Dez Mandamentos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Dez Mandamentos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa: o amor de Jesus é sem medida, não seguir os “amores” mundanos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-o-amor-de-jesus-e-sem-medida-nao-seguir-os-amores-mundanos/ Thu, 18 May 2017 12:52:55 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-o-amor-de-jesus-e-sem-medida-nao-seguir-os-amores-mundanos.html “O amor de Jesus é sem medida, não como os amores mundanos, que buscam poder e vaidade”, afirmou o Papa Francisco na Missa matutina desta quinta-feira, 18, na Casa Santa Marta.

“Assim como o Pai me amou, também eu vos amei”: o Pontífice desenvolveu sua homilia partindo da afirmação de Jesus, que destaca como o seu amor seja infinito. O Senhor, observou ainda, nos pede que permaneçamos no Seu amor “porque é o amor do Pai” e nos convida a observar os Seus mandamentos. Para Francisco, “certamente os Dez Mandamentos são a base, o fundamento, mas é preciso seguir todas as coisas que Jesus nos ensinou, os mandamentos da vida cotidiana”, que representam “um modo de viver cristão”.

Uma coisa é querer bem, outra é amar

A lista dos mandamentos de Jesus é muito ampla, afirmou Francisco, mas “o cerne é um: o amor do Pai por Ele o amor Dele por nós”:

“Existem outros amores. Também o mundo nos propõe outros amores: o amor ao dinheiro, por exemplo, o amor à vaidade, exibir-se, o amor ao orgulho, o amor ao poder, inclusive cometendo muitas injustiças para ter mais poder… São outros amores, este não é de Jesus e não é do Pai. Ele nos pede para permanecer no seu amor, que é o amor do Pai. Pensemos também nesses outros amores que nos afastam do amor de Jesus. E também, existem outras medidas para amar: amar pela metade, isso não é amar. Uma coisa é querer bem, outra é amar.”

O amor de Deus é sem medida

“Amar – destacou – é mais do que querer bem”. Qual é, portanto, “a medida do amor”, se pergunta Francisco: “A medida do amor é amar sem medida”:

“E assim, realizando esses mandamentos que Jesus nos deixou, permaneceremos no Seu amor, que é o amor do Pai, é o mesmo. Sem medida. Sem este amor morno ou interesseiro. ‘Mas porque, Senhor, nos lembra dessas coisas?’, podemos perguntar. ‘Para que a minha alegria esteja em vocês e esta alegria seja plena’. Se o amor do Pai vai até Jesus, Jesus nos ensina o caminho do amor: o coração aberto, amar sem medida, deixando de lado outros amores”.

A missão do cristão é obedecer a Deus e doar alegria às pessoas

“O grande amor por Ele – acrescentou o Papa – é permanecer neste amo e se há alegria”; “o amor e a alegria são um dom”. Dons que devemos pedir ao Senhor:

“Pouco tempo atrás, um sacerdote foi nomeado bispo. Foi visitar seu pai, já idoso, para dar-lhe a notícia. Este homem idoso, aposentado, homem humilde, um operário durante toda a vida, não tinha frequentado a universidade, mas tinha a sabedoria da vida. Deu somente dois conselhos para o filho: ‘Obedeça e dê alegria às pessoas’. Este homem tinha entendido isso: obedeça ao amor do Pai, sem outros amores, obedeça a este dom e, depois, dê alegria às pessoas. E nós, cristãos, leigos, sacerdotes, consagrados, bispos, devemos dar alegria às pessoas. Mas por que? Por isso, pelo caminho do amor, sem qualquer interesse, somente pelo caminho do amor. A nossa missão cristã é dar alegria às pessoas.”

O Papa concluiu: “Que o Senhor proteja, como pedimos nas orações, este dom de permanecer no amor de Jesus para poder dar alegria às pessoas”.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Papa Francisco: Não sejam cristãos de fachada, mas de substância https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-nao-sejam-cristaos-de-fachada-mas-de-substancia/ Mon, 13 Feb 2017 08:02:50 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44337 Ser cristãos de substância, não de fachada, foi a reivindicação do Papa Francisco aos fiéis reunidos durante a oração do Angelus hoje na Praça de São Pedro, e também os incentivou a ir à raiz do mal e não ofender o irmão.

“Que Nossa Senhora, mulher da doce escuta e da obediência jubilosa, nos ajude a nos aproximarmos sempre mais ao Evangelho, para sermos cristãos não “de fachada”, mas de substância! E isso é possível com a graça do Espírito Santo, que nos permite de fazer tudo com amor, e assim realizar totalmente a vontade de Deus”.

Em suas palavras de antes da oração do Angelus, o Santo Padre se referiu à relação que deve haver com o próximo.

“Não injurieis, quem ofende a um irmão o assassina no coração”, advertiu o Papa Francisco. Deste modo, o Pontífice pretendia que é necessário evitar o risco de cair no formalismo no momento de interpretar os Dez Mandamentos, e que devemos ir à raiz do mal.

O Santo Padre explicou que “Jesus quer ajudar os discípulos a realizar uma releitura da lei de Moisés. Aquilo que foi dito na antiga aliança não era tudo: Jesus veio para cumprir e promulgar de maneira definitiva a lei de Deus, evitando o risco do formalismo”.

“Especialmente no Evangelho de hoje, Jesus examina três aspectos: o homicídio, o adultério e o juramento”, sublinhou.

A respeito do mandamento “não matarás”, Jesus “afirma que este mandamento é violado não somente pelo homicídio efetivo, mas também por aqueles comportamentos que ofendem a dignidade da pessoa humana, incluídas as palavras injuriosas. Claro, esta não têm a mesma gravidade e culpabilidade do assassínio, mas se colocam na mesma linha, porque são premissas deste e revelam a mesma maldade”.

Outro aspecto analisado por Jesus no Evangelho é lei matrimonial. “O adultério era considerado uma violação do direito de propriedade do homem sobre a mulher. Jesus, ao contrário, vai à raiz do mal. Assim como se chega ao homicídio por meio de injúrias e ofensas, também se chega ao adultério com as intenções de posse em relação a uma mulher que não é a própria esposa. O adultério, como o furto, a corrupção e todos os outros pecados, são antes concebidos em nosso íntimo e, uma vez realizados no coração a escolha errada, ganham forma no comportamento concreto”.

Finalmente, recordou que “Jesus também diz aos seus discípulos de não jurar, já que o juramento é sinal da insegurança e da duplicidade com as quais se desenrolam as relações humanas. Se instrumentaliza a autoridade de Deus para dar garantia às nossas coisas humanas. Em vez, somos chamados a instaurar entre nós, nas nossas famílias e nas nossas comunidades um clima de clareza e confiança recíproca, para sermos sinceros sem recorrer a intervenções superiores para sermos credíveis”, expressou.

Por ACI Digital

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