doença - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png doença - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 A confissão nos purifica da lepra do pecado, afirma o Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-confissao-nos-purifica-da-lepra-do-pecado-afirma-o-papa/ Mon, 12 Feb 2018 11:26:50 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50729 Durante a oração do Ângelus na manhã de ontem na Praça de São Pedro, o Papa Francisco se referiu ao Dia Mundial dos Enfermos que se celebrou no dia e assinalou que nenhuma doença pode impedir o relacionamento com Deus, somente o pecado que é uma doença do coração, uma lepra que pode ser purificada com o sacramento da Reconciliação.

“Nestes domingos, o Evangelho, segundo a narração de Marcos, nos apresenta Jesus que cura os doentes de todos os tipos. Neste contexto, se insere bem o Dia Mundial dos Enfermos que se celebra precisamente hoje, 11 de fevereiro, memória de Nossa Senhora de Lourdes”, assinalou o Santo Padre.

Nesse sentido, o Papa explicou que “nenhuma doença é causa de impureza: a doença certamente envolve toda a pessoa, mas de modo algum afeta ou impede seu relacionamento com Deus. Pelo contrário, uma pessoa doente pode estar ainda mais unida a Deus”.

Pelo contrário, “o pecado, esse sim nos torna impuros. O egoísmo, o orgulho, o entrar no mundo da corrupção, essas são doenças do coração das quais é preciso ser purificados, dirigindo-se a Jesus como o leproso: ‘Se queres, tens o poder de purificar-me’”.

O Santo Padre convidou a ir ao sacramento da confissão para purificar a alma: “Toda vez que nos aproximamos do sacramento da Reconciliação com o coração arrependido, o Senhor – explicou Francisco – repete também a nós: ‘Eu quero, fica purificado!’”.

Assim, destacou, “a lepra do pecado desaparece, voltamos a viver com alegria o nosso relacionamento filial com Deus e somos readmitidos plenamente na comunidade”.

Em seguida, Francisco destacou que hoje, dia da Virgem de Lourdes e “com o olhar do coração dirigido à gruta de Massabielle, contemplamos Jesus como o verdadeiro médico dos corpos e das almas, que Deus Pai enviou ao mundo para curar a humanidade, marcada pelo pecado e suas consequências”.

O Papa explicou que “a página do Evangelho de hoje apresenta a cura de um homem que sofre de lepra, uma patologia que no Antigo Testamento foi considerada uma impureza séria e que envolveu a marginalização do leproso da comunidade. A sua condição era realmente dolorosa, porque a mentalidade do tempo o fazia sentir impuro diante de Deus e dos homens”.

O Santo Padre assinalou que “ao ouvir isso, Jesus sente compaixão, muito importante para fixar a atenção sobre essa ressonância interna de Jesus, como fizemos longamente durante o Jubileu da Misericórdia. Não se entende a obra de Cristo, não se entende o próprio Cristo, se não entrarmos no seu coração cheio de compaixão”.

“É isso que o leva a estender a mão ao homem que sofre de lepra, tocá-lo e dizer-lhe: ‘Eu quero, fica purificado’. O fato mais perturbador é que Jesus toca o leproso, porque isso era absolutamente proibido pela lei mosaica. Tocar um leproso significava ser também contagiado também dentro, no espírito, isto é, tornar-se impuros”.

“Mas, neste caso, o influxo não vai do leproso a Jesus para transmitir o contágio, mas de Jesus ao leproso para dar-lhe a purificação. Nesta cura, admiramos, além da compaixão, também a audácia de Jesus, que não se preocupa nem com o contágio, nem com as prescrições, mas é movido somente pela vontade de libertar aquele homem da maldição que o oprime”.

Ao concluir, Francisco invocou a intercessão da Virgem Maria, Nossa Mãe Imaculada: “peçamos ao Senhor, quem trouxe aos enfermos a saúde doente, que cure também as nossas feridas internas com a sua infinita misericórdia, para assim nos dar novamente a esperança e a paz do coração”.

