Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:01:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Encontro Diocesano da Dimensão Litúrgica teve estudo sobre os quatro pilares presentes nas Diretrizes da Ação Evangelizadora https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/encontro-diocesano-da-dimensao-liturgica-teve-estudo-sobre-os-quatro-pilares-presentes-nas-diretrizes-da-acao-evangelizadora/ Wed, 01 Jun 2022 18:32:11 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=63852 Aconteceu dia 29 de maio, o V encontro Diocesano da Dimensão Litúrgica da Diocese de Uruaçu-GO. O encontro, que contou com a participação de 106 pessoas, abordou o tema “Os Quatro Pilares: Palavra, Pão, Caridade e Ação Missionária”. Nosso bispo diocesano, Dom Giovani Carlos, ficou responsável pela I Conferência sobre Espiritualidade da Palavra. Já a conferência sobre Pão e Caridade, foi desenvolvido pelo padre Wolney Alves e o padre André, por sua vez, tratou do tema Ação Missionária.

Os temas expostos são parte das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2022), documento 109 da CNBB em que a casa e os pilares, a casa, sustentada pelos quatro pilares, é um lugar onde as portas devem estar sempre abertas, para que todos possam entrar e sair, nutridos pela Palavra e pela presença viva de Jesus Cristo.

No decorrer do encontro houve a Santa Missa, partilha entre grupos, dinâmica e espiritualidade.

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Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Minaçu, teve formação sobre as DGAE https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/paroquia-nossa-senhora-das-gracas-em-minacu-teve-formacao-sobre-as-dgae/ Fri, 06 May 2022 23:11:49 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=63676 No último domingo, 1º de maio, a Paróquia Nossa Senhora das Graças realizou na Capela Santo Antônio de Pádua, distrito de Cana Brava (filó) localizada na cidade de Minaçu, uma formação para coordenadores e membros de pastoral sobre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). O momento contou a participação das capelas rurais. A formação foi conduzida pelo pároco, padre Cornélio José, e teve ainda a participação de palestrantes da paróquia. Houve ainda oficinas e momentos de partilha em grupos.

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Diocese de Uruaçu escolhe prioridades pastorais para 2020, em Avaliação Diocesana Anual https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/diocese-de-uruacu-escolhe-prioridades-pastorais-para-2020-em-avaliacao-diocesana-anual/ Thu, 05 Dec 2019 13:03:20 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=57329 Aconteceu nos dias 29 e 30 de novembro, no CTL, em Uruaçu, a Avaliação Diocesana de Pastoral, da nossa Diocese. Foram convocados a participar do evento, todo o Clero, os diáconos, um representante de cada congregação religiosa presente na diocese, um representante de cada nova comunidade, um leigo de cada paróquia e santuário, os coordenadores das pastorais, movimentos, organismos e serviços presentes na diocese e um membro da Escola Diaconal São Lourenço. Em pauta, a avaliação da caminhada de 2019 e em base às novas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019 -2023) foram feitas escolhas pastorais a partir do Plano Diocesano de Pastoral.

Foi um momento significativo da Igreja Diocesana em que os participantes puderam discutir, apresentar sua caminhada pastoral e apontar horizontes para o crescimento da ação pastoral da diocese. O administrador diocesano, padre Francisco Agamenilton, em sua exposição sobre as DGAE e o Plano Diocesano de Pastoral (2015-2019) destacou que o desafio da Igreja é “tirar coisas novas daquilo que sempre tivemos, que é Jesus Cristo”. Isso pode ser feito por meio da valorização das pequenas comunidades missionárias, um dos pontos-chaves das novas diretrizes da ação evangelizadora.

Padre Agamenilton também disse que as comunidades eclesiais missionárias são o referencial da Igreja, por isso é preciso investir trabalho nessa dimensão. “Precisamos constituir comunidades missionárias, isto é, criá-las e onde já existem, trabalhar para que se tornem missionárias”, pontuou. Ele ressaltou que o foco das novas DGAE “não são os pilares, mas sim o elemento casa, que é o lugar de encontro, de ternura, de solidariedade, é o lugar da família”.

