Dia Internacional da Mulher - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Dia Internacional da Mulher - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Dom Guilherme reforça o direito da mulher reivindicar sua dignidade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-guilherme-reforca-o-direito-da-mulher-reivindicar-sua-dignidade/ Thu, 08 Mar 2018 12:54:55 +0000 http://teste.toqueto.com/dom-guilherme-reforca-o-direito-da-mulher-reivindicar-sua-dignidade.html As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 08 de março dão conta de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil em Nova York, onde mais de 130 operárias morreram carbonizadas. O incidente marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas foi somente nos anos 60 que o movimento feminista ganhou corpo e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

O bispo nomeado de Lages (SC) e presidente da Comissão para a Ação Social Transformadora, dom Guilherme Werlang afirma que é preciso lembrar sempre a origem do Dia Internacional da Mulher. Para ele, desde o princípio, a mulher reivindicou dignidade e respeito no seu trabalho, que era praticamente um “trabalho escravo”, “opressor”. “Diante da reação das mulheres no passado é que se pode hoje homenagear a todas em um dia exclusivo”, disse.

No Brasil, as movimentações em prol dos diretos da mulher surgiram no início do século 20 e como nos demais países, as mulheres buscavam por melhores condições de trabalho e de vida. A luta em si ganhou força com o movimento das sufragistas, nos anos de 1920 a 1930. Foram elas que lutaram e conseguiram o direito ao voto, que se estende até os dias atuais. “Gostaria de prestar minha homenagem às mulheres por sua coragem de indignação, por sua organização e por sua luta para superar, para vencer toda forma de violência, de injustiça, de discriminação”, salienta dom Guilherme.

Violência contra a mulher

Após a conquista do direito ao voto no Brasil, a partir dos anos 80 as mulheres embarcaram numa nova luta: a luta contra a violência às mulheres. Neste contexto, dom Guilherme afirma que apesar de todos os avanços que foram dados no passado, as mulheres ainda passam por muitas situações “vexatórias” e “machistas” atualmente. “Ainda temos muito predomínio de uma ideia machista e, isso, parte as vezes de lideranças políticas, econômicas, religiosas e acho que tudo isso deveria ser superado. Devemos nos unir e juntos devemos vencer isso”, completa o bispo.

Outra questão que ainda precisa ser vencida, de acordo com o bispo é a discriminação entre o gênero humano (masculino e feminino). Para ele ainda hoje são dados direitos e liberdades para o sexo masculino que o feminino não contempla. “Se quisermos mesmo mudar a nossa sociedade deveríamos começar pela educação, especialmente a infantil, ainda se reproduz o mesmo sistema de desigualdade entre homens e mulheres, quer dizer, crianças meninos e meninas. Temos que mudar completamente a educação na primeira infância, seja nas famílias, nas creches para podermos de fato mudar a sociedade onde o homem e a mulher tenham de fato direitos e dignidades iguais”, defende.

Ações Concretas da Igreja – Frente à violência sofrida por mulheres diariamente, a Pastoral da Mulher Marginalizada, ligada ao Setor de Pastoral Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tem desenvolvido um trabalho de acompanhamento e promoção das mulheres que se encontram em situação de prostituição, de fragilização social e são vítimas de tráfico humano. “Ao longo dos 50 anos de existência, a Pastoral tem desenvolvido ações de enfrentamento ao abuso e exploração sexual de mulheres e tem se posicionando frente às injustiças estruturais que causam sofrimento a vida das mulheres”, afirma a coordenadora nacional da Pastoral, irmã Elizangela Matos dos Santos.

Não só no Dia Internacional da Mulher, mas em todas as ações durante o ano a coordenadora explica que a Pastoral desenvolve trabalhos e traça agenda de atividades com temas atrelados a suas ações. “A Pastoral atende diariamente mulheres com demandas que muitas das vezes não estão em nosso poder de decisão. Ainda existe outros agravantes a serem enfrentados no nosso dia a dia que é a questão das drogas, gravidez na adolescência, aliciamentos e tantos outros tipos de violência que são vivenciados no contexto social”, explica a irmã.

