dom Leomar Brustolin - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png dom Leomar Brustolin - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Bispos falam do segundo dia de trabalho na Assembleia da CNBB https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bispos-falam-do-segundo-dia-de-trabalho-na-assembleia-da-cnbb/ Fri, 28 Apr 2017 07:53:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45782 Iniciação à vida cristã, os 10 anos da Conferência de Aparecida e o projeto “Pensando o Brasil: Educação”, foram os temas abordados na coletiva desta quinta-feira, 27, na 55ª Assembleia da CNBB.

Atenderam à imprensa: Dom Leomar Brustolin, bispo auxiliar de Porto Alegre (RS); Dom João Justino de Medeiros, arcebispo coadjutor de Montes Claros (MG) e Dom Joel Portela Amado, bispo auxiliar do Rio de Janeiro (conforme na foto).

“O tema central reúne a preocupação de todo o episcopado”, disse dom Leomar, acrescentando que no fundo da questão em debate está a transmissão da fé às novas gerações de maneira a formar discípulos, não só pessoas que conheçam a fé.

Uma realidade problemática, segundo o bispo, é que após a catequese, as crianças e jovens não se vinculam à comunidade, então é preciso analisar isso, reencontrar o caminho. Ele afirmou que muitas paróquias já conhecem o processo de iniciação, de forma que o texto em análise busca retomar a caminhada, trazendo reflexões em linguagem acessível e pastoral.

Dividido em três capítulos, o texto retoma a necessidade de formação do clero, dos catequistas e das comunidades e é direcionado de forma especial aos catequistas. Dom Leomar comentou que a grande mudança vem dos leigos, que inclusive foi o tema central da última Assembleia Geral da CNBB. O bispo acredita, pessoalmente, que a reflexão sobre iniciação à vida cristã também vem, portanto, dessa última Assembleia.

Documento de Aparecida

Essa reflexão sobre iniciação à vida cristã já é uma das indicações da Conferência de Aparecida, pontuou Dom Joel Portela. “Aparecida não mostra uma Igreja preocupada consigo mesma, mas em cumprir sua missão”.

A Conferência do Conselho Episcopal Latino Americano realizada em 2007 em Aparecida dá continuidade, segundo o bispo, às outras conferências. Porém, percebe que a iniciação à vida cristã não é mais a mesma, portanto, é preciso discutir novas formas de fazê-la.

“Aparecida propõe recomeçar a partir de Jesus Cristo”, disse o bispo, explicando que não se trata de partir do pressuposto de que as pessoas já conhecem Jesus, mas apresentando-O.

Educação

O terceiro assunto abordado na coletiva foi o projeto “Pensando o Brasil: Educação”. Essa é a quarta edição do projeto. A primeira foi “Desafios das eleições 2014”; a segunda, “A desigualdade social no Brasil”; e a terceira, “Crises e superações”.

Segundo Dom João Justino, o trabalho foi feito a partir de uma comissão, ouvindo os bispos e o que se fala nas reuniões. O bispo explicou que a educação deve considerar todas as dimensões da pessoa humana, de forma que é preciso uma educação integral, que não se confunde com educação em tempo integral.

O subsídio está dividido em quatro partes que, em resumo, tratam do cenário da educação no Brasil, em seus aspectos quantitativos (acesso e permanência) e qualitativos (a melhoria da aprendizagem), e propostas de caminhos para superar os principais desafios.

Considerando que na sociedade da informação, os meios de comunicação são fundamentais, Dom João Justino considerou que quem trabalha com a comunicação também tem o seu papel e este está profundamente ligado à educação. “Acredito que os meios de comunicação são, junto à família e à escola, uma terceira parceria fundamental para a educação”.

Por Canção Nova

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Ensino religioso nas escolas não é doutrinação, afirma bispo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/ensino-religioso-nas-escolas-nao-e-doutrinacao-afirma-bispo/ Wed, 22 Feb 2017 08:11:29 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44544 Frente à exclusão do ensino religioso da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o Bispo auxiliar de Porto Alegre (RS), Dom Leomar Brustolin, reforçou que ter esta disciplina nas escolas não se trata de doutrinar os estudantes sobre uma confissão religiosa.

Para Dom Brustolin, incluir o ensino religioso nas escolas corresponde a educar para a convivência pacífica no que diz respeito à religiosidade.

“Basta observar as graves crises de terrorismo, discriminação e fundamentalismos que estão abalando o século XXI”, indicou o Prelado ao site da Arquidiocese de Porto Alegre.

Dom Brustolin, que também é Bispo referencial para a Educação e Cultura do Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pontuou que “a geração técnico-científica decidiu prescindir da dimensão religiosa e está pagando muito caro para conseguir a harmonia”.

Para o Prelado, a defesa do ensino religioso escolar é importante para garantir uma educação integral e cidadã. “A integralidade supõe incluir as ciências humanas na formação da pessoa”, manifestou.

Nesse sentido, ressaltou que “o componente do Ensino Religioso é determinante para desenvolver atitudes que implicam na paz da sociedade”. Entre tais atitudes, citou: “o diálogo, o respeito, a tolerância e a reverência religiosa”.

Do mesmo modo, salientou que a religião trabalha o aspecto do simbólico e do sentido da existência humana. Segundo o Bispo, “seria um grave reducionismo negar essa dimensão na formação cidadã”.

O Fórum Nacional Permanente de Ensino Religioso (FONAPER) também se pronunciou através de um manifesto contra a exclusão do ensino religioso da 3º versão da BNCC.

O FONAPER assinala que a manutenção do ensino religioso na “3ª versão da BNCC reflete a vontade de educadores e sistemas de ensino quanto ao que deve ser aprendido nas escolas brasileiras”.

“Considerando que não houve diálogo MEC com as pessoas e instituições envolvidas com essa área de conhecimento, o FONAPER entende que a exclusão do ER da BNCC é um ato arbitrário e contraditório que será contestada em diferentes instâncias”, conclui.

Por ACI Digital

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