desafios - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png desafios - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa envia mensagem aos participantes do 14º Intereclesial da CEBs https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-envia-mensagem-aos-participantes-do-14o-intereclesial-da-cebs/ Thu, 25 Jan 2018 07:44:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50483 O Papa Francisco enviou na terça-feira, 23, uma mensagem ao 14º Encontro Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), por meio do Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin. O evento que acontece em Londrina até este sábado, 27, reúne aproximadamente sete mil pessoas em atividades, palestras, miniplenárias, trabalhos de grupo e reflexões sobre o tema “CEBs e os desafios do Mundo Urbano”.

Com palavras de estímulo e benção, o Pontífice transmitiu aos participantes seu desejo de contribuir para que a CEBs traga ao mundo um novo ardor evangelizador e uma capacidade de diálogo que renove a Igreja. Sobre o lema — “Eu ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-los” (Ex 3,7)” —, Francisco afirmou que Deus nunca é indiferente ao sofrimento do seu povo, pois enviou Moisés, e mais tarde seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, para libertar o ser humano da escravidão do pecado e da morte.

“Essa ação redentora, que celebramos com fé na liturgia, deve depois se manifestar numa vida pessoal onde brilhe a luz do Evangelho, isto é, numa existência inspirada no amor e na solidariedade, que é a linguagem do amor”, suscitou o Santo Padre por meio da mensagem. O Papa prosseguiu invocando a Deus dons e luzes a todas os participantes do 14º Intereclesial, para que possam ser, na sociedade, um instrumento de evangelização e de promoção da pessoa humana, sempre em comunhão com a realidade paroquial e com as diretrizes da Igreja.

Sobre a “cultura de descarte” — que leva pessoas a viverem numa exclusão que fere a pertença à sociedade — o Pontífice pediu aos fiéis que ouçam o clamor dos pobres e famintos de justiça e de pão, e que possam ir ao encontro deles. Por fim, o Cardeal Parolim transmitiu a Benção Apostólica do Papa Francisco a todos os participantes, e às suas famílias, comunidade de base, paróquias e dioceses.

Por Canção Nova, com Comunicação do 14º Intereclesial

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Cidadania e renovação política: desafios de 2018, diz Dom Guilherme https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cidadania-e-renovacao-politica-desafios-de-2018-diz-dom-guilherme/ Thu, 07 Dec 2017 09:02:55 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49887 No dia 5 de dezembro, os bispos que integram a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora se reuniram em Brasília, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para avaliar o trabalho desenvolvido em 2017 e, em seguida, fazer as projeções das ações mais importantes de 2018, estabelecendo um cronograma de atividades.

Sobre o trabalho realizado este ano, o bispo de Iparemi (GO) e presidente da Comissão, dom Guilherme Werlang é otimista: “O trabalho da Comissão este ano, por meio de todas as pastorais, coordenadores/as e bispos acompanhantes e dos milhares de leigos, religiosos e padres que militam nas pastorais foi altamente positivo”.

O bispo destaca que o trabalho foi desafiante por duas razões. A primeira delas, segundo ele, “por sermos desafiados sempre pelo Evangelho ao amor, ao próximo, especialmente os pobres. Isto aconteceu durante o ano todo”. A segunda razão deve se à provocação da parte político-econômica do Brasil. “Infelizmente, esse ano, foi repleto de péssimas notícias para o povo brasileiro, especialmente na perda de direitos e conquistas que custaram muito, inclusive com martírios”, avaliou.

As chamadas reformas trabalhista e previdenciária, para dom Guilherme, significam apenas cassação de direitos. Em razão disto, segundo o bispo, as pastorais sociais tiveram muito trabalho, embates, diálogos com os movimentos sociais e também interação com alguns segmentos da política e do poder judiciário.

Para dom Guilherme, o balanço de 2017 do ponto de vista do povo brasileiro não é bom. “Os mais pobres estão mais pobres hoje, em dezembro, do que em janeiro de 2017”. Esta realidade é o grande desafio para o trabalho da Igreja aponta o bispo. “A Igreja é chamada por Jesus Cristo a fazer o papel de bom Samaritano e levantar os caídos à beira da sociedade brasileira”.

Cidadania e renovação política – As Pastorais Sociais enfrentarão um novo ano de grandes desafios assegura o bispo. Sobretudo, por ser um ano eleitoral, será necessário chamar o povo brasileiro à cidadania. “Cabe a nós brasileiros/as, fazer o trabalho que não está acontecendo por meio do Congresso Nacional, dos tribunais e de outras instâncias; Cabe a nós darmos uma resposta muito por meio do voto e de um forte um trabalho de base”, disse.

