documento - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png documento - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Jovens concluem prévia de documento pré-sinodal https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/jovens-concluem-previa-de-documento-pre-sinodal/ Fri, 23 Mar 2018 07:48:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51386 Nesta quinta-feira, 22, os 300 jovens participantes da reunião pré-sinodal no Vaticano concluíram a prévia do documento a ser entregue no Domingo de Ramos, 25, ao Papa Francisco. O documento é uma oportunidade de promover questionamentos e respostas surgidos durante a reunião pré-sinodal aos bispos que participarão do Sínodo dos Jovens em outubro deste ano, 2018.

Desde terça-feira, 20, os participantes da reunião foram divididos em dez grupos de cada língua oficial, entre elas, o italiano, o inglês, o espanhol e o francês. Cada grupo foi formado por, no máximo, 10 jovens. Todos os integrantes do grupo contribuíram na discussão de assuntos ligados à juventude e à Igreja, de acordo com seus pensamentos, ideologias e religiões.

O brasileiro Thulio Fonseca, missionário da Comunidade Canção Nova e um dos participantes da reunião pré-sinodal, informou que após o diálogo nos grupos responsáveis pela produção do primeiro protótipo do documento, nesta quinta-feira, 22, foi aberta a possibilidade de contribuições pessoais.

Após as questões realizadas ontem, hoje, sexta-feira, 23, o documento pré-sinodal passa pela correção final. A aprovação do documento está marcada para sábado, 24. O documento será entregue ao Santo padre no domingo, 25.

Por Canção Nova

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Reunião pré-sinodal: Jovens não devem ter medo de falar, diz Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/reuniao-pre-sinodal-jovens-nao-devem-ter-medo-de-falar-diz-papa/ Mon, 19 Mar 2018 15:28:32 +0000 http://teste.toqueto.com/reuniao-pre-sinodal-jovens-nao-devem-ter-medo-de-falar-diz-papa.html Nesta segunda-feira, 19, o Papa Francisco esteve reunido com cerca de 300 jovens no Pontifício Colégio Internacional “Maria Mater Ecclesiae”, em Roma, durante a abertura da reunião pré-sinodal que preparará o documento para o próximo Sínodo dos Bispos, que acontecerá em outubro desde ano.

Da reunião participam jovens de várias religiões e também ateus, provenientes dos cinco continentes. No encontro, eles serão ouvidos e suas colaborações ajudarão a preparar o Sínodo, que tem como tema: “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional.”

O Papa foi acolhido pelo Cardeal Lorenzo Baldisseri, secretário geral do Sínodo dos Bispos, que explicou como aconteceriam os trabalhos. Logo após, deu a palavra ao Pontífice.

O Papa exortou aos jovens que não tenham medo de se dizer, de falar o que precisa ser dito. “Falem com coragem, digam o que vocês gostariam de dizer. Se alguém se sentir ofendido, peçam perdão e continuem…” Francisco ressaltou que o jovem tem necessidade de falar, e a Igreja tem a necessidade de escutar o jovem.

O Papa recordou que os participantes do encontro representam os jovens do mundo inteiro, e que sua contribuição é indispensável:

“Em muitos momentos da história da Igreja, bem como em inúmeros episódios bíblicos, Deus quis falar através do mais jovens: penso, por exemplo, em Samuel, Davi e Daniel. Tenho confiança, disse o Papa, acredito que nestes dias também falará através de vocês.”

Francisco afirmou que frequentemente se fala sobre os jovens, mas sem os incluir nos questionamentos, e que uma boa análise sobre o mundo juvenil só pode ser feita pelo encontro face a face, e demonstrou sua preocupação com a juventude:

“Os jovens devem ser levados a sério. (…) Parece-me que estamos rodeados por uma cultura que, por um lado, idolatra a juventude, tentando não deixá-la passar jamais, de outro, exclui tantos jovens de serem protagonistas. Muitas vezes vocês são marginalizados da vida pública e se encontram a mendigar ocupações que não lhes garantem um futuro. Frequentemente são deixados sozinhos.”

Sobre o Sínodo, o Papa disse que espera que seja um apelo à Igreja, para que se redescubra “um renovado dinamismo juvenil”:

“O coração da Igreja é jovem precisamente porque o Evangelho é como uma linfa vital que a regenera continuamente. Cabe a nós sermos dóceis e cooperarmos nesta fecundidade. Nós o fazemos também neste caminho sinodal, pensando na realidade dos jovens em todo o mundo. Temos necessidade de recuperarmos o entusiasmo da fé e o gosto da busca. Precisamos encontrar novamente no Senhor a força para nos levantarmos das falências, de avançar, de fortalecer a confiança no futuro. Precisamos ousar novos caminhos, mesmo que isso envolva riscos. Devemos arriscar, porque o amor sabe arriscar; sem arriscar, um jovem envelhece, e a Igreja também envelhece.”