Operar pastoral
As ações pastorais, conforme o administrador diocesano, devem valorizar a participação das pessoas. Isso quer dizer não tratar o povo de Deus como massa e considerar a pessoa na sua totalidade. Eis, portanto, o desafio da pluralidade e do acolhimento. Ele também apontou que a Diocese de Uruaçu precisa crescer em caridade. “A caridade leva à defesa da vida desde a concepção até a morte natural. Esse ponto contempla também a natureza”.

Em seguida, ele discorreu sobre o elemento casa presente nas DGAE e os seus pilares: caridade, pão, Palavra e ação missionária. Lembrou que o coordenador da comunidade eclesial missionária é o leigo. “O cristão leigo dá a vida pela Igreja e na sua vocação laical exerce um verdadeiro ministério de serviço”, afirmou. O lugar do padre na pequena comunidade, conforme afirmou é de cuidador e animador. “Somos os homens da comunhão que devem promover a unidade entre todos, descentralizando, criando, setorizando as comunidades para que cheguem mais perto das pessoas”. Sobre esse aspecto ele fez uma reflexão: “Quantos quilômetros nosso povo tem que caminhar para chegar à Igreja? A ideia é descentralizar para aproximar. E Igreja nas casas não se traduz em missas nas casas. A Igreja nas casas tem um papel missionário e o padre aí exerce o tríplice múnus de santificar, governar e ensinar”, esclareceu.

Com relação à missa, padre Agamenilton disse que é o ponto de encontro, a culminância da missão, o ponto de chegada. É onde todos as comunidades se encontram, mas é também o ponto de partida. A porta da casa é onde as pessoas são acolhidas e de onde a Igreja também parte em missão. Já a ação missionária deve atingir quem está dentro e fora da Igreja. “Esse é o paradigma, não é evangelizar só para nós mesmos”, afirmou. A liturgia, por sua vez, é o coração da Igreja. “Crescemos muito em liturgia. Nossa Igreja particular é rica nesse aspecto, mas nos falta avançar em caridade. Nossos altares estão cheios de gente, mas tem muitas pessoas precisando da nossa ação pastoral lá fora”, provocou. Por fim, ele deu o exemplo de algumas pastorais que precisam de missionários, entre elas a Pastoral da Criança, que conta apenas com 5% das crianças acompanhadas na diocese.

Pe. Agamenilton fala sobre ações pastorais escolhidas para 2020

Santa Missa
Na manhã do sábado (30) as atividades do dia começaram com a Santa Missa presidida pelo padre Agamenilton. A liturgia celebrava a Festa de Santo André – Apóstolo. Em sua homilia, o administrador diocesano lembrou que ali selava-se mais um ano de ações pastorais em nossa diocese. “Nesta manhã celebramos essa Eucaristia, sacramento de comunhão. Ao final de um ano de missão, de trabalhos, de fadigas, de alegrias. Chegamos aqui ao final de um ano de muita entrega, consumação. Essas velas estão pela metade, mas sabe-se lá como está cada um de nós. Nesse consumir por Deus, pelos outros, chegamos aqui e celebramos o Sacramento da Comunhão de entregas, de vidas, de desejos sinceros de viver o batismo, de evangelizar, de ser santos e ainda nos encontramos aqui nessa diversidade que somos todos nós, próprio do povo de Deus. Nós padres, leigos consagrados, as religiosas, os religiosos; temos vocês leigos empenhados com suas famílias e seus trabalhos, seminarista também, cada um exercendo o seu ministério na Igreja”, comentou. Neste dia continuou, “nos encontramos aqui para agradecer a Deus, louvá-lo, bendizê-lo e pedir perdão pelas nossas omissões, pecados pessoais, comunitários e aqui nos encontramos ao fim de um caminho que é sede vacante e daqui queremos partir e como é providencial partir a partir, em base, fundamentado nessa Palavra de salvação que acabamos de ouvir” (Mt 4,18-22).

