dívidas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png dívidas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Educador Financeiro dá dicas para utilizar o recurso do FGTS https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/educador-financeiro-da-dicas-para-utilizar-o-recurso-do-fgts/ Wed, 15 Feb 2017 09:23:42 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44462 A partir do próximo dia 3 de março, mais de 30 milhões de trabalhadores terão direito a retirar o dinheiro retido nas contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). 

De acordo com o Governo Federal, são mais de R$ 43 bilhões parados nessas contas e a estimativa é que R$ 34 bilhões sejam sacados pelos trabalhadores.

Mais da metade dos beneficiários tem, no máximo, R$ 500 para sacar, segundo o governo. Outros 24% têm saldo entre R$ 500 e R$ 1.500. Os dois grupos representam 80% do total de pessoas com direito a sacar o dinheiro. Os demais têm mais de R$ 1.500 a receber.

O fato é que esse dinheiro terá um impacto significativo e positivo na economia do país, sobretudo, neste momento de crise. Mas, para o educador financeiro, José Roberto Romoaldo, a grande questão agora é o que o trabalhador fará com esse recurso.

“O interessante é que ele consiga antecipar um sonho que ele tenha, caso não tenha dívidas. Já a pessoa que possui uma dívida e está conseguindo paga-la mês a mês, o interessante é que ela faça uma reserva, porque, a dívida que está sendo paga em dia, não precisa ser mexida. Somente em casos de inadimplência é que a pessoa deve usar esse recurso para fazer uma negociação e sair dessa situação”, disse.

“Em caso de inadimplência, a sugestão é que ela faça uma boa negociação e pague o valor. Caso a dívida seja maior que o dinheiro [do FGTS], a pessoa deve fazer uma reserva e assim que tiver a quantia, refazer a negociação e quitar a dívida”, explicou.

Aplicação

O especialista acredita que a poupança não seja a melhor opção para quem quer fazer uma aplicação do recurso sacado. Segundo ele, a pessoa deve procurar outra formas, como a aplicação em renda fixa.

“O Brasil é o país da renda fixa. Nós temos grandes opções de investimentos com relação a renda fixa que realmente geram riqueza, fazendo com que o dinheiro cresça, com um pouco de risco, ou quase nenhum”, afirmou.

A indicação é que o trabalhador procure um especialista ou mesmo o gerente de seu banco para auxiliar na busca pelas melhores alternativas.

Repensar o dinheiro

O especialista José Roberto indica que, antes de pensar na aplicação, em onde gastar o dinheiro, ou mesmo já sair comprando desenfreadamente, é bom para o trabalhador fazer um diagnóstico das finanças e passar a olhar mais para os sonhos.

“Eu acho que é isso que move as pessoas para que elas façam novas coisas. Se motivar através dos sonhos seria um primeiro passo. Depois, começar a repensar o dinheiro. Como essa questão do recurso do FGTS, muitos estão olhando como algo a mais – apesar de ser uma renda extra – mas é parte do suor do trabalhador. Então, a partir do momento que as pessoas tomam consciência de que aquilo é resultado do próprio trabalho, elas começam a valorizar. É essa consciência que tem que ser despertada nas pessoas”.

Por Canção Nova, com colaboração de Osvaldo Luiz

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Total de famílias endividadas cai 3,9% em 2016 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/total-de-familias-endividadas-cai-39-em-2016/ Wed, 25 Jan 2017 09:07:37 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44108 O número de famílias com dívidas caiu 3,9% no ano passado, divulgou ontem (24) a Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em contrapartida, o número de famílias com contas ou dividas atrasadas (inadimplentes) aumentou 18,4% em comparação a 2015. Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de 2016.

O levantamento mostra que apesar da redução no número médio de famílias endividadas em relação a 2015, os indicadores de inadimplência apresentaram alta no período, principalmente no terceiro trimestre do ano. Com isso, a parcela de famílias com contas ou dívidas em atraso aumentou em relação a 2015, atingindo 23,6% do total.

Já o número de famílias inadimplentes (que não tiveram condições de pagar suas contas em atraso) alcançou 8,9% – um aumento de 25,2% em comparação com o ano anterior.

Para o economista da Confederação, Bruno Fernandes, tanto a queda do nível de endividamento como o aumento da inadimplência “foram reflexos da retração da economia doméstica em 2016”. Para ele, “a desaceleração do consumo, proveniente da piora do mercado de trabalho e das altas taxas de juros, ocasionou maior dificuldade às famílias para honrar os seus compromissos no período”.

Cartão de Crédito

A pesquisa divulgada pela CNC constatou mais uma vez que, assim como nos anos anteriores, o cartão de crédito foi o principal responsável pelo endividamento, com a modalidade atingindo no ano passado 77,1% das famílias. O carnê vem em segundo lugar, atingindo 15,4% das famílias e, em terceiro lugar, as dividas contraídas por famílias para financiamento de carro, que chegam a 11,2% do total.

Outro dado importante, constatado pela pesquisa, foi o crescimento do crédito pessoal entre os tipos de dividas mais citados, com 10,3% de participação, “contrariando uma tendência de redução neste tipo de endividamento, que vinha sendo observado nos últimos três anos”. No ano passado, por exemplo, a média deste tipo de endividamento era de 9%.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor de 2016 constatou uma piora na percepção das famílias em relação ao seu nível de endividamento, embora a parcela média da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas tenha permanecido estável em 30,6%.

Já a média anual do percentual de entrevistados que relataram estar muito endividados aumentou de 12,4% em 2015 para 14,3% em 2016.

A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

Por Agência Brasil

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