Por ACI Digital

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Semana do Alzheimer: a importância da conscientização sobre a doença https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/semana-do-alzheimer-a-importancia-da-conscientizacao-sobre-a-doenca/ Mon, 18 Sep 2017 10:07:42 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48519 Para muita gente o enfraquecimento da memória e do raciocínio são características normais do envelhecimento, mas é importante ressaltar, que tais sintomas também podem ser o início de uma das doenças mais comuns entre idosos do mundo todo: o Alzheimer.

Essa forma de demência degenerativa, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais, atinge 5% das pessoas com mais de 60 anos. Após os 65, o risco de desenvolvê-la dobra a cada cinco anos, segundo o Instituto Alzheimer Brasil (Abraz).

O dia 21 de setembro é considerado o Dia Mundial do Alzheimer e reflete sobre a doença que atinge um número cada vez maior de idosos, já que a expectativa de vida vem aumentando e a convivência também dos familiares que cuidam com amor dos doentes. Segundo dados do Abraz, só no Brasil já são mais de 1,2 milhões de casos – a maior parte deles ainda sem diagnóstico, o que contribui para que o problema continue a progredir de forma acelerada, degenerando a saúde do paciente e prejudicando sua relação com os familiares.

A doença é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

Segundo a geriatra Natália Salles Bicalho Reis, em geral, as famílias não estão preparadas para cuidar de um parente com Alzheimer. Não é fácil cuidar de alguém tão próximo e que nunca precisou de ajuda antes. “A partir do momento que a família entende e está disposta a assumir estes cuidados, a preparação deve ser feita junto à uma equipe multiprofissional, de preferência. Quando há dedicação tudo se ajeita. Qualquer família se torna capaz”, explica a médica.

Para a geriatra, carinho e respeito são fundamentais para sucesso do tratamento. “ É sabido que o cuidado faz diferença em qualquer relação. Mesmo que em estágios mais avançados o paciente com Alzheimer deve ser tratado com carinho, respeito, amor”. “Ouvir a voz de quem cuida é importante e faz diferença, sim”, enfatiza.

Ano passado, o papa Francisco lembrou da data e pediu à multidão presente na Praça São Pedro que seguisse o exemplo de Jesus e Maria, lembrando-se de quem sofre de Alzheimer e também dos familiares que cuidam com amor dos doentes.

A doença torna o paciente, geralmente idoso, muito dependente dos cuidadores, que devem promover mudanças até mesmo dentro do lar para garantir a segurança do paciente com Alzheimer. A indicação é criar uma rotina de repetições que seguida todos os dias da mesma forma faz com que o tratamento seja mais eficaz.

É importante ressaltar que os cuidados envolvendo o paciente vão desde a alimentação, higiene pessoal, horário correto de medicamentos, estimular ao máximo a autonomia do mesmo: tudo que ele puder realizar sozinho – supervisionado se for necessário, deixá-lo fazer. “Estimular a independência seria uma das melhores coisas a serem feitas”, finaliza a geriatra.

No próximo dia 23 de setembro acontecerá uma caminhada em prol da memória para celebrar o dia mundial da conscientização do Alzheimer. Pelo segundo ano, a “Memory Walk”, no parque Villa Lobos, em São Paulo (SP). O objetivo é chamar atenção para a detecção e prevenção da doença.

Por CNBB

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Depressão é a maior causa de doenças e invalidez no mundo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/depressao-e-a-maior-causa-de-doencas-e-invalidez-no-mundo/ Fri, 31 Mar 2017 09:04:21 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45218 A depressão é hoje a principal causa de problemas de saúde e invalidez no mundo, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira, 30, e vitima mais de 300 milhões de pessoas.

Os índices de depressão aumentaram mais de 18 por cento desde 2005, mas a falta de apoio à saúde mental, combinada ao temor comum da estigmatização, faz com que muitos não recebam o tratamento que precisam para viver de maneira saudável e produtiva.

“Estas novas cifras são um chamado para que todos os países repensem suas abordagens para a saúde mental e a tratem com a urgência que ela merece”, disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS, em um comunicado feito na sede da agência da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra.

A OMS está realizando uma campanha de saúde mental para enfrentar os estigmas e os equívocos ligados ao tema chamada “Depressão: Vamos Conversar”.