Quadro das escolhas das prioridades pastorais para 2020

Pilar

Pontos do Plano Diocesano de Pastoral 2015-2019

PALAVRA

PDP 139: “Formar o Povo de Deus para a redescoberta e valorização das Sagradas Escrituras na vida pessoal e comunitária”.

PÃO

PDP 125: “Trabalhar para que seja parte integrante do itinerário de iniciação cristã a inserção pastoral, tendo em vista que “a vida se alcança e amadurece à medida que é entregue para dar vida aos outros”. (EG, n. 10)”.

CARIDADE

PDP 156: “Fortalecer a Pastoral Familiar, considerando a Família “um dos eixos transversais da ação evangelizadora”. (cf. DGAE, n. 111)

a) Formar nas paróquias, a partir do pós-matrimônio, casais que possam acompanhar os neocasados em sua nova jornada, de modo a inspirar-lhes a proposta do Reino de Deus e inseri-los na vida eclesial.
b) Favorecer aos casais de segunda união a integração nas pastorais, associações e movimentos sob a orientação da Familiaris Consortio e Exortação pós-sinodal sobre a família Amoris Laetitia”.

AÇÃO MISSIONÁRIA

PDP 116: “Fortalecer o acompanhamento do discípulo missionário após os encontros, ajudando-o com oração e formação a assumir com dedicação e perseverança sua identidade missionária”.

Compromissos assumidos junto ao Regional Centro-Oeste da CNBB

Compromisso geral: queremos ser cristãos em comunidades eclesiais missionárias (referência ao PDP 145).

1. Motivar as pastorais, movimentos, organismos e serviços, para que integrem em sua vivência os elementos específicos das comunidades eclesiais missionárias, com seus pilares: Palavra, Pão, Caridade e Ação Missionária.

2. Propor itinerários e elaborar subsídios que favoreçam a animação bíblica nas comunidades eclesiais missionárias, especialmente por meio da Lectio Divina (referência ao PDP 142).

3. Formar Ministros Leigos da Palavra, com espírito missionário, conforme Documento 108 da CNBB – Ministério e Celebração da Palavra (referência ao PDP 141).

4. Capacitar leigos no conhecimento da Doutrina Social da Igreja (referência ao PDP 153).

5. Implantar e aperfeiçoar os Conselhos Missionários em todos os níveis: paroquial, arqui/diocesano e regional (referência ao PDP 114).

Resumo dos principais momentos da Avaliação Diocesana de Pastoral 2019

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Novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil são apresentadas na Assembleia Diocesana da RCC https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/novas-diretrizes-gerais-da-acao-evangelizadora-da-igreja-no-brasil-sao-apresentadas-na-assembleia-diocesana-da-rcc/ Wed, 13 Nov 2019 14:38:53 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=57136 Com o tema “O amor de Deus foi derramado em nossos corações”, aconteceu nos dias 8 a 10 de novembro, em Itapaci (GO) a Assembleia Diocesana da Renovação Carismática Católica (RCC). O evento foi conduzido pelo coordenador diocesano da RCC, José Henrique, bem como os coordenadores diocesanos de ministério e os paroquiais.

O administrador diocesano de Uruaçu, Pe. Francisco Agamenilton, esteve presente. Além dele, também participou o pároco da Paróquia Imaculado Coração de Maria, Pe. Edval, e o diretor espiritual da RCC, Pe. Marcelo Francisco.

Durante a Assembleia organizada pela comunidade de Itapaci, muitos fiéis louvaram, celebraram, partilharam e desenvolveram as formações propostas. Foram dias de intensas atividades e oração. No dia 8, a missa de abertura foi presidida pelo Pe. Agamenilton. Em sua homilia, ele ressaltou que o momento de Assembleia deve ser voltado para o perdão, reconciliação, ação de graças, e de novos caminhos. “Oxalá cada grupo de oração se torne uma comunidade eclesial missionária”, afirmou Pe. Agmenilton.