No ano em que a Igreja coloca como tema da Campanha da Fraternidade: “Fraternidade e Superação da Violência”, a Pastoral continua sua missão de atender, acompanhar, orientar e encaminhar mulheres em situação de risco prezando pelo desenvolvimento de suas autonomias. “Nesse Dia Internacional da Mulher ofereço a nossa homenagem e reforço o direito da mulher reivindicar de fato a sua dignidade e que juntos sejamos construtores da cultura da Paz”, finaliza dom Guilherme.

Por CNBB

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Pontifício Conselho para a Cultura apresenta comissão feminina https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pontificio-conselho-para-a-cultura-apresenta-comissao-feminina/ Tue, 07 Mar 2017 13:24:14 +0000 http://teste.toqueto.com/pontificio-conselho-para-a-cultura-apresenta-comissao-feminina.html Na véspera do Dia Internacional da Mulher, o Vaticano apresentou oficialmente nesta terça-feira, 7, a comissão feminina do Pontifício Conselho para a Cultura. Trata-se de uma seção idealizada em 2015 e que reúne economistas, cientistas, empresárias, atletas, jornalistas e teólogas não somente cristãs.

O objetivo desta Comissão é trabalhar em diálogo com as diversidades, as religiões e os inúmeros campos em que as mulheres atuam, convencidos de que a pluralidade é o pressuposto da ação humana.

Para o organismo, a diferença feminina não favorece a promoção de uma discussão ideológica. “Não falamos em nome da mulher, mas alimentamos uma discussão propositiva sobre a evolução dos papéis, tema sobre o qual as mulheres são protagonistas há mais de um século, enquanto os homens parecem vivê-lo de modo passivo”, lê-se numa nota do Pontifício Conselho, presidida pelo Cardeal Gianfranco Ravasi.

A Comissão considera que a luta das mulheres em ampliar os confins da própria liberdade requer um novo pacto com os homens – irrigado pelo amor e pela amizade – seja na esfera pública, seja dentro dos elos familiares como nutrimento da relação materna e paterna.

Integram a Comissão 37 mulheres de várias nacionalidades, profissões e religiões. Este organismo nasceu em 2015 depois que o Dicastério para a Cultura dedicou a Plenária de 2014 ao tema “As culturas femininas”.

Na apresentação aos jornalistas na Sala de Imprensa da Santa Sé, o Presidente do Pontifício Conselho, Cardeal Gianfranco Ravasi, afirmou que, na prática, os membros terão um papel ativo já na próxima Plenária do Dicastério, trabalhando lado a lado com sacerdotes e bispos.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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O Dia Internacional dos Direitos da Mulher e pela Paz https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/o-dia-internacional-dos-direitos-da-mulher-e-pela-paz/ Tue, 07 Mar 2017 09:11:16 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44715 Com este título mais longo e preciso a Assembleia Geral da ONU aprovou o Dia Internacional da Mulher em 8 de março de 1977. Sempre são citadas duas fontes para a origem desta data: a de 1857 em Nova York quando 129 operárias morreram carbonizadas depois de ter sido trancadas pelos patrões que rejeitaram a reivindicação das 16 horas diárias, e a de uma manifestação de operárias em Petrogrado que iniciou o processo da revolução russa em fevereiro de 1917 (calendário Juliano).

É importante considerar a associação que faz o enunciado mais completo da data, dos direitos da mulher com a paz. Diante daqueles que opinam o contrário, que levianamente afirmam que são culpa do movimento e luta pela promoção da consciência feminina, as tensões e conflitos atuais entre homens e mulheres, de acordo com o Evangelho defendemos, que só podemos ser livres quando respeitamos a liberdade, a dignidade e os direitos dos outros, neste caso das outras. 