O bispo avalia ser necessário renovar o nosso Congresso Nacional, a presidência da República e o mundo político nos estados por meio do voto e de outras ações. Isto não acontecerá de forma isolada. “Esse será com certeza um dos grandes trabalhos que não faremos sozinhos, mas irmanados com todas as frentes de trabalho da nossa CNBB e somando forças com outras organizações da sociedade civil que também estão na mesma luta”, concluiu.

Por CNBB

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A família e seus desafios https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-familia-e-seus-desafios/ Wed, 06 Dec 2017 08:04:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49806 Em várias oportunidades, nos encontros pastorais, surge de pais e mães uma pergunta que me inquieta: diante de todas as mudanças que estamos assistindo na realidade familiar, como será a família de amanhã? Que sociedade e humanidade estamos construindo? Compreendo que, mais do que a resposta, trata-se da seriedade desta pergunta, diante da qual não podemos ficar indiferentes. É inquestionável que a instituição família, como outras instituições que serviram de base sólida para a formação humana, espiritual e social, estão em crise. A crise, porém,deve ser uma provação, para construir novas sínteses e avançar.Apresento dois pontos que merecem destaque ao lermos a situação atual da família.

O primeiro é o esvaziamento da base antropológica da família. Os recentes fatos ligados a exposições em museus, telenovelas e posicionamentos públicos de alguns artistas, bem como alguns conteúdos escolares, são manifestações da conhecida ideologia do gênero. Com razão, a maioria da sociedade brasileira desaprova estas posturas. Esta ideologia “nega a diferença e a reciprocidade natural de homem e mulher. Ela apresenta uma sociedade sem diferenças de sexo, esvaziando a base antropológica da família. Esta ideologia induz a projetos educativos e orientações legais que promovem uma identidade pessoal e uma intimidade afetiva radicalmente desvinculadas da diversidade biológica entre homem e mulher. A identidade humana é entregue a uma opção individualista, também variável no tempo. […] Não caiamos no pecado de pretender substituir-nos ao Criador. Somos criaturas, não somos onipotentes” (Papa Francisco, AmorisLaetitia, n. 56). Cada pessoa, independente de sua orientação sexual, deve ser respeitada e acolhida na dignidade de criatura e imagem de Deus. Porém, outra realidade é pretender ensinar ou induzir as crianças de que elas podem escolher seu sexo. Esta é, certamente, “uma grande maldade”, fruto de uma “colonização ideológica”, no dizer do Papa.

O segundo desafio é a falta de solidez no pacto conjugal. As expressões que indicam esta situação são: “até quando houver amor” ou “até quando der certo”. Compreende-se que a sociedade líquida já não preza pelo que é permanente, fiel, eterno, por toda a vida, com doação total de si. Ligada a esta liquidez humana está a diminuição drástica da procura pelo sacramento do matrimônio. Aqui, especificamente para nós católicos, além da influência de uma cultura do descartável, revela-se uma falha na iniciação cristã. Sim, trata-se de uma questão de evangelização, diz respeito à fé. Afinal, as pessoas hoje não se sentem obrigadas a seguir “tradições”. Só procura o sacramento quem encontra seu sentido. Iniciar a família a partir do sacramento do matrimônio leva a compreender que o casal nunca estará sozinho, mas “toda a vida em comum dos esposos, toda a rede de relações que hão de tecer entre si, com os seus filhos e com o mundo, estará impregnada e robustecida pela graça do sacramento que brota do mistério da Encarnação e da Páscoa” (AmorisLaetitia, n. 54). Ao casarem-se, os esposos cristãos são um para o outro o “sinal” do amor de Deus.

Enfim, estas preocupações que envolvem a vida humana e familiar merecem nosso aprofundamento, discernimento e olhar crítico. Não deixemos que nos roubem a família!

Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta (RS)

 
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Jovens impulsionados pelos desafios da nossa sociedade https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/jovens-impulsionados-pelos-desafios-da-nossa-sociedade/ Mon, 20 Nov 2017 11:03:44 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49471 Muitos jovens esperançosos, se aventuram em exames que lhes possibilitem o acesso à Universidade. Outros, ainda jovens, concluem seus cursos e buscam o lugar na sociedade, procurando encontrar trabalho e emprego. Pelas ruas, rostos carregados da sofreguidão e passos, muitas vezes, agitados de quem procura pagar suas dívidas, comprar uma casa, recolocar-se no mercado de trabalho, ansiedades, dificuldades financeiras ou as lutas pela própria saúde e da família. Nas curvas da vida, a morte de pessoas queridas, acidentes, crises no casamento e na convivência familiar, escândalos. Para todos nós, a insegurança gerada pela violência de cada dia ou pelos desacertos administrativos que percorrem, de alto a baixo, a prática política brasileira.