A missa da manhã do dia 9 foi presidida pelo Pe. Marcelo. Logo após, Pe. Edval apresentou as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2023), destacando a importância em perseverar no Espírito Santo que move e unifica os corações. As DGAE propõem o princípio de casa, isto é, de criar uma realidade de lar dentro da Igreja. Ainda no dia 9, membros da RCC da Diocese de Uruaçu dirigiram o grupo de oração, e celebraram com Jubileu dos 50 anos da RCC no Brasil.

Por fim, no domingo (10) os trabalhos foram desenvolvidos ao longo de toda a manhã. A Assembleia foi encerrada com a missa presidida pelo Pe. Marcelo. O evento foi a oportunidade de renovar a fé e expressar a alegria de servir a Cristo por meio da missão.

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Cultura urbana, desafio à missão da Igreja https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/cultura-urbana-desafio-a-missao-da-igreja/ Mon, 04 Nov 2019 18:30:23 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=57059 O foco das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para o quadriênio de 2019 a 2023, aprovadas pela assembleia geral da CNBB em maio passado, é a missão da Igreja nas cidades e na cultura urbana. Essa atenção especial à missão da Igreja na cidade justifica-se por dois motivos: mais de 80% da população brasileira atual vive nas cidades pequenas, médias e grandes do País. Por outro lado, a cultura urbana, gerada sobretudo nas metrópoles, influencia também a população rural.

Não é demais afirmar que o futuro da evangelização é posto à prova na cidade e depende da capacidade da Igreja de lidar com o fenômeno urbano que, certamente, não é transitório, mas veio para ficar. A inversão da situação populacional brasileira, de uma maioria rural para uma maioria urbana, aconteceu em poucas décadas. Grande parte da população urbana atual ainda nasceu no campo ou em pequenos núcleos urbanos do interior. Essa recente reconfiguração urbana da população tem um significado especial para a compreensão das mudanças culturais do povo brasileiro nesses mesmos decênios mais recentes. Também da mentalidade e das atitudes religiosas.

A cidade grande é lugar de afirmação das liberdades, da autonomia, da individualidade, do comportamento das massas e da solidão. Lugar da abundância e das carências, das mais diversificadas oportunidades e atrações para ocupar o tempo; ambiente das solicitações mais variadas para capturar as atenções e direcionar os interesses. Lugar também do pluralismo religioso, dos muitos pregadores da fé e do contrário da fé e da oferta de propostas religiosas inseridas na lógica da grande feira de oportunidades. E as pessoas pouco formadas e esclarecidas, ou pouco firmes na própria fé, enfrentam a tentação da lógica da cidade grande e do abandono dos laços, talvez já tênues, com a comunidade de fé e com a Igreja. A cidade grande favorece a multiplicidade de expressões de religiosidade, mas também coloca duramente à prova a fidelidade à fé.

As novas Diretrizes Gerais da CNBB recordam que a Igreja Católica está comprometida com o anúncio do Evangelho de Jesus Cristo em todos os tempos e lugares. Por isso mesmo, ela precisa encontrar os modos e métodos adequados para realizar sua missão também na cultura urbana, por mais complexa e desafiadora que seja. Nenhum campo da convivência humana está excluído do anúncio do Evangelho. E essa missão precisa ser realizada na fidelidade a Jesus Cristo e ao reino de Deus que Ele veio anunciar e já tornar presente no mundo. O esforço da Igreja deverá ser orientado para levar essa Boa Nova de Jesus Cristo aos ambientes e expressões da cultura urbana.

Isso requer, em primeiro lugar, da parte de cada membro da comunidade eclesial, um esforço de constante volta a Jesus Cristo e ao Evangelho. Somente nossa conversão e afervoramento na fé nos tornarão capazes de sermos missionários de forma nova e criativa, como se faz necessário na metrópole. A Conferência de Aparecida, do Episcopado da América Latina e do Caribe (2007), chamou toda a Igreja do Continente a passar de uma pastoral de mera conservação, sem vitalidade, para uma pastoral decididamente missionária. E indicou o caminho que torna isso possível: o renovado encontro pessoal com Jesus Cristo e com Deus.