Participante do encontro

Thulio Fonseca, natural de São Sebastião do Paraíso (MG) e missionário da Comunidade Canção Nova é um dos participantes da reunião pré-sinodal e fala sobre este momento com o Papa:

“Hoje pela manhã foi um dia de muita visita pra nós. Sentimos um papa muito perto, muito simples, muito acessível. Era como se ele estivesse entre conhecidos. Essa era a sensação que nós tínhamos. Para nós é uma graça e uma responsabilidade muito grande participar deste encontro.”

Thulio ressaltou que o discurso do Papa foi a partir da realidade dos jovens, e da coragem que precisam ter de falar o que precisa ser dito:

“O Papa disse que a Igreja quer nos ouvir, e não devemos ter vergonha, mas sermos caras de pau, que temos que ter medo é de não falar. Disse que os jovens são protagonistas deste mundo, e que devemos ter cuidado com a cultura da maquiagem, pois muitas vezes queremos maquiar as coisas, fazer com que elas se mostrem diferentes, mas que na verdade devemos mostrar as coisas como elas são.”

O jovem conta que também o momento em que o Papa se colocou para ouvir os cinco jovens representantes de cada continente, que trouxeram as realidades vividas em cada localidade, também o marcou:

“Uma jovem da África falou sobre as moças que são olhadas somente pelos seus corpos, que vivem uma escravidão sexual. O jovem que representou a América falou sobre a atual descrença em Deus. Após cada um dos relatos, o Papa respondia a cada um e reforçava de forma muito concreta, que a Igreja está disposta a dialogar e parar para pensar nessas realidades. O Papa ainda pediu perdão em nome dos cristãos que ofendem as pessoas, aqueles que são batizados, mas fazem coisas horríveis, e disse que a Igreja hoje quer ter uma nova ótica sobre os fatos.”

Na parte da tarde, começaram os trabalhos de grupo. Os jovens foram divididos em grupos linguísticos- inglês, espanhol, francês e italiano- e trataram dos temas que comporão o documento pré-sinodal, que será entregue ao Papa no domingo, 25.

Por Canção Nova 

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Pediatras orientam creches e escolas sobre uso de medicamentos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pediatras-orientam-creches-e-escolas-sobre-uso-de-medicamentos/ Mon, 11 Sep 2017 14:13:36 +0000 http://teste.toqueto.com/pediatras-orientam-creches-e-escolas-sobre-uso-de-medicamentos.html A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulga nesta segunda-feira, 11, um documento com orientações para o uso de remédios em creches e escolas. Segundo os pediatras, a administração de medicamentos por educadores nas instituições de Educação Infantil deve seguir critérios de segurança para evitar prejuízos na saúde e nas atividades pedagógicas das crianças.

O objetivo é evitar o uso inadequado ou a automedicação e promover educação em saúde no ambiente escolar. Se o estado de saúde da criança for bom, de uma maneira geral, ela pode receber a medicação na própria escola, com alguns cuidados, para evitar que sua frequência às aulas fique prejudicada, se assim a instituição permitir.

Os médicos recomendam aos pais que encaminhem sempre à escola ou creche a receita médica e os remédios em suas embalagens originais, identificados com o nome das crianças para evitar enganos. Caso os pais não tenham a receita em mãos, ela poderá ser enviada diretamente pelo médico da criança à escola por fax ou outro meio de comunicação.

Os pediatras recomendam ainda que na escola seja dado o menor número possível de doses, uma vez que a instituição pode atrasar ou esquecer o horário de aplicação do medicamento. A SPB alerta que os pais devem aceitar que muitas escolas podem considerar inviável interromper a rotina de atividades para a administração de remédios com intervalo curto de tempo ou que demandem certa complexidade, como nebulizações, por exemplo.

Outra orientação é para que os pais mantenham contato permanente com a equipe escolar, principalmente se o medicamento for de uso contínuo ou em outras situações especiais. No caso dos adolescentes, eles podem se responsabilizar por sua medicação.

O guia será encaminhado aos pediatras e também pode ser acessado no portal da SBP.