E como administrar (agora é conosco) esses e outros tantos desafios que se apresentam?

Nosso tempo traz consigo perigos a serem superados pelo cristão. De um lado, uma fuga das responsabilidades que a vida oferece. Mas, é também, um risco a mundanização: fazem as pessoas mergulharem de tal forma no seu dia a dia, que perdem o rumo e a esperança. O equilíbrio se chama vigilância (Cf. Mt 25,1-13), prontidão para enfrentar com serenidade e seriedade todos os desafios, sem esquecer o Senhor e suas promessas. Também reconhecer as muitas “visitas” do Senhor, certos de que ele virá. Prontos para acolher as demoras de Deus, sabedores de que ele é o Senhor da história. A seriedade do momento presente exige preparação, prontidão, envolvimento pessoal, responsabilidade. Um dia, o Senhor virá, para consumar as bodas com a humanidade. Poderão participar da festa, as pessoas que se encontrarem preparadas. Não podem faltar a dedicação; o óleo para manter acesa a lâmpada; e para que a fé, a esperança e o amor permaneçam acesas: fidelidade e perseverança. Vamos por passos.

O que buscar?

Não esquentar a cabeça, contar de um até dez, acalmar-se, alguns até recomendam um chá de camomila! São recomendações bem populares e práticas, a serem elevadas a um nível inigualável, quando as pessoas se abrem para aquela sabedoria que vem do alto, e essa é um dom do Espírito Santo, que nos possibilita descobrir o gosto que Deus pôs nos acontecimentos alegres ou tristes. A Palavra de Deus (Sb 6,12-16) aponta para a Sabedoria resplandecente e sempre viçosa! Madrugar por ela, contemplá-la por amá-la, meditar, exercitar-se na prudência. Acolher a sabedoria que é um dom do Espírito Santo, para viver nesta terra com os critérios que vêm do alto. Há que se procurar a sabedoria, desejá-la e amá-la. Como? Na oração, na leitura da Bíblia, na partilha de nossa vida cristã, no conselho de pessoas mais experimentadas nos caminhos de Deus, saber perguntar a respeito de Sua vontade! E Ele quer sempre alguma coisa de nós, mas sempre o bem e o que constrói a vida com dignidade!

Olhar ao nosso redor, identificar as pessoas que têm o mesmo sonho de fidelidade a Deus e anseiam pelo seu Reino, gente que ama a Igreja e quer percorrer um caminho diferente, para compartilhar experiências positivas de vivência do Evangelho. São muitos os grupos de cristãos comprometidos, nas Comunidades, Paróquias e Movimentos Eclesiais que significam verdadeiros oásis, nos quais é possível rezar juntos, alimentar-se da Palavra de Deus, encontrar companhias autênticas, socorrer os que se encontram fragilizados, estabelecer parcerias inteligentes com quem quer fazer o bem. Talvez essas pessoas não falem tanto, mas agem, utilizam critérios novos, são verdadeiros tesouros escondidos a serem descobertos e valorizados. São incontáveis aquelas que tenho encontrado e aprendido a valorizar.

Vigilantes e preparados

Vigilância significa também, a coragem para tomar posições corajosas, diante da mentira e das muitas ideologias correntes. Cada pessoa, no campo que lhe é próprio, pode e deve  se perguntar, se pode fazer algo mais para defender a verdade e viver os valores do Evangelho. É hora ainda, de apelar a muitos que agora se encontram em posições importantes na sociedade e na política, a fim de que, sejam coerentes com suas raízes cristãs e católicas. Vigilância significa lutar contra o torpor e a negligência, para alcançar a meta.

A conclusão de Jesus, ao final da parábola das dez virgens, cinco previdentes e cinco imprevidentes, serve para compreendermos o que o Senhor disse, ao contar uma história ambientada numa festa de casamento: “Vigiai, pois não sabeis o dia, nem a hora” (Mt 25,13). Deus pode vir a qualquer momento da nossa vida. Todos devemos estar preparados, como as jovens virgens prudentes. Precisamos estar prontos ao serviço a sermos oferecidos a Deus e ao próximo.

