostamos de programas longos. Isso é um desafio: manter o pico de atenção, falar da necessidade do outro, do que interessa. Nesse momento de crise, há muitos temas dos quais a Igreja pode tratar para trazer uma solução para seus ouvintes.  Assim, cria-se um vínculo com o público e um pico de atenção. Precisamos usar novos formatos para levar a doutrina”, declarou.

Ela ainda ressaltou que é preciso fazer investimentos assertivos e verificar se a audiência está correspondendo aos programas: “Se não estamos sendo ouvidos, não estamos fazendo rádio. É a era da resolução. O que estamos resolvendo para nossos ouvintes?  Também temos que falar para novos públicos porque quem quer falar para os mesmos acaba falando para ninguém. Porque os mesmos mudam”, disse. Glaucya concluiu afirmando que é preciso também dar espaço para prioridades, entender a própria identidade (o que é e para quem), além de investir em uma administração colaborativa.

O presidente da Rádio Renascença de Portugal, padre Américo Aguia falou sobre novas linguagens. Ele sublinhou que não se deve ter medo das novas linguagens, mas sim observá-las, estudá-las e agir com base nisso. Na sequência, a presidente da RCR, Angela Morais, falou sobre como trabalhar em rede. Ela destacou que o essencial “é o compartilhamento de conteúdo, a reunião de forças. São oito bases geradoras na RCR, mas hoje todas as rádios são geradoras de conteúdo. O importante é termos uma sintonia juntos enquanto instituição”, finalizou.

Migração e avanços tecnológicos

O último dia do Congresso, 29, contou com a celebração eucarística presidida por dom Darci e concelebrada por dom Devair. Logo após, abrindo as exposições, na parte da manhã, foram tratadas as intensas mudanças do meio digital e a urgência das rádios em estarem presentes nos dispositivos.  A questão da migração de AM para FM também ganhou destaque. De acordo com a advogada, Tathiana Noleto, é menos oneroso fazer a alteração para FM do que promover a digitalização. Ela também elucidou todo o histórico e processos da migração, como passos da adaptação, prazos de editais, entre outras particularidades.

Por CNBB, com RCR

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Campanha da Fraternidade 2017 https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/campanha-da-fraternidade-2017/ Thu, 23 Feb 2017 11:14:50 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44570 O tema desta Campanha é  essencialmente ecológico: “Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida.”  O lema fundamentado na Sagrada Escritura é um mandamento, uma ordem do Criador: “Cultivar e guardar a criação.” (Gn 2,15). Deus criou o jardim por amor.  O homem criou o deserto por ganância. Há uma rapidez  na destruição da natureza e um lentidão na sua recuperação. Biomas são regiões, um conjunto de vida vegetal, animal, climática e bacias hidrográficas. Tudo está interligado. No Brasil temos seis regiões (biomas), saber: a Amazônia, o Cerrado, a Caatinga, a Mata Atlântica, o Pantanal e o Pampa. Todas as regiões estão sendo depredadas, saqueadas, destruídas. O homem que devia ser cuidador da nossa casa comum, tornou-se destruidor. Devia ser um “homem sábio”, mas devasta tudo, comportando-se como um “homem demente.”

A Campanha da Fraternidade vem mais uma vez nos alertar, nos advertir, nos conscientizar do perigo e das consequências maléficas do “pecado cósmico”. Já ensinava Paulo Apóstolo que “a  criação geme e sofre dores de parto” (Rm 8,22). O Papa Francisco, profeta de nossos tempos, dirige-se a cada pessoa que habita no Planeta Terra e clama por uma “conversão ecológica, uma cultura ambiental e uma espiritualidade defensora  da natureza.” A terra transformou-se num “depósito de lixo”, diz o  Papa, e lamenta que muita gente ainda  tenha atitude  de indiferença, desinteresse, resignação, diante de tanta destruição. 

Ainda é tempo de salvar a Terra. O ser humano tem capacidade de mudar. Sim é urgente mudar a mentalidade das pessoas, corrigir  o atual estilo de vida e decidir  por um desenvolvimento integral que não seja destruidor, mas, sustentável.

No texto-base da CF há uma referência ao rio Paraíba do Sul, no qual foi pescada a imagem da Mãe Aparecida e que Santo Antonio de Santana Galvão chamava de rio santo. Nosso rio precisa ser despoluído e revitalizado. Para isso é preciso saneamento básico.

E agora, o que fazer?  Primeiro, vamos ler e divulgar o texto-base. A gente aprende muito lendo este livrinho. Ofereça sementes para as crianças plantar; adquira mudas de árvores e plante-as; não desperdicemos água, luz e procuremos usar menos o automóvel. Usemos o transporte público, andemos de  bicicleta e a pé. Façamos  como muitas paróquias estão fazendo: mutirão de coleta de lixo e educação ecológica para o povo.  É pecado deixar água estagnada porque vamos morrer picados pelo mosquito da dengue, zika, chikungunya, febre amarela. Gestos pequenos trazem grandes resultados. É melhor agir do que lamentar ou angustiar-se. Somos  todos irmãos. Cuidemos da nossa casa comum.   

Todo nosso cuidado com a natureza tem seu fundamento no amor do Criador. Ele está presente em todo o Universo e na mais pequenina das criaturas. Deus está num grão de areia. Tudo o que existe é sinal da providência, da sabedoria, da beleza, do amor de Deus: “o amor move o sol e as demais estrelas” (Dante A.)

Cuidar da criação é um ato de amor fraterno e social. Zelemos pela vida humana, pelas futuras gerações, pela casa de todos. Vamos sim proteger os ovos de tartaruga que estão sendo destruídos, mas vamos cuidar do embrião humano, desde a fecundação e cuidar dos pobres. Eis o que significa “ecologia humana”. No amor ecológico, está o amor a Deus e ao próximo. 

O Meio Ambiente está cheio de chagas causadas pelo sistema econômico mundial e os modelos de crescimento. A conversão ecológica consiste em passar do consumo ao sacrifício, da avidez à generosidade, do desperdício à partilha. Não estamos sozinhos, somos uma família na terra.

São Francisco, padroeiro da ecologia, amou os pobres e deu atenção às criaturas. Vivia em harmonia com Deus, com o próximo, com a natureza e consigo mesmo. Mostrou que é inseparável o amor pela criação, a justiça com os pobres, o amor a Deus, a paz interior e  o empenho pela sociedade. Ou mudamos, ou pereceremos. Vamos mudar, pois o sistema atual  é insustentável. Vida sim, morte não!

Por Dom Orlando Brandes – Arcebispo de Aparecida (SP)

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