dom Geremias Steinmetz - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png dom Geremias Steinmetz - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 “14º Intereclesial: patrimônio bíblico, eclesial e teológico da Igreja no Brasil” https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/14o-intereclesial-patrimonio-biblico-eclesial-e-teologico-da-igreja-no-brasil/ Mon, 29 Jan 2018 13:06:59 +0000 http://teste.toqueto.com/14o-intereclesial-patrimonio-biblico-eclesial-e-teologico-da-igreja-no-brasil.html Na reflexão da palavra dirigida aos participantes da cerimônia de encerramento do 14º Intereclesial das CEBs o arcebispo de Londrina (PR), palco do evento, dom Geremias Steinmetz, de 52 anos, disse às mais de 5,5 mil pessoas que lotaram o ginásio Moringão: “Conseguimos trabalhar com tranquilidade porque vocês fizeram” e acrescentou: “Depois de termos trabalhado bastante, colocamos tudo nas mãos da Trindade”. O bispo ainda reforçou que “o anúncio do Reino de Deus é uma boa nova. A carteira de identidade de Jesus é o que ele faz e diz”.

Durante o evento, os 60 bispos presentes, leram a “Carta dos Bispos presentes no 14º Intereclesial de Comunidades Eclesiais de Base” (veja a íntegra abaixo). No documento, os pastores reafirmam que o tema do Intereclesial, na forma que foi tratado, expressa sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e com a mensagem do Papa Francisco dirigida a esse encontro, desejando “que as Comunidades Eclesiais de Base possam ser, na sociedade e Nação brasileira, um instrumento de evangelização e de promoção da pessoa humana”.

Os religiosos disseram sentir, forte em seus corações, o apelo de Deus para continuarmos acompanhando, avaliando e apoiando o desenvolvimento das CEBs, com o compromisso de sermos, em comunhão com Cristo, uma Igreja misericordiosa, profética e missionária, dedicada à formação, especialmente de cristãos leigos e leigas, como sujeitos na vida eclesial e social (cf. doc. 105 da CNBB).

No documento, eles suplicaram a Deus que no Ano Nacional do Laicato, em processo em toda a Igreja no Brasil, que estamos realizando, suplicamos a Deus que o protagonismo laical vivenciado no processo desse encontro, possa se manifestar ainda mais intenso em todas as situações desafiadoras de nosso país, especialmente do mundo urbano, nas quais as CEBs se fazem presentes e atuam, anunciando a ‘alegria do Evangelho’”.

Ao final da celebração, os londrinenses repassaram aos delegados de Rondonópolis, sede do próximo intereclesial, em 2022, a cruz de madeira, ícone do encontro – uma forma de dizer: “Deus os abençoe nesta jornada”. O arcebispo de Brasília, cardeal Sergio da Rocha, falou em entrevista à imprensa, por ocasião do encontro, disse que as “CEBs não é um movimento nem uma pastoral, mas é um modo desejado e gerado no Concílio Vaticano II”.

CARTA DOS BISPOS PRESENTES NO 14º INTERECLESIAL
DAS COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE

Nós, 60 bispos presentes no 14º Intereclesial das CEBs, em Londrina – PR, de 23 a 27 de janeiro de 2018, dirigimo-nos a nossos irmãos e irmãs de fé, para testemunhar a alegria que brota de nossos corações de pastores, por esse encontro que congregou 3.300 delegados e delegadas de Arquidioceses, Dioceses e Prelazias do Brasil, bem como convidados de outras igrejas,religiões e entidades, inclusive de outros países.

O tema desse Intereclesial, “CEBs e os desafios no Mundo Urbano”, e seu lema, “Eu vi ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-lo” (Ex 3,7), na forma que foram tratados, expressam sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e com a mensagem do Papa Francisco dirigida a esse encontro, desejando “que as Comunidades Eclesiais de Base possam ser, na sociedade e Nação brasileira, um instrumento de evangelização e de promoção da pessoa humana”.

Nesse encontro, conduzido com zelo pastoral pela Ampliada Nacional das CEBs e pela Arquidiocese de Londrina que, cordialmente, o acolheu, testemunhamos a espiritualidade e a vitalidade das CEBs, manifestadas nos momentos vibrantes de oração e celebração. Sentimos pulsar muito forte em nossos corações o apelo de Deus para continuarmos acompanhando, avaliando e apoiando o desenvolvimento das CEBs, com o compromisso de sermos, em comunhão com Cristo, uma Igreja misericordiosa, profética e missionária, dedicada à formação, especialmente de cristãos leigos e leigas, como sujeitos na vida eclesial e social (cf. doc. 105 da CNBB).