Por Agência Brasil

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Cardeal redator do Catecismo da Igreja Católica sobre 25 anos do documento https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-redator-do-catecismo-da-igreja-catolica-sobre-25-anos-do-documento/ Wed, 30 Aug 2017 09:04:15 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48194 A publicação do Catecismo da Igreja Católica (CIC) completa 25 anos em 2017. Por esta ocasião, o portal ACI Digital entrevistou o Cardeal Estanislao Karlic, um dos poucos escolhidos para a elaboração deste importante documento.

O Arcebispo Emérito do Paraná, Argentina, de 91 anos, confessou que ficou surpreso em 1986, quando foi convidado a ajudar neste “excelente trabalho” no qual diversos bispos propuseram e que “São João Paulo II aceitou imediatamente”.

“Excelente pelo que é, atrever-se a fazer neste tempo, neste século, depois de séculos, um Catecismo que inclui, reúne uma visão completa, orgânica e ordenada para o mundo de hoje. É um excelente trabalho que, depois de séculos foi feito com a graça de Deus”, afirmou o purpurado, que recebeu a notícia para fazer parte comissão de redação do novo CIC quando já havia sido eleito Arcebispo do Paraná.

Ao comentar o tempo que levou para ser escrito o trabalho, o Cardeal recordou os aproximadamente sete anos de esforço para terminar a sua primeira edição, que logo depois foi publicada em 11 de outubro de 1992, originalmente em francês.

“Foi um excelente trabalho, pois teve a participação de toda a Igreja. Não chegamos a completar 7 anos de trabalho e já foi concluído. Mas algo maravilhoso é que acabou sendo escrito em francês, mas foi necessário esperar para prepará-lo para a edição típica de outros anos. Entretanto, foi entregue em 7 de dezembro de 1992 com tradução em italiano e castelhano. Logo depois de ser entregue nesta redação, foi feita a edição típica para ser escrita em latim”, explicou.

Dom Karlic lembrou ainda que, naquele momento, o Papa São João Paulo II não pediu esta missão a nenhum cardeal, entretanto, concedeu “esta honra” aos bispos e arcebispos que constituíram a comissão de redação. Muitos deles, depois de alguns anos, foram criados cardeais.

“Não posso deixar de recordar as pessoas com as quais trabalhamos ombro a ombro, em uma parte do Catecismo: o Cardeal Jorge Medina Estévez, do Chile, com quem me tornei mais amigos e disfrutamos as maravilhas de fazer esta síntese da doutrina católica”.

Os funcionários do CIC, prosseguiu, “tiveram belos encontros duas ou três vezes por ano”, nos quais “expressaram todas as suas opiniões”.

“O Cardeal Joseph Ratzinger (atual Papa Emérito, Bento XVI) liderou os trabalhos com muita sabedoria e, deste modo, chegamos com a visita ordinária do Papa em cada reunião para que pudéssemos ser testemunhas fiéis da doutrina católica”, ressaltou.

Nesse sentido, o Cardeal Estanislao Karlic disse que era “muito importante o trabalho em conjunto, de propor realmente o que era a doutrina católica, e não simplesmente o que poderia ser uma escola dentro da teologia da Igreja”.

“Era necessário ser estrito para propor somente o que poderia ser o Magistério ordinário da Igreja. Esse esforço ajudou a viver em uma disciplina muito sincera e muito bonita. O Catecismo contém a doutrina católica que pertence ao Magistério ordinário do Papa, como queria São João Paulo II”.

No final da entrevista, o religioso assinalou que “era lindo escutar o Papa quando, no final do nosso trabalho, nos dizia a sua breve mensagem e saudava pessoalmente cada um de nós, dando-nos um terço a fim de encorajar-nos neste trabalho que deveria durar alguns séculos”. (LMI)

Por Gaudium Press, com ACI Digital

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Dom Joaquim Mol afirma que a Igreja diz ao povo: “Erga a cabeça!” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-joaquim-mol-afirma-que-a-igreja-diz-ao-povo-erga-a-cabeca/ Wed, 03 May 2017 08:05:29 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46023 O bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG), dom Joaquim Giovani Mol, falou aos jornalistas na tarde desta terça-feira, dia 2 de maio, sobre o atual momento nacional. A crise ética na política, a questão econômica e algumas preocupações do episcopado tiveram lugar na fala do prelado, como o da questão da violência, dos direitos das comunidades tradicionais, da criminalização dos movimentos sociais, do desemprego e a da degradação do meio ambiente.

