desempregados - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png desempregados - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Pesquisa do IBGE aponta recuo de 0,6% no desemprego https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pesquisa-do-ibge-aponta-recuo-de-06-no-desemprego/ Wed, 01 Nov 2017 09:40:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49312 Segundo pesquisa divulgada ontem, 31/10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de pessoas desocupadas no país no terceiro trimestre (que compreende os meses de julho, agosto e setembro) ficou em 12,4% — recuo de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

Esta queda no número de desempregados, porém, está associada ao aumento da informalidade: dos 91,3 milhões de pessoas ocupadas no fechamento do trimestre encerrado em setembro, 22,9 milhões trabalhavam por conta própria, um crescimento de 1,8% na comparação com o trimestre anterior; e 10,9 milhões eram empregados do setor privado sem carteira de trabalho assinada.

Com este resultado, o País encerra o terceiro trimestre com 12,9 milhões de pessoas desocupadas.

O número de trabalhadores com carteira assinada, 33,3 milhões, continuou estável se comparado ao trimestre anterior (entre os meses de abril, maio e junho). A categoria de trabalhadores por conta própria cresceu 1,8%. Atualmente, são 22,9 milhões de pessoas — mais 402 mil pessoas em comparação com o trimestre que terminou em junho. Em relação ao mesmo período de 2016, a alta foi de 4,8% (mais 1,1 milhão de pessoas).

Este aumento de 1,1 milhão de pessoas trabalhando por conta própria e de 641 mil pessoas sem carteira assinada no período de um ano demonstram o avanço da informalidade no país.

O rendimento médio real do trabalhador brasileiro ficou em R$ 2.115,00. Trata-se de um resultado estável se comparado ao trimestre anterior, que ficou em R$ 2.108,00, e aos R$ 2.065,00 verificados em setembro de 2016.

Por Canção Nova, com IBGE

]]>
49312
Brasil fecha 2016 com recorde de 12,3 milhões sem emprego https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/brasil-fecha-2016-com-recorde-de-123-milhoes-sem-emprego/ Tue, 31 Jan 2017 15:03:54 +0000 http://teste.toqueto.com/brasil-fecha-2016-com-recorde-de-123-milhoes-sem-emprego.html O Brasil encerrou 2016 com recorde de mais de 12 milhões de pessoas sem trabalho e taxa de desemprego a 12%, num claro reflexo da crise econômica enfrentada pelo país.

Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgada nesta terça-feira, 31, houve alta de 36% no número de desempregados nos três meses até dezembro em relação ao mesmo período de 2015, chegando ao total de 12,342 milhões de pessoas. Nos três meses até novembro eram 12,132 milhões de trabalhadores sem emprego.

“De 2014 para 2016, a desocupação cresceu 74,4%. Esse é o efeito direto da crise que começou a afetar o mercado de trabalho”, explicou o coordenador da pesquisa no IBGE, Cimar Azeredo.

A taxa de desemprego informada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) subiu para 12%, marcando a nova máxima da série histórica iniciada em 2012, ante 11,9% no trimestre até novembro.

Isso aconteceu porque o número de pessoas que entraram na força de trabalho –aquelas que estão à disposição para trabalhar– não foi absorvido pelo mercado de trabalho, apesar das tradicionais contratações de fim ano.

O número de pessoas na força de trabalho aumentou 1,3% em relação ao ano anterior, chegando a 1,286 milhão de pessoas no trimestre encerrado em dezembro.

“Houve um movimento de busca por trabalho que acontece normalmente no fim do ano. Mas diante do ambiente econômico, não foram absorvidas todas as pessoas que estavam na fila do desemprego há algum tempo, nem aquelas que pensavam em um oportunidade sazonal”, completou Azeredo.

No quarto trimestre, a população ocupada permaneceu em queda, com recuo de 2,1% no período sobre 2015, ou 1,983 milhão de pessoas a menos.

A renda média do trabalhador, ainda segundo a Pnad Contínua, apresentou ganho de 0,5% sobre o mesmo período do ano anterior, a 2.043 reais.

A forte retração econômica vivida pelo país em 2016 é o principal fator por trás da fraqueza do mercado de trabalho, que fica ainda mais clara quando se compara à leitura de 9,0% da taxa de desemprego no quarto trimestre de 2015.

A estimativa na pesquisa da Reuters era de taxa de desemprego de 11,9% nos três meses até dezembro, na mediana das projeções.

Em 2016, o Brasil perdeu 1,32 milhão de postos formais de trabalho e registrou o segundo pior resultado da série histórica iniciada em 1992, de acordo com dados do Ministério do Trabalho. Somente em dezembro houve fechamento de 462.366 vagas.

Apesar de a inflação vir perdendo força diante da economia fraca e do desemprego, especialistas ainda não veem recuperação sustentada, com a pesquisa Focus do Banco Central mostrando expectativa de expansão de apenas 0,5 por cento do Produto Interno Bruto este ano.

Por Reuters

]]>
44188