Louvamos e bendizemos a Deus pelos testemunhos de vida cristã partilhados no 14º Intereclesial, que sinalizam a força do seu Reino em meio à crise profunda da sociedade brasileira. No espírito do Ano Nacional do Laicato que estamos realizando, suplicamos a Deus que o protagonismo laical vivenciado no processo desse encontro, possa se manifestar ainda mais intenso em todas as situações desafiadoras de nosso país, especialmente do mundo urbano, nas quais as CEBs se fazem presentes e atuam, anunciando a “alegria do Evangelho”.

Encorajamos os participantes do Intereclesial, com o apoio, sobretudo de ministros ordenados e membros da vida religiosa, a difundirem amplamente as ações sinalizadas por esse encontro e a “grande esperança”, por ele revitalizada de tornar nossa sociedade mais solidária, justa e saudável, contando com a bênção de Deus e a proteção de nossa mãe, Maria.

Londrina, 27 de janeiro de 2018.

Em nome de todos os bispos presentes: 
Dom Severino Clasen, OFM
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato

Dom Guilherme Antônio Werlang, MSF
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora

Dom Geremias Steinmetz
Arcebispo da Arquidiocese de Londrina – PR

Por CNBB

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14º Intereclesial é oportunidade de debater direito à cidade junto à população https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/14o-intereclesial-e-oportunidade-de-debater-direito-a-cidade-junto-a-populacao/ Fri, 03 Nov 2017 12:26:19 +0000 http://teste.toqueto.com/14o-intereclesial-e-oportunidade-de-debater-direito-a-cidade-junto-a-populacao.html Os Encontros Intereclesiais das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), de acordo com o Documento 92 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) intitulado “Mensagem ao povo de Deus sobre as comunidades eclesiais de base” são definidos como patrimônio teológico e pastoral da Igreja no Brasil. Desde a realização do primeiro, em 1975, em Vitória (ES) reúnem-se diversas dioceses para troca de experiências e reflexão teológica e pastoral sobre a caminhada das CEBs. O evento congrega bispos, religiosos, assessores e animadores das comunidades.

Com o tema “CEBs e os desafios no mundo urbano” e o lema “Eu ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-los” (Ex 3,7), o 14º Intereclesial das CEBs ocorrerá em Londrina (PR), nos dias 23 a 27 de janeiro de 2018. O evento pretende reunir representantes de todas as regiões do Brasil, de países da América e de outros lugares para celebrar a diversidade e a beleza de viver o Evangelho de Jesus de Nazaré. Nele também se objetiva a expressão da comunhão entre os fiéis e seus pastores.

Segundo o arcebispo de Londrina, dom Geremias Steinmetz, anfitrião do próximo encontro, a iniciativa já conta com mais de duas mil pessoas inscritas. Para ele, a temática do evento, que trata a questão da realidade urbana, é necessária e urgente e, por isso, atraiu um grande número de participantes. “Hoje já temos um percentual de mais de 80% dos brasileiros vivendo em cidades, os que nelas não habitam vivem a cultura urbana de qualquer jeito, seja através da televisão, do rádio, da internet, e isso está tomando conta do nosso país”, afirma.

Para dom Geremias, a Igreja vem de encontro à temática, uma vez que quer debater junto à sociedade a questão dos direitos. “Queremos debater o assunto para que de fato o povo que vive nas cidades possa ter a sua dignidade humana respeitada e acima de tudo possa viver bem e para que isso aconteça entra a questão de uma série de direitos a ser conquistados, como é o caso do acesso à educação, ao transporte, à segurança pública, então são essas as questões que nós estamos enfrentando hoje”, complementa.

Subsídios

Rumo ao 14º Intereclesial das CEBs, o secretariado do evento apresentou os subsídios que irão animar a caminhada das comunidades em 2018. O texto-base que tem como título “CEBs e os Desafios do Mundo Urbano” é dividido no método ver, julgar e agir e, como o próprio nome indica, oferece uma reflexão sobre os desafios vividos no mundo urbano.