A palavra de dom Mol foi de análise conjuntural, apresentando as situações que se colocam na realidade e algumas causas e pontuando papéis importantes na sociedade para a superação do quadro em que o país se encontra. Para o bispo, a reconstrução do país deverá salvaguardar quatro pontos fundamentais: a dignidade da pessoa humana, a liberdade, a paz e a justiça. “Temos esperança de que o povo brasileiro alcançará [a reconstrução] porque a nossa esperança está fundada em Jesus Cristo Nosso Senhor”, afirmou esperançoso.

Dom Joaquim Mol revelou que está sendo objeto de reflexão da 55ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) um texto sobre o atual momento que o Brasil vive. Na manhã de hoje, os bispos debateram uma prévia do que será um pronunciamento oficial da entidade.

A Igreja, como serva da humanidade, assim chamada por Paulo VI no fim do Concílio Vaticano II, deve dar as contribuições à luz do Evangelho sobre tudo que diz respeito ao bem da humanidade, de acordo com dom Mol.

Situação atual

O momento é de perplexidade e de falta de perspectiva da população, segundo o bispo. Dom Mol começou abordando a situação da corrupção e desprezo da ética por parte de agentes púbicos e privados.

“Esta perplexidade tem causado um mal muito grande à nossa sociedade, que leva a população brasileira a desacreditar, a se desencantar com os poderes no Brasil, Legislativo, Executivo e Judiciário. E isso é não só muito ruim, mas grave, porque trata-se de instituições que têm que ter perenidade, elas garantem o desenvolvimento da sociedade, a organização da sociedade”, ponderou.

Para o bispo, o descrédito por parte da população não contribui para a solução dos problemas. Ele ressalta que a voz da Igreja vai no sentido de dizer ao povo: “erga a cabeça! Precisamos compreender o que está acontecendo há vários anos para tomarmos parte de tudo isso: viver, praticar uma democracia verdadeiramente participativa”. Tal envolvimento é uma obrigação com os atos acompanhar, zelar, questionar, ajudar e rezar pelas pessoas que representam a população.

Economia

O contexto econômico é de “verdadeiro suplício”, de acordo com dom Joaquim Mol. Ele explica a expressão lembrando de uma fala do papa Francisco: “uma economia que não coloca a pessoa humana à frente como primazia, ela mata as pessoas, porque, no lugar das pessoas, coloca o mercado, o capital”. Dom Mol recordou ainda que a Doutrina da Igreja evidencia a primazia da pessoa humana sobre o mercado e do trabalho sobre o capital, “exatamente o contrário do que propõe a economia de mercado”. O pensamento da Igreja é aquilo que satisfaz a condição humana de viver com dignidade sobre a face da terra.

“Quando a economia inverte esses valores, ela se torna um suplício para boa parte da população”, alerta dom Mol. Neste sentido, para uma pequena parte da população a economia é “escandalosamente” benéfica, por conta do acúmulo de riquezas. O bispo ressaltou a necessidade de o Estado ser o regulador do mercado.

Os últimos pontos da análise apresentada pelo bispo foram: a questão dos direitos das populações tradicionais, a criminalização dos movimentos sociais, o desemprego e a violência, também gerada pela falta do trabalho. “É uma violência para a família”, disse referindo-se ao desemprego.

“É violência também esse esforço que tantas pessoas fazem de incutir ideias, privações e legitimações nas nossas cabeças de forma escravizante. A isso a gente dá o nome de ideologias escravizantes, totalitárias, que vão nos fazendo mover dentro da na sociedade, não na perspectiva de transformar a sociedade, mas de mantê-la assim, como satisfaz apenas a um pequeno grupo”, denunciou.

Dom Mol ainda falou da falta de perspectiva para os jovens que, sem direcionar seu olhar para o futuro, procura-o “de maneira fantasiosa através de outros recursos que ele pensa que são favoráveis à sua vida”, gerando um terreno fértil para a entrada das drogas e outros males. Outra preocupação dos bispos apresentada é a degradação e exploração irracional do meio ambiente.

Papeis importantes

O Poder Judiciário e a imprensa têm um papel importante no processo de reconstrução do país. O primeiro na medida em que garante o direito e a justiça, porque esse é seu papel, mas é esperada uma atuação independente, autônoma, fundada no cumprimento da lei, isonômica, igual para todos. E a mídia, à qual cabe informar e colocar-se a serviço da verdade. “No nosso entender, deve ser uma atuação livre, plural e independente”, afirmou o bispo que concluiu: “entendemos que o caminho do diálogo até a exaustão em momentos de crise e de acirramento é fundamental para que o país possa se entender, se compreender para criar condições de desenvolvimento para todos”.