Nas cidade grande as comunidades da Igreja precisam ser fervorosas, firmes na fé e alegres no testemunho cristão. Devem ser comunidades eucarísticas reunidas, sobretudo aos Domingos, em torno do altar e da Palavra de Deus. Comunidades atentas aos processos de transmissão da fé e de iniciação à vida cristã dos seus membros novos e mais jovens. Comprometidas com a caridade pessoal e comunitária, em todas as suas expressões, e com a edificação do convívio social em base aos princípios da justiça, do respeito e da solidariedade.

E nossas comunidades, com todas as suas expressões organizadas e pastorais, precisam tornar-se verdadeiras comunidades missionárias a irradiar a alegria do Evangelho e a esperança do reino de Deus, no qual acreditam.

Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo (SP)

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Em Assembleia, Dioceses do Regional Centro-Oeste assumem compromisso: “Queremos ser cristãos em comunidades eclesiais missionárias” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/em-assembleia-dioceses-do-regional-centro-oeste-assumem-compromisso-queremos-ser-cristaos-em-comunidades-eclesiais-missionarias/ Sun, 27 Oct 2019 01:21:34 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56986 Aconteceu nos dias 18 a 20 de outubro, no Centro Pastoral Dom Fernando (CPDF) em Goiânia, a XX Assembleia Eclesial do Regional Centro-Oeste da CNBB. O evento contou com a participação de mais de cem pessoas, entre bispos, padres, diáconos, religiosos (as), e leigos (as) representantes das 12 dioceses, do Ordinariado Militar do Brasil e das pastorais, movimentos e organismos do Regional.

MATERIAIS:

DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA…

Encaminhamentos práticos para todos.pptx

INTRODUÇÃO.pptx

PESQUISA REGIONAL 3 PE CRISTIANO 18/OUTUBRO/2019

Pessoa humana no mundo urbano todos.pptx

Padre Francisco Agamenilton, administrador diocesano de Uruaçu, e padre Cristiano Faria dos Santos, da Arquidiocese de Goiânia, foram os assessores do evento. Eles se debruçaram sobre o tema “Desafios da Evangelização no mundo urbano” e o lema “Hoje preciso ficar na sua casa” (Lc 19, 5) à luz das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE).

Em sua exposição, padre Cristiano apresentou o resultado dos dados coletados através da Pesquisa de Opinião feita pelo Regional nos meses de agosto e setembro, sobre a realidade social e eclesial no estado de Goiás e no Distrito Federal. Padre Cristiano disse que para evangelizar nos tempos atuais, a Igreja precisa entender a realidade urbana. “Essa realidade do mundo urbano, impacta na ação pastoral da Igreja e por isso é um desafio”, disse. Segundo o assessor, é nessa realidade da vida agitada da cultura urbana que a Igreja precisa evangelizar. “Somos desafiados a evangelizar nessa realidade e ela precisa da nossa presença seja nas igrejas, nos condomínios e nas pequenas comunidades. O evangelho deve ser levado a todas as pessoas”, esclareceu.

Essas pequenas comunidades, ainda conforme padre Cristiano, são chamadas pelas novas DGAE de comunidades eclesiais missionárias. “É a forma de dizermos a toda a Igreja que cada movimento, cada pastoral, cada grupo, precisa ser um instrumento de evangelização da Igreja”. Ele ressaltou que as novas diretrizes da ação evangelizadora convocam toda a Igreja a resgatar as suas raízes. “A Igreja quer nos recordar que desde os primórdios nós nos fundamos em comunidades missionárias: pequenas comunidades que saiam em missão para anunciar o evangelho. Lá na origem da Igreja, no tempo apostólico, isso era muito claro, porque éramos uma Igreja pequena. Com o passar do tempo, nós crescemos e nos tornamos uma instituição eclesial presente no mundo todo. Pode ser que em algum momento da nossa caminhada nós perdemos aquele sinal distintivo de sermos comunidade eclesial missionária”.

Missão
Padre Agamenilton, por sua vez, disse que é preciso ouvir a voz da Igreja e ir. “A Igreja é chamada a evangelizar na cultura urbana. Deus quer ficar na nossa casa, que é esse mundo urbano, para que tenhamos alegria plena”. Segundo ele, as perguntas que precisamos responder para que a evangelização aconteça no mundo urbano são: o que é? Como fazer? O que fazer? Por que fazer?. “Nos deparamos com esse contexto da cultura urbana. Mudou? Mudou. É um tempo diferente daquele dos nossos bisavós, avós e até mesmo do tempo de criança das pessoas que estão aqui. Ainda que essa temática da cultura não seja uma novidade, pois já se falava da pastoral urbana em 1979 (Puebla) e agora estamos aqui com essa temática, temos feito esse processo e, diante dessa situação mudada, é preciso modificar o jeito de evangelizar. A missão precisa ser repensada porque a situação foi transformada. Não podemos evangelizar do mesmo jeito se as pessoas vivem de outra maneira em um mundo que é outro”, explicou.

Ao fim do evento, o presidente do Regional Centro-Oeste, Dom Waldemar Passini Dalbello, fez um balanço positivo e provocativo sobre os desafios da evangelização no mundo urbano. “A compreensão se sucedeu numa grande comunhão ao redor das escolhas feitas ao final da Assembleia, escolhas que o regional se compromete em assumir para que as comunidades eclesiais cresçam entre nós, em número, em qualidade de vida cristã e de missão. A aprovação dos compromissos comuns foi unânime. Nós tivemos todos os presentes assumindo o que está na carta compromisso assinada ao final dessa XX Assembleia Eclesial do Regional, de modo que agora concluída a assembleia nos resta a gratidão a todos que participaram e também nos resta a missão porque a própria assembleia se concluiu com a bênção e o envio missionário. É tarefa de todos agora crescermos nessas experiência comunitária e missionária”, declarou.

O conteúdo da Carta compromisso destaca que em unidade, as dioceses presentes no Regional Centro-Oeste querem responder aos desafios da evangelização no mundo urbano a partir de cinco pontos fundamentais para o quadriênio 2019-2023.

Confira a íntegra do texto abaixo.

Carta em PDF, CLIQUE AQUI

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“Onde houver laços humanos, ali a Igreja deve se fazer presente” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/onde-houver-lacos-humanos-ali-a-igreja-deve-se-fazer-presente/ Mon, 09 Sep 2019 18:12:37 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56681 O bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ) e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Joel Portella Amado, falou sobre os desafios de implementação das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE) – 2019-2023, aprovadas na 57ª Assembleia Geral dos Bispos, realizada em Aparecida (SP), em maio. Ele destaca, sobretudo, a necessidade de fortalecer os lanços humanos, a exemplo de São Paulo Apóstolo, tendo em vista a criação de novas comunidades eclesiais missionárias. “Em uma pequena comunidade missionária, o vínculo de relacionamento é muito importante”, disse. Veja, abaixo, a íntegra da entrevista publicada originalmente na edição nº 28 da Revista Bote Fé.

O que as igrejas particulares e as comunidades precisam fazer para implementar as DGAE aprovadas na 57ª Assembleia Geral? Qual o caminho a percorrer agora?

As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora 2019-2023 têm duas referências insiapensáveis: comunidade e missão. Para as comunidades, foi cunhado o termo comunidades eclesiais missionárias e para a missão nós ficamos com o “ad gentes”, ou seja, ir ao encontro dos outros. O que se pede da Igreja hoje é presença das comunidades eclesiais em todos os ambientes e que elas sejam acolhedoras, mas também missionárias. A imagem da casa nas DGAE fala muito dos pilares. Mas também é possível trabalhar com a ideia da porta, pois ela nos permite trabalhar com o acolhimento e a missão. É aqui que está a implementação.

O que fazer? Primeiro, no campo da missão, reconhecer que o “ad gentes” não é mais uma questão de geografia, mas que muitas vezes você tem ao seu lado, ao alcance da sua mão, uma pessoa para quem Jesus Cristo não significa mais nada. Hoje isso é global. As dioceses são chamadas à dimensão missionária de diversas maneiras. Entre elas, se sobressai a ideia de ter clareza que as posturas precisam ser “paradigmaticamente missionárias”, como diz o papa Francisco. Ou seja, tem que se preocupar com quem está fora. A prática mais comum no Brasil é a visita missionária, também chamada de missão popular ou Santas Missões.

É necessário encontrar formas de visitas missionárias que não sejam apenas para chamar para matriz. Mas que seja para dizer: “nós viemos te visitar e com você vamos fundar uma comunidade eclesial”. Não basta ter uma igreja numa grande área, mas é preciso ter presença de Igreja onde as pessoas vivem e estão. Por isso, que existe a conexão entre missão e comunidades eclesiais. Existem experiências como as de escolas católicas, nas quais em torno do carisma do (a) fundador (a) os pais se reúnem em comunidade.

Qual é o papel da CNBB nesse processo?

O grande papel é de animadora e estimuladora. Porque cada diocese, além do seu jeito de ser na sua cultura, da sua história, das suas tradições, tem autonomia total para implementar as diretrizes. A CNBB não intervém nem obriga ninguém a executar uma orientação. Mas ela pode ajudar as dioceses a trocarem experiências, compreender o que está por trás das entrelinhas das DGAE e refletir. É isso que a gente vai tentar fazer. Já estão sendo realizados alguns seminários.

Porque a aposta em pequenas comunidades missionárias?

Porque a Igreja acima de tudo é comunidade e missão. É uma configuração que é solicitada desde a IV Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano realizada em Santo Domingo, na República Dominicana, em 1992 e com V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe, ou Conferência de Aparecida, em 2007 se tornou claríssima. Onde houver laços humanos “naturais”, ali a Igreja deve ser fazer presente. Lembro-me de São Paulo. Ele ia às cidades e descobria os laços humanos naturais e em cima deles fazia o processo evangelizador. Em uma pequena comunidade missionária, o vínculo de relacionamento e muito importante.

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Realizada Reunião do Conselho Diocesano de Pastoral ampliado https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-diocesana/realizada-reuniao-do-conselho-diocesano-de-pastoral-ampliado/ Tue, 20 Aug 2019 08:32:58 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56515 No sábado, 17, aconteceu no Centro de Treinamento de Lideranças (CTL) em Uruaçu, a Reunião do Conselho Diocesano de Pastoral ampliado. O encontro teve como objetivo fortalecer a comunhão eclesial, acompanhar as atividades pastorais, oferecer as devidas orientações tendo como base o Plano Diocesano de Pastoral (PDP), bem como levar ao conhecimento de todos as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2023).

Participaram diversos coordenadores de pastorais, movimentos, organismos e serviços diocesanos e novas comunidades. Na ocasião, eles fizeram uma síntese de sua situação pastoral que foi apresentada a todos. O administrador diocesano de Uruaçu, padre Francisco Agamenilton participou da reunião.

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Regional Centro-Oeste quer entender realidade social e eclesial no estado de Goiás e no Distrito Federal https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/regional-centro-oeste-quer-entender-realidade-social-e-eclesial-no-estado-de-goias-e-no-distrito-federal/ Mon, 19 Aug 2019 14:35:01 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56501 De 18 a 20 de outubro, o Regional Centro-Oeste da CNBB vai realizar sua 20ª Assembleia Eclesial, também conhecida como Assembleia do Povo de Deus, na Cidade da Comunhão (Centro de Pastoral Dom Fernando – CPDF), em Goiânia – GO. O evento tem por objetivo acolher as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2019 – 2023), celebrando a comunhão das Igrejas Particulares do Regional Centro-Oeste, através da partilha das experiências vividas, e propor meios para intensificar a missão evangelizadora em todas as Arqui/Dioceses, com as Pastorais, Organismos, Movimentos e Serviços nelas presentes, durante os próximos quatro anos.

O tema da Assembleia, que vai reunir os bispos e as lideranças pastorais das 13 unidades que compõem o Regional Centro-Oeste é “Desafios da evangelização no mundo urbano” e o lema “Hoje preciso ficar na sua casa” (Lc 19, 5). O evento terá assessoria dos padres Cristiano Faria dos Santos, Coordenador do Mestrado em Direito Canônico do Pontifício Instituto Superior de Direito Canônico – Extensão Goiânia e Francisco Agamenilton Damascena, Administrador Diocesano de Uruaçu.

Pesquisa de opinião
Com o objetivo de colaborar com o êxito da Assembleia, foi disponibilizado nesta quinta-feira (15) no site do regional (www.cnbbco.com) o questionário de consulta, aberto à toda comunidade católica do Regional, que também será enviado aos diversos agentes e Coordenadores Diocesanos e Coordenadores(as) Regionais e de Pastorais do Regional. “O questionário vai dar aos assessores uma compreensão de como as nossas Igrejas particulares percebem a realidade das novas Diretrizes propostas pela CNBB, nos quatro pilares: a Palavra (iniciação à vida cristã) o Pão (liturgia e espiritualidade), a Caridade (serviço à vida plena) e a Ação Missionária (abertura para o acolhimento e disponibilidade para ir ao encontro). Para isso, nós estamos disponibilizando o link para que os diversos agentes possam compartilhá-lo nas paróquias e comunidades, respondendo e dando a sua contribuição para a mediação sócio-analítica (ver) da nossa assembleia”, afirmou Dom Moacir, que é bispo auxiliar de Goiânia e secretário do regional. O questionário deve ser respondido por todos os cristãos católicos que vivem no Regional Centro-Oeste, isto é, no estado de Goiás e no Distrito Federal.

Responda à pesquisa clicando aqui https://forms.gle/5CEpYc8Yd4rnUM587

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Evangelizar no Brasil cada vez mais urbano https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/evangelizar-no-brasil-cada-vez-mais-urbano/ Wed, 03 Jul 2019 03:55:06 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56014 A missão da Igreja Católica no Brasil se orienta a partir da Assembleia Geral dos Bispos, concluída no dia 10 de maio, pelas novas Diretrizes Gerais para a Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE), que têm por objetivo geral:

EVANGELIZAR no Brasil cada vez mais urbano, pelo anúncio da Palavra de Deus, formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo, em comunidades eclesiais missionárias, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum e testemunhando o Reino de Deus rumo à plenitude.

Todos reconhecemos o predomínio da cultura urbana. Podemos mesmo dizer que o modo de viver na grande cidade também está presente nos vilarejos e na zona rural. E o evangelho sabe dialogar com a cidade, sabe levar alegria ao seu coração. Afinal, o evangelho humaniza os relacionamentos e, a partir deles, aquece os ambientes, inclui quem corre o risco de ficar do lado de fora, na “não existência” em meio à multidão.

As novas Diretrizes (DGAE 2019 – 2023) serão objeto de estudo e aprofundamento nas Dioceses do Regional Centro-Oeste. A partir delas realizaremos a Assembleia do Regional, de 18 a 20 de outubro, reconhecendo nossos meios, nosso potencial e, sobretudo, reforçando nossa comunhão para que a evangelização se desenvolva de tal modo que os frutos sejam abundantes nas dioceses, comunidades paroquiais, movimentos, pastorais e serviços.

A força renovadora da vida eclesial é a missão. Mas a base da missão urbana são as pequenas comunidades. Nas DGAE elas são designadas Comunidades Eclesiais Missionárias, uma expressão de compromisso com a pessoa humana que nelas se integra, vive a fraternidade e, a partir delas, testemunha e anuncia a Boa Nova.

Dom Waldemar Passini Dalbello

Bispo de Luziânia e Presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB

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