O primeiro capítulo do livro traz uma abordagem do processo de urbanização no Brasil, contextualizando a origem das cidades brasileiras, suas dinâmicas e culturas. No segundo capítulo, o texto-base traz uma fundamentação teológica para a ação das CEBs em relação aos desafios da cidade. Já no último capítulo são apontados os problemas mais graves ou mais urgentes pelos animadores de CEBs no Brasil, como a questão da moradia, violência, saúde, educação.

Além do texto-base, também já estão disponíveis para download o cartaz do evento, o cancioneiro e a oração que conduzirá o 14º Intereclesial. Confira no site www.cebsdobrasil.com.br.

Por CNBB

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Papa elenca palavras essenciais à vida do apóstolo e entrega palio a arcebispos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-elenca-palavras-essenciais-a-vida-do-apostolo-e-entrega-palio-a-arcebispos/ Thu, 29 Jun 2017 12:13:11 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-elenca-palavras-essenciais-a-vida-do-apostolo-e-entrega-palio-a-arcebispos.html O Papa Francisco presidiu nesta quinta-feira, 29, a Santa Missa na solenidade dos santos apóstolos Pedro e Paulo, com o rito da entrega do pálio aos arcebispos metropolitanos nomeados no último ano. 

O Papa Francisco celebrou a missa com os arcebispos metropolitanos nomeados no último ano. São 36 no total, 5 dos quais provenientes do Brasil: Dom Júlio Akamine, de Sorocaba, Dom João José da Costa, de Aracaju, Dom Delson Pereira da Cruz, da Paraíba, Dom Orlando Brandes, de Aparecida, e Dom Geremias Steinmetz, de Londrina (que não estava presente).

Na cerimônia, o Papa abençoou e entregou o pálio aos novos arcebispos.Desde 2015, esta faixa não é mais colocada pessoalmente pelo Papa nos ombros dos arcebispos; a imposição é realizada nas respectivas arquidioceses pelo Núncio Apostólico no país.

A homilia de Francisco teve como base três palavras presentes na liturgia de hoje: confissão, perseguição e oração. Essas palavras, segundo o Papa, são essenciais para a vida do apóstolo.

A confissão refere-se à resposta de Pedro quando Jesus pergunta “E vós, quem dizeis que Eu sou?”. Pedro responde que Jesus é o Messias, o Filho do Deus vivo. “Esta é a confissão: reconhecer em Jesus o Messias esperado, o Deus vivo, o Senhor da nossa própria vida”.

Essa é uma pergunta dirigida também hoje a todos, disse o Papa, em especial aos pastores. “Com São Pedro, também nós renovamos hoje a nossa opção de vida como discípulos e apóstolos; passamos novamente da primeira à segunda pergunta de Jesus, para sermos ‘seus’ não só por palavras, mas com os fatos e a vida”.

Sobre a perseguição, Papa Francisco lembrou que não só Pedro e Paulo deram o sangue por Cristo, mas, nos primeiros tempos, toda a comunidade foi perseguida. E essa é uma realidade presente ainda hoje no mundo. “Muitos cristãos são marginalizados, caluniados, discriminados, vítimas de violências mesmo mortais, e não raro sem o devido empenho de quem poderia fazer respeitar os seus direitos sagrados”.

O Santo Padre destacou que sem a cruz não há sequer o cristão: é próprio da vida cristã não só fazer o bem, mas saber suportar o mal, disse o Papa citando Santo Agostinho. “Suportar o mal não é só ter paciência e prosseguir com resignação; suportar é imitar Jesus: é carregar o peso, levá-lo aos ombros por amor d’Ele e dos outros. É aceitar a cruz, prosseguindo confiadamente porque não estamos sozinhos: o Senhor crucificado e ressuscitado está conosco”.

A terceira palavra que o Papa destacou na homilia foi a oração, qualificando-a como água indispensável que alimenta a esperança e faz crescer a confiança. “A oração é a força que nos une e sustenta, o remédio contra o isolamento e a autossuficiência que levam à morte espiritual. Com efeito, o Espírito de vida não sopra, se não se reza; e, sem a oração, não se abrem as prisões interiores que nos mantêm prisioneiros”.

Na conclusão da homilia, Francisco deixou sua saudação à delegação do patriarcado ecumênico, que o Patriarca Bartolomeu enviou à Roma para esta solenidade em sinal de comunhão apostólica.