Dá para rezar e até cantar: “Vigia esperando aurora, qual noiva esperando o amor, é assim que o servo espera, a vinda do seu Senhor. Ao longe, um galo vai cantar seu canto, o sol no céu vai estender seu manto, na madrugada eu estarei desperto, que já vem perto o dia do Senhor. A minha voz vai acordar meu povo, louvando a Deus, que faz o mundo novo. Não vou ligar se a madrugada é fria, que um novo dia logo vai chegar. Se é noite escura, acendo a minha tocha, dentro do peito, o sol já desabrocha, filho da luz, não vou dormir: vigio! Ao mundo frio vou levar o amor!” (Padre Jonas Abib).

Dom Alberto Taveira Corrêa – Arcebispo da Arquidiocese de Belém (PA)

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14º Intereclesial é oportunidade de debater direito à cidade junto à população https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/14o-intereclesial-e-oportunidade-de-debater-direito-a-cidade-junto-a-populacao/ Fri, 03 Nov 2017 12:26:19 +0000 http://teste.toqueto.com/14o-intereclesial-e-oportunidade-de-debater-direito-a-cidade-junto-a-populacao.html Os Encontros Intereclesiais das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), de acordo com o Documento 92 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) intitulado “Mensagem ao povo de Deus sobre as comunidades eclesiais de base” são definidos como patrimônio teológico e pastoral da Igreja no Brasil. Desde a realização do primeiro, em 1975, em Vitória (ES) reúnem-se diversas dioceses para troca de experiências e reflexão teológica e pastoral sobre a caminhada das CEBs. O evento congrega bispos, religiosos, assessores e animadores das comunidades.

Com o tema “CEBs e os desafios no mundo urbano” e o lema “Eu ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-los” (Ex 3,7), o 14º Intereclesial das CEBs ocorrerá em Londrina (PR), nos dias 23 a 27 de janeiro de 2018. O evento pretende reunir representantes de todas as regiões do Brasil, de países da América e de outros lugares para celebrar a diversidade e a beleza de viver o Evangelho de Jesus de Nazaré. Nele também se objetiva a expressão da comunhão entre os fiéis e seus pastores.

Segundo o arcebispo de Londrina, dom Geremias Steinmetz, anfitrião do próximo encontro, a iniciativa já conta com mais de duas mil pessoas inscritas. Para ele, a temática do evento, que trata a questão da realidade urbana, é necessária e urgente e, por isso, atraiu um grande número de participantes. “Hoje já temos um percentual de mais de 80% dos brasileiros vivendo em cidades, os que nelas não habitam vivem a cultura urbana de qualquer jeito, seja através da televisão, do rádio, da internet, e isso está tomando conta do nosso país”, afirma.

Para dom Geremias, a Igreja vem de encontro à temática, uma vez que quer debater junto à sociedade a questão dos direitos. “Queremos debater o assunto para que de fato o povo que vive nas cidades possa ter a sua dignidade humana respeitada e acima de tudo possa viver bem e para que isso aconteça entra a questão de uma série de direitos a ser conquistados, como é o caso do acesso à educação, ao transporte, à segurança pública, então são essas as questões que nós estamos enfrentando hoje”, complementa.

Subsídios

Rumo ao 14º Intereclesial das CEBs, o secretariado do evento apresentou os subsídios que irão animar a caminhada das comunidades em 2018. O texto-base que tem como título “CEBs e os Desafios do Mundo Urbano” é dividido no método ver, julgar e agir e, como o próprio nome indica, oferece uma reflexão sobre os desafios vividos no mundo urbano.

O primeiro capítulo do livro traz uma abordagem do processo de urbanização no Brasil, contextualizando a origem das cidades brasileiras, suas dinâmicas e culturas. No segundo capítulo, o texto-base traz uma fundamentação teológica para a ação das CEBs em relação aos desafios da cidade. Já no último capítulo são apontados os problemas mais graves ou mais urgentes pelos animadores de CEBs no Brasil, como a questão da moradia, violência, saúde, educação.

Além do texto-base, também já estão disponíveis para download o cartaz do evento, o cancioneiro e a oração que conduzirá o 14º Intereclesial. Confira no site www.cebsdobrasil.com.br.

Por CNBB

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Papa encoraja trabalho pelo bem comum no continente americano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-encoraja-trabalho-pelo-bem-comum-no-continente-americano/ Fri, 30 Jun 2017 15:51:38 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-encoraja-trabalho-pelo-bem-comum-no-continente-americano.html Os desafios da América Latina e a necessidade de enfrentá-los estiveram no centro do discurso do Papa Francisco nesta sexta-feira, 30, na audiência com cerca de 200 membros da Organização Internacional Ítalo-Latino-Americana. Eles se encontraram com o Papa por ocasião dos 50 anos da organização.

“Encorajo-os no compromisso de vocês em favor do bem comum em nosso continente americano, e a colaboração entre todos possa favorecer a construção de um mundo sempre mais humano e mais justo”, disse. 