“Para alguém que vive com depressão, conversar com uma pessoa em quem confiam muitas vezes é o primeiro passo rumo ao tratamento e à recuperação”, disse Shekhar Saxena, que dirige o departamento de saúde mental da OMS.

A depressão é uma doença mental comum caracterizada pela tristeza persistente, perda de interesse e falta de capacidade para atividades cotidianas e o trabalho, e afeta cerca de 322 milhões de pessoas em todo o mundo.

Ela ainda aumenta o risco de várias doenças e transtornos graves, como vício, comportamento suicida, diabetes e doenças cardíacas, que em si mesmas são algumas das maiores causas de mortalidade.

A OMS expressou o temor de que em muitos países exista pouco ou nenhum apoio para pessoas com distúrbios mentais, e disse que só cerca de metade das pessoas com depressão recebem tratamento em nações mais ricas.

Em média, só 3 por cento dos orçamentos de saúde dos governos são investidos na saúde mental, variando de 1 por cento em países pobres a 5 por cento nos ricos, de acordo com a OMS.

“Uma compreensão melhor da depressão e de como ela pode ser tratada… é só o começo”, disse Saxena. “O que precisa vir a seguir é um reforço contínuo nos serviços de saúde mental acessíveis a todos, até as populações mais remotas”.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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Zika: OMS diz que antes de 2020 não será licenciada vacina segura https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/zika-oms-diz-que-antes-de-2020-nao-sera-licenciada-vacina-segura/ Fri, 03 Feb 2017 09:15:59 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44230 Um ano depois da declaração de emergência internacional sobre o Zika, a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, afirmou que, em grande parte do mundo o vírus está “firmemente entrincheirado”, apesar de existirem “incertezas” relacionadas à doença.

Ao fazer um balaço das ações para combater o vírus, adotadas nos últimos 12 meses, Chan estimou que antes de 2020 não será licenciada uma vacina segura contra o Zika.

“De acordo com as recomendações da OMS, algumas abordagens inovadoras para o controle dos mosquitos estão sendo experimentadas de maneira piloto em vários países, com resultados promissores. Cerca de 40 vacinas estão em preparação. Enquanto alguns avançaram para ensaios clínicos, uma vacina julgada segura o suficiente para uso em mulheres em idade fértil pode não ser totalmente licenciada antes de 2020”, disse Chan em evento realizado nesta quarta-feira, 1º, em Genebra, na Suíça.

A diretora-geral da OMS lembrou que o surto da doença revelou falhas nos serviços de planejamento familiar e o desmantelamento de programas nacionais de controle de mosquitos. Segundo Chan, passada a fase mais aguda do problema, os países precisam tratar do Zika de forma continuada e em longo prazo.

“A OMS e os países afetados precisam manejar o Zika não em uma situação de emergência, mas da mesma forma continuada com que respondemos a outros patógenos propensos a epidemias, como dengue e chikungunya, que vem e vão em ondas recorrentes de infecção”, alertou. Para isso, de acordo com ela, a OMS vai criar um “mecanismo interorganizacional” para fornecer orientações continuadas a intervenções eficazes e apoio às famílias nos países com circulação do vírus.

Para Margaret Chan, a declaração de emergência internacional estimulou uma resposta intensa e coordenada e atraiu financiamento necessário para desenvolvimento de pesquisas. Ela lembrou que os estudos desenvolvidos por cientistas conseguiram provar que a infecção pelo Zika causa microcefalia e desencadeia a Síndrome de Guillain-Barré.

Mesmo assim, a diretora-geral da OMS fez um alerta de que a propagação internacional do vírus se manteve, apesar da melhoria dos sistemas de vigilância. “Cerca de 70 países e territórios das Américas, da África, Ásia e do Pacífico Ocidental têm relatado casos desde 2015. As consequências documentadas para recém-nascidos têm crescido para uma longa lista de distúrbios conhecida como “Síndrome Congênita do Vírus Zika”. Sabemos que o vírus pode ser transmitido por relações sexuais, acrescentando mais recomendações preventivas para as mulheres em idade fértil”, disse.

Por Agência Brasil

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