Por Canção Nova, com Boletim da Santa Sé e Rádio Vaticano

 

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Comissão atualiza orientações para a Celebração Dominical da Palavra de Deus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/comissao-atualiza-orientacoes-para-a-celebracao-dominical-da-palavra-de-deus/ Mon, 20 Mar 2017 08:28:25 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44999 A Comissão Especial para a Celebração da Palavra de Deus da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) esteve reunida entre os dias 15 e 16 de março, na sede da entidade, em Brasília (DF). Um dos motivos é a preparação do texto “O Domingo: Dia da Comunidade, da Palavra e da Eucaristia”, que irá nortear as Celebrações Dominicais da Palavra de Deus na Igreja do Brasil. A atualização da orientação tem como base o Documento 52 da CNBB, aprovado durante a 32ª Assembleia Geral da entidade, em 1994. 

De acordo com o bispo de Paranavaí (PR) e presidente da Comissão, dom Geremias Steinmetz, é preciso que haja uma atualização do Documento da CNBB que foi publicado na década de 90. “Nós não temos padres para celebrar a Eucaristia em todas as paróquias do Brasil, então é importante insistirmos nessa questão da Celebração Dominical da Palavra”, destaca. Dom Geremias explica que a Celebração Dominical da Palavra de Deus é o que mantém as comunidades mais distantes unidas. De acordo com ele este tipo de celebração é uma forma de “trazer a Palavra de Deus para a vida dessas comunidades, para que elas possam seguir vivendo a fé”.

A Comissão já havia se reunido em setembro do ano passado, mas somente agora os bispos estão analisando detalhadamente as propostas de redação do texto. O objetivo é levar as considerações feitas para a apreciação do Conselho Permanente da CNBB. De acordo com o bispo de Castanhal (PA), dom Carlos Verzeletti, o trabalho já está bem adiantado: “Estamos focando sobretudo na importância do Dia do Senhor, mesmo onde não tenha a possibilidade da Eucaristia. O que nós queremos evidenciar é que a comunidade reunida, ela experimenta a presença viva de Jesus ressuscitado, mesmo não podendo ter a Eucaristia”. Dom Carlos garante que ao redor da Palavra, o fiel pode alimentar a sua fé: “Por isso, assim como nós cremos na presença viva de Jesus na Eucaristia, devemos crer na presença viva de Jesus na Palavra”.

Segundo o assessor da Comissão para a Liturgia da CNBB, frei Faustino Paludo, cerca de 70% das comunidades brasileiras realizam a Celebração Dominical da Palavra, sobretudo na região Norte do país. As periferias das grandes cidades também estão inseridas neste processo. Sobre isso, dom Carlos explica que para essas comunidades, este tipo de Celebração constitui o momento mais alto da semana: “É um momento privilegiado e, por isso, nós temos que orientar a participação não só nas periferias das grandes cidades, mas temos que imaginar as comunidades que estão mais distantes, onde o sacerdote vai uma ou duas vezes por ano. Se essas comunidades não se reunirem no Dia do Senhor, elas perdem na sua própria identidade e elas também não têm como alimentar a sua caminhada, porque mesmo não tendo a Eucaristia é importante um encontro com Jesus através da Palavra”, garante.

De acordo com o padre Luciano dos Santos, do clero da diocese de Joinville (SC), a Comissão não só tem o objetivo de achar fundamentações para essas celebrações, como também quer ajudar as comunidades a perceberem de que forma elas podem santificar o domingo através desta liturgia. “Esta comissão vai tentar oferecer um roteiro-base para as comunidades, além de trazer uma fundamentação teológica, cristológica, eclesiológica dessas celebrações, oferecer um roteiro mais claro para que as comunidades possam santificar o domingo ao redor da palavra de Deus”, explica. 

Atualmente o texto está dividido em quatro capítulos e, se for aprovado em todas as instâncias, fará parte do rol de Documentos da CNBB.

A Comissão

A Comissão Especial para a Celebração da Palavra de Deus é composta pelos bispos de Paranavaí (PR), dom Geremias Steinmetz; de Castanhal (PA), dom Carlos Verzeletti; de Itaituba (PA), dom Wilmar Santin; de Roraima (RR), dom Mario Antonio da Silva; pela irmã Veronice Fernandes, das Pias Discípulas do Divino Mestre, e o secretário executivo do regional Sul 4 da CNBB, padre Luciano dos Santos.

Por CNBB

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