A paz é possível no reconhecimento da alteridade e solidariedade entre todas as pessoas, quando oprimimos alguém ou destratamos um ser humano qualquer, estamos ofendendo a todos/as e colocando em grave risco a concórdia e a fraternidade universal. Por outra parte tem se comprovado que a liderança feminina é inclusiva e pacificadora, guiando-se pela lógica da misericórdia e a ternura que aproximam e reconciliam as pessoas. 

Se queremos um mundo mais seguro e mais habitável com respeito à integridade do planeta e da vida de todos os seres humanos e das criaturas, urge a participação mais intensa da mulher nos destinos do mundo, bem como sua inspiração e visão complementar na condução da família, Igreja e sociedade. 

Contra a violência, exploração e pornografia que degradam a mulher, propomos uma sociedade mais equitativa e igualitária que dignifique a mulher e o homem libertando-os do poder dominador para uma cultura de comunhão e reciprocidade. Que Nossa Senhora Aparecida abençoe suas filhas, para que se tornem protagonistas e sujeitos de uma história mais humana, e possam como Ela acalentar a terra com seu carinho e ternura. Deus seja louvado!

Por Dom Roberto Francisco Ferreria Paz – Bispo de Campos (RJ)

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Cáritas no Dia da Mulher: nenhum direito a menos! https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/caritas-no-dia-da-mulher-nenhum-direito-a-menos/ Mon, 06 Mar 2017 13:23:32 +0000 http://teste.toqueto.com/caritas-no-dia-da-mulher-nenhum-direito-a-menos.html Para o dia 8 de março, está sendo convocada a Greve Internacional das Mulheres. Proposta por dezenas de movimentos em vários países do mundo, a Greve Internacional das Mulheres servirá como protesto contra o feminicídio, as desigualdades, todas as formas de violências contra as mulheres, a exploração das mulheres no trabalho e na economia e a desumanização feminina.

A iniciativa vem ganhando força e, mesmo na diversidade de intencionalidades, a Rede Cáritas Brasileira se mobilizou para que todas as mulheres façam adesão à paralisação e anima para a presença das mesmas nos espaços de manifestações propostos nos vários territórios de atuação.

A Rede Cáritas propõe o tema: “Pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Nenhum direito a menos!”

“Queremos com esta mobilização animar cada mulher da Rede Cáritas para aderir à greve, dando a devida visibilidade para a mesma e somando com outras milhares de mulheres organizadas em todo o mundo”, lê-se no site da instituição, que publica uma série de iniciativas em vista do dia 8 de março.

Por Rádio Vaticano

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Dia da Mulher será comemorado no Vaticano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dia-da-mulher-sera-comemorado-no-vaticano/ Thu, 16 Feb 2017 14:12:27 +0000 http://teste.toqueto.com/dia-da-mulher-sera-comemorado-no-vaticano.html O Dia Internacional da Mulher será comemorado também no Vaticano. No dia 8 de março, terá lugar na Casina Pio IV, nos jardins vaticanos, mais uma edição de “Vozes de Fé”.

Trata-se de um evento promovido pela Fundação Fidel Götz, que organiza para esta ocasião uma tarde de música e de testemunhos oferecidos por mulheres que lutam pela paz e o desenvolvimento.

A edição de 2017 é intitulada “Misturando as águas. Fazendo o Impossível, Possível”.

A abertura será feita pelo Prepósito-Geral da Companhia de Jesus, Pe. Arturo Sosa. A primeira parte será composta por testemunhos de mulheres promotoras de paz, com o título “O que o amor pode fazer”.

A segunda parte será dedicada às “vozes de fé de todo o mundo”. O continente latino-americano será representado por Paula Moreno, colombiana, fundadora e presidente de “Manos Visibles”.

O encerramento será feito pelo jesuíta Pe. Thomas H. Smolich, diretor do Serviço Jesuíta para Refugiados. O evento poderá visto ao vivo a partir das 15h.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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