O Santo Padre destacou, entre as finalidades da organização, promover o desenvolvimento e a coordenação, bem como identificar as possibilidades de assistência recíproca e de ação comum entre os países-membro. Ele articulou seu discurso em três aspectos que considera importantes para o momento atual: identificar as potencialidades, coordenar e promover.

Os países da América Latina são ricos de história, cultura e recursos naturais e têm um povo bom e solidário com os outros povos, lembrou o Papa. Esses valores sociais estão presentes, mas devem ser apreciados e reforçados.

“Apesar desses bens do continente, a atual crise econômica e social atingiu a população e produziu o aumento da pobreza, do desemprego, da desigualdade social, bem como a exploração e o abuso da nossa casa comum. Diante dessa situação é preciso uma análise que leve em consideração a realidade das pessoas concretas, a realidade do nosso povo”.

Levar ao desenvolvimento

Destacando o segundo aspecto, o Papa frisou que é preciso coordenar os esforços para dar respostas concretas e para fazer frente às instâncias e às necessidades dos filhos e das filhas desses países.

“Coordenar não significa deixar que os outros façam e no final aprovar, ao invés, comporta muito tempo e muito esforço; é um trabalho que não aparece e é pouco apreciado, mas necessário”, observou, atendo-se em seguida ao fenômeno da emigração na América Latina.

“Diante de um mundo globalizado e sempre mais complexo, a América Latina deve unir os esforços para fazer frente ao fenômeno da emigração; e grande parte de suas causas já deveriam ter sido enfrentadas há muito tempo, mas nunca é tarde demais”.

Francisco lembrou que a emigração sempre existiu, mas nos últimos anos teve um incremento jamais visto antes. Na busca por um “novo oásis”, muitas vezes as pessoas sofrem a violação de seus direitos; muitas crianças e jovens são vítimas do tráfico de seres humanos e são exploradas, ou caem nas redes da criminalidade e da violência organizada.

“A emigração é um drama de divisão: dividem-se as famílias, os filhos se separam dos pais, distanciam-se da terra de origem, e os próprios governos e os países se dividem diante dessa realidade. É preciso uma política conjunta de cooperação para enfrentar esse fenômeno. Não se trata de buscar culpados e de esquivar-se de responsabilidades, mas todos somos chamados a trabalhar de maneira coordenada e conjunta”.

Promover o diálogo

Por fim, o Papa destacou a necessidade de promover a cultura do diálogo. Ele reconheceu que alguns países da América Latina estão passando por momentos difíceis em nível político, social e econômico.

“Os cidadãos que dispõem de menos recursos são os primeiros a perceber a corrupção que existe nos vários estratos sociais e a má distribuição das riquezas. Sei que muitos países trabalham e lutam para realizar uma sociedade mais justa, promovendo uma cultura da legalidade”, reconheceu Francisco.

O Santo Padre considerou que a promoção do diálogo político é essencial, tanto entre os vários membros desta Associação, quanto com os países de outros continentes, de modo especial com os da Europa, por laços que os unem.

O diálogo é indispensável, concluiu Francisco, “mas não o ‘diálogo entre surdos’! Requer uma atitude receptiva que acolha sugestões e partilhe aspirações.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Santa Sé: a solidariedade internacional é a base do bem comum https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/santa-se-a-solidariedade-internacional-e-a-base-do-bem-comum/ Thu, 08 Jun 2017 08:03:54 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46705 Para a promoção e a proteção do bem comum é necessário reconhecer o papel da solidariedade internacional. Foi o que afirmou o observador permanente da Santa Sé no escritório da ONU em Genebra e em outras organizações internacionais na cidade helvécia, Dom Ivan Jorkovic, em pronunciamento sobre a solidariedade internacional feito na 35ª sessão do Conselho para os Direitos Humanos.

A solidariedade é a resposta aos desafios atuais

A comunidade internacional é atualmente chamada a enfrentar numerosos fenômenos como as migrações, as mudanças climáticas, os desastres naturais, os conflitos armados e a crescente discrepância entre pobres e ricos. A delegação da Santa Sé tem a convicção de que a solidariedade internacional representa uma abordagem eficaz para responder a tais desafios, ressaltou o arcebispo esloveno.

Somente a fraternidade supera a cultura do descarte

Em seguida, o representante vaticano recordou o que o Papa Francisco afirmou na mensagem em vídeo enviada ao TED 2017 realizado em Vancouver, no Canadá, de 24 a 28 de abril passado.