Por CNBB
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Vaticano apresenta carta do Papa para 9ºEncontro Mundial das Famílias https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/vaticano-apresenta-carta-do-papa-para-9oencontro-mundial-das-familias/ Thu, 30 Mar 2017 11:51:36 +0000 http://teste.toqueto.com/vaticano-apresenta-carta-do-papa-para-9oencontro-mundial-das-familias.html O Vaticano apresentou nesta quinta-feira, 30, a carta do Papa Francisco para o 9º Encontro Mundial das Famílias, que será realizado em 2018 em Dublin, na Irlanda. O documento inicia os preparativos anunciando a data do evento, 21 a 26 de agosto com o tema “O Evangelho da Família: alegria para o mundo”.

Na carta, Francisco apresenta algumas orientações para que as famílias possam se preparar para o encontro. Uma delas é a reflexão e a partilha da Exortação Apostólica Amoris Laetitia, sobre o amor na família, documento publicado após o Sínodo da Família.

O Santo Padre destaca que o Evangelho e a família continuam sendo uma boa notícia para o mundo de hoje. “A família é o ‘sim’ do Deus Amor. Somente a partir do amor a família pode manifestar, difundir e regenerar o amor de Deus no mundo. Sem o amor não se pode viver como filhos de Deus, como casal, pais e irmãos”, afirma.

A ênfase do Papa na carta é justamente para o amor, ele propõe que as famílias sempre se perguntem se estão vivendo a partir do amor, o que significa perdoar-se, respeitar o outro, doar-se ao outro. E voltou indicar as três palavras-chave para a boa convivência familiar: “por favor”, “obrigado” e “desculpa”.

O Papa também fala da família como lugar de misericórdia e testemunha de misericórdia. “Depois do Jubileu Extraordinário, o serão ainda mais e o Encontro de Dublin poderá oferecer sinais concretos”.

A carta foi endereçada ao prefeito do órgão vaticano para os leigos, a família e a vida, Cardeal Kevin Farrel, a quem o Papa confia o ensinamento sobre a Amoris Laetitia nesse tempo de preparação. Francisco também se dirigiu à arquidiocese de Dublin e a toda a nação irlandesa, agradecendo pela acolhida para o encontro.

Sobre o Encontro Mundial

O Encontro Mundial das Famílias foi instituído pelo Papa João Paulo II. Em 1994, ele instituiu o Ano das Famílias e promoveu a primeira edição do Encontro. O Santo Padre participou de quatro edições: Roma (Itália), Rio de Janeiro (Brasil), Roma (Itália) e Manila (Filipinas), sendo que nessa última participou por videoconferência devido a seu estado de saúde.

No Pontificado de Bento XVI, hoje Papa Emérito, foram realizadas mais três edições: Valência (Espanha), Cidade do México (México) e Milão (Itália). 

A última edição do encontro foi em setembro de 2015, na Filadélfia, Estados Unidos. Esta foi a primeira vez que o Papa Francisco participou do encontro.

Por Canção Nova

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Vaticano reafirma orientações da Igreja contra a eutanásia https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/vaticano-reafirma-orientacoes-da-igreja-contra-a-eutanasia/ Tue, 07 Feb 2017 08:06:32 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44260 O Vaticano reafirmou nesta segunda-feira, 6, as suas orientações contra a eutanásia, num documento para agentes pastorais divulgado por ocasião do Dia Mundial do Doente 2017 (11 de fevereiro).

A “Nova Carta dos Operadores Sanitários’, apresentada em coletiva de imprensa, apresenta uma seção dedicada ao tema “morrer”, abordando a atitude diante do doente em fase terminal.

O texto aborda o tema da alimentação e hidratação artificial, consideradas como “cuidados básicos devidos” aos doentes, bem como a da sedação paliativa nas fases mais próximas da morte, que a doutrina católica aceita, “segundo os corretos protocolos éticos”.

O novo documento rejeita práticas como o diagnóstico genético pré-implantação, aborto ou experiências com menores ou adultos incapazes de decidir sobre as mesmas.

A celebração internacional do Dia Mundial do Doente vai acontecer este ano no santuário francês de Lourdes, sob a presidência do cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, como enviado especial do Papa Francisco.

Na mensagem que enviou ao legado pontifício, em latim, o Papa apelou ao cuidado integral da pessoa, “alma, mente e corpo”.

Por Canção Nova, com Agência Ecclesia

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