diferenças - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png diferenças - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 A necessidade de um pluralismo legítimo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-necessidade-de-um-pluralismo-legitimo/ Mon, 12 Mar 2018 15:38:23 +0000 http://teste.toqueto.com/a-necessidade-de-um-pluralismo-legitimo.html Nos últimos tempos, diante de uma certa incompreensão que leva a polarizações e classificações anacrônicas das tendências sociopolíticas diversas dos fiéis cristãos, na Igreja e na sociedade, é bom recordar o valor de um legítimo pluralismo. O Papa Paulo VI chamando atenção a este ponto e convocando a um discernimento expressava: nas diferentes situações concretas e tendo presente as solidariedades vividas por cada um, é necessário reconhecer uma variedade legítima de opções possíveis. Uma mesma fé pode levar a assumir compromissos diferentes.

A Igreja convida todos os cristãos para uma dupla tarefa de animação e inovação, a fim de fazerem evoluir as estruturas e as adaptarem às verdadeiras necessidades atuais (OA nº 50). No nº 573, do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, citando o mesmo Papa, se acrescenta: as instâncias da fé cristã dificilmente podem ser encontradas numa única posição política, pois pretender que um partido ou uma corrente política correspondam completamente às exigências da fé e da vida cristã gera equívocos perigosos. E no mesmo parágrafo do nº 573 se conclui: o cristão não pode encontrar um partido que corresponda plenamente às exigências éticas que nascem da fé e da pertença à Igreja, a sua adesão a uma corrente política não será jamais ideológica, mas sempre crítica, a fim de que o partido e o seu projeto político sejam estimulados a realizar formas sempre mais atentas a obter o bem comum. É bom ter em conta um dos princípios da Evangelii Gaudium que, segundo o Papa Francisco, orientam o desenvolvimento da convivência social e a construção de um povo onde as diferenças se harmonizam dentro de um projeto comum: a realidade é mais importante do que a ideia. Isto supõe evitar várias formas de ocultar a realidade, os purismos angélicos, os totalitarismos do relativo, os nominalismos declaracionistas, os projetos mais formais que reais, os fundamentalismos anti-históricos, os eticismos sem bondade, os intelectualismos sem sabedoria. Lembrar, sempre, que as pessoas são o centro de qualquer sistema ou ideário e que a política deve estar a serviço da vida e da fraternidade inclusiva entre todos os homens e mulheres. Deus seja louvado!

Por Dom Roberto Francisco Ferreria Paz Bispo de Campos (RJ)

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Conheça o significado e as diferenças entre basílica, santuário, igrejas e capelas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/conheca-o-significado-e-as-diferencas-entre-basilica-santuario-igrejas-e-capelas/ Tue, 20 Jun 2017 11:08:36 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46865 Basílica de São Pedro em Roma, Catedral de Notre Dame na França, Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida! Essa diversidade nas edificações da Igreja Católica além de encantarem, alimentam a curiosidade sobre o nome ou a quem são dedicadas. É o que vamos conhecer um pouco na reportagem de Flávia Pereira e Messias Junqueira.

Assista à matéria completa aqui.

Por Canção Nova

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Síndrome de Down: data remete à luta pela inclusão social https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/sindrome-de-down-data-remete-a-luta-pela-inclusao-social/ Tue, 21 Mar 2017 13:19:26 +0000 http://teste.toqueto.com/sindrome-de-down-data-remete-a-luta-pela-inclusao-social.html Nesta terça-feira, 21, é celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down, data que remete à luta para a inclusão social das pessoas que apresentam essa condição especial.

O trabalho pela inclusão das pessoas com a síndrome é pesado, mas válido, afirma o Assessor ao Mercado de Trabalho da Fundação Síndrome de Down, Eduardo Tedeschi. Ele explica que a luta tem dado passos favoráveis para que essas pessoas consigam ter uma vida plena.

“Sempre olhamos a possibilidade que essa pessoa tem de viver bem, onde ela possa trabalhar, ter um relacionamento e muitas vezes uma vida social com amigos e outras pessoas”, diz.

O representante afirma que, apesar da evolução, ainda existem diversas barreiras impostas pela sociedade como, por exemplo, o preconceito e até mesmo o medo de entrar em contato com a deficiência.

“A maior barreira é o despreparo das pessoas em compreender que eles pensam diferente. Temos barreiras que a sociedade constrói e dificulta o trabalho daqueles que querem ajudar. Não só a sociedade, mas dependendo do caso, as barreiras partem de empresas e até mesmo da própria família” acrescenta.

As principais características físicas de quem tem Síndrome de Down são olhos oblíquos e amendoados, rosto redondo, dedos das mãos mais curtos, baixa estatura e pequenas orelhas. Apesar de ser considerada uma deficiência, a pessoa com Síndrome tem capacidade de desenvolver atividades como qualquer outra pessoa. De acordo com o geneticista Cássio Serao, se as capacidades psíquicas e motoras da pessoa forem bem estimuladas, elas são capazes de vencer os desafios cotidianos.

“O mais importante é dar oportunidades para eles conseguirem vencer os obstáculos que aparecem, e se a gente os priva dessas oportunidades, isso pode causar maior dificuldade de desenvoltura”, diz.

Diferenças

O especialista explica que assim como não existe ninguém igual, pessoas com essas condições especiais também são distintas, e por esse motivo, existem aquelas que conseguem desenvolver com mais facilidade determinada atividade, ao passo que outras possuem mais dificuldades.

“Esta síndrome não possui diversos graus, ou você a tem, ou você não a tem. Existem características individuais, assim como existem pessoas diferentes, as pessoas com a síndrome também são diferentes entre si. Têm aquelas que favorecem alguma aptidão maior e outras menores”, acrescenta.

Como a Síndrome de Down é adquirida?

A Síndrome Down é adquirida logo no início da formação do embrião, onde é aplicado um material genético extra, por isso é considerada uma anomalia genética, que não tem cura. Para explicar melhor, o especialista cita como exemplo a receita de um bolo. “É como se fosse um livro de receita onde você coloca uma quantidade a mais de ingredientes”.

Dona Ivete Castro convive com a realidade da Síndrome de Down há 22 anos, pois sua filha, Bruna Otacílio Castro, possui esta condição especial, mas isso nunca a privou de ter uma vida normal.

“A Bruna trabalha há 4 anos em uma empresa, nas quintas-feiras tem aulas de teatro e aos sábados, no período da tarde, faz atividade física com a associação Down Entre Amigos. Além disso, há três anos namora com o José Junior, que também possui esta síndrome”, relata.

A rotina de Bruna é normal, mas existem alguns cuidados especiais que ela precisou ter durante o seu desenvolvimento. Dona Ivete conta que por 15 anos sua filha teve o acompanhamento de uma equipe que envolvia fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas e psicopedagogos. “Foi preciso para que hoje ela tivesse uma vida normal, feliz e de bem com a vida”.

Todo esse auxílio colaborou para que Bruna tivesse uma boa qualidade de vida, ainda que ela enfrente algumas dificuldades. “Já existiu muito preconceito, atualmente não, mas teve casos no passado que sim. Hoje ela só tem um pouco de dificuldade na comunicação, na escrita e na leitura”, conta dona Ivete.

Linguagem entre pessoas com Síndrome de Down

A dificuldade de linguagem é comum entre as pessoas com a Síndrome de Down. O geneticista explica que por vivermos em um mundo onde a comunicação é primordial, existe a necessidade de facilitar o acesso a linguagens para que pessoas com tais condições possam ter um futuro cada vez melhor.

“Quanto antes eles tiverem treinos e estímulos, vão ter uma oportunidade muito maior e claro que hoje em dia temos empresas que contratam as pessoas com a síndrome, mas é preciso que haja treinamentos profissionalizantes e mais possibilidade de integrar essas pessoas em colégios. Isso ajuda a criar uma rede social bem significativa. As pessoas com a Síndrome de Down têm como lutar e correr atrás, mas as oportunidades precisam surgir”, conclui.

Assista aqui a um especial sobre a síndrome de Down.

Por Canção Nova

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