A solidariedade – dissera o Pontífice – deveria tornar-se “uma atitude de fundo nas escolhas em nível político, econômico, científico, nas relações entre as pessoas, entre os povos e os países”. “Somente a educação à fraternidade, a uma solidariedade concreta pode superar a cultura do descarte”, acrescentara o Santo Padre.

A solidariedade é um valor moral

A solidariedade não é somente um dever, mas um valor moral que deriva do princípio da fraternidade humana. A solidariedade é o cuidado incondicional do outro e requer o empenho de indivíduos, privados, realidades nacionais e internacionais. A prioridade é aplicar e reforçar o princípio da responsabilidade de proteger as pessoas, sobretudo as mais vulneráveis, observou Dom Jorkovič.

A comunidade internacional escolheu a solidariedade no lugar do egoísmo

Ademais, recordando palavras do prefeito do dicastério vaticano para o Desenvolvimento Humano Integral, Cardeal Peter Turkson, o representante da Santa Sé afirmou que com a Agenda 2030 a comunidade internacional escolheu a solidariedade no lugar do egoísmo: a solidariedade com os excluídos de hoje, a solidariedade com os pobres de amanhã, a solidariedade com as futuras gerações.

A solidariedade é o antídoto mais eficaz contra os modernos populismos

Por fim, o prelado recordou aquilo que o Papa Francisco afirmou em 24 de março passado aos chefes de Estado e de governo da União Europeia. A solidariedade “é também o antídoto mais eficaz contra os modernos populismos”.

“A solidariedade comporta a consciência de ser parte de um só corpo e, ao mesmo tempo, implica a capacidade que cada membro tem de ‘simpatizar’ com o outro e com o todo.” “Se um sofre, todos sofrem.”

Por Rádio Vaticano

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Os desafios enfrentados pelos cristãos no dia a dia https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/os-desafios-enfrentados-pelos-cristaos-no-dia-a-dia/ Tue, 30 May 2017 10:19:17 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46504 Os cristãos e seus desafios

O cristianismo se difundiu a partir da experiência da primeira Comunidade de Jerusalém, conduzida pelo Espírito Santo, tendo à frente o grupo dos Apóstolos, sendo Simão Pedro sinal de unidade. A partir daí, as perseguições contribuíram para a positiva dispersão dos primeiros cristãos, fazendo com que a Semente da Boa Nova se espalhasse por toda parte (Cf. At 8,5-8.14-17).

Fundamental foi a participação de São Paulo, a grande figura de convertido, cuja pregação, testemunho e viagens alargaram as fronteiras do Evangelho, já nos primeiros decênios. Não foram pequenas as dificuldades encontradas pelos cristãos de todas as gerações.

No entanto, desde o início, o Espírito Santo prometido e enviado por Jesus (Cf. Jo 14,15-21) consolida a fé em Jesus Cristo, fortalece para o martírio, ilumina as mentes para o testemunho coerente do Evangelho.

Como os cristãos de ontem e hoje se colocam diante dos desafios que se apresentam?

Podemos começar dentro de casa, em nosso coração e no âmbito de nossos limites pessoais. Há que contar com o fato de sermos pecadores, limitados em nossa vontade, pusilânimes nas decisões. Deus, que não se cansa de perdoar, sabe quem somos e como somos, e está sempre pronto a manifestar sua misericórdia e seu perdão. Ninguém se desespere das próprias fraquezas. A sabedoria popular dizer que “perdão foi feito prá gente pedir”. Contar com as fraquezas dos outros e as nossas, não imaginar que em qualquer lugar do mundo encontraremos um grupo de perfeitos e impecáveis!

Do outro lado, a coragem para recomeçar do zero se for necessário. E, uns com os outros, ter a coragem para dizer: “quando você falhar, saiba que antes de julgar ou condenar, encontrará em mim disposição para empreender e perdoar, assim como a ajuda necessária para se erguer dos próprios fracassos”.

Para tanto, ter clareza dos valores em que acreditamos, não perder de vista os grandes ideais que norteiam os nossos passos, ser radicais na busca da verdade e do bem, o que significa superar todo tipo de acomodamento.

Ninguém se renda diante do mal circunstante, mas lute bravamente para superá-lo. Quem nivela a própria vida pelo rodapé da existência e se acomoda com os pequenos ou grandes defeitos bloqueia a ação da graça de Deus que pode e quer vir ao encontro da pessoa fragilizada.

Olhe ao seu redor

Com certeza o mar dos contravalores existentes e propagandeados lhe causa uma forte impressão. E que dizer da repisada corrupção que se espalha e contagia pequenos e grandes? Em torno a nós floresce um relaxamento geral das consciências, a prática dos escambos mais escandalosos, a propaganda do pecado, a da impureza e da injustiça. É hora da rendição diante do inimigo? Absolutamente, não! Cristão que se preze luta até derramar, se for preciso, o seu sangue, pela verdade, a justiça e o amor.

Faz-se necessário ter a coragem de nadar contra a correnteza, plantando valores diferentes, acreditando no bem que podem fazer os considerados pequenos na luta pela vida, apoiar as iniciativas de solidariedade, comunhão e participação. Acredito muito mais nas pessoas que arregaçam as mangas e começam a fazer diferente do que as e rumorosas manifestações públicas, nas quais o ódio e a revolta podem se impor.

O cristão tem que abrir os olhos para o horizonte. Até a volta do Senhor, cabe a nós a visibilidade da ação de Deus a favor de seu povo. Só que não estamos sozinhos, pois Jesus prometeu e enviou o Espírito Santo, o amor do Pai e do Filho.

Um roteiro de coragem e ousadia pode ser assim resumido:

– Amar a Jesus é guardar os seus mandamentos. Não falatório, mas vida concreta, de fidelidade ao Senhor.

– Acolher o Espírito Santo Consolador, o Paráclito, o Defensor, que permanece sempre em nós. Ele nos concede a audácia dos mártires, a força dos profetas e confessores da fé, a simplicidade das virgens. São forças que desmontam os poderes do maligno!

– Buscar os caminhos de diálogo e de escuta com quem pensa diferente de nós. Para isso, valorizar o bem que o Espírito Santo já plantou no coração das pessoas, mesmo onde nosso fraco julgamento julga impossível. Não imaginar que exista um mundo ou um pedaço de mundo em que todos pensam como nós.

– Nunca alimentar um espírito de orfandade e tristeza. Cristão olha para frente, aponta para o alto, sabe que a vitória final pertence a Deus.

– Enfim, a sábia recomendação de São Pedro: “Quem é que vos fará mal, se vos esforçais por fazer o bem? Mais que isso, se tiverdes que sofrer por causa da justiça, felizes de vós! Não tenhais medo de suas intimidações, nem vos deixeis perturbar. Antes, declarai santo, em vossos corações, o Senhor Jesus Cristo e estai sempre prontos a dar a razão da vossa esperança a todo aquele que a pedir. Fazei-o, porém, com mansidão e respeito e com boa consciência. Então, se em alguma coisa fordes difamados, ficarão com vergonha aqueles que ultrajam o vosso bom procedimento em Cristo. Pois será melhor sofrer praticando o bem, se tal for a vontade de Deus, do que praticando o mal. De fato, também Cristo morreu, uma vez por todas, por causa dos pecados, o justo pelos injustos, a fim de nos conduzir a Deus. Sofreu a morte, na existência humana, mas recebeu nova vida no Espírito” (1Pd 3, 15-18).

Por Dom Alberto Taveira Corrêa – Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA

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Padre comenta realidade dos cristãos na África https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/padre-comenta-realidade-dos-cristaos-na-africa/ Thu, 18 May 2017 11:05:16 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46329 Neste mês de maio, a intenção geral de oração do Papa Francisco ao Apostolado de Oração é pelos cristãos na África. O Santo Padre roga para que, em meio às dificuldades enfrentadas, os fiéis africanos consigam dar “um testemunho profético de reconciliação, de justiça e de paz, à imagem de Jesus Misericordioso”.

Padre Fernando Reis é brasileiro e mora na África há três anos e diz que a experiência têm sido enriquecedora:

“Em 2014 fui enviado para uma missão na Nunciatura Apostólica na Uganda, com sede na capital, Kampala. Tem sido um tempo de graça de Deus na minha vida e de amadurecimento na vida de fé e de Igreja ao mesmo tempo. Um verdadeiro exercício de comunhão na missão.”

Retrato do Continente

O sacerdote apresenta a realidade do continente, que têm mais de 50 países, com línguas, culturas, tradições e religiões diferentes.

“Os cristãos também estão lá: católicos, protestantes, coptas entre outros. A Igreja Católica, em particular, está presente em todos os países africanos com maior ou menor percentual de fiéis, variando conforme o país.”

Em Uganda, segundo Padre Fernando, especificamente os católicos somam mais de 40% da população.

“Tem-se liberdade de ir e vir e de expressão e celebração da fé. As comunidades estão crescendo e as pessoas em geral são muito receptivas e abertas à dimensão religiosa e ao serviço de evangelização promovido pela Igreja.”

Mas o religioso lembra que há desafios:

“O diálogo com os costumes e religiões locais, bem como aquele posto pela crescente presença de seitas de base pentecostal. Enfim, é uma comunidade de fé viva e vibrante, não obstante a extrema pobreza material em geral no país. E a Igreja já tem uma boa estrutura de Dioceses e Paroquias bem como de outras estruturas eclesiásticas, como Seminários para a formação​ do Clero e uma pequena Universidade Católica.”

Intenção de oração do Papa

Sobre o pedido do Papa Francisco, Padre Fernando ressalta a importância, devido às muitas situações de perseguição, de instabilidade política e a atual questão dos refugiados.

O sacerdote explica que muitos são obrigados a deixar seus países, suas comunidades para fugir de guerras e da fome, em busca de uma oportunidade de vida.

“É importante rezar, para expressar a nossa amizade e comunhão com os nossos irmãos de fé africanos. A oração, como costuma-se dizer, “move montanhas”. Que a oração que o Santo nos pede seja intensa a tal ponto que possa mover as mentes e os corações dos “senhores da guerra” e dos que detém certo peso e poder decisório também no campo político em prol de paz, liberdade e estabilidade para todos os países africanos.”

O religioso lembra que os cristãos do mundo todo devem sustentar também os missionários que estão no continente:

“Sobretudo, rezemos para apoiar os missionários e voluntários que atuam na África. Rezemos para que os nossos irmãos nativos abracem e testemunhem, de cada forma cada vez mais intensa, a fé católica. Podemos ajudar a missão na África ? Sim. Como ? Especificamente oferecendo a nossa oração, por mais simples que seja, por eles. Rezemos e peçamos “paz, justiça e reconciliação” para os corações de nossos irmãos católicos africanos.”

Por Canção Nova

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Dom Erwin: brasileiros devem voltar sua atenção para a Amazônia https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-erwin-brasileiros-devem-voltar-sua-atencao-para-a-amazonia/ Tue, 02 May 2017 14:38:21 +0000 http://teste.toqueto.com/dom-erwin-brasileiros-devem-voltar-sua-atencao-para-a-amazonia.html Neste 7º dia da Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o dia teve início com a celebração da Eucaristia no Santuário Nacional, presidida pelo Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Cardeal Odilo Scherer. Em sua homilia, Dom Odilo recordou os bispos falecidos e a vida deles dedicada ao reino de Deus.

“Rezamos em ação de graças pela vida dos nossos irmãos bispos falecidos, sua vida dedicada ao reino de Deus em nossas dioceses, na CNBB e nosso Brasil. Eles receberam de Deus o prêmio de sua fé, de sua esperança, de sua caridade pastoral”, disse Dom Odilo.

O tema central da assembleia, a Iniciação à vida Cristã, também esteve presente nas palavras do Cardeal.

“Uma iniciativa tão necessária para formar discípulos missionários verdadeiros de Jesus Cristo, o que é isto se não ajudar as pessoas, ajudar o povo a se aproximarem de Jesus Cristo e se saciarem dele”.

Antes de finalizar, o arcebispo de São Paulo fez uma reflexão citando a vida e obra de Santo Atanásio que foi bispo, teólogo, pregador, iniciador da fé e que deu ao seu povo o verdadeiro pão do céu.

Os trabalhos prosseguiram com uma sessão privativa no subsolo do Santuário e depois no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida.

Sobre o andamento dos trabalhos e temas discutidos nós conversamos com o Arcebispo de Sorocaba, SP. Dom Julio Akamine…

No encontro com a imprensa nos dias passados Dom Erwin Krautler, bispo emérito da Prelazia do Xingu recordou o chamado à evangelização da Amazônia, os desafios e exigências relacionados à área e ressaltou o apreço do Papa Francisco pelo trabalho que ali deve ser desenvolvido.

“O Papa Paulo VI, já nos anos 1970, disse que ‘Cristo aponta para a Amazônia’. Mas nenhum dos papas recentes colocou a Amazônia tanto no coração como o Papa Francisco. A Amazônia é para ele, por assim dizer, uma orientação, um desafio e uma exigência”, disse Dom Erwin.

Dom Erwin citou a encíclica do papa Francisco Laudato Si’ – sobre o cuidado da casa comum, que em dois parágrafos cita a Amazônia e os povos indígenas. A carta do papa é uma das motivações para a articulação do trabalho realizado nos nove países que possuem território da floresta amazônica e que compõem a chamada Pan-Amazônia.

Ele ainda reforça que os brasileiros devem voltar sua atenção para a Amazônia, que “até agora estava muito distante, especialmente no Sul do país”. 

Por Rádio